Pequeno escape: Praia do Açutuba

Olá pessoal! Faz um tempinho que não coloco meus pés dentro de um avião, então não tenho tantas novidades para trazer. Apesar de ainda ter muitas coisas para contar, falta coragem para começar a escrever alguns posts (tipo a visita na Bombonera e no Palácio de Versailles), mas um dia eles sairão, eu prometo! *sigh*

Como a crise tá braba a diversão fica por aqui mesmo, mas isso não é nada ruim, pelo contrário, eu morro de vergonha por não conhecer tantos lugares ao redor de Manaus. Pelo menos intenções não faltam de sair e explorar o que temos no nosso quintal.

Por exemplo, semana passada foi uma bela exceção. Na segunda feira de carnaval, meu pai me chamou para ir até a Praia do Açutuba, que fica aproximadamente 50 km de Manaus (contando o trajeto desde a saída da minha casa). A intenção era comer um peixinho na beira do rio e depois relaxar dentro d’água.

Como chegar?

Para chegar até Açutuba é necessário atravessar o rio. Para isso, hoje temos a bela Ponte Rio Negro que vai de Manaus até o município de Iranduba, localizado na outra margem (na verdade a cidade de Iranduba não se localiza exatamente nas margens do rio Negro, mas ali já é tecnicamente área do município).

O nome da estrada que leva até o destino é a AM-070, e depois da travessia, continue por 28 km e dobre numa bifurcação à direita – existem alguns quiosques e movimento, o que ajuda na localização. Até esse ponto, grande parte da estrada é duplicada e se encontra em perfeitas condições, com exceção de um pequeno trecho que ainda não está liberado para obras devido ao fato de terem sido encontrados artefatos pré-históricos ali.

Essa bifurcação dá acesso a um ramal, que é asfaltado mas possui muitos buracos – existem placas na entrada e durante o trajeto. Siga por mais 11km e então chegamos ao destino final. Existe estacionamento dentro, mas o espaço é mínimo, então acho que é melhor deixar o carro do lado de fora.

Pedacinho da praia

A praia

Como eu citei acima, fui no carnaval, agora em Fevereiro. Esta época é chuvosa no Amazonas, então já espere que as praias não estarão nas melhores condições. Naquele dia havia chovido mais cedo, então a areia estava com uma cor amarelada devido à umidade das chuvas.

(FYI: o ápice da cheia se dá entre maio e junho, enquanto o da seca acontece normalmente em novembro, ou seja, a faixa de areia é maior na época de seca, e ela é menor durante a cheia)

Açutuba é uma praia banhada pelo rio Negro, de águas escuras, e durante essa época do ano com o rio mais cheio que o normal, algumas árvores ficam embaixo d’água. Ali também tem um banana boat e similares, onde você contrata por alguns minutos e fica rondando o rio.

Não tive coragem de ir! haha

A estrutura

A estrutura do local é super simples, existem alguns restaurantes que oferecem comidinhas como peixe assado e acompanhamentos. Existem também mesas e cadeiras de plástico na beira da praia – simples, porém eficiente. Vale dizer que é interessante levar dinheiro vivo, pois não passa cartão lá (assim como em outros lugares pela estrada).

Mesmo sendo um feriado o local não estava cheio, e não houve nenhum problema em conseguirmos mesa e até que a comida chegou rápido. Tudo estava maravilhoso, com exceção do vinagrete, já que havia PEPINO picotado lá. Eu odeio pepino, e isso é uma das poucas coisas que me causa náusea só de sentir o cheiro. Infelizmente não havia como tirar esse ingrediente, então acabei comendo peixe sem vinagrete (o que para mim é muito triste).

Mas enfim, a praia aparenta ter um certo conforto, mas é tudo muito simples. Existem banheiros e chuveiros para tirar o excesso de areia.

Já era finalzinho da tarde, e o movimento estava bem tranquilo

A visita vale a pena?

Mesmo não tendo ido na melhor época, achei muito agradável a ida até Açutuba. O objetivo do dia – comer um peixinho assado e relaxar na água – foi alcançado. Também posso dizer que esse é o tipo do lugar que me traz bons sentimentos, já que este tipo de praia, com água de rio e muitas árvores ao redor, só se encontra em um lugar no mundo, e é bem aqui.

Apesar dali não ser a melhor praia que já visitei, ela é única e possui um charmezinho, porém acredito que pequenas coisas possam ser melhoradas, principalmente a estrutura física do local. Mas sim, vale a pena visitar Açutuba.

O desejado tambaqui assado

120 anos de Teatro Amazonas

Olá leitores, como estão?! Ando meio ausente nesses últimos dias, mas sempre estou em busca de novas pautas e assuntos para discutir aqui. Acabei percebendo que eu foquei tanto nas minhas experiências de intercâmbio e acabei deixando de falar sobre a minha casa, Manaus, a Paris dos Trópicos!

Tem tantas coisas para falar sobre Manaus que eu poderia deixar um blog exclusivo sobre a terrinha, mas aproveitando a deixa vou falar hoje sobre o nosso símbolo máximo, o lindo Teatro Amazonas!

SPOILER: Esse post será completíssimo e vou abordar sobre história, curiosidades, como é o teatro por dentro, e se a visita guiada vale a pena.

Já visitei o teatro em inúmeras oportunidades, tanto como turista, espectadora e artista. Sim, isso mesmo! Já tive o privilégio de me apresentar no palco do Teatro Amazonas, numa noite que foi simplesmente inesquecível!

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Entenda a história

O Teatro Amazonas é um grande motivo de orgulho para todos aqui, e ele faz parte de um contexto histórico admirável. Sua inauguração ocorreu em 31 de dezembro de 1896, numa época extremamente próspera para a capital do Amazonas.

Entre o final do século XIX o o início do século XX, Manaus enriqueceu rapidamente devido ao ciclo da borracha. Com o início da industrialização e da indústria automotiva no mundo, a demanda por borracha aumentou significativamente. O látex (seiva que dá origem à borracha) extraído da seringueira amazônica era o de melhor qualidade para a vulcanização, o que fez com que os olhos de grandes industriais se voltassem para a Amazônia.

Com isso, proprietários de terras e feitorias que se especializavam na extração do látex, assim como outros intermediadores e comerciantes da área enriqueceram muito rápido (às custas da exploração dos seringueiros). Essa população abastada demandava uma série de serviços, e um dos pedidos foi a construção de um teatro.

Se passaram 15 anos entre a apresentação do projeto e a inauguração do Teatro Amazonas, durante o governo de Eduardo Ribeiro. Vale ressaltar que durante este mandato, vários prédios importantes em Manaus foram construídos sob forte influência europeia, como a Alfândega, o Palácio de Justiça, o Reservatório do Mocó e outros. Essa época é conhecida como “Belle Époque”.

Café dentro do TA

Café dentro do TA

O teatro

O teatro é imensamente luxuoso e cheio de detalhes em várias partes. Começando pela plateia, em forma de ferradura, olhamos para cima. Vemos de cara um lustre maravilhoso que parece ser o centro de um desenho. Se prestarmos atenção direito, notamos que parece que estamos vendo a base da Torre Eiffel. Ao redor dela, representação de 4 artes: Dansa (dança), Música, Tragédia e Ópera.

Lustre + Torre Eiffel + Artes

Lustre + Torre Eiffel + Artes

Em vários cantos do teatro vemos a apresentação do número 1896, o ano da inauguração do local. Atualmente a plateia é composta de uma série de confortáveis cadeiras de veludo, e considerando também frisas e camarotes, o teatro comporta 700 pessoas.

"Anno 1896"

“Anno 1896”

Ao redor da plateia, vemos várias máscaras ornamentadas com nomes de compositores como Verdi, Mozart, Wagner, dentre outros. Em todo lugar que você olha, percebemos muitos tons dourados e vermelhos, deixando o ambiente com uma forte personalidade.

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O palco de madeira é muito próximo ao público, e logo verificamos os dois camarotes ao seu lado. Como na maioria dos teatros do mundo, esses lugares eram os mais disputados pelas pessoas da alta sociedade manauara, pelo fato de que ali, era o melhor lugar para serem vistos. Por contrapartida, esses eram os piores lugares para assistir às apresentações.

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Subindo as escadas, temos acesso ao segundo e ao terceiro piso. Logo percebemos o piso, feito de madeira, contrastando tábuas claras e escuras, para representar a dualidade do Encontro das Águas. No segundo piso se encontra o Salão Nobre do Teatro Amazonas, local onde as pessoas se reuniam nos intervalos e após as apresentações.

Corredores do TA. Dizem que existem fantasmas no local.

Corredores do TA. Dizem que existem fantasmas no local.

O salão nobre é tão decorado quanto a plateia. Dois espelhos, posicionados nas laterais do local dão a impressão de vista infinita. Sempre me encantei com eles desde criança! O teto maravilhosamente pintado com os anjos encanta o lugar. Se você fixa o olhar no anjo principal, a sensação que dá é que ela te segue por onde você vá.

Teto do Salão Nobre

Teto do Salão Nobre

As laterais do salão nobre também possuem pinturas que remetem a temas regionais. Onças, floresta e uma série de outras características da Amazônia são retratadas numa bela e honrosa mistura de clacissismo europeu e realidade amazônica.

Floresta

Floresta

Existe uma varanda anexada ao salão nobre. De lá, temos vista privilegiada do Largo de São Sebastião, da igreja que leva o mesmo nome e outros prédios adjacentes. Antigamente, quando não haviam muitos prédios em Manaus, uma boa parte do Rio Negro era vista dali. Hoje não dá para ver mais nada.

Também são abertos ao público a visita a uma sala dos figurinos, e outra com instrumentos musicais e outros equipamentos utilizados antigamente. Uma escultura de Lego representando o teatro também se encontra no primeiro piso.

Figurinos utilizados no fim do século XIX

Figurinos utilizados no fim do século XIX

Visitas guiadas

Acabei fazendo a visita guiada em inglês, já que era a disponível na hora que cheguei. Como sou daqui, a entrada é franca, mas para demais brasileiros e estrangeiros, o ingresso custa R$20. A visita guiada dura cerca de 40 minutos, mas é possível fazer visitas livres também.

Como sou entusiasta da história do Amazonas e já estudei muitas coisas sobre o teatro, a visita guiada não me trouxe informações novas. Porém para uma pessoa que não conhece muito sobre a história do estado nem do teatro, ouvir a explicação do guia parece ser interessantíssimo.

Três andares

Três andares

Porém senti falta de conteúdo. Uma coisa que adoro fazer é visitar todo tipo de museu e teatro nos lugares que vou, e todos seguem um padrão específico. A impressão que tive foi que nosso guia nos orientou mais para tirar fotos do que para explicar curiosidades e fatos sobre o teatro, que são muitos, em quantidade bem maior do que foi explanado. Espero que isso varie de guia para guia.

Algo que me incomodou (não sei se é a crise que o Estado, mantenedor do Teatro, está passando), foi a falta do ar condicionado. Ele existe sim, mas ele não foi ligado durante a visita. Já estou acostumada com o calor daqui, mas tinha um senhorzinho gringo que estava todo suado, deu pena dele.

A visita guiada vale a pena? Sim, com certeza! O Teatro é a nossa pérola e merece ser visto por todos os que passam por Manaus – a visita é tranquila e não compromete demais passeios.

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Outras apresentações no Teatro Amazonas

Sempre existem várias coisas acontecendo no Teatro Amazonas. Entre abril e maio (a data varia a cada ano), acontece o Festival Amazonas de Ópera, onde todos os dias, diversas apresentações acontecem tanto no TA como em outros lugares na cidade.

Antigamente o festival era maior, mas promete voltar a crescer. Ano passado eu assisti uma ópera durante esse festival chamada “Adriana Lecovreur” e foi excelente! Teatro lotado, atores fantásticos e tudo muito bem organizado.

Palco

Palco

Outras atrações como shows, apresentações de dança e outras manifestações culturais acontecem no Teatro. Normalmente todo domingo tem apresentações, mas é bom consultar a bilheteria do local para mais informações. Acredito que não aconteceu ano passado, mas outros dois festivais também acontecem no Teatro e ao seu redor, que são o Festival de Teatro e o de Cinema. Já fui a ambos e o público amazonense adora!

O Teatro Amazonas é aberto ao público, de segunda a sábado as 9 às 17h. Para mais informações, acesse o site da Secretaria de Cultura do Estado.

Espero que tenham gostado do post! Para tirar qualquer dúvida sobre Manaus, meu email está localizado na aba “contato”. Até mais!

Livraria El Ateneo, outro achado de Buenos Aires

Olá pessoal! Já ouviram falar na livraria El Ateneo? Ela é considerada uma das livrarias mais lindas do mundo, e está localizada bem no coração de Buenos Aires, no bairro da Recoleta. Em 2008 o jornal The Guardian a elegeu como a segunda livraria mais bonita do mundo, só atrás de uma outra loja na Holanda.

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Antes de continuar a falar especificamente do El Ateneo, fica registrado que Buenos Aires é uma cidade cheia de livrarias, reflexo cultural de seu povo altamente interessado em leitura. Para uma fanática por leitura como eu, visitar o El Ateneo foi uma ótima escolha.

Enfim, essa livraria tem um charme diferente por estar localizada num antigo teatro desativado. Por causa disso, o lugar ainda conserva características inerentes de teatros como o palco, camarotes, afrescos pintados no teto, a forma curvada, dentre outros.

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Esse teatro se chamava Grand Splendid, e ele foi construído em 1919 por um empresário de artes e mídias de Buenos Aires. Pintado e decorado por artistas italianos, o Grand Splendid tinha capacidade para mais de 1000 pessoas, e vários artistas se apresentaram lá, incluindo o lendário Carlos Gardel.

Afresco

Afresco

Muito tempo depois, já no ano 2000, a rede de livrarias El Ateneo (uma das maiores da Argentina) arrendou o edifício e converteu a parte do teatro em uma loja – assim nasceu a El Ateneo Grand Splendid como conhecemos hoje em dia.

A livraria é belíssima, e também é super completa! Ali existem alguns andares de livros de diversos tipos e estilos, e se você quiser, dá para ficar algum tempo descobrindo o lugar sem pressa. Vale ressaltar que a grande maioria dos livros são em espanhol, mas é possível encontrar um ou outro em português ou inglês.

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A localização é excelente, bem na Avenida Santa Fe, no bairro da Recoleta. Caso você esteja fazendo uma caminhada pela região, considere seriamente fazer um pit stop lá. No meu caso, comprei os ingressos para visitar o Teatro Colón e acabei indo a pé para o El Ateneo – uns 20 minutos de caminhada na ida e outros 20 na volta.

Dá para ir de metrô também (Linha D – descer na estação Callao), só que tem que andar 3 quadras e meia até chegar no destino.

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Dica: na Av. Santa Fe existe uma série de lojas e restaurantes, e caso esteja pensando em comprar algumas coisas, vale a pena explorar a região a pé. Considere almoçar por perto também.

Então é isso: fica a dica para os bibliófilos em plantão – visitar a livraria El Ateneo Grand Splendid é um ótimo passatempo em Buenos Aires.

Endereço: Av. Santa Fe 1860 – Buenos Aires.

 

Comecei o desafio das 52 semanas!

Olá gente! Nos últimos 2 dias, voltou a ser divulgado pela internet o Desafio das 52 semanas, que é uma excelente e ao mesmo tempo simples maneira de economizar dinheiro. Sendo economista, eu já conhecia esse método há bastante tempo mas nunca o havia colocado em prática. Só que esse ano decidi testar para ver como me saio, e vou explicar tudo pra vocês. :)

Mas vamos por partes, o que é o desafio das 52 semanas e por que ele parece ser fácil de atingir?

Esse desafio consiste de uma premissa muito simples: o ano contém 52 semanas, e a cada semana você se força a poupar um valor. Quando o ano acaba, você recolhe tudo aquilo que poupou, e dependendo de quanto você colocou, o valor pode ser bem significativo! Muita gente usa esse dinheiro para viajar (propósito do blog, né), mas dependendo de quanto você guarde, você pode usar a quantia para inclusive dar entrada num carro!

Tá, mas… é só isso? Quanto que eu vou ter que colocar por semana para acumular bastante dinheiro?

Antes de partir para a parte de planilhas, essa questão de “bastante dinheiro” é relativa e depende muito da sua renda, gostos e preferências. O importante é que esse desafio das 52 semanas te ajuda a criar o hábito de poupar, que no fim, é o objetivo primordial que se procura buscar.

Tradicionalmente o desafio acontece assim:

  1. Escolha um valor, de preferência baixo, tipo R$ 3.
  2. Hoje é terça feira (10/01), e você guarda esses R$ 3 em algum lugar, seja cofrinho, colchão, banco, ou o que você quiser.
  3. Na terça feira que vem (17/01), você guarda o valor inicial que você guardou (R$ 3) mais R$ 3. Agora você já tem R$ 9 guardados.
  4. Na terça feira seguinte (24/01), guarde o valor que você guardou na semana anterior (R$ 6) mais R$ 3. Somando essa semana com as anteriores, você tem R$ 18 no seu cofrinho.
  5. Na outra terça (31/01), some outros R$ 3 com o total de R$ 12 guardados na semana anterior. O total de todas as semanas já é R$ 30.
  6. Repita o processo até completar as 52 semanas, sempre poupando o valor inicial estipulado.

Para visualizar melhor, montei algumas planilhas com os valores iniciais de R$ 1, R$ 2, R$ 3, R$ 4, R$ 5 e R$ 10. Note que conforme as semanas passam, o valor acumulado por semana aumenta, então cuidado! (Clique para aumentar e salvar!)

Tabela inicial de R$ 1

Tabela inicial de R$ 1

 

Tabela inicial de R$ 2

Tabela inicial de R$ 2

 

Tabela inicial de R$ 3

Tabela inicial de R$ 3

 

Tabela inicial de R$ 4

Tabela inicial de R$ 4

 

Tabela inicial de R$ 5

Tabela inicial de R$ 5

 

Tabela inicial de R$ 10

Tabela inicial de R$ 10

Falando em “formulês” agora, esse processo segue uma fórmula simples: VT = Vac + ( Vpo + n). Vamos exemplificar como se isso fosse a terceira semana do exemplo começando com R$ 3. (Se quiser, pode pular essa parte, haha.)

VT = Valor total que você tem guardado nesse momento (ou seja, R$ 18)
Vac = Valor acumulado das semanas anteriores (ou seja, R$ 9)Vpo = Valor que você poupou na semana anterior (ou seja, R$ 6)
n = valor fixo que você vai adicionando a cada semana (ou seja, R$ 3)

Como que eu estou fazendo?

Então, nesse primeiro momento eu não estou usando um valor inicial fixo como R$ 2 ou R$ 3. Essa é a minha segunda semana de desafio e guardei R$ 17,75 dia 01/01 e R$ 20 dia 08/01. O motivo disso é simples: pretendo poupar mais!

Sinto que o meu custo de oportunidades é baixo se eu começar com um valor pequeno no início, então decidi colocar um pouquinho mais nas primeiras semanas, para que nos últimos dias eu possa colocar um valor equiparado pelo menos à planilha de R$ 3 ou R$ 4. Estou pretendendo guardar logo R$ 50 na semana seguinte just in case.

Cofrinho das 52 semanas! Não sou a melhor artesã!

Cofrinho das 52 semanas! Não sou a melhor artesã!

Para guardar o valor, na minha opinião seria ideal no banco. Se você quiser aplicar esse valor na poupança ou em qualquer fundo de investimento, vale a pena por causa dos juros! Em muitos casos o valor é pouco mas já ajuda!

Quando o fim do ano chegar vou falar se o desafio deu certo pra mim. Poupar é um ótimo hábito, e se eu fosse você, começaria desde já!

 

 

O Museu de História Natural em New York

Olá pessoal, como estão?! Hoje vou contar para vocês como foi a minha experiência ao visitar o Museu de História Natural em New York. Quem gosta de biologia e de grandes exposições vai adorar essa visita, no que é provavelmente, o museu mais conhecido de NYC.

Antes de continuar, gostaria de dizer que em geral tive uma péssima impressão de New York, e exprimi meus sentimentos nesse post aqui. Meio que por causa disso, não me empolguei em postar nada sobre NY, mas ao rever algumas fotos antigas me empolguei com o Museu de História Natural.

Fazendo um mea culpa, eu confesso que esse museu e a área que ela se localiza foram os meus lugares favoritos de New York! O Museu fica em frente ao Central Park e essa é uma área muito legal para caminhadas. A vizinhança é muito boa, e ali se encontram alguns dos apartamentos mais valorizados da cidade.

Mas enfim, o museu!

Street View da frente do AMNH

Street View da frente do AMNH

(Gente, para simplificar, vou usar a sigla AMNH, que é acrônimo para American Museum of Natural History)

O AMNH é um dos museus mais antigos de New York, e ele é atrativo tanto para adultos quanto crianças. Como seu nome já diz, o seu foco é em história natural, ou seja, em biologia e no estudo da evolução das espécies.

Na época que eu fui, você tinha algumas opções de visitas: a que escolhemos foi a visita geral (General Admission) + a oportunidade de assistir um filme sobre os dinossauros no IMAX. O marido da minha tia achou essa oportunidade do filme bem interessante, então fomos lá. O preço foi de 22 dólares por adulto.

Falando em dinossauros, o AMNH possui uma vasta coleção de esqueletos de dinossauros, o que certamente é o ponto alto da exposição!  Fontes dizem que essa coleção é a maior do tipo no mundo e ela se localiza no quarto andar. Não tem como não se encantar com a grandeza e opulência desses animais! E não se engane, pois os fósseis são reais!

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Fóssil que fica bem na entrada do museu

Logo no primeiro andar do prédio se encontra uma das seções mais interessantes que achei, que foram os animais preservados via taxidermia no seu ambiente natural. Como assim? Os animais foram devidamente preservados por essa técnica, e para completar o ambiente, ao redor deles são reproduzidos os ambientes naturais deles, e realmente parece que você está olhando diretamente para um animal vivo na natureza.

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No terceiro andar se encontra uma exposição sobre as populações nativas ao redor do mundo: desde os primeiros habitantes da África até as populações ameríndias antes da chegada dos europeus. Objetos dos lugares e outros tipos de representações deixam a visita bem ilustrativa.

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Sobre o filme que assistimos: interessante, porém esperava mais. Na minha humilde opinião, poderíamos ter ido para a seção que falava sobre o universo (tema que adoro), porém como sempre, fui minoria.

Lá no museu tiramos uma foto com os profissionais, e me lembro que custou 10 dólares (na época). Recebemos 3 fotos, e uma delas veio num pequeno porta retratos com o símbolo do AMNH, coisinha mais fofa e que está na minha estante de viagens! :) Nossa pose foi tentando fugir do dinossauro, haha.

Existe uma parte que acabei não registrando com fotos que falava sobre a vida marinha. Muito legal e interessante todas as representações sobre o fundo do mar! Sem falar da baleia gigante em tamanho real que se encontra em exposição.

Vale a pena a visita?

Vale a pena sim, e como falei acima, o AMNH é uma atração interessante para adultos e crianças. A Gabi na época adorou a interação com os animais, e tenho certeza que hoje em dia ela aproveitaria a visita de uma maneira mais educativa, aprendendo sobre a vida animal em si.

Bi toda empolgada com o tigre

Bi toda empolgada com o tigre

Fique atento às exposições temporárias (a nossa foi um filme, né……) que são super interessantes e não ficam lá para sempre. Aproveite boas horas dentro do museu e guarde muito espaço na sua câmera, pois você não vai se arrepender!

 

 

No topo da Willis Tower e o Skydeck

Chicago guarda muitas surpresas e atrações. A cidade dos ventos tem várias coisas pra se fazer, incluindo alguns dos melhores passeios nos Estados Unidos. Certamente um dos aspectos que deixam a cidade de Chicago única é a sua skyline, especialmente marcadas por prédios dentro do Loop, e um desses edifícios é a famosa Willis Tower.

(Spoiler: não tenho fotos de paisagens da minha visita à Willis Tower. As fotos a seguir são do Street View. Desculpe. :( )

A Willis Tower foi por algum tempo o prédio mais alto do hemisfério ocidental (ou seja, das Américas) e antigamente ela era conhecida como Sears Tower. Com uma mudança na administração, o nome mudou mas a altura continua a mesma! Dá um frio na barriga e uma sensação de grandeza.

O prédio em si, ainda age de maneira comercial, mas não com a administração da Sears, que foi forçada a sair de lá depois de uma grave crise e uma quase falência. Uma das empresas instaladas por lá hoje é a United Airlines, ocupando cerca de 20 andares por ali.

Mas enfim, o que interessa mesmo aos visitantes é o Skydeck, que é um deck de observação localizado no centésimo terceiro andar do prédio, a 412 metros do chão! Para chegar lá, é preciso chegar pela entrada própria do Skydeck (no térreo), comprar os ingressos e subir pelo elevador.

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Para aqueles que não gostam de andar de elevador (como eu, risos), é mais de um minuto de subida até o deck propriamente dito. Nesse um minuto de subida, algumas informações úteis vão sendo apresentadas por um vídeo. Lá também tem uma timeline que indica o momento que a altura da Willis Tower ultrapassa outros edifícios pelo mundo.

Chegando ao skydeck, um andar inteirinho cheio de informações está a disposição. Mas o importante mesmo é ver a vista! Dá pra observar a cidade inteira, muito do Lago Michigan e alguns até dizem que até pedaços do Michigan e do Wyoming. É impressionante observar todas as atrações da cidade de uma nova perspectiva, e por um certo ponto, perceber o quanto somos pequenos. Além do mais, o quanto podemos construir.

Eu não tive nenhum problema com fila nem nada. Fui no fim de tarde de um domingo para lá e haviam poucas pessoas no skydeck. Era Maio, uma época que não é tão de alta temporada quanto Julho por exemplo. Não deixe pra fazer como a gente, e se puder, compre os ingressos antes! :)

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De maneira geral, a visita ao skydeck da Willis Tower deve estar no topo de prioridades para uma visita a Chicago! Obviamente a vista não é tão alta quanto do Burj Khalifa, o Taipei 101 ou das Torres Petronas, que são prédios mais altos que a Willis Tower.

A Willis Tower foi o prédio mais alto do mundo até a construção das Torres Petronas em Kuala Lumpur nos anos 90, mas mesmo assim continuou a mais alta nos Estados Unidos. Mas no momento, o One World Trade Center (a.k.a. Freedom Tower) tomou o posto original.

Além da vista, você pode também ficar de pé em cima de um piso de vidro chamado The Ledge, estando bem acima do chão! Fotógrafos ficam ali para tirar fotos, e confesso que senti um grande medo de altura ali, haha.

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Em geral, a visita é interessante e ideal para um final do dia, quem sabe um pôr-do-sol? Andando a pé a partir da Willis Tower, boa parte do centro financeiro de Chigago se encontra numa distância tranquila. Aproveite a visita!

Almoçando com os dinossauros no T-Rex Orlando

Olá pessoal! Hoje eu vou falar de um dos restaurantes mais conhecidos e disputados de Orlando, o T-Rex! Como você já pode imaginar pelo nome, esse restaurante possui um tema de dinossauros e todo o ambiente gira em torno disso. Ele fica localizado em Disney Springs (antigo Downtown Disney), e acho que vale a pena fazer uma refeição por lá!

Acompanhe também: Almoço no Epcot: Prós e Contras

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Cardápio e estilo de comida

O T-Rex é classificado como American Cuisine, ou seja, culinária dos Estados Unidos. Só que a impressão que eu tenho é que ele abrange uma grande quantidade de coisas, muito além do hambúrguer e do molho barbecue.

Para entradas existem uma série de opções como nachos, saladas, quesadillas, bruschettas, iscas e sopas. Os pratos principais variam de uma série de hambúrgueres, filés como o famoso New York Strip, peixes como salmão, frutos do mar, fish n’ chips e algumas massas.

De sobremesas, já ouvi falar muito bem do Chocolate Extinction que é um bolo com sorvete, caramelo e outras coisinhas, mas reza a lenda que ele dá para 4 pessoas. Como só uma pessoa estava me acompanhando e era nosso segundo almoço do dia (!!) não iríamos aguentar tamanha explosão de chocolate. (Mas já está na minha lista!)

O link para o acesso ao menu do T-Rex e todos os preços disponíveis se encontra aqui.

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Fazendo as reservas

Como eu falei um pouco ali em cima, o restaurante é um dos mais concorridos de Orlando, e eu acredito que você não queira ficar em pé na fila por muito tempo. Como é melhor não depender do walk-in para arrumar um espaço para sentar, fazer a reserva é imprescindível.

Ainda não criei um post específico sobre isso, mas sempre cito o portal do My Disney Experience para gerenciar suas reservas em Orlando. O site é todo em inglês, mas é essencial para quem pretende manter todas as suas coisas relativas a Orlando organizadas.

Primeiramente você cria um login, e lá dentro você cria perfis de cada pessoa que vai viajar junto com você. Criados os perfis, você pode reservar uma série de coisas pelo site: hospedagem, ingressos dos parques, fast pass e os restaurantes. A única coisa que não consegui reservar foi o Cirque du Soleil, que é feito diretamente no próprio site do circo.

Acompanhe também: La Nouba, a experiência

Na hora de fazer a reserva do T-Rex, você entra na página do restaurante no site da Disney, seleciona a data e horário reservado. Você não paga nada nesse momento, apenas garante sua reserva. É bom fazer esse procedimento com uma certa antecedência, já que é provável que os horários mais disputados se esgotem logo.

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

O ambiente

O que chama mais a atenção no T-Rex é o ambiente e a decoração! A entrada do restaurante parece a abertura de uma caverna e é essa a sensação que você tem quando você adentra o lugar – que você está explorando as profundezas da terra.

Entrada do T-Rex

Entrada do T-Rex

Muitíssimo bem decorado, você almoça com vários dinossauros ao seu redor – e eles se movem e fazem barulho! Realmente parece que eles estão vivos e a cada alguns minutos todos eles fazem um showzinho com luzes, movimento e grunhidos!

O Rafa, meu priminho que devia ter dois anos na época quando ele foi, ficou morrendo de medo dos dinossauros, mas só soube falar deles quando voltou pra casa, haha.

Eu fiquei sentada numa parte do restaurante que lembra uma floresta, com árvores e mais alguns dinossauros nos rodeando. Outras partes do restaurante também são bem interessantes – tem o aquário, com destaque para o polvo gigante e uma parte que na minha opinião é inspirada na era do gelo com iluminação azul e um esqueleto gigante.

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Vale a pena fazer uma refeição lá?

Vale sim! O T-Rex oferece refeições muito bem servidas, o gosto estava ótimo, atendimento foi padrão Disney (ou seja, alto) e o ambiente é incrível, o mais realista possível! A comida não é barata para os padrões de muitos viajantes, mas é aceitável falando de Disney.

O bom de comer no T-Rex é a possibilidade de partir para outras atrações ali no Disney Springs, como as diversas lojas de souvenirs (World of Disney, te amo!), o Cirque du Soleil, e muitas lojas onde você poderá gastar seus dólares. Aproveite e descubra esse restaurante super divertido!

Entrada do restaurante

Entrada do restaurante (aquário ao fundo)

Visitando a Bodega Bouza, no Uruguai

Olá pessoal, como estão?! Antes de tudo, gostaria de desejar um excelente 2017 a todos com bastante prosperidade e sucesso! Tirei essa última semana de férias por aqui, já que fim do ano é sempre muito movimentado. Então, para começar o “ano letivo” por aqui vou contar como foi a visita a Bodega Bouza, próximo a Montevidéu.

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O Uruguai é um ótimo lugar para a produção de vinhos, e não estranha que o enoturismo seja muito presente no nosso vizinho do sul. Enquanto estávamos planejando nossa trip para Montevidéu, achamos que seria uma boa ideia visitar alguma vinícola, e a mais recomendada era a Bodega Bouza.

Para visitar a Bodega Bouza, é necessário fazer uma reserva no site da vinícola. Você manda um email para lá com o dia e horário solicitado, e também se você tem interesse em almoçar ali (o site mostra todas essas informações de dias e horários disponíveis). No meu caso, mandei esse email aproximadamente duas semanas antes da viagem e no dia seguinte já recebi a confirmação – o pagamento é feito na hora da conta do restaurante.

Mapa

Mapa

Prédio principal

Prédio principal

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Com as reservas feitas, fomos para Montevidéu despreocupadas, e posso dizer que tudo correu bem! O transfer nos levou até lá – a vinícola tem produção pequena, mas se encontra numa bela propriedade, digna de belas fotos.

O primeiro passo foi o passeio pelas dependências da Bodega, onde o guia explicava como se dava a produção do vinho, passo a passo. Ali eles produzem alguns tipos de vinhos, mas a uva tannat, de origem francesa mas que se adaptou perfeitamente ao solo uruguaio, é provavelmente a mais conhecida dali.

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O guia explica desde como é feita a colheita e seleção das uvas até os tipos de barris específicos para cada situação. A colheita é feita entre fevereiro e março, e estávamos lá em setembro, bem friozinho e infelizmente com as plantas pequenininhas! Aprendi bastante lá, mesmo não sendo tão entusiasta de vinhos.

Visitamos também o local onde os barris ficam armazenados, assim como as garrafas já devidamente preenchidas com os tipos de vinhos produzidos ali. O cheiro é fantástico, e todos os processos são feitos com qualidade, não deixando desejar a nenhuma vinícola de outros grandes centros.

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Depois da visita mais técnica, digamos, visitamos a coleção de carros clássicos que a família dona da Bodega possui. Localizada num galpão bem ao lado do restaurante, os carros e motos são encantadores!

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Para concluir nosso dia na Bodega Bouza, fomos almoçar no restaurante dali. Mas que comida maravilhosa! Tudo delicioso, atendimento impecável, e o ambiente muito requintado! Também é possível fazer a degustação de vinhos, para os que tem interesse!

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A visita valeu muito a pena, e é recomendável a todos que tem interesse em fazer um passeio diferente em Montevidéu. A Bodega Bouza não fica muito longe da capital uruguaia, somente como meia hora dirigindo na estrada. O passeio dura parte da manhã e da tarde, então se programe e aproveite tudo que o Uruguai proporcionar! :)

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O que fazer no Városliget, em Budapeste

O Parque da Cidade, ou Városliget em Húngaro, é um dos lugares favoritos dos húngaros e turistas para aproveitar e relaxar um pouco. O parque foi projetado em 1896 para comemorar os mil anos da nação húngara e possui uma área total de mais de 1 km2 com uma série de atrações no seu interior. Nesse post, vou mostrar para vocês o que tem para fazer lá, e se vale a pena visitar.

  1. Banhos termais

Acompanhe também: O principal banho termal de Budapeste

O Széchenyi Fürdő é o maior banho termal da Europa e o mais conhecido de Budapeste. A Hungria possui naturalmente uma série de reservas de águas termais e medicinais, e o costume de utilizar esses banhos como tratamento médico e diversão se difundiram após a ocupação de 700 anos pelos otomanos.

A entrada dos banhos termais lembra um palacete de estilo barroco, mas o que importa são suas piscinas com águas de diferentes temperaturas! Até durante o inverno tem gente que visita o lugar, um dos cartões postais de Budapeste.

Há uns dois anos, fiz um post sobre os banhos termais de Budapeste, e a minha saga não bem sucedida para visitar suas piscinas. Se quiser, acessa lá. :)

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2. Castelo de Vajdahunyad

Esse castelo lindíssimo também foi construído nas celebrações do milênio, que comemorou os 1000 anos da Hungria em 1896. O modelo e a inspiração para a construção foi o castelo de Hunyad na Transilvânia, que até então fazia parte da Hungria. (Interesting fact: muitos húngaros ainda não aceitam o fato da Transilvânia ter sido dada à Romênia como compensação de guerra).

Assim que cheguei em Budapeste, meu amigo me levou de carro até Vajdahunyad, e me falou que lá eles brincavam que esse castelo era uma cópia do da Transilvânia, e que ele era símbolo da falta da criatividade dos húngaros. Bem, foi um húngaro que disse isso, só estou repassando…

Entrada do Castelo de Vajdahunyad

Entrada do Castelo de Vajdahunyad

3. Zoológico de Budapeste

Acompanhe também: Passeio ao Zoológico de Budapeste

Eu não sei se hoje em dia eu faria visitas a algum zoológico onde quer que fosse, mas confesso que adorei a visita quando eu morava lá. Achei a visita interessante e o zoológico, na medida do possível, tentava recriar um habitat semelhante ao original dos animais.

Os animais me fascinaram tanto! É incrível como seres tão diferentes de nós conseguem evoluir e se adaptar à sua realidade. Para crianças, aquele lugar é sensacional! E os ingressos não eram tão caros: se tens interesse em zoológicos, conheça; se não tens interesse (como eu hoje em dia), não se sinta culpado em passar.

Preguiça fazendo pose!

Preguiça fazendo pose

4. Praça dos Herois

A Praça dos Herois (Hősök tere em húngaro) é a praça mais icônica de Budapeste, e seu significado é único. Ela simboliza a liberdade do povo húngaro, especialmente durante as épocas de ocupação nazista e comunista. Por causa de seu peso, a maioria das manifestações políticas acontecem ali.

Falando de aparências, a praça é extremamente bela! Atrás da praça existem algumas colunas, cada uma delas representando figuras importantes da história da Hungria. O lugar é extremamente fotogênico, e vale muito a pena tirar fotos lá.

Praça dos Herois

Praça dos Herois

5. O lago

O parque da cidade possui um lago artificial bem no seu coração. Dependendo da época do ano, uma série de atividades podem ser feitas ao seu redor. Por exemplo, agora nessa época de fim de ano, o lago congela e ele vira um ice rink, por sinal, o maior da Europa Central! Durante o inverno, esse rink de patinação se torna um dos principais pontos turísticos de Budapeste, e as recomendações pela internet são muito boas.

Na época que morei em Budapeste era primavera, então, nada de patinação no gelo. Tem uma parte do lago que possui tipo uma pequena passarela (coisa de 30 cm) que corta o lago de lado a lado. Deu a louca na minha roomate e ela atravessou tudo aquilo a pé, mas a bichinha ficou morrendo de medo no meio do caminho e não tinha como voltar! Eu fiquei com medo de cair na água, então dei a volta no lago inteiro até chegar no outro lado, haha.

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Pedacinho do lago: o lugar onde minha amiga atravessou, haha.

6. Estátua do anônimo

O Parque da cidade possui uma série de estátuas, mas uma que se destaca bastante é a estátua do anônimo. Na realidade, ele foi baseado num monge húngaro do século XII, cujo nome se perdeu na história. Reza a lenda que se você pegar no capuz dele, você terá boa sorte com os estudos.

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7. Museu de belas artes e Kunsthalle

Esses dois museus se encontram um em cada lado da Praça dos Herois, e são dois dos lugares mais interessantes para os entusiastas da arte na capital húngara. As coleções são fantásticas (inclui egípcia, antiga, moderna…) e merecem a visita dos turistas interessados por arte mundial.

O museu de belas artes é mais eclético enquanto o Kunsthalle foca mais em arte contemporânea. Ambos os museus foram abertos no início do século XX, e são ótimos lugares para uma visita despreocupada.

Museu

Museu

 

 

A rua mais sinuosa do mundo – Lombard Street

Olá pessoal! Ainda tenho muitas coisas para falar sobre São Francisco, dentre elas uma das atrações mais conhecidas da cidade: a Lombard Street. Localizada no bairro de Russian Hill, essa é uma das principais ruas de San Fran, mas um pequeno trecho dela ganhou fama mundial.

Essa rua é super sinuosa, com 8 curvas muito fechadas! Parece desenho animado e vou já explicar como isso aconteceu!

(Spoiler do post: as fotos que tiramos da Lombard Street foram todas em família, por isso, as fotos que postarei aqui vou tirar da internet).

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Fonte: Wikimedia Commons

A rua

Quando pensamos em San Francisco já imaginamos uma série de coisas, especialmente a quantidade de ladeiras presentes na cidade – herança que vem principalmente dos filmes no meu caso. Muitas ruas do bairro de Russian Hill são assim – e inclusive me perguntava como existiam pessoas que conseguiam estacionar em ruas tão íngremes!

Dentro do carro, passeando pelo bairro, cheguei a ver um senhorzinho idoso carregando duas sacolas (aparentemente pesadas) subindo uma dessas ladeiras sem aparente cansaço.

E uma parte da Lombard Street se localizava numa dessas ladeiras, fato que incomodava os moradores dali. Eram os anos 1920, e as pessoas queriam comprar carros, mas aquele trecho era impróprio para automóveis. Meio que por causa disso também, o valor das propriedades ali era mais baixo que em outros lugares.

A inclinação da rua beira os 27 graus, que é muito íngreme! Um engenheiro chamado Clyde Healy propôs um design diferente para a rua: ela teria curvas ao invés de uma ladeira reta. Em 1922 a rua ficou pronta: a cidade de São Francisco pagou a obra e os moradores teriam a responsabilidade de cuidar dela depois.

Lombard Street in San Francisco 1933:

Fonte: Pinterest

Dito e feito! Além da curvatura que chama a atenção, as casas e seus jardins ajudam a tornar a Lombard Street hiper fotogênica! Essa ideia valorizou imensamente as casas da região, e foi muito decisiva ao tornar a Lombard Street um dos pontos mais conhecidos de São Francisco!

Como cheguei até lá e tempo de duração

No meu caso, eu fui de carro e todo o trajeto foi muito tranquilo – só colocar o endereço no GPS que ele já calculou a rota para passar pela rua. Descer a rua mais sinuosa do mundo foi muito divertido!

Depois estacionamos nosso carro depois da esquina com a Hyde Street e ficamos um tempo lá tirando fotos nossas.

Como já devem imaginar, o passeio não é tão demorado. Eu diria que no máximo, descendo a rua e tirando fotos, a visita dura uma meia hora, com folga. Por não exigir muito tempo, é super válido encaixar com outros passeios em São Francisco, de preferência em lugares próximos como o Fisherman’s Wharf.

Fonte: Google Street View

Fonte: Google Street View