O que é importante saber sobre Villa de Leyva

Olá, internet! Faz tempo que eu queria fazer um post específico sobre Villa de Leyva, mas o problema é que eu havia visitado essa linda cidade boyacense há muitos anos, quando eu nem era adolescente ainda! Também faltavam informações mais concretas sobre o lugar, já que eu havia esquecido de muitas coisas e também não havia buscado nada muito específico na minha primeira visita.

Ontem (amém que finalmente estou de férias!) eu fiz um post estilo relato sobre a cidade e prometi a mim mesma que eu iria escrever um texto mais informativo sobre VdL ainda hoje. Então vamos lá!

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O que é?

Villa de Leyva é uma das cidades coloniais colombianas mais conhecidas pelo público em geral. Ela foi fundada em 1572 e muitos dos seus edifícios são bem antigos ou mantém características originais.

Para ajudar a “continuar com o clima colonial”, mesmo novas construções na cidade precisam manter algumas características, como o tipo de telha, número de pavimentos, cor das casas e esquadrias assim como o material e o acabamento destes. Isso faz com que toda a cidadezinha mantenha o mesmo padrão, o que deixa tudo bem mais charmoso.

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Como chegar

Antes de começar, vale ressaltar que esse é o ponto de vista de uma pessoa com carro, mas existem ônibus que saem para Villa de Leyva todos os dias, tanto de Bogotá quanto de Tunja.

Villa de Leyva fica no departamento de Boyacá (que eu já falei muitas e muitas vezes aqui), e chegar lá não é difícil para quem sai de Bogotá. De acordo com o mapa, a viagem pela estrada via Tunja dura mais ou menos 2h40 para quem sai da capital, mas eu não recomendaria isso.

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Bogotá a Villa de Leyva via Tunja

Se você tiver tempo, fique alguns dias em Boyacá! Não é somente por causa de minhas origens, mas também (e mais importante) pelo fato de Boyacá ser absolutamente deslumbrante! Existem muitos lugares lindos a serem visitados, e muitos deles não tem aquela congestão de turistas. Preços são acessíveis, e também ajuda o fato de que Boyacá é um dos departamentos mais seguros e um dos que possuem idh mais alto na Colômbia.

Mas (voltando ao tema do tópico) se realmente não for possível, não se preocupe com a qualidade da estrada até Villa de Leyva, mas já vou falar de uma ressalva. A estrada parece um tapete, e até Tunja (que é a capital de Boyacá) a via é duplicada. Lembrando que estamos nos Andes e alguns trechos da estrada são sinuosos, e é preciso ter cuidado após Tunja, já que Villa de Leyva fica num vale, então passamos por vários trechos de descida com curvas.

A ressalva é o caminho via Arcabuco. Como havia pico y placa em Tunja, evitamos passar por lá na ida e decidimos pegar esse caminho alternativo, só que a estrada não está em boas condições. Na verdade, parte dela nem é asfaltada, e isso atrasou muito nossa chegada.

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Saímos de Paipa e fizemos o desvio rosa na ida (que demorou muito mais)

 

Pontos de interesse em Villa de Leyva

Primeiramente tenho que dizer que a cidadezinha por si já é um encanto! Apreciar as ruas e as construções já é o maior charme que você poderá ver! Como muitas das construções são bem antigas e todas seguem o mesmo padrão (e é muito difícil de encontrar cidades assim tão bem conservadas), é muito legal de ver o conjunto da obra, digamos assim.

Talvez o ponto de partida para começar a explorar Villa de Leyva seja a Plaza Mayor, e ao redor dela existem vários lugarzinhos a serem explorados como alguns museus, e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Também existem uma série de lugarzinhos onde vendem comida, tanto típicas quanto algo mais internacional.

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Construções típicas de Villa de Leyva

Eu também gostei de ir numa chocolateria quase ao lado da Igreja do Rosário. O nome do lugar é Museu del Chocolate, mas na verdade é uma loja que vendem uns doces maravilhosos! Não achei tão caro e é bem gostoso, de verdade!

Nos arredores de Leyva (daí precisa de um tipo de transporte próprio) também é interessante ver a Casa de Terracota e o museu paleontológico (já que alguns fósseis de dinossauro foram encontrados por ali).

Não é difícil de encontrar locais para hospedagem dentro do coração da cidade. Como o local é pequeno, é bem fácil de se locomover a pé. Acho que só é ruim puxar as malas pela cidade por causa da rua que é revestida de pedras gigantes.

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Vista desde a Plaza Mayor

Ráquira

Como falei mais acima, Boyacá tem muita, muita coisa para fazer! Existem algumas cidadezinhas ao redor de Villa de Leyva que merecem uma visita, mesmo que rápida.

Por exemplo, Ráquira é conhecida como a capital das artesanias de Boyacá. Uma série de produtos feitos pelos locais são vendidos pelas ruas, e a preços muito bons! Fora que a cidade em si é um encanto, cheia de cores e sensações.

Ráquira fica bem pertinho mesmo de Villa de Leyva, e acho que vale a pena conferir.

A costa da Califórnia

Continuando com a nossa viagem, esse post será um pouco mais informativo que pessoal. Saímos de San Francisco e pretendíamos passar dois dias na estrada. Um até Monterey e no outro pretendíamos dormir já em Los Angeles (leia-se Anaheim, onde era o nosso hotel). O primeiro dia já sabíamos que seria tranquilo, já o segundo teria uma viagem mais longa, e com certeza, pode (e deve) ser dividido em dois trechos.

Fomos pela Highway 1, que é uma estrada que cruza quase toda a costa da Califórnia. Prepare sua câmera e seus olhos, pois as vistas são sensacionais!

Começando, saímos de San Francisco lá pelas 11 da manhã, e por pouco não íamos cometendo um pequeno deslize. Colocamos o nosso hotel como destino, mas o GPS marcou o caminho mais rápido, ou seja, pela US 101, uma autoestrada que passa bem no centro da Califórnia. Logo percebemos o erro e colocamos logo alguma cidade na costa, e seguimos pela Highway 1.

De logo, já fica a dica: a Highway 1 só tem uma faixa de cada lado, com isso, a velocidade máxima permitida é menor que numa autoestrada, com 5 ou 6 faixas de cada lado. Além disso, como a costa é sinuosa, a distância relativa também fica maior.

Trajeto que nós fizemos para a viagem.

Trajeto que nós fizemos
para a viagem.

Voltando à estrada, logo as primeiras cidades da costa iam surgindo, como Montara, El Granada, Pescadero, e também nossos olhos se enchiam com lindas paisagens!

Existem vários Vista Points no caminho, e você pode estacionar e tirar foto, se quiser.

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Essa parte da costa tem muitas praias, montanhas, dunas e afins. Nada mais que o Oceano Pacífico ao nosso lado, porém a combinação do mar com o céu deixa a vista surpreendente! E o melhor ainda estava por vir.

Após belas imagens, chegamos ao nosso hotel lá pelas 14:30, mas o check in só poderia ser feito a partir das 15h mesmo. Teríamos que zanzar em algum lugar, porém achamos que deveríamos ir num lugar próximo e onde poderíamos observar as malas, que estavam no carro. Decidimos comer num Burger King ali próximo e depois de deixarmos as malas, partiríamos para conhecer Monterey.

Nosso hotel era em Marina, bem ao lado de Monterey. Era na beira da estrada, porém passamos uma boa noite de sono. Também dava para ir para a Marina State Beach ali ao lado.

Enfim, deixamos as malas e fomos para Monterey, e decidimos ir direto na Cannery Row, que é uma rua que preserva muito da arquitetura colonial espanhola, além de possuir vários restaurantes, lojas, e uma vista bonita, é claro!

Os mirantes localizados ali na Cannery Row são demais, e é possível passar uma tarde toda ali. Oportunidade para tirar fotos, é claro!

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Um lugar que gostaríamos muito de ter ido era no Monterey Bay Aquarium ali no fim da Cannery Row, porém já era fim de tarde e o ingresso custava US$39,95. Não queríamos gastar tudo isso com um museu, sem ter a chance de aproveitar umas boas horas nele. Porém as recomendações são muito boas, e quem sabe eu vá numa segunda vez?

Em Monterey também queríamos conhecer o Fisherman’s Wharf, muito parecido com o Pier 39 de San Francisco. Demoramos para chegar lá por causa do horário e muitas das atrações dali já estavam fechadas e vazias. Valeu a pena para conhecer, porém a Cannery Row dá de 10 a 0 nela.

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Ainda queríamos ir para um outro lugar naquele dia! Todos falavam muito bem de Carmel by-the-sea, que é uma cidadezinha bem rústica, semelhante a Campos do Jordão. Como as crianças já estavam dormindo, passamos lá rapidamente, mas desci e tirei algumas fotos. E cheguei no momento mais bonito do dia!

Melhor pôr-do-sol ever!

Melhor pôr-do-sol ever!

Esse pôr-do-sol merecia uma extensa salva de palmas! Vocês não imaginam o quanto eu queria ter descido do mirante onde eu tirei as fotos e ter me jogado na areia da praia para observar o pôr-do-sol. Infelizmente só eu desci do carro para ver essa beleza, e atesto aqui: se vocês forem fazer essa viagem, DURMAM EM CARMEL! A cidade é linda, pitoresca, os hoteis são bem fofos e ainda existe a possibilidade de encerrar seu dia de uma maneira maravilhosa! Eu ainda farei essa viagem de novo só para passar mais tempo em Carmel!

Então, no dia seguinte saímos mais cedo, pois sabíamos que a viagem seria bem longa. Nos nossos cálculos, levaríamos umas 7, no máximo 8h para chegar em Anaheim. Porém estávamos enganados. Muito!

Primeiro, que decidimos passear pela 17-mile drive, que é uma estrada privada que passa por umas praias e paisagens incríveis! A entrada custa US$ 5 e podemos passar o tempo que quisermos. Eles dão um guia com as melhores atrações ao longo da estrada, e fazemos o nosso próprio roteiro.

Tem gente que consegue ficar até umas 5h dentro da 17 mile drive, pois existem muitas paisagens lindas de serem apreciadas, assim como vista points. Porém encurtamos a nossa viagem ao máximo devido ao tempo curto, pois esse trajeto não estava no roteiro.

As vistas são encantadoras e as praias são lindas. Para aqueles que dispõem de mais tempo, também existem campos de golfe e restaurantes ali. Mas o que é mais legal é que ao longo da estrada, nós víamos muitas casas. Morar ali deve ser bem relaxante e tranquilo.

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Seguimos nossa viagem e começamos a encher nossos olhos com as vistas fantásticas do Big Sur!

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Detalhe para o vento no cabelo.

Detalhe para o vento no cabelo. (nessa foto ele tá até arrumado)

O Big Sur é uma região após Carmel que é pouco povoada, devido às condições geográficas do local. Ali, as montanhas da Cordilheira de Santa Lucia parecem brotar do oceano, sempre proporcionando uma vista bem íngreme, como se o mar estivesse ali do seu lado.

Acho que eu nunca segurei tanto a respiração em uma viagem – tanto pelas paisagens quanto pela estrada sinuosa (é necessário ter muito cuidado na direção).

Passamos também pelo Pffeifer Big Sur National Park, onde é possível ver aquelas sequoias centenárias! Quem gosta de fazer trilhas e afins, ali é ótimo!

Até então a nossa intenção era conhecer o Hearst Castle, porém iríamos demorar muito até subir, descer e pegar a estrada de novo, já que o tour demorava cerca de uma hora e meia, considerando todo o passeio no palácio e o tempo de subida e descida de ônibus. Quase que as gotinhas caíram do rosto, pois sempre sonhei em conhecer esse lugar. Contentei em vê-lo de longe e de ir ao Visitor Center.

Então, o Hearst Castle é uma mansão localizada próxima ao vilarejo de San Simeon, onde morou por algum tempo o magnata das comunicações, William Hearst. A arquitetura de lá é incrível, e muitos dos artigos dali vieram da Europa, onde muitos estavam tentando vender seus bens após a Primeira Guerra Mundial. Ainda visitarei lá.

Então, fizemos uma parada estratégica em Cambria, para almoçar. Sabe aqueles restaurantes típicos do interior dos Estados Unidos com música country e afins? Pois é. A comida tava bem gostosa, apesar de comermos as costelas como homens e mulheres da caverna (risos).

Seguimos direto e decidimos não parar até Anaheim! Nesse ponto, a estrada já não era mais panorâmica, pois decidimos ir pela autoestrada mesmo. Existia a possibilidade de ir via Malibu, mas chegaríamos no hotel lá para 1 da manhã. Mas antes de chegar a esse ponto da autoestrada, vimos os lobos marinhos! Eram milhares deitados, pegando sol na praia. Uma gracinha!

Ao entrar em Santa Barbara, Los Angeles já está quase ali. Essa cidade é uma graça, mas novamente por causa do tempo, tivemos que passar.

Logo, adentramos a região metropolitana de Los Angeles, e fomos passando por Ventura, Thousand Oaks, Encino, Downtown Los Angeles e nada de Anaheim, que é quase no final dessa zona metropolitana. Acabamos chegando no hotel cerca de 11:20 da noite.

Essa experiência de passar quase 12 horas na estrada foi incrível – nunca vi tantas paisagens bonitas na minha vida em um só dia. Porém, esse segundo trecho deve ser encurtado! Passar uma noite em Santa Barbara ou em San Luis Obispo para aproveitar mais é essencial! Talvez eu pudesse ter conhecido o Hearst Castle nessa viagem :( Também fica a dica que se houver tempo, tente alongar a viagem até San Diego ou até mesmo começar em Sacramento, passando pelo Napa Valley. Para aqueles que gostam da natureza, conhecer o Yosemite National Park e o Lake Tahoe ainda no Norte da Califórnia são boas pedidas.

Mas enfim, essa aventura pela costa da Califórnia foi ótima e a viagem pela Hwy 1 é incrível. São imagens que jamais esquecerei, assim como pequenas experiências pessoais. Recomendo bastante essa viagem.

Até San Francisco

Então, há aproximadamente uma semana eu retornei de uma viagem bem interessante e desafiadora: 18 dias nos Estados Unidos com direito a 12 dias de viagem de carro. Os outros 6 eu passei na Disney em Orlando e fazendo viagens de avião.

Vim apresentar nesse e em próximos posts o nosso roteiro na estrada, com um overview geral dos lugares que passamos, e algumas dicas e observações. Começamos em San Francisco e terminamos em Las Vegas, e de cara já digo que o balanço foi positivo!!

Golden Gate vista do mirante

Golden Gate vista do mirante

O voo e o aeroporto

Para começar, pegamos um voo de 6 horas de Miami até San Francisco pela American Airlines, e posso dizer que foi notável o contraste que sentimos. Digo isso pois havíamos chegado em Miami na noite anterior depois de 5 horas de voo num 767 da TAM, e falo mesmo que gostei muito do serviço, da comida e do voo em geral. Muita gente fala mal da TAM pela rede, mas eu só tenho coisas boas a dizer tanto em voos nacionais quanto em internacionais, e esse trecho foi nota 10!

No dia seguinte veio a decepção (esperada). Eu já havia voado de AA antes e sabia que o serviço não era lá aquelas coisas, porém havia uma esperança de que o voo fosse um pouquinho melhor. Nada a reclamar das atendentes de solo nem da aeromoça que nos assistiu, mas a American (e as companhias americanas em geral) precisam rever seus conceitos com o cliente.

Como citei, são 6 horas de voo, mais que muitas rotas internacionais de Miami até o Caribe, o México e até mesmo aqui no Brasil (o nosso voo MAO-MIA havia durado 4:45). Mesmo com essa distância grande, eles só servem água, refrigerante e suco de graça, sendo que o resto é tudo pago.

E não se engane quando eu digo que a comida paga é suculenta! Eu e minha mãe compramos um bagel com queijo e peito de peru e um pacote de biscoitos, por cerca de US$20 no cartão de crédito. O preço estava um absurdo, e a qualidade da comida péssima. Até esses biscoitos estavam ruins!

Agora imagina você passar 6 horas que atravessam 3 fusos horários e a hora do café da manhã e do almoço de muita gente. Além do mais, não havia nenhum sistema de entretenimento. Posso dizer que esse voo foi bem tedioso.

Bem, não vou mais perder meu tempo falando mal da American, que renderia um post todo, pois afinal de contas não é só a questão da comida e do sistema de entretenimento que me irritaram, já que tem muito mais absurdos a se falar. Bem, após um longo e tedioso voo, chegamos na linda San Francisco. Sério, parecia que eu havia acabado de desbravar os Estados Unidos e conquistado a costa. De verdade, para mim parecia ser um sonho simplesmente estar ali.

O aeroporto de San Francisco (SFO) é demais e merece um post Airport Review. Super organizado e cômodo às necessidades do turista e de quem faz conexão (btw, SFO e LAX são os principais hubs aéreos da Costa Oeste, especialmente para voos com destino/origem na Ásia). Como iríamos alugar carro, precisaríamos pegar o Air Train (linha azul) até a última parada, onde ficam as locadoras de carro. As reservas já estavam feitas e logo estávamos com o nosso carro.

@SFO

@SFO

O hotel

Essa foi outra história. Nós havíamos reservado um hotel próximo à Union Square, mas por algum motivo a minha tia cancelou a reserva e ficamos na batalha para escolher um hotel. Ela queria contratar tipo um motel, somente pela comodidade de ter estacionamento gratuito (que é uma dificuldade em San Fran).

Eu bati o pé e disse que não gostei. Quase que ela reservou esse, mas ela acabou escolhendo um outro hotel, com estacionamento pago. Acabamos ficando no The Opal, na Av. Van Ness, e foi bom de ficar lá. A desvantagem maior foi a localização, já que lá é um pouco mais longe das regiões mais conhecidas da cidade, e acabamos por fazer tudo de carro. Mas claro, quem gosta de andar, são 10 quadras do hotel até a Union Square.

O hotel oferecia um café da manhã completo e bem gostoso, além de wifi grátis. Mesmo com a distância, gostei de ter me hospedado lá. Mas acho que da próxima vez, ficarei numa região diferente, só por curiosidade.

As ruas de San Francisco

Sabe aqueles filmes policiais dos anos 70 com perseguições e muitas ladeiras? Me senti num deles ao passar pelas ruas dali. Aquelas ladeiras são de outro mundo, e o meu pobre carro (o coitadinho não tem força!) não aguentaria as subidas! Fica a observação também das pessoas estacionando seus carros nas ruas – em plenas ladeiras!

E sobre ruas de San Francisco, descemos a Lombard Street, que é a rua mais sinuosa do mundo! (E ainda não peguei as fotos dela, mimimi). Além dela ser bem sinuosa, ela é super bonitinha e decorada. Toda hora chegam turistas e curiosos para tirar foto e ficar observando essa ruazinha!

E além do mais, falando em ruas, é notável a educação dos motoristas de San Francisco! Todos dando seta, respeitando o pedestre (e o aguardando passar na maioria das vezes), não andando em sentido contrário, e claro, não correndo nas ladeiras! Para ajudar, as calçadas são largas e muitas delas possuem ciclovias. Vale lembrar também que eu não peguei trânsito em San Francisco, somente antes da entrada da cidade.

Do alto da Lombard Street

Do alto da Lombard Street

Compras em San Fran

Obviamente eu fiz algumas comprinhas em San Francisco! Os melhores lugares para comprar são os arredores da Union Square e da Market Street. Muitas lojas boas de todos os preços e gostos se encontram ali. Forever XXI, GAP, Victoria’s Secret, Louis Vuitton, Ross, Tiffany’s e uma Macy’s muito grande com um Cheesecake Factory no terraço.

Destaques

Tem muita coisa legal para conhecer e desfrutar em San Francisco, e vou escrevendo pouco a pouco sobre elas daqui a alguns posts. desde já, eu posso destacar a visita em Alcatraz, o Pier 39, a Union Square, Chinatown, Golden Gate, a região do Presidio, Ghirardelli Square, o Financial District, Telegraph Hill e muito mais.

Só para reforçar: farei posts dos melhores lugares que eu fui em San Francisco, e da Califórnia em geral, por que não?

Alcatraz

Alcatraz

Sugestões

Ficamos apenas 3 dias na cidade, e obviamente não deu para conhecer tudo que pretendíamos. Mas com tempo e disposição sobrando, ali perto dá para visitar Sacramento (capital da Califórnia), o Napa Valley (e seus vinhos famosos) e o lake Tahoe e o Yosemite (para apreciadores da natureza).