Passear ao ar livre em Milão

Hoje estava editando algumas coisas no blog quando eu percebi que estava cometendo uma heresia: tenho somente 3 posts sobre a Itália! Pois bem, vou tentar amenizar o prejuízo e buscarei fazer uma programação mais precisa sobre pautas importantes sobre a bota.

Enfim, hoje resolvi focar um pouco no último lugar na Itália que estive, a charmosíssima Milão, que é uma das cidades mais economicamente fortes do país. Apesar de não possuir tantos monumentos históricos como Roma e até outros locais da Toscana devido à destruição das guerras, Milão é uma cidade extremamente agradável para apreciar a culinária, sua arquitetura e também para fazer compras!

Milão também é uma cidade que ainda conserva alguns parques, fazendo com que estes sejam uma alternativa e claro, uma boa opção para quem gosta de caminhar e apreciar algum tempo livre de maneira mais tranquila.

Dependendo do clima, conhecer parques é algo que me interessa muito. Apreciar a natureza (infelizmente não da forma mais natural, mas já ajuda), tirar boas fotos, tomar um sorvete e sentir (um pouco de) ar puro foram escapatórias naturais para essa viagem que tinha um cunho gastronômico forte assim como de compras.

Enfim, decidi conhecer dois parques em Milão: o Giardini Pubblici Indro Montanelli e o Parco Sempione, que é onde se localiza o Castello Sforzesco. Fui para lá no final de dezembro e como se pode esperar, estava bem frio, e além disso, Milão estava bem nublada e sempre com neblina. Ponto importante: meu hotel era bem próximo ao Duomo, então fiz todos os percursos a pé.

Giardini Pubblici bem sereno

Giardini Pubblici bem sereno

O primeiro parque que visitei foi o Giardini Pubblici (vou chamar só assim) e estava, apesar do frio, todo verdinho. O caminho do hotel até lá levou uns 20 minutos a pé e foi bem tranquilo: poucas pessoas na rua, e apesar do frio, não ventava.

O Giardini Pubblici fica bem próximo à Porta Venezia, que é um portal que remonta a tempos medievais; fica a dica que já dá para visitar outro ponto turístico da cidade ali perto. A Porta Venezia também possui uma estação de metrô para àqueles que preferirem.

Porta Venezia

Street view básico da Porta Venezia

Uma coisa interessante sobre esse parque é que ele é mais frequentado por moradores da cidades que turistas, então dificilmente você verá outros turistas com suas câmeras, e sim, cidadãos comuns passeando com seus cachorros e seus filhos. No parque também se localizam um planetário e o Museu de História Natural, e infelizmente ambos estavam fechados quando eu fui, devido às festividades do fim do ano.

Uma das coisas que me lembro bem dali são os patinhos da lagoa. Eles não se assustam com os humanos e nem se intimidaram com o frio! Me lembro também de um parquinho com carrossel para as crianças, assim como barraquinhas de comida.

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Área livre para cães <3

Vale ressaltar que achei o Giardini Pubblici muito bem cuidado e organizado! Certamente foi uma boa escolha passear por ali considerando também que consegui o meu objetivo, que era uma manhã tranquila e agradável observando a natureza no centro de Milão.

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Em outro dia, fui até o Parco Sempione e o Castello Sforzesco, após uma manhã de boas compras na Via Orefici e na Via Dante (sim, sou humana também, haha). Também fui a pé até o Parco e de cara já achei que ali é uma região onde é necessário um pouco mais de atenção, comparada à Porta Venezia e ao Giardini Pubblici. Creio que seja pela quantidade de turistas e de pessoas em geral, o que pode atrair mais gente “indesejada”, digamos assim.

Enfim, como já era tarde e ainda não havíamos almoçado, decidimos apenas caminhar rapidamente pelo Parco, para conhecer, e tirar algumas fotos do exterior do Castello Sforzesco. Creio que foi a melhor escolha, pois eu achei aquele parque bem perigoso. Não sei se foi só falta de sorte, mas lembro ter visto mendigos e gente bêbada ali.

Vista parcial do Parco Sempione

Vista parcial do Parco Sempione

Na noite anterior havia nevado, então o parque estava coberto de neve! Tudo estava com uma aparência linda, mas infelizmente incoveniente para sentar em bancos, e até de tirar fotos com a pobre câmera que possuía na época.

Mas de qualquer maneira, gostei de ter conhecido o Parco Sempione e de ter aproveitado a visão das muralhas, do castelo e de alguns artistas que ficam por ali, como gente tocando violino e afins. Como estava apavorada de fome, decidi não visitar o castelo, o que já torna presença obrigatória na minha próxima ida a Milão. E assim que me programar, espero me lembrar de agendar minha visita à igreja onde “A última ceia” está pintada. :)

Cruzamento da Piazza Castello

Cruzamento da Piazza Castello

 

 

 

 

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