Atravessando o Río de la Plata

Olá a todos!

Hoje vou falar como foi o trajeto entre Colonia del Sacramento e Buenos Aires no ferry boat. Esse post será uma mistura entre relato pessoal e dicas, espero que gostem! :)

Se você olhar no mapa, as duas cidades são muito próximas, porém o magnífico Río de la Plata faz as vias de fronteira natural. Por causa disso, a única maneira de transitar entre as duas cidades é por água, através de empresas de ferry boats que especializadas nessa travessia.

Acompanhe também: O relato sobre a minha visita à Colonia del Sacramento

Entre especificamente essas duas cidades, três empresas fazem esse trajeto: Buquebús, Seacat e Colonia Express. Eu escolhi a Buquebús, por ser a mais tradicional e conhecida, e vou contar como tudo foi agora.

Vista dos barcos no porto

Vista dos barcos no porto

Comprando a passagem

Existem duas formas de comprar passagens: pelo site do Buquebús e diretamente no guichê da empresa no porto de Colonia. Como sempre gosto de sair com todas as minhas passagens devidamente compradas, fiz questão de comprar as passagens diretamente pelo site.

Antes de comprar, vai uma dica: no canto direito superior da tela, veja se o site é o uruguaio. Se for o argentino, existe uma possibilidade dos preço da passagem ser maior. Para mudar, é só clicar neste ícone e escolher o site do Uruguai. :)

Comprar passagens no site do Buquebús é bem tranquilo. Ele só pede algumas informações com o intuito de filtrar a melhor passagem, como por exemplo: porto de partida, número de passageiros, se vai levar carro e data da viagem.

Depois de selecionar todas as suas preferências de datas e afins, o site vai oferecer uma série de horários disponíveis daquele determinado dia, assim como seus respectivos preços.

Escolhendo o horário, ele só pede os dados do cartão de crédito e os nomes dos passageiros, assim como suas nacionalidades. Depois disso, recebi o cartão de confirmação no meu email e só imprimi.

Eu disse acima que é possível comprar a passagem no guichê da empresa no dia da partida, só que é grande a probabilidade do preço ser um pouquinho mais caro que a compra antecipada no site. É muito difícil de um certo horário lotar, então é alta a chance de sobrarem lugares.

Eu acabei pagando aproximadamente R$100 por pessoa, mas já comprei as passagens na véspera da viagem, com um valor um pouco maior do que as primeiras pesquisas me indicavam.

O porto de Colonia

O porto da cidade de Colonia del Sacramento é bem bonito e inclusive parece muito novo. Acho que por causa disso, não existem muitas coisas instaladas ali: uma casa de câmbio, uma lanchonete e vários espaços vazios.

Mas obviamente por ser novo, tudo é muito calmo, claro e organizado. Pegamos nossas passagens que recebemos no email e fizemos check in no guichê do Buquebús. Lá despachamos as malas e recebemos o cartão de embarque.

Aguardando na sala de embarque

Aguardando na sala de embarque

Fora o check in, não há muito o que fazer no porto. Tem wi-fi grátis, mas a qualidade não é das melhores. Menos mal que o centro histórico de Colonia fica a alguns minutos de caminhada dali.

Acompanhe também: 8 fotos imperdíveis para tirar na Colonia del Sacramento

A imigração e o embarque

Após o check in, fomos direcionadas à imigração do porto. Como qualquer lugar de embarque de passageiros intenacionais do mundo, uma vez que você ganha o carimbo no passaporte, não se pode voltar atrás.

Na imigração do Porto de Colonia, você já faz duas coisas: primeiro, a saída do Uruguai; no guichê seguinte, ganha o carimbo de entrada na Argentina. O oficial da imigração argentina só me perguntou qual seria o país que eu visitaria depois. Prontamente disse que voltaria para casa, aqui no Brasil.

Todo o procedimento foi bem rápido, e o mais chato seria esperar até a hora do embarque de fato no Buquebús. Meia hora depois, entramos no ferry e só aguardamos a chegada a Buenos Aires.

Uruguai + Argentina

Uruguai + Argentina

Dentro do Buquebús

O Buque é um ferry bem grande que faz a travessia de não só pessoas, mas também de carros e outros veículos para o outro lado do Río de la Plata. Por ser muito grande, o barco possui muitos lugares e vários serviços.

Como falei um pouco acima, é muito improvável que um buque fique lotado, então não faltarão lugares para os passageiros. Os lugares são bem confortáveis, então não tive muito o que reclamar da travessia.

Segundo andar

Segundo andar

O buque possui free shop, que abre uns 10 minutos após a partida. Quando a poeira baixou um pouquinho, fui até lá e comprei algumas coisas – especialmente chocolates e outros doces. Fora isso, neste free shop são vendidas bebidas, brinquedos, roupas, óculos de sol, cosméticos e outros acessórios.

O free shop em si não é tão grande, mas oferece uma boa quantidade de coisas. Gostei dos preços em geral, e para quem não perde uma comprinha em duty free, comprar ali é ótimo!

Melhor parte: doces

Melhor parte: doces

Como fiquei no free shop por um bom tempo, mal percebi e já estava vendo os prédios de Puerto Madero. O desembarque foi bem tranquilo: as malas saíram rápido, e depois pegamos um táxi pro hotel.

Conclusão: vale a pena a travessia com o Buquebús?

A resposta é sim! Gostei da travessia com o Buquebús, e recomendaria para qualquer pessoa que me perguntasse. Como não conheci o trabalho das outras empresas (que suponho que são boas também), ainda não posso recomendar.

Ainda assim, faço um resuminho de dicas para quem tem o interesse de fazer essa mesma travessia que fiz:

  • compre passagens pela internet: de preferência com antecedência e no site uruguaio;
  • é bom fazer o check in cedo, mas a imigração não precisa ser com muuuita antecedência;
  • não deixe para comer no porto;
  • as principais atrações da Colonia del Sacramento ficam poucos minutos a pé do porto;
  • se gosta de fazer compras no free shop, guarde dinheiro para fazer compras.

No mais, é isso! Espero ter ajudado.

Río de la Plata

Río de la Plata

La Nouba, a experiência

Dessa última visita a Orlando, eu realizei uma vontade antiga, que era assistir a apresentação do La Nouba, atração permanente do Cirque du Soleil localizada em Downtown Disney. Fica a dica de que Orlando é uma cidade preparada para entretenimento, e não tem como não considerar uma ida ao Cirque du Soleil ali!

1. Fatos sobre a apresentação

Essa é uma apresentação que tem como tema o encontro do mundo real com o imaginário relacionando sonhos e pesadelos (bem clássico do Cirque du Soleil, não?). Como já podemos esperar, a produção é muito bem feita, a maquiagem e figurino dos artistas é impecável, e tudo combina, desde a sonoplastia, iluminação, coordenação de movimentos, e etc.

Como disse antes, essa é uma apresentação permanente, que acontece numa tenda branca localizada no West Side. Ela acontece desde os meados dos anos 1990 e a infraestrutura é muito melhor do que as atrações “itinerantes”, como as que acontecem aqui no Brasil. Por exemplo, o palco já é preparado especialmente para as nuances do show. Chão abrindo no meio, prédios subindo do nada e assim vai.

Desta vez, preferi ficar na categoria 1, que é a “terceira melhor” de se ficar. A mais cara é o Golden Circle, que oferece a melhor visão do palco (custa USD 139 + taxas). Vale ressaltar que o Golden Circle fica no meio do anfiteatro, e não é necessário ficar na frente para ter uma boa visão do palco.

A segunda mais cara é a Front and Center (custa USD 124 + taxas), mas honestamente fiquei feliz de ter escolhido a categoria 1 (custa USD 99 + taxas), pois basicamente tive a mesma visão de quem estava no Front and Center.

2. Sobre a compra

Só é possível de comprar os ingressos pelo site do Cirque du Soleil, na seção oficial do La Nouba. (https://www.cirquedusoleil.com/en/shows/lanouba/tickets/florida.aspx) O site é bem claro e conciso, e é super fácil de fazer a compra, além de tirar algumas dúvidas como preços, mapa do palco, e outras coisas.

Para comprar os ingressos, é só seguir os passos:
– Na aba “Tickets”, escolha “Regular Tickets – see tickets”.

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– Você é redirecionado para uma página onde você deve escolher o dia e a hora da apresentação.

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– Escolha a categoria escolhida do seu ingresso.
– Com isso, escolha a quantidade de ingressos (baseada na idade dos espectadores).

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– Escolha seu lugar (na verdade eles te redirecionam um lugar e o seguram por 10 minutos). Eles também vão mostrar a possibilidade de um upgrade caso você tenha dúvidas.

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– Depois, é só preencher os dados do seu cartão de crédito e pronto. Compra efetuada. :)

Se possível, selecione a opção de imprimir os tickets em casa. É mais fácil e cômodo.

Vale lembrar algumas coisas:
– As apresentações acontecem de terça à sábado.
– Existem dois horários disponíveis: 18h e 21h.
– Crianças menores de 3 anos não podem entrar.
– Não é permitido tirar fotos e filmar.

3. O que eu achei da apresentação

Eu já assisti a outra apresentação do Cirque du Soleil: o “O”. E é impossível não comparar as duas! Apesar das muitas diferenças, você acaba comparando as apresentações e eu digo que eu achei o O muito melhor produzido que o La Nouba.

Na verdade eu acabei me decepcionando com o La Nouba por dois aspectos: a infraestrutura (que sim, a elogiei acima) e a falta de “Wow moments”.

Apesar da infraestrutura ser a adequada para a apresentação, eu a achei antiga e apertadinha. Ah, e sobre os wow moments, eu achei que a apresentação das chinesinhas foi muito boa, porém nenhuma outra apresentação se equiparou a ela, não mantendo uma uniformidade. Mas como eu disse em outro post, gosto é gosto e varia muito. :)

Mas enfim, se vale a pena assistir o La Nouba? Sim, claro! A apresentação é linda, mas continuo achando que são necessários mais wow moments. Mas é muito legal ver a dedicação e a emoção dos artistas. Tudo é muito real e intenso para quem assiste. Uma pena que 1h30 passam rápido.

Para matar um pouco a curiosidade, segue o trailer do espetáculo!

Veja também: Minha experiência com o Cirque du Soleil

Passagens compradas: Orlando

Como eu já contei neste post, eu sempre sonhei em conhecer os parques da Disney desde pequenininha, mas infelizmente essa viagem demorou muito para acontecer. O passado já foi e hoje eu consigo aproveitar mais do que nunca as oportunidades de sair da minha cidade, um grande triunfo para quem acreditava que os grandes monumentos do mundo eram inalcançáveis!

Eu gosto de viajar para destinos diferente (vide Sibéria por exemplo), mas se divertir em lugares mais conhecidos é igualmente ótimo! Por isso, estou indo de novo a Orlando daqui a uns dois meses! \o/

Bem, eu vou tentar compartilhar alguns dos meus conhecimentos e dicas aqui pra vocês, assim como uma espécie de planejamento de viagem. Espero que ajude. =)

MK, seu lindo!

MK, seu lindo!

Primeiro passo: Compra de passagens

Então, geralmente as passagens para os Estados Unidos não são tão caras aonde eu moro, e sempre existem promoções, especialmente pra Miami e Orlando. Das outras vezes que eu fui aos Estados Unidos, cheguei por Miami e teria sempre que ir pra estrada para chegar em Orlando. Pela Florida Turnpike, uma rodovia que cruza o estado, a viagem dura de 3 a 4 horas em quase numa linha reta, e com vários lugares onde é possível fazer paradas estratégicas.

Dessa vez, vamos chegar diretamente em Orlando pela Copa Airlines, fazendo conexão no Panamá. Saio daqui às 3:20 da manhã e meio dia já terei chegado no destino final. Comprei as passagens num preço promocional, e mal espero a data da viagem.

Hotel Hyatt, que fica dentro do aeroporto de Orlando.

Hotel Hyatt, que fica dentro do aeroporto de Orlando.

Segundo passo: Definição dos parques e eventos a cada dia

Vamos viajar numa quinta, e voltamos na quinta seguinte. Para aproveitar o máximo possível dos parques e das atrações, observamos o calendário de eventos (não consegui fazer o upload do arquivo aqui :/ ), e definimos a nossa programação:

  • Quinta: Chegada e Downtown Disney
  • Sexta: Epcot
  • Sábado: Magic Kingdom
  • Domingo: Compras
  • Segunda: Hollywood Studios
  • Terça: Universal Studios
  • Quarta: Islands of Adventure
  • Quinta: Retorno para casa

O motivo por trás de ter selecionado esses dias para estas atrações é simples e se chama Magic hours. Essas horas mágicas são exclusivas para hóspedes dos hoteis da Disney, e elas dão a permissão de ficar mais tempo nos parques.

Te peguei, Huguinho! (Ou Zezinho. Ou Luisinho...)

Te peguei, Huguinho! (Ou Zezinho. Ou Luisinho…)

Como assim?

Em certos dias, o parque ou abre mais cedo, ou fecha mais tarde para os hóspedes dos hoteis e resorts da Disney! Às vezes, o parque fica aberto até duas horas depois do fechamento exclusivamente para os hóspedes Disney.

Acabamos preferindo aproveitar as Magic Hours noturnas. Alguns dizem que não pode valer tanta pena assim devido ao fato de ser um pensamento meio “coletivo” entre os hóspedes, e o parque pode continuar cheio. Porém eu acredito que mesmo que a manhã seja mais tranquila, é preciso haver muita disposição para estar lá no portão dos parques uma hora mais cedo que o normal, e como eu me conheço, corro o risco de me cansar muito mais e acabar não aproveitando os parques da maneira que eu pretendo. Mesmo com esse “risco” de lotação, ainda tenho pelo menos mais uma hora garantida à noite de qualquer jeito.

Multidão indo assistir o Fantasmic!

Multidão indo assistir o Fantasmic!

Terceiro passo: Reserva de restaurantes

Esse é um passo opcional para quem pretende viajar à Orlando. Já passamos certo “aperto” na hora de comer, devido ao fato dos restaurantes serem bem cheios no almoço e jantar, tendo que optar pelo fast food.

Dessa vez decidimos comer um pouco melhor, e desde já, fizemos as nossas reservas! Para isso, é necessário fazer uma conta no My Disney Experience, que é um portal que pode gerenciar todas as suas reservas, como ingressos, parques, hoteis, restaurantes e fast pass, por exemplo.

Após a criação da conta, especifique quem são os viajantes que vão com você, e de lá ele já cria uma estimativa do número de pessoas por reserva.

Dentro do portal, você pode filtrar os restaurantes por localização, seja um parque, Downtown Disney, resorts e assim por diante. Ao selecionar qualquer um deles, você poderá observar fotos, menu e faixa de preço. Para comentários de pessoas que foram a esses restaurantes, fica a dica de jogar o nome destes no Trip Advisor, onde as pessoas dão dicas e palpites dos lugares que foram.

No lado direito da tela, existe uma espécie de calendário, onde é possível consultar em que dia e em que hora existe a possibilidade de se fazer a reserva. Ao escolher qual é o melhor dia e horário, ele vai pedir a confirmação de quantas pessoas pela reserva, e vai pedir um número de cartão de crédito como garantia.

Se você quiser, já é possível de gravar esse número de cartão no site para que as outras reservas – como ingressos e hoteis – sejam faturadas ali.

Só para dar um exemplo, reservamos três restaurantes: o T-rex em Downtown Disney (com tema de dinossauros), o The Plaza no Magic Kingdom (de aparência que lembra o sul dos Estados Unidos) e o Chefs de France no Epcot (com gastronomia francesa).

Downtown Disney

Downtown Disney

Quarto passo: Compra de ingressos do Universal Studios

Então, os parques da Universal em Orlando também são muito visados por brasileiros que vão à Flórida. Em Orlando, eu só fui uma vez no Universal Studios, e tem alguns anos. Acabei não visitando o Islands of Adventure por que eu estava com um problema no pé, mas dessa vez não passa a minha ida lá! :)

Na vez que eu fui ao Universal Studios em Orlando, achei tudo muito tranquilo, sem filas e ótimo de passear. Deu pra aproveitar bastante os brinquedos, e tirei muuuitas fotos! Esse ano, eu fui ao Universal Studios em Los Angeles e posso dizer que os dois parques são bem semelhantes e muitas atrações são as mesmas, como o simulador dos Simpsons, o show 4D do Shrek e a montanha russa da Múmia por exemplo. Mas em Los Angeles, tem o Studio Tour, que foi demais, e prometi pra mim mesma que eu iria escrever um post aqui sobre ele <3.

Mas enfim, como pretendo passar um dia em cada parque, vou comprar o Single Park admission, que custa 68 dólares por dia, e dá o direito de aproveitar um parque mais o City Walk. Para aqueles que tem interesse de comprar o ingresso que permita ir e voltar de um parque pra outro, o ingresso custa 88 dólares por dia (isso considerando que você vá para lá e passe dois dias nos parques).

Pelo preço e objetivo de aproveitar bem os dois parques sem precsiar ir e voltar, reafirmo que vou comprar o Single Park admission. Até o fim desse mês, eu compro esses ingressos.

@Jaws

@Jaws

Quinto passo: Reserva de hoteis da Disney

Vamos reservar nossos hoteis logo em janeiro! Uma coisa de cada vez, né? :)

Como já disse acima, ficar em hoteis da Disney te dá ótimas vantagens, além de sempre contar com um excelente serviço da entrada até a partida. Além do mais, achei uma gracinha o fato de ter me hospedado num hotel Disney, hahaha.

Outra vantagem de se ficar em hoteis da Disney são os transportes para os parques e outros complexos. Serviços de ônibus exclusivos da Disney são oferecidos continuamente e te leva dos hoteis para os parques, Downtown Disney, e outros complexos Disney. Alguns deles oferecem transporte de barco para determinados parques, por exemplo.

Só para ter uma ideia, quando eu fiquei no Grand Floridian, além do serviço de ônibus, existe conexão de barco, e um monotrilho passa na porta do hotel. Para ir ao Magic Kingdom, era necessário descer na primeira parada do monotrilho, e pra voltar, na primeira parada do barco (Mas atenção! Existem diversos cais no MK, e observe de qual cais o barco vai pro seu hotel!).

Ah, fica a dica das Magic Bands, que são as famosas pulserinhas da Disney! Ao fazer o check in no hotel, elas servem como suas chaves do quarto, ingressos do parque, entrada de fast pass, e se você quiser comprar algo nos parques e não tiver o cartão ou dinheiro em mãos, é só ativar a pulseirinha que ela já fatura no seu cartão de crédito cadastrado no My Disney Experience!

Então, dessa vez, não vamos ficar no Grand Floridian e vamos “testar” algum novo. Uma vez a minha mãe ficou num que o tema era da Ariel e se apaixonou. Acho que vamos ficar por lá :)

A entrada do Grand Floridian

A entrada do Grand Floridian

Sexto passo: Compra de ingressos Disney e Fast Pass

Esse passo é bem tranquilo, e também feito no lindo My Disney Experience. Você tem a opção de comprar a quantidade de ingressos que quiser, e fica a dica que a cada mais ingressos, o preço relativo de cada um vai diminuindo!

Depois com os ingressos já em mãos (ou no site, risos), é possível de fazer as reservas do Fast Pass. Esse passe, também conhecido como “fura fila” é essencial nas atrações mais disputadas de cada parque, e cada pessoa tem direito a três fast passes por dia em três diferentes atrações.

O critério de cada fast pass depende de cada pessoa. Se você quer algo mais emocionante, fazer o fast pass na Torre do Terror, na montanha russa do Aerosmith ou ir pra Splash Mountain é essencial (já que as três são bem disputadas). Se você quer algo mais clássico, talvez o fast pass para o Piratas do Caribe, o Toy Story ou a montanha russa dos sete anões seja mais apropriado. Maas se você quiser encher seu livro de autógrafos dos personagens, pegue o fast pass que tenha encontro com os personagens!

Fica a dica que algumas atrações não fazem valer a pena o fast pass. A jornada do ursinho Pooh, apesar de fofinha tem uma fila bem demorada, e muitos concordam que não vale a pena a espera (nem o fast pass). Outras, como o It’s a small world, as xícaras malucas e até mesmo a mansão mal assombrada (que tem um tempo de fila razoavelmente considerável), não consigo ver necessidade de usar fast pass.

Ah, vale a pena lembrar que as parades e o Wishes não tem fast pass. O “fast pass” é justamente chegar cedo e pegar um lugar bem na frente pra assistir tudo. :)

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Sétimo passo: Aluguel de carro

Ter um carro é essencial para quem vai para Orlando! Se você não vai ficar em um hotel Disney, mais essencial ainda. Tudo é distante, incluindo outlets, outras atrações como o Sea World, o Kennedy Space Center e o Busch Gardens (que fica em Tampa), e não é bom, e nem muito viável o uso de táxi.

Estacionamentos são gratuitos, leis de trânsito são respeitadas, e as estradas são ótimas. Não tem o que temer, mas fica a dica de que é necessário saber dirigir carro automático, e de dicas como abastecer! :) (Vou contar minha experiência abastecendo carro por lá por aqui assim que chegar!)

Sobre carros e preços, fique de olho na quantidade de pessoas que vão com você! Dessa vez, só comigo e com a minha mãe, vamos alugar um Sedan, possivelmente um Corolla. Quando vamos em maior número, alugamos carros tipo SUV. Na nossa viagem pela costa da Califórnia, ficamos com uma SUV que dava até 8 pessoas e foi ótimo! :)

Fica a dica de levar um GPS daqui. Seja seu ou emprestado, às vezes não é bom confiar no GPS que eles alugam na operadora. Experiência própria.

On the road...

On the road…

Oitavo passo: Comprar ingressos para o Cirque du Soleil

Em Orlando, existe um show permanente do Cirque du Soleil chamado “La Nouba”. Eu apenas pude assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil em Vegas, e me apaixonei! Mas como temos outras prioridades (como os parques, hihihi), e temos já o jantar no T-rex no dia que pretendemos ir assistir à La Nouba, e por isso ainda não temos certeza se vamos lá.

Os ingressos são vendidos no site do Cirque du Soleil via ticketmaster. É possível de imprimir o próprio ingresso em casa e apresentar na hora. Ah, e as apresentações ocorrem em Downtown Disney, numa enorme tenda branca instalada ali.

Cirque du Soleil, em Downtown Disney

Cirque du Soleil, em Downtown Disney

Nono passo: Seguro viagem e preparativos finais

Seguro viagem é obrigarório para qualquer viagem ao exterior! É possível comprar em qualquer agência de viagens ou mesmo pela internet.

Confesso que não tenho preferências por seguro saúde, mas prefiro não usar o ofertado pelo cartão de crédito, nem o que é vendido na CVC. Sempre tenho dificuldades ao ativar o primeiro, e no segundo, eles se negaram a me ajudar numa situação de emergência no exterior devido à falta do cadastro do hospital que tinham me levado (que era o único na cidade).

Mas enfim, com passaporte, visto, passagens, seguros, ingressos, todos os tipos de reserva possíveis, e claro, muito dinheiro e cartão liberado, aproveite sua viagem a Orlando! Contando os dias aqui para fazer a minha. :)

Mickey e Minnie

Mickey e Minnie

Minha experiência com o Cirque du Soleil

Eu sempre quis assistir ao Cirque du Soleil, mas nunca tive a oportunidade, e nunca procurei saber se em alguma das minhas viagens iriam coincidir com alguma apresentação no local. Como as apresentações no Brasil se concentram no eixo Sul-Sudeste também nunca me programei para viajar para alguma outra cidade só para assistir aos espetáculos.

Como eu iria a Las Vegas, eu tinha certeza que eu iria assistir a alguma apresentação! São 8 apresentações quase que diariamente, e é a chance de assistir a um grande espetáculo no lugar mais preparado para esse tipo de entretenimento no mundo. Basicamente eu só precisaria escolher o show!

Primeiramente, eu entrei no site do Cirque du Soleil e selecionei a aba exclusiva para Las Vegas, e analisei todos os shows. Os que acontecem na cidade são o O, o Mystère, o KÀ, o Zumanity, o Zarkana, o Love (dos Beatles), o One (do Michael Jackson) e o Believe (com o Criss Angel).

Depois de analisar e ver reports de todos os shows, fiquei entre o O e o Love! Por mim, eu iria aos dois, mas só pude optar por um agora, e acabei escolhendo o O.

“O” é um show aquático, realizado em uma piscina equipada com todos os aparatos que os acrobatas necessitam para executar o show. Ele acontece dentro do Bellagio, que na minha opinião é um dos melhores cassinos da Strip. O teatro (“O” theatre) foi construído especialmente para esse show, mas falarei mais detalhes dele depois.

A Compra

Então, acabamos sendo redirecionados para o site do Ticketmaster, onde compramos rapidamente os nossos ingressos sem maiores dificuldades. A compra foi no cartão e preferimos imprimir o ingresso aqui em casa, ao invés de ir buscá-lo já em Las Vegas. Na fatura do cartão, a compra foi descrita no nome do Bellagio e veio exatamente o valor certo da compra.

Quanto mais próximo do palco, melhor! Decidimos comprar no setor 102 e para nossa sorte haviam lugares na primeira fileira! Como o show é aquático, achamos que aquelas cadeiras ainda não haviam sido compradas por que elas poderiam molhar, ou algo assim. Mas who cares? Não é todo dia que você assiste ao Cirque du Soleil da primeira fila!

Os lugares no setor 102 custaram US$155 cada, e comparado a outros shows do Cirque du Soleil, o O é mais caro. Mas garanto que cada centavo foi muito bem gasto!

Minutos após a compra recebi por email os ingressos. Só imprimi, guardei numa pastinha e aguardei pelo dia!

 

A Entrada

Aguardei ansiosamente pelo dia do show. Me hospedei no Paris Las Vegas, bem na frente do Bellagio. Saí do hotel uns 20, 25 minutos antes da apresentação, só atravessei a rua e já entrei no cassino. É bem fácil de se locomover dentro do Bellagio em direção ao O Theatre.

Só seguimos as placas (e a multidão que também seguia) e chegamos ao teatro. A entrada muito bem organizada e rápida, e mesmo com pouco tempo faltando para o início da apresentação não tivemos nenhum problema de acesso.

Logo encontramos os nossos lugares e aguardamos pelo início do show!

 

O Show

Não pudemos tirar foto do show, infelizmente. Isso devido a direito de imagens do circo e tudo, mas confesso que parar para tirar foto ia me fazer perder a concentração, e queria apreciar todos os detalhes possíveis!

O show usa uma piscina que vai ficando funda de acordo com a necessidade. Acrobatas, saltadores, nado sincronizado, contorcionistas, tudo isso vai criando um clima e um enredo bem interessante, que ao meu ver, parece uma história dentro de um sonho.

Vários personagens se destacam como os palhaços, a fada, o maestro, as “zebras”, e diversos tipos de “criaturas” animadas e coloridas.

Cada detalhe minimamente pensado para cativar o público como iluminação, sonoplastia, figurinos e confesso que é tanta coisa para ver que nem dá pra saber onde ficar olhando, hehe.

Você realmente se sente dentro de um sonho! Dá até pena de ver o espetáculo terminando. Dá até pra prender a respiração em algumas acrobacias, no mergulho feito em altura, em alguns saltos bem complexos… Resumindo, foi ótimo, incrível!

E sobre a primeira fileira… não me molhei. Sentar na frente com certeza foi um grande investimento! Recomendo e mal espero por assistir um novo espetáculo do Cirque du Soleil, seja em Vegas, seja onde for.

Ah, e já que não deu pra tirar fotos, fiquem com o trailer oficial desta superprodução. :)

Veja também: La Nouba, a experiência