Airport review: Chhatrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)

Esse post é especialíssimo, pois contou com a colaboração do meu amigo (e admirador da Índia) Yuri Torres! Ele me passou algumas perspectivas sobre o Aeroporto Internacional de Mumbai, que merecem ser compartilhadas para outros viajantes!

Qual a melhor opção para chegar até Mumbai?

A: Possivelmente pelo Oriente Médio via Emirates, Qatar e Etihad. Afirmo isso pelo fato de que é uma oportunidade excelente para desfrutar dos serviços dessas companhias (que são excelentes), e também pelo fato de que a Qatar Airways de vez em quando oferece tarifas muito boas para Ásia e Subcontinente Indiano.
Outras companhias com atendimento e preços bons para a Ásia são a Ethiopian e a SAA.

Como é a imigração?

A: Em Mumbai, não existem muitos problemas na hora da imigração. O visto para a Índia é retirado ainda aqui no Brasil pelo correio e é só apresentá-lo na chegada ao país. O que pode ser um ponto de atenção é um certo mal humor dos funcionários do aeroporto em geral, que é um ponto de reclamação em vários reviews pela rede.

Tem Wi-fi?

A: Sim, e é necessário apenas fornecer um número de celular válido para a criação de um login.

Como faz pra trocar dinheiro?

A: Existem casas de câmbio nos lugares estratégicos próximos aos embarques e desembarques internacionais. O site do aeroporto indica 4 casas de câmbio no embarque e 5 no desembarque.

É possível conhecer a cidade em um eventual tempo de conexão?

A: Sim, mmas somente se for uma conexão bem longa, acima de 8 horas, tento em vista que somente 3 horas será no trajeto entre o aeroporto e centro, mais imigração, etc.

Qual a melhor maneira de se deslocar até a cidade?

A: Taxi, é sempre barato. Mas tenha cuidado com as várias pessoas sugerindo taxi no desembarque, eles são bem insistentes e começam a te seguir, o que pode causar alguns transtornos, mas é somente. Sempre utilize os taxis registrados que geralmente tem preços tabelados, procure os balcões ainda no desembarque.

Opiniões sobre Duty Free.

A: O Duty Free de Mumbai é bem forte e oferece vários produtos como perfumes, bebidas, cosméticos, relógios, cigarros e afins. Mas ele não parece ser tão atrativo (em termos de preço) quanto outros aeroportos.

Sobre alimentação.

A: Existem cafés e alguns restaurantes. Foco para o KFC e a Pizza Hut.

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Flughafen Wien (VIE)

O aeroporto de Viena foi um dos que mais me surpreendeu, e pelos bons motivos. Localizado um pouco fora da cidade, a uma primeira vista ele não parece grandes coisas, com tons esverdeados, terminal não muito longo e até certo ponto, meio vazio. Passando do check in, o aeroporto ganha uma nova cara: moderno, interessante, e muito agradável para os passageiros.

Conexão direta com o Brasil? 

Não. Talvez a maneira mais fácil de se chegar a Viena por vias aéreas a partir do Brasil seja pela Alemanha, vide Frankfurt ou Munique.

Existe hub aéreo em VIE?

Sim, e esse hub é da Austrian Airlines, uma companhia parceira da Star Alliance e com um excelente background. Não estranharei se daqui a um ou dois anos ela requisite voos para o Brasil.

Conexão direta com a cidade? 

Foco para o City Airport Train (CAT), que leva 16 minutos para fazer a jornada aeroporto-centro e vice-versa. Em Viena, o CAT para em Wien-Mitte, conexão com o metrô M3.

Dicas para alimentação: 

Na entrada do terminal existem alguns cafés e o Mc Donald’s. Porém, após a área de check in, existem diversos outros cafés e lanches, essenciais para quem está buscando alguma conexão rápida.

Como é o Duty Free?

Por incrível que pareça, o Duty Free de Viena foi um dos mais baratos que já vi de modo geral. Diversos produtos tradicionais de Duty Free como bebidas, bolsas, perfumes e afins tem um preço bom. A dica pro Duty Free fica para os chocolates, onde era possível comprar 5 barras grandes de chocolate suíço por cerca de 10 euros.

Tem wifi? 

Sim, e ali foi o melhor wifi que já encontrei em aeroportos! Motivo? Velocidade rápida e sem limite de tempo!

E existem tomadas? 

Sim, e na verdade, existe até uma infraestrutura própria para utilizar laptops e tablets. Essa estrutura lembra a de um pequeno escritório ou de uma mesa de computador.

Dormir no aeroporto? 

Extremamente possível! Acredite: o aeroporto de Viena oferece camas (sim, camas!!) em todas as portas de embarque! Fora uma variedade de poltronas ali.

Qual o diferencial de VIE? 

O aeroporto é uma vitrine de entrada para a cidade. Logo na hora de pegar as bagagens, se vê fotos e partituras de famosos músicos austríacos! Fora que eles tem vários telões em LCD com detalhes interessantes, como poemas, frases, números e estatísticas e afins. Todos com um toque de arte.

Dúvidas? O site do aeroporto de Viena é http://www.viennaairport.com/

 

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Então, hoje eu vim falar da principal entrada para a Hungria, que é o aeroporto de Budapeste. Ele se localiza no sudeste de Peste, meio longe do centro da cidade. Para quem tem interesse de conhecer a Europa Central, Budapeste é uma excelente pedida para a chegada!

Existe conexão direta com o Brasil? 

Não. É necessário viajar para outros hubs europeus, de preferência lugares que possuem saída do Brasil. Fica a dica para a Alemanha, que possui vários voos partindo para BUD.

A Hungria possui uma companhia aérea nacional? 

A Hungria recentemente viveu uma crise aérea bem grande com a falência da Malev em 2012, e parte do aeroporto de Ferihegy se encontra fechada (os terminais utilizados atualmente são o 2A e o 2B). No momento, existe a Wizz Air (a roxa), que é uma low cost húngara com alguns destinos pela Europa. Nunca voei por ela, mas alguns amigos dizem que ela é melhor que outras companhias como Ryanair e Easyjet.

Como é a conexão para o centro? 

Não existe um trem que conecta o aeroporto para o centro, porém já existem planos para fazer uma conexão com Keleti pu. Porém existe a linha 900E que sai do aeroporto em direção a Kobanya-Kispest (linha final do metrô azul). Serviços de táxi também são baratos e valem a pena caso não exista paciência para andar de ônibus.

Como é o duty free? 

Em BUD, o Duty Free é muito bom, e a área de embarque do aeroporto é cheia de lojas de vários tipos. Vale a pena quem tem dinheiro pra gastar. :)

Tem wifi? 

Tem sim! E não é nada de 15 minutos de acesso como em outros lugares. A conexão é grátis e pode durar até duas horas!

E tomadas?

Existe uma quantidade razoável de tomadas na área de transfer.

E cadeiras? 

Mas cadeiras são meio escassas. Fiz check in cedo e mesmo assim tive que sentar no chão para esperar o embarque.

Como é o serviço de restaurantes e alimentação? 

Existem alguns cafés e fast foods no Terminal 2A. Gostei bastante de um café localizado próximo à área de check in, mas lá dentro tem Burger King, KFC e outros restaurantes!

O Check in é complicado? 

Achei desorganizado. Iria começar a minha jornada com a Lufthansa e como de praxe, a companhia alemã exige o check in nas máquinas, mas por algum motivo, só o primeiro trecho foi impresso. Teria que enfrentar a fila para despachar as malas de qualquer maneira, e só na cabeceira consegui imprimir todos os trechos.

Vale a pena trocar dinheiro lá? 

Não mesmo! Ali em Ferihegy foi onde eu vi uma das piores cotações em todas as minhas andanças por aí! Se for necessário, troque o mínimo possível na entrada.

E a opinião em geral? 

BUD é um excelente aeroporto que superou as minhas expectativas! Infelizmente, o aeroporto poderia receber mais gente caso a Malev ainda existisse, mas pouco a pouco Budapeste em geral se prepara para o turismo. Com certeza BUD é uma excelente porta de entrada para a Hungria.

Um momento incrível foi sobrevoar Budapeste próximo ao pouso bem no pôr-do-sol. Tá que não é competência do aeroporto, mas não consigo lembrar de nada sobre BUD sem lembrar daquela vista. :)

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Aeroporto Humberto Delgado – Portela (LIS)

O aeroporto de Lisboa é o portão de entrada da maioria dos brasileiros que vão até à Europa, tanto pela proximidade de Portugal comparado a outros países europeus, assim como pelo grande número de voos que partem de diversas cidades brasileiras todos os dias.

Em alguns casos, voar para Lisboa (ou com conexão em) pode ser mais barato que ir para outras cidades com aeroportos centrais, vide Frankfurt, Londres e até mesmo Paris. Pelo menos, essa é a realidade daqui do norte, já que é difícil de se achar promoções ou até mesmo bons preços a partir das nossas cidades de destino.

Então, o Airport Review de hoje é especial para Lisboa! Que tal uma varredura geral?

Conexão direta com o Brasil? 

Sim, mas somente com a TAP (Acabei de descobrir que a TAM não tem voos diretos!). Mesmo assim, a TAP opera em diversas cidades pelo Brasil, sendo a companhia aérea internacional com a maior quantidade de voos diários saindo do Brasil. A TAP tem voos diretos a partir de São Paulo-Guarulhos, Rio de Janeiro-Galeão, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Natal, Brasília, Porto Alegre, Recife, e Manaus com escala em Belém.

Imigração: 

Acho que não foi mera impressão minha, mas é necessário andar um pouco até chegar na imigração na chegada. A fila é sempre comprida, mas anda rápido. Os oficiais da imigração são bem prestativos, e no meu caso só perguntaram a data do retorno ao Brasil. A volta foi bem tranquila e sem nenhuma fila.

Conexão do aeroporto para a cidade: 

A linha vermelha do metrô de Lisboa tem no aeroporto uma de suas paradas finais. A partir dela, é possível ir para qualquer ponto da cidade.

Wi-fi: 

O aeroporto oferece conexão de internet gratuita por 30 minutos a partir de um cadastro contendo o seu nome e email, principalmente. Após esses 30 minutos, é possível continuar conectado mediante o pagamento de taxas.

Tomadas: 

Existem várias tomadas pelo aeroporto, que é bem amplo.

Alimentação: 

Existem diversas opções de comidas e cafés ali. As minhas opções em particular foram um sanduíche natural na ida, e um doce (sim, sou humana) na volta. Mas existem outras opções, como fast food, pratos feitos e afins.

Entretenimento: 

Algumas livrarias e lojas de duty free com bolsas, roupas, bebidas, perfumes e alguns equipamentos eletrônicos se encontram na sala de embarque.

Câmbio: 

Geralmente as casas de câmbio em aeroportos são meio caras, e o consenso quase geral é que se troque o mínimo possível, o suficiente para se sair do aeroporto quando você não tem a moeda do país. Mas em caso de conexão aérea para algum outro país que não utilize o euro, as cotações não são tão ruins.

Assistência em solo: 

Existe um balcão para conexões com atendentes super prestativos em tirar quaisquer dúvidas de viajantes.

Em linhas gerais, o aeroporto da Portela me surpreendeu bastante, seja em organização e tamanho proporcional. Achei o aeroporto excelente para conexões, e só pelo fato da viagem não ser tão longa (digo, menos tempo presa dentro de um avião), já me deixa fã de Lisboa. Agora, vou procurar conhecer a capital de Portugal com pelo menos um stopover.

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)

O aeroporto de Sheremetyevo é um dos três principais de Moscou junto com os aeroportos Domodedovo e Vnukovo, sendo dos três, o mais conhecido. Durante a época soviética até os meados dos anos 2000, o SVO era o aeroporto mais movimentado da Rússia, mas após grandes reformas e adaptações feitas em Domodedovo, a maior parte das operações passou para o aeroporto ao sul de Moscou.

Mesmo assim cheguei e saí de Moscou via Sheremetyevo. Na ida, eu peguei um A321 da Aeroflot que havia partido de Amsterdam no início da tarde, e que chegou na capital russa no início da noite. Um voo tranquilo, sem atrasos, mas com aeromoças bem mal humoradas que quase nem falavam russo.

A volta foi igualmente organizada, mas dessa vez iria num Boeing 737 da Turkish em direção a Istambul. Na época, a Turkish ainda operava em SVO, mas já estava de mudança certa para operar no aeroporto Vnukovo apenas uns dois meses depois.

De qualquer maneira, venho dar dicas sobre o aeroporto de Sheremetyevo! O número de brasileiros que chegam à Rússia é crescente, e eu mesma pretendo voltar logo para lá. :)

Aeroporto Sheremetyevo

Aeroporto Sheremetyevo

Conexão direta com o Brasil? 

Já teve. A Aeroflot teve por um tempo um voo GRU-SVO com escala na Tunísia, mas parou após um tempo. Sempre existem boatos que indicam que alguma companhia voltará a pedir esse trajeto, mas até agora nada é oficial.

Como ir até o centro? 

Sair de Sheremetyevo com direção ao centro de Moscou é super fácil via Aeroexpress, que é uma rede de trens que sai dos três maiores aeroportos de Moscou em direção a três estações de metrô da cidade. No caso do Sheremetyevo, a viagem até o centro dura uns 40 minutos, a uma taxa de 320 rublos (cerca de 30 reais) e tem como destino a estação de metrô Belorussky.

Alimentação: 

o terminal do Aeroexpress (coladinho ao terminal F do Sheremetyevo) é cheio de opções de alimentação, diferentemente do próprio aeroporto em si. A área de embarque do aeroporto ainda estava meio pobre, por estar em reforma. Só havia um restaurante que estava funcionando, e de comida natural ainda.

Wifi: 

O Wifi é grátis e sem limite de tempo em Sheremetyevo! A qualidade é muito boa também, não deixando nada a desejar para qualquer serviço pago!

Tomadas: 

Antes da área de embarque, elas eram poucas e extremamente disputadas! É bom rodar um pouco para achar uma tomada alternativa. Depois de imigração e check in, é mais fácil de achar tomadas livres.

Duty Free: 

O Duty Free do Sheremetyevo é muito bom! Ele é amplo e cheio de artigos a preços justos.

Dormir no aeroporto: 

Como o meu voo saía lá pelas 6 da manhã, eu não teria tempo útil de sair de madrugada para pegar o Aeroexpress e chegar no aeroporto. Preferi ir pra lá de noite e tentar dormir ali mesmo. Existem muitas pessoas que passam pela mesma situação, mas nenhum tipo de cama é disponibilizada. Ali é super tranquilo e com wifi, o tempo passa mais rápido. Acabei nem dormindo, mas estava na companhia de um amigo e acabei conversando pela noite toda.

Check in e imigração: 

Assim que cheguei lá pela meia noite, o check in da Turkish já estava aberto, e não tinha ninguém na fila. Pelo horário que entramos na imigração e raio-x (umas 4 da manhã), haviam poucas pessoas ainda. Os oficiais da imigração foram super cordiais e até deram alguns sorrisos!

E durante o inverno? 

Quando o avião decolou, estava nevando forte. Aparentemente o único “desconforto” foi o fato da decolagem ser adiada por uns 5 minutos devido ao defrost da aeronave. Esse procedimento é normal em temperaturas baixas e quando é o primeiro voo do dia da aeronave.

Falar esses detalhes de Sheremetyevo só me fizeram lembrar dos meus dias na Rússia! Essa nostalgia tocou meu coração! Será que planejo uma nova viagem para a Rússia, hein?!

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)
Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)

O aeroporto de Malpensa em Milão junto com o aeroporto de Fiumicino em Roma são os hubs centrais para se chegar à Itália de avião. Hoje especialmente vim falar de Malpensa, dando algumas dicas úteis para quem pretende passar por lá.

Terminal 1 em Malpensa

Terminal 1 em Malpensa

Conexão direta com o Brasil? 

A LATAM oferece um voo direto de Guarulhos para Milão, e vice versa diariamente num A330. O voo de ida dura cerca de 11h30, e a volta, um pouco mais de 12h. O atendimento em solo é bom e não tenho nenhuma reclamação sobre o serviço em geral. O voo sai de São Paulo próximo à meia-noite e chega em Milão durante a tarde, pelas 15h. Na volta, o voo sai de Milão também à noite, próximo das 22h e chega em Guarulhos pouco antes das 6 da manhã.

Transporte para o centro: 

Existem 3 maneiras de ir ao centro de Milão. O aeroporto de Malpensa fica bem longe do centro da cidade (na verdade, o aeroporto se encontra num enclave no território de 7 comunas), o que deixa o transporte por táxi bem caro (cerca de uns 80 euros até o centro). As outras duas maneiras de chegar em Milão são por ônibus e pelo Malpensa Express.

Qual o sistema que escolhi afinal? 

Escolhi o Malpensa Express devido à praticidade do sistema, pois estava carregando muitas malas. O terminal onde se compram os tickets fica dentro do aeroporto, e é preciso apenas descer uma escada rolante, validar a passagem e entrar no trem. Existem dois destinos principais que o Malpensa Express leva: a estação central de Milão e a estação Milano Cadorna.
Acabei indo até Milano Cadorna, que havia uma baldiação com a linha vermelha do metrô. A estação mais próxima do meu hotel era a Duomo, e chegamos lá rapidamente.

Duty free: 

Encontrei em Malpensa um dos melhores duty frees que já vi. Existe uma enorme variedade de perfumes, bolsas, chocolates, souvenirs, doces, bebidas e sim, muitas (!!!) massas e temperos italianos à venda! Fora isso, existem outras lojas de estilistas italianos com produtos bem baratos.

Alimentação: 

Existe uma boa variedade de restaurantes e fast food por lá. Não é desculpa para ninguém ficar com fome! ;)

Imigração: 

A princípio ela é super tranquila, até demais. O oficial de imigração apenas pediu nossos passaportes e carimbou, sem fazer nenhuma pergunta. Pegamos as nossas malas, e na saída, uma série de policiais (estavam com um distintivo, semelhante à da Polícia Federal aqui no Brasil) abordavam todas as pessoas. Um deles me abordou e perguntou quanto tempo eu iria ficar na Itália. Eu respondi em inglês que iria ficar por lá até o natal, e que depois iria até a Alemanha. Ele me deixou passar sem problemas.

Wifi: 

O aeroporto oferece 3o minutos de wifi grátis por dia. Para isso, é necessário fazer um cadastro rápido e o acesso é facilmente liberado.

Atendimento especial: 

Na volta, havia machucado meu pé num acidente e só conseguia andar com a ajuda de muletas. Recebi todo o apoio da TAM (que inclusive chegou a me oferecer uma cadeira de rodas, mas recusei) e do aeroporto para passar pelo raio-x e imigração. Na hora do embarque, tive prioridade e fui a primeira a entrar no avião, além de receber um atendimento todo especial pelos comissários de bordo da TAM. Ganharam pontos comigo. De maneira geral, o aeroporto de Malpensa tem um ok para mobilidade especial.

Tomadas: 

Não é difícil de se encontrarem tomadas no terminal.

Qual a diferença entre o terminal 1 e o 2? 

O terminal 1 é aquele que atende à quase todas as companhias aéreas, incluindo destinos dentro da Itália, UE e resto do mundo. O terminal 2 atende apenas operadoras low-cost, atendendo especialmente a EasyJet. Existe um shuttle que liga os dois terminais, com a duração de viagem estimada em uns 15 minutos entre terminais.

O aeroporto de Malpensa não é um hub aéreo como Frankfurt, Londres ou até mesmo Istambul. Mesmo assim, a viagem passando por lá certamente será tranquila e sem grandes problemas.

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Flughafen München (MUC)

O aeroporto Franz Josef Strauss, próximo a Munique é o segundo maior aeroporto da Alemanha e serve de hub para a Lufthansa e companhias parceiras da Star Alliance. Pelo fato do aeroporto de Frankfurt estar saturado, Munique começou a receber mais voos, e atualmente está em reformas para uma terceira pista e terminal.

Este aeroporto é simplesmente um dos mais bonitos e organizados em que já estive. Em todas as ocasiões estava passeando pela cidade, e anotei alguns pontos para compartilhar aqui especialmente sobre o Terminal 2 (o maior):

Área de check in: 

Como citei antes, o aeroporto de Munique é hub para a Lufthansa e para a Star Alliance, e a área de check in fica no primeiro andar, logo após as escadas rolantes. Existe um elevador bem amplo para quem tem malas maiores. Para fazer o check-in, primeiramente é necessário imprimir os cartões de embarque numas maquininhas, e depois se dirigir à área de check in das malas. Dificilmente existem filas e o processo é bem rápido.

Raio-x e afins: 

As filas tendem a ser um pouco maiores devido à qualidade da revista feita pelos policiais. Se existe pressa, é melhor passar logo por essa região.

Restaurantes e alimentação em geral:

Antes e depois da área de check-in, existe uma enorme variedade de restaurantes, bares e lanches, e todos de boa qualidade. Eu recomendo ir para o bar da Erdinger, logo na frente do desembarque onde é possível tomar a cerveja mais popular da Alemanha ao mesmo tempo assistindo a um jogo de qualquer esporte, e comendo boa comida.

Informação para o turista: 

O balcão fica em frente ao desembarque, onde gentis atendentes que falem inglês tiram as principais dúvidas do turista. Eles também dão mapas e panfletos da cidade, se pedir.

Transporte para o centro da cidade: 

Existem as linhas S1 (azul claro) e S8 (preto) do metrô que saem do aeroporto em direção ao centro. Ali perto do desembarque existe uma máquina onde é possível comprar a passagem, disponibilizada em alemão, inglês e francês por exemplo. Comprando o Single day ticket é possível pegar o trem e ainda poder andar um pouco mais no metrô pelo resto do dia.

Como pegar esse trem?

É necessário sair do terminal 2 e entrar no prédio à frente, com uma grande letra S em verde (símbolo do sistema de trens). Esse terminal do S-bahn é bem grande e tem vários restaurantes e lojas de todo o tipo. Tem que descer a escada rolante e ir para o lado esquerdo, de onde parte a linha S8, que chega ao centro bem mais rápido que a S1 por causa da quantidade de paradas. Existem paineis mostrando quanto tempo falta para a chegada do trem, e que horas o trem partirá.

Mapa do metrô e trens de Munique

Mapa do metrô e trens de Munique

Wi-fi e internet: 

Existe wi-fi grátis por 30 minutos. É preciso fazer um pequeno cadastro, e logo logo a internet será disponibilizada. Após os 30 minutos pode-se conseguir um maior tempo de conexão, mediante pagamento no cartão de crédito.

Tomadas: 

Existem tomadas em lugares específicos tanto antes e depois do check-in. Não falta energia para ninguém.

Dormir no aeroporto: 

Caso exista necessidade de pernoitar no aeroporto, existem dois hoteis na região do aeroporto. Caso gastar dinheiro por lá não seja uma prioridade, é possível dormir sim, mas o aeroporto só disponibiliza camas em períodos de calamidade, como uma nevasca que feche as pistas.

Duty free:

O Duty free de Munique é bom e amplo, e vários produtos são vendidos a bons preços lá. Ponto de atenção negativo é a falta de cerveja alemã à venda por lá.

Como já citei antes, o aeroporto de Munique é organizado e bem confortável. Ele é totalmente preparado para passageiros em conexão

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Istanbul Atatürk (IST)

Após dois meses na Rússia, estava indo passar alguns dias em Paris, e ao invés de pegar um voo direto, decidi ir até lá via Istambul. Não me arrependo nem um pouco desta escolha, e quatro horas dentro do aeroporto serviriam de convite aberto para uma visita futura à Turquia.

O voo entre Moscou e Istambul foi longo para padrões europeus, 2 horas e 45 minutos, mas sendo início de uma manhã longa de inverno (e com uma madrugada em branco), foi fácil dormir ali. Viajei pela Turkish Airlines, votada a melhor companhia europeia do ano anterior. Gostei do voo. Achei o avião confortável, e fui muito bem atendida pelo pessoal em solo e no avião. O computador de bordo do avião tinha várias opções de filmes e música, e fui até Istambul assistindo “Singing in the Rain”, um dos meus musicais favoritos.

Detalhe em turco.

Mas a surpresa maior ainda estava por vir. Chegando em Istambul, eu tinha uma dúvida. Será que eu podia apenas esperar a conexão no hall do aeroporto, ou se eu tinha que ir para a imigração. Brasileiros não precisam de visto de turismo para a Turquia, o que seria o meu caso. Estava vendo o fluxo inteiro dos passageiros saindo do meu voo indo direto para a imigração, então vi um guichê imenso da Turkish ali. Fui me informar. Muito cordialmente, o atendente disse que eu podia subir a escada rolante à minha esquerda e esperar a minha conexão ali. Foi um alívio!

Essa escada rolante ficava em um corredor bem estreito. Quem tem claustrofobia ia se assustar um pouco ali, mas a sensação de chegar ao fim dela foi incrível! O aeroporto de Atatürk conserva muito da arquitetura turca, e senti sendo emergida pela escada rolante no centro do mundo. Ao meu redor, estavam pessoas de diversas raças e etnias! Eram turcos, árabes, indianos, asiáticos, europeus, africanos, e até um grupo de pessoas de aparência bem latino americana em um só lugar! Cada um com seu estereotipo! Creio que foi uma das poucas vezes que me senti tão bem vinda em um aeroporto.

Um dos meus hobbies é colecionar souvenirs, e logo parti para uma loja de lembrancinhas e quinquilharias! Eu não tinha nenhum dinheiro turco, e só um Visa Travel Money com um pouquinho de dinheiro, um cartão de crédito internacional para emergências, 100 rublos (o que não é muito), e alguns dólares que iria trocar para Euros em Paris. Gastei meus últimos 8 euros no  Travel Money nessa loja, com artigos da Hagia Sofia e da Mesquita Azul. O aeroporto também tem uma praça de alimentação. Não foi a melhor que já estive, muito menos a pior, mas tinha um Burger King e comi algo rápido.

O meu gate de partida demorou a ser definido. Apenas cerca de uma hora e meia antes do voo os painéis informam isso. Então me dirigi ao tal gate, mas depois de algum tempo, comecei a estranhar ali. Não tinha mais ninguém esperando no mesmo lugar, e conferindo o painel novamente, vi que tinha acontecido uma mudança no gate. O problema era que eu já tinha passado por uma série de revistas e raio-x, e não sabia se podia sair do local. Falei com um funcionário, e ele entendeu a minha situação, e não só ele me informou onde seria o gate real, mas também me levou pessoalmente até lá, e ainda me pediu mil desculpas pelo acontecimento. Não tive como agradecer mais. Mais um ponto que os turcos ganham comigo. :)

Daquela vez, era real. O painel do gate dizia que ali mesmo seria o embarque para Paris, e fiquei ali esperando. Ao lado do meu avião, estava um da Saudi Arabian, e quando mal percebo, vejo um grupo de uns 40 ou 50 árabes indo embarcar. Nada demais, mas me impressionei com a vestimenta deles! Mulheres vestidas da cabeça aos pés, e os homens com uma outra roupa típica, e umas sandálias que lembram uma outra japonesa, que possui dois saltos (realmente não sei informar o nome destes). E parecia que a roupa de todos eles era igual. Dentro da minha cabeça eu falava “uau! Incrível!”

Vale ressaltar outra coisa em Istambul. Cheguei de manhã cedo, e estava nevando. Saindo, início da tarde, já havia um sol forte. Vai entender, né?

Logo, embarcamos novamente, e para um voo mais longo, de 3h 40. Voo igualmente confortável, com boa comida e atendimento. Fiquei impressionada com as paisagens vistas do alto. Os Alpes são lindos vistos de cima! Consegui até ver umas cidadezinhas no sopé das montanhas, modéstia a parte. Certa hora, o computador de bordo indicava que estávamos sobrevoando a Suíça, e logo vi uma paisagem que lembrava muito o Lago Genebra. Olhando mais de perto no computador de bordo, vi que realmente estávamos por ali, perto da fronteira da França com a Suíça, e tirei uma foto pra guardar de lembrança. Logo fiquei com vontade de voltar pra linda Genebra!

Vista da Suíça do avião.

Cheguei em Paris, e após esperar um tempo até o câmbio abrir, finalmente pude ir para o hotel! O resto fica em outro post! :)

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)