Parques da Disney na Flórida ou na Califórnia?

Olá, internet! Muitas pessoas já me perguntaram se haviam muitas diferenças entre os parques da Disney da Califórnia e da Flórida. Nesse post, vou explicar para vocês o que eu achei de cada parque, e quais valem mais a pena visitar.

Contexto

MK, seu lindo!

Vários locais do mundo possuem parques da Disney, como por exemplo Paris, Tóquio, Hong Kong e mais recentemente, Xangai.  Nos Estados Unidos existem dois parques, sendo um em cada costa: um parque se localiza em Anaheim, na Califórnia, e o mais famoso, que fica em Orlando.

O parque de Anaheim é o mais antigo de todos, e ele é conhecido como Disneyland (Disneylândia, aportuguesando). Inaugurado em 1955, ele foi uma aposta de Walt Disney em criar um parque moderno cujas estrelas seriam os personagens que já haviam aparecido nos filmes e curtas do estúdio.

Como todos sabemos, o parque foi um sucesso, o que estimulou Disney a fazer uma aposta muito mais ambiciosa: construir um parque para atender as necessidades da costa leste dos Estados Unidos, visando preencher o mercado consumidor de New York, DC, Boston e outras cidades.

Ele acabou escolhendo a parte central da Flórida como O local a ser construído, já que esta parte não era tão habitada quanto outros lugares da costa leste. Alguns anos se passaram e surgiu o Walt Disney World, como conhecemos hoje.

Características da Califórnia

Como falei antes, a Disneyland fica bem no meio da cidade de Anaheim, na Califórnia. Por causa dessas características, o acesso ao parque é muito mais fácil e rápido. A maioria dos hoteis (o meu, inclusive) oferecem uma espécie de transporte para o parque, que só é necessário o agendamento. Em alguns casos, as pessoas vão até andando, sem necessidade de transporte.

Achei o estacionamento do parque muito pequenininho! Tivemos que dar várias voltas até encontrar uma pessoa que estivesse saindo, daí colocamos o carro nesse lugar.

Outra característica da Disneyland é a localização de Downtown Disney. Ali, o DD é coladinho ao parque, tipo como se fosse uma entrada. Vale a pena dizer que na Califórnia, o Downtown Disney ainda possui esse nome, sendo que na Flórida isso mudou há pouco tempo.

Características da Flórida

Apesar de serem localizados em Orlando, os parques são meio isolados da cidade e de outros estabelecimentos. Isso foi feito de propósito por Walt Disney, pois ele queria dar essa sensação de distância e de espaço. Por causa disso, os parques de Orlando não parecem ser tão compactos quanto os da Califórnia.

Existem quatro parques temáticos na Flórida (fora os aquáticos), e estes são o Magic Kingdom, Animal Kingdom, Disney Hollywood Studios e o Epcot, cada um com seu espaço, seu estacionamento e sua independência. Diferentemente de Anaheim, a estrutura é bem mais espaçosa. O Disney Springs (o antigo Downtown Disney) também é diferente do da Califórnia, pois ao invés de se localizar na entrada do parque, ele fica bem longe deles.

Os hoteis que pertencem à Disney oferecem uma série de serviços de transporte (seja barco, ônibus ou monotrilho), mas outros não possuem essa comodidade. Vale ressaltar também que ter carro É MUITO NECESSÁRIO em Orlando por causa da distância.

Semelhanças entre os dois parques

Ariel

A principal semelhança entre a Disneyland (Califórnia) e o Walt Disney World (Flórida) são as atrações e as estruturas. Obviamente existem algumas coisas que existem na Califórnia, mas não na Flórida, ou vice-versa.

Por exemplo, seções dos parques como a Main Street USA, Tomorrowland, Fantasyland, Frontierland e o Adventureland existem em ambos os parques. Claro que elas não são iguais 100%, mas o clima, estilo e decoração são semelhantes.

Algumas atrações existem em ambos os Magic Kingdoms (MK) como o Piratas do Caribe, a Mansão Mal Assombrada, o Jungle Cruise, a Space Mountain e a Big Thunder, fora muitas outras. No MK da Califórnia, existe o Fantasmic, atração que na Flórida já é apresentada no Hollywood Studios.

Só dei alguns exemplos, pois existem muuitas atrações que fazem parte de ambos os parques, porém em contextos diferentes.

Qual dos dois devo visitar?

Você vai gostar da Disneylândia caso o seu foco de viagem não seja somente nos parques. Se você tiver interesse em conhecer outros lugares pela região que possuam museus e belas paisagens, a Califórnia pode ser seu destino ideal!

Mas caso seu foco seja mais nos parques e em compras, Orlando parece ser a melhor opção! A variedade de shoppings e outlets é bem maior, e os parques, querendo ou não, são mais completos. Mas em compensação, a Flórida não é tão bonita (em termos de paisagens) quanto a Califórnia.

Espero que esse post tenha ajudado. Até logo! :)

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Park review: Universal Studios Florida

Na minha opinião, o Universal Studios é o parque mais completo de Orlando! Junto com o Islands of Adventure, todo o complexo Universal tem atrações muito boas, emocionantes, e que até fogem do padrão “trenzinho” da Disney. A cada ano que passa, o parque vem atraindo mais e mais visitantes, o que mostra o aumento da popularidade do parque entre americanos, e especialmente estrangeiros.

Ainda assim, ainda é relativamente tranquilo andar pelo Universal Studios. As filas não costumam ser tão grandes (com algumas exceções), e é possível aproveitar bastante o parque.

Ao contrário do que eu li em outros blogs, eu prefiro fazer um parque por dia. É menos cansativo, é possível de aproveitar mais os detalhes (como tirar fotos, comer, assistir aos desfiles, encontro com personagens, etc), e também, se correr o risco de pegar uma fila grande, o resto da estadia no parque não será comprometida.

Antes de começar, tenho que dizer que existem dois tipos de ingresso: o park-to-park admission (onde você pode ir para o Universal e o Islands no mesmo dia) e o single park admission. Caso você opte por ir num parque por dia, o single park admission é a melhor opção, também por ser mais barata. Mas se você tem interesse de ficar “pulando” entre os parques, ou se também existe o interesse de pegar o Hogwarts Express, o park-to-park admission é a opção a ser escolhida.

No Universal Studios Florida, existem 7 seções: Hollywood, New York, San Francisco, Production Central, Woody Woodpecker’s Kid Zone, World Expo, e claro, o Diagon Alley.

1. Hollywood

Essa área do Universal como o nome diz, remonta à Hollywood, cinema, filmes e toda a magia envolvida. Existe uma réplica de calçada da fama (sim, eu cacei os artistas na calçada da fama, haha), e ótimos pontos para tirar foto. Geralmente os desfiles começam ali, e também posso destacar que a minha loja favorita do parque se encontra lá, que é justamente a lojinha da Betty Boop!

Dá pra tirar foto no letreiro de Hollywood inclusive, haha.

Dá pra tirar foto no letreiro de Hollywood inclusive, haha.

Atrações:

– Terminator 2 – 3D: Essa é uma das atrações mais antigas do parque (o Exterminador do Futuro 2 já passou nos cinemas faz tempo, viu?) e é uma apresentação que mistura 3D e live motion, onde o mundo precisa ser salvo antes da Skynet controlar tudo. Não é a melhor atração do parque, mas vale a pena ir lá caso sobre tempo.

– Horror Make Up Show: Como o nome já diz, essa atração mostra técnicas que maquiadores profissionais utilizam para os “truques” no cinema! Outra atração bem antiga, que abriu basicamente junto com o parque.

– Lucy, a tribute: É como se fosse um museu que apresenta a trajetória de “I Love Lucy”. Opinião pessoal: eu acho que essa atração merecia muito mais atenção.

 

2. Production Center

Basicamente, esta é a entrada do Universal, que contém algumas das atrações mais movimentadas do parque. Se der tempo, vá em todos se possível. :)

Shrek e Burro

Shrek e Burro

Atrações:

– Hollywood Rip Ride Rockit: No Universal, esta é a atração mais radical. Como deixei transparecer pelos meus posts, eu morro de medo de altura e evito montanhas russas e eu nunca fui nela (nem vou!!!). A subida é em 90 graus, e depois da queda a velocidade fica muito rápida! Dá pra você escolher a música que você vai ouvir no trajeto, e você também pode comprar o vídeo da sua volta.

– Despicable Me 2 – Minion Mayhem: Este é um de muitos simuladores dos parques da Universal. Eu já havia ido nesta atração antes no Universal Studios da Califórnia, e lá, por ser um parque bem menos movimentado que em Orlando, não peguei uma fila muito grande. Nesta última vez, passamos 1h30 na fila, sendo o brinquedo em que mais aguardamos na fila no parque inteiro (mais que os do Harry Potter!). Mesmo assim, acho que valeu a pena, pois o simulador em si é bem engraçadinho, mas movimentado! (Quem não ama os Minions?!)

– Shrek 4-D: Essa é uma atração onde um filme 4-D do Shrek é apresentado numa sala de teatro. Por ser 4-D, prepare-se para sentir chuvisco, a cadeira balançar e assim sucessivamente. Logo na saída da atração, o Shrek e o Burro ficam disponíveis para tirar foto.

– Transformers – The Ride 3-D: Mais outro simulador do Universal, e ele também é muito bom! Você vai num carrinho para “salvar o mundo”, e a impressão que dá é que você é um transformer mesmo. Cheio de efeitos, você sai dali querendo voltar pra fila. Ah, e confesso que saí com dor no pescoço em todas as vezes que eu fui ao brinquedo.

 

3. New York

Esta área da Universal remonta à Nova York, e ela não é relativamente grande. Na verdade eu sempre a “misturava” com a Production Central, já que é ali do lado.

Não encontrei nenhuma foto da seção de New York, mas tá valendo a anatomia dos minions, haha.

Não encontrei nenhuma foto da seção de New York, mas tá valendo a anatomia dos minions, haha.

– Twister – Ride it out: Atração baseada no filme “Twister”, e é evidente que esta é outra atração antiga do Universal. Ela mostra os bastidores do filme, assim como os efeitos de um tornado. Não sei não, mas preferia que eles tivessem acabado com o Twister ao invés do Jaws.

– Revenge of the Mummy: Eu fui nessa montanha russa!!! (Pelo menos essa, né?) Mas minha experiência não foi tão boa, pois eu cheguei correndo até lá, já que a atração já ia fechar, e entrei no carrinho com meu coração palpitando. Ela não é tão hard, mas eu sinto que eu deveria ter esperado meus batimentos diminuírem um pouquinho, haha.

 

4. San Francisco

Próximo ao lago, as atrações e o clima do lugar remontam a San Francisco e a regiões litorâneas. Gosto muito de andar por lá, e também acho que ali se encontram excelentes restaurantes para os esfomeados (tipo eu).

Sdds Jaws

Sdds Jaws

– Disaster!: Essa é uma daquelas atrações interativas, onde escolhem certas pessoas do público para fazer parte de um filme. O “processo de produção” é acompanhado por todos os espectadores, e no final, todo mundo assiste o resultado de como ficou. É bem divertido e vale a pena participar. Me chamou a atenção também que o metrô de San Francisco, que sofre um desastre ali com a gente é o mesmo do Studio Tour da Califórnia.

– Beetlejuice’s Rock n’Roll Graveyard Revue: Esse é um show do Beetlejuice, inspirado no Halloween num anfiteatro ao ar livre.

5. Woody Woodpecker’s Kid Zone

Nessa seção, o foco obviamente é para as crianças. Os pequenininhos provavelmente vão aproveitar muito mais essa zona do parque do que os mega simuladores.

O E.T. que comprei, hihi.

O E.T. que comprei lá, hihi.

– E.T. Adventure: Outra atração clássica do Universal. Em geral, é bobinha mas muito linda! O próprio Steven Spielberg participou da montagem da atração onde nós devemos levar o E.T. pra casa nas nossas bicicletas. No início da atração, eles pedem os nossos nomes, que no final, o E.T. vai nos chamar. Diz que, né… pois nunca o ouvi dizer o meu nome.

– A Day in the Park with Barney: Fui uma vez nessa atração do Barney por causa da minha priminha, que era bebezinha. É bem bobinho e simples: o Barney cantando as musiquinhas para as crianças.

– Woody Woodpecker’s Nuthouse Coaster: Uma montanha russa do picapau feita para crianças.

 

6. World Expo

Super frequentada por causa dos Simpsons e do MIB, o World Expo conta com uma Springfield com Krusty Burger, Moe’s, Kwik-e-Mart e também dá pra tirar fotos com os personagens lá.

Chefe Wiggum

Chefe Wiggum

– The Simpsons Ride: Por algum tempo, essa foi a atração mais visitada do parque (até abrir o Beco Diagonal), mas ela continua sendo bem divertida! Esse simulador tem toda uma historinha por trás, onde você pode assistir durante o tempo que você estiver na fila. É super real e engraçado, vale a pena!

– MIB Men in Black – Alien Attack: Eu adoro essa atração, pois você se torna um agente do MIB, e tem que passar por um treinamento intensivo para garantir seu novo status. Para isso, você tem que atirar nos aliens que você vê no caminho para ganhar pontos.

 

7. Beco Diagonal

É, eu não sou desse mundo, pois só li metade do primeiro livro do HP e assisti acho que dois filmes só (nem sei quantos foram ao total). Mesmo não sendo uma grande conhecedora, achei incrível todo o complexo para o HP tanto no Universal como no Islands! Ótimo lugar para tirar fotos e descobrir os pequenos detalhes dali.

Próximo ao banco dos Gringotts.

Próximo ao banco dos Gringotts.

– Harry Potter and the Escape From Gringotts: Eu adorei esse simulador!! Muito real, detalhista e divertido, você sai batendo palmas com força e querendo voltar pra fila! Como eu fiquei num hotel da Universal, cheguei cedo todos os três dias e não peguei fila (bitch, please), e saí de lá satisfeitíssima! Muito bom! Quando abrir o parque, corra direto pra lá.

– Knight Bus: O ônibus fica na frente do King’s Cross e dá pra bater um papo com o motorista, até.

– Hogwarts Express – King’s Cross Station: Ali, dá pra embarcar direto para Hogsmeade Station no Islands of Adventure, e passar pela estação 9 3/4. Mas lembre-se, só se você tiver o park-to-park admission.

Park review: Epcot

Aberto em 1982, o Epcot é o segundo parque da Disney mais antigo de Orlando, e alguns se referem ao parque como a “Feira mundial permanente”. Ele foi sonhado pelo Walt Disney para ser uma espécie de “cidade futurista” assim quando foram lançados os planos para a abertura de parques da Disney em Orlando, lá pelos anos 1960.

Com a morte de Disney, o Epcot acabou saindo dos planos de uma cidade futurista, mas conservou a ideia de inovação tecnológica, e na minha opinião, algumas das melhores atrações de todos os parques da Disney se encontram lá!

Uma opinião pessoal: eu sempre quis ir ao Epcot, mas nunca me deram muita atenção. Devido aos meus priminhos pequenos, sempre o foco era o MK e o Hollywood Studios, já que sempre acharam que o Epcot seria chato. Pelo contrário, e não sei dizer se foi também um pouco de birra, mas eu adorei o Epcot e sem dúvida realizei um pequeno sonho ao ir pra lá!

Antes de dar o meu review pessoal, sempre as mesmas dicas de sempre:

– Já chegue ao parque com os fast passes e outras reservas devidamente marcadas (via My Disney Experience);

– E também prepare-se pra andar e ficar em pé em outras filas. Tá que algumas filas não demoram tanto, e dá pra esperar;

– Se possível, leve uma garrafinha para encher nos bebedouros (geralmente próximos aos banheiros), e alguns snacks para ir enganando o estômago no caminho;

– Celular e câmera carregados também, viu!

Então, o Epcot é dividido em duas grandes seções, o Future World e o World Showcase. O primeiro é onde as atrações ditas futuristas se encontram, e o World Showcase é uma seção onde estão representados 11 países, com réplicas de atrações, comidas locais, músicas típicas e afins.

Future World

Essa região do Epcot é a parte “Disney” do parque, com atrações, lojas de souvenirs variados, fotos com os personagens e muito mais. Os brinquedos são bem diferentes dos do MK por exemplo, já que eles são mais destinados a adolescentes e adultos. Leia-se: tem muito mais emoção!

Não se esqueça também de tirar a famosa foto clichê com a famosa “bola de golfe”, a Spaceship Earth, uma das estruturas mais icônicas e fotografadas do mundo.

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Atrações: 

– Spaceship Earth: Esta estrutura gigante tem uma das atrações mais significativas do parque. Nela, você embarcará numa viagem pela história da humanidade, mostrando fatos interessantes e decisivos para a chegada aonde nós estamos hoje, e também tem interação com o público. Caso você não fale inglês, não se preocupe, já que existe áudio em português.

– Mission Space: Este é um simulador bem divertido onde você é levado para uma missão pra Marte. Nele, você ganha algum comando (piloto, engenheiro, etc), onde você tem que levar a nave em segurança para a chegada em Marte. Existe uma versão light e uma mais intensa, onde até dá pra “sentir” a falta de gravidade. Muito bom!

– Test Track: Esse é um simulador de teste para carros de corrida, onde é possível sentir diversas situações como freagens bruscas, buracos na pista, pista escorregadia, e etc. Geralmente as filas são grandes e o fast pass meio concorrido, então fica a dica de agendá-lo logo!

– Living with the Land: Dá pra relaxar um pouco nesse passeio depois de um dia andando. Esse é um passeio de barco que te leva para a estufa do Epcot, onde estudos sobre as plantas estão sendo feitos.

– The Circle of Life: Filminho sobre conservação apresentado pelo Timão e o Pumba. É bem curtinho.

– The Seas With Nemo and Friends: Este é um showzinho interativo que conta a história do filme. É uma gracinha, haha.

– Turtle Talk: Atração interativa em inglês onde a tartaruga do Procurando Nemo interage com o público, fazendo umas piadinhas.

– Soarin’: Deixei essa por último, pois eu achei esta a melhor atração de Orlando!! Este é um simulador de asa delta que passa sobre as paisagens da Califórnia! A impressão que dá é que você você está mesmo sobrevoando estas lindas paisagens! Meu medo de altura subiu na hora, e a vontade que dá é de voltar pra fila (que não é pouca, claro).

 

World Showcase

Esta é a feirinha mundial que apresenta paisagens, roupas, comidas típicas, músicas e tudo que te faça pensar que você está de fato nestes países! Dá pra comprar muitas lembrancinhas locais, experimentar comidas e bebidas, e claro, tirar fotos!

Detalhe que cada seção de cada país tem funcionários só daquele país! Muito interessante.

 

– Canadá: Vou começar por aqui, mas eu achei o Canadá o país mais fraquinho de todos dali. Desde às paisagens retratadas, coisas pra vender… nem tinha tanta gente também. Mas confesso que gostei deles terem mostrado um pouco mais da cultura nativa canadense do que estamos acostumados a ouvir por aí.

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Descobri que essa foi a única foto que tirei do Canadá

 

 

 

– Reino Unido: Times de futebol, a família real, cavaleiros da idade média, os Beatles… me impressionei bastante com o Reino Unido! Certamente é uma das seções onde as pessoas estão mais empolgadas para interagir. Tem o fish and chips também, que só não comi pois havia minha reserva no restaurante uns 10 minutos depois.

Pra mim, esta seção foi meio um tapa na cara com ao mesmo tempo uma vontade enorme de tomar vergonha e ir logo pra lá. Digo isso, pois ainda não fui ao UK, e sonho com esta viagem desde quando eu era adolescente. Nunca ter ido lá é uma daquelas ironias da vida, sabe?

Foto clichê

Foto clichê

 

– França: Bateu uma saudades daquelas da França, haha. Como tudo na Disney em geral, essa seção é extremamente bem feita, com a Tour Eiffel (claro, né), patisseries, e muitos outros lugares para comer ali. A minha reserva para o almoço foi no Chefs de France e foi muito bom!

Aproveitei para comprar macarons depois, e claro, aproveitar a paisagem. Ah, tem uns equilibristas vestidos de chefs para alegrar o público também.

Comida francesa... uma das melhores coisas do hexágono, haha.

Comida francesa… uma das melhores coisas do hexágono, haha.

 

– Marrocos: Tomei a seção do Marrocos como a minha favorita do Epcot! Dá pra se sentir nas ruas de Marrakesh por ali (detalhe, nunca fui a Marrakesh). Não tinha como não se apaixonar pelas cores e pelos incensos das ruelinhas dali! E é claro, também só me lembrava de “O Clone” por ali (hahaha).

Uma coisa bem legal e que me mordi por não ter feito ali foi uma tatuagem de henna. Eu acho a coisa mais linda e quem sabe eu não faça da próxima vez, hein?

Eu queria todas as roupas dali.

Eu queria todas as roupas dali.

 

– Japão: A riqueza de detalhes do Japão é incrível! Os templos ali te fazem acreditar que aquele é um pedacinho genuíno japonês. Ouvi também ótimos comentários sobre os restaurantes, que inclusive figuram entre os melhores de Orlando!

Mas o melhor da seção japonesa na minha opinião foi a lojinha de souvenirs! Um monte de pikachus, e artigos de diversos animes, kimonos, e artigos da pop culture japonesa todos ali, e originais! Meus olhos ficaram gigantescos e queria levar a loja toda. De lá, eu só trouxe um Charmander dessa vez.

Se eu não dissesse que é no Epcot, acho que passaria tranquilamente pelo Japão.

Se eu não dissesse que é no Epcot, acho que passaria tranquilamente pelo Japão.

 

– The American Adventure: Seção curtinha com um anfiteatro e algumas coisas que remetem aos Estados Unidos. Confesso que não me interessei muito e passei batido. Hahaha.

 

– Itália: Junte Veneza, Roma e Florença, e esta é a seção italiana do Epcot. As estátuas são similares, mas de longe a Itália não é a minha favorita dali. Falam muito bem dos restaurantes italianos ali, pelo menos.

Ah, na lojinha da Itália, alguns artigos tipicamente italianos estão à venda, como perfumes, bolsas e outras coisas de alta moda. Também eles vendem os cristais de Murano e as máscaras do carnaval de Veneza!

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Entrada da seção italiana.

 

– Alemanha: Achei essa seção fofíssima, mas não tive muito tempo de explorá-la. Desde trenzinhos em miniatura, cristais das mais diversas formas e tamanhos (inclusive do Mickey, claro), canecas de cerveja, e claro, muita cerveja alemã!

Também achei a Alemanha uma das seções mais lotadas em que eu estive! Muito boa, porém eu não encontrei nenhum bratwurst à venda (ok, eu não procurei direito).

Árvore de natal de cerveja, haha.

Árvore de natal de cerveja, haha.

 

– China: Assim como o Japão, achei a parte da China muito bem acabada e feita, porém achei que faltou um quê a mais. Bem na entrada da seção, alguns acrobatas chineses fazem umas manobras bem difíceis, e sempre arrancando as palmas do público!

Confesso que me encantei com os chapeuzinhos chineses! Muita gente ali os estava usando!

Réplicas de templos chineses.

Réplicas de templos chineses.

 

– Noruega: Eu também ainda não fui à Noruega, e confesso que não sei muitas coisas sobre a cultura do país (nunca fui atrás, na verdade). Para mim, o símbolo mais icônico do país é aquela igreja de madeira, construída há centenas de anos atrás , que claro, estava representada no Epcot.

Muito “marrom”, eu passei meio batida pela Noruega (também pelo fato da hora do meu fast pass numa atração estar quase no fim), mas a achei muito interessante e bem feita, claro.

Eu, a igreja e um viking.

Eu, a igreja e um viking.

 

– México: Esse foi o primeiro país que “visitei”, mas o último a postar aqui por uma questão de ordem. Junto com o Marrocos e a Alemanha, coloco os mexicanos no meu top 3 do Epcot. Adorei a pirâmide (e o que tem dentro), os souvenirs, e o cheiro da comida estava maravilhoso!

Tinha prometido a mim mesma que eu iria comer comida mexicana por lá, já que toda vez que eu vou aos EUA, eu nunca consigo nada parecido. Dessa vez cheguei perto e também não deu. Pelo jeito, vou ter que arrumar companhia para ir ao México para comer algo autêntico mesmo, haha.

Astecas e Maias em Orlando.

Astecas e Maias em Orlando.

Arrependimentos:

– Ter feito reserva de restaurante: Eu simplesmente amei o Chefs de France, achei a comida muito boa, e o atendimento foi impecável. Porém, eu senti que perdi um tempo preciosíssimo que poderia ter gastado com outras atrações do parque, seja no Future World, como no World Showcase. Além do mais, a conta para duas pessoas não foi barata, que eu poderia ter gastado com outras besteirinhas no Japão, ou até mesmo algum souvenir lindo do Marrocos.

– Levar mais dinheiro: Eu achei que levei pouco dinheiro ao Epcot. Numa ida futura eu quero levar uns 200 dólares só para gastar com bobagem ali. E antes que me perguntem, eu tenho uma preferência por comprar pequenas coisas (como canecas, canetas, e diversas outras lembrancinhas) do que por exemplo, eletrônicos nos EUA.

– =(  Não vi o Illuminations!!!: Por mim, eu aguentava até à noite sem problemas. Dessa vez, a minha mãe estava cansada já lá pelas 6 da tarde e não ficamos para assistir o espetáculo. Uma enorme pena e o meu maior arrependimento, sem dúvida.

 

Então, como eu acho (hehe) que deu pra perceber, eu amei o Epcot e ele é o meu parque favorito de Orlando. Sem dúvida irei nele nas próximas idas à Flórida. Acho que também deu pra perceber que eu amei o World Showcase. Quem me conhece sabe que eu adoro saber coisas sobre novas culturas, e esse é certamente o lugar para isso.

Mas realmente, para crianças menores, o MK é bem mais indicado, devido à magia e todo o clima bem Disney dali. Além do mais, muitas atrações (como o Soarin’ e o Test Track) tem uma altura mínima para entrar, e particularmente eu evitava o baby swap. Muito trabalho.

 

Passagens compradas: Orlando

Como eu já contei neste post, eu sempre sonhei em conhecer os parques da Disney desde pequenininha, mas infelizmente essa viagem demorou muito para acontecer. O passado já foi e hoje eu consigo aproveitar mais do que nunca as oportunidades de sair da minha cidade, um grande triunfo para quem acreditava que os grandes monumentos do mundo eram inalcançáveis!

Eu gosto de viajar para destinos diferente (vide Sibéria por exemplo), mas se divertir em lugares mais conhecidos é igualmente ótimo! Por isso, estou indo de novo a Orlando daqui a uns dois meses! \o/

Bem, eu vou tentar compartilhar alguns dos meus conhecimentos e dicas aqui pra vocês, assim como uma espécie de planejamento de viagem. Espero que ajude. =)

MK, seu lindo!

MK, seu lindo!

Primeiro passo: Compra de passagens

Então, geralmente as passagens para os Estados Unidos não são tão caras aonde eu moro, e sempre existem promoções, especialmente pra Miami e Orlando. Das outras vezes que eu fui aos Estados Unidos, cheguei por Miami e teria sempre que ir pra estrada para chegar em Orlando. Pela Florida Turnpike, uma rodovia que cruza o estado, a viagem dura de 3 a 4 horas em quase numa linha reta, e com vários lugares onde é possível fazer paradas estratégicas.

Dessa vez, vamos chegar diretamente em Orlando pela Copa Airlines, fazendo conexão no Panamá. Saio daqui às 3:20 da manhã e meio dia já terei chegado no destino final. Comprei as passagens num preço promocional, e mal espero a data da viagem.

Hotel Hyatt, que fica dentro do aeroporto de Orlando.

Hotel Hyatt, que fica dentro do aeroporto de Orlando.

Segundo passo: Definição dos parques e eventos a cada dia

Vamos viajar numa quinta, e voltamos na quinta seguinte. Para aproveitar o máximo possível dos parques e das atrações, observamos o calendário de eventos (não consegui fazer o upload do arquivo aqui :/ ), e definimos a nossa programação:

  • Quinta: Chegada e Downtown Disney
  • Sexta: Epcot
  • Sábado: Magic Kingdom
  • Domingo: Compras
  • Segunda: Hollywood Studios
  • Terça: Universal Studios
  • Quarta: Islands of Adventure
  • Quinta: Retorno para casa

O motivo por trás de ter selecionado esses dias para estas atrações é simples e se chama Magic hours. Essas horas mágicas são exclusivas para hóspedes dos hoteis da Disney, e elas dão a permissão de ficar mais tempo nos parques.

Te peguei, Huguinho! (Ou Zezinho. Ou Luisinho...)

Te peguei, Huguinho! (Ou Zezinho. Ou Luisinho…)

Como assim?

Em certos dias, o parque ou abre mais cedo, ou fecha mais tarde para os hóspedes dos hoteis e resorts da Disney! Às vezes, o parque fica aberto até duas horas depois do fechamento exclusivamente para os hóspedes Disney.

Acabamos preferindo aproveitar as Magic Hours noturnas. Alguns dizem que não pode valer tanta pena assim devido ao fato de ser um pensamento meio “coletivo” entre os hóspedes, e o parque pode continuar cheio. Porém eu acredito que mesmo que a manhã seja mais tranquila, é preciso haver muita disposição para estar lá no portão dos parques uma hora mais cedo que o normal, e como eu me conheço, corro o risco de me cansar muito mais e acabar não aproveitando os parques da maneira que eu pretendo. Mesmo com esse “risco” de lotação, ainda tenho pelo menos mais uma hora garantida à noite de qualquer jeito.

Multidão indo assistir o Fantasmic!

Multidão indo assistir o Fantasmic!

Terceiro passo: Reserva de restaurantes

Esse é um passo opcional para quem pretende viajar à Orlando. Já passamos certo “aperto” na hora de comer, devido ao fato dos restaurantes serem bem cheios no almoço e jantar, tendo que optar pelo fast food.

Dessa vez decidimos comer um pouco melhor, e desde já, fizemos as nossas reservas! Para isso, é necessário fazer uma conta no My Disney Experience, que é um portal que pode gerenciar todas as suas reservas, como ingressos, parques, hoteis, restaurantes e fast pass, por exemplo.

Após a criação da conta, especifique quem são os viajantes que vão com você, e de lá ele já cria uma estimativa do número de pessoas por reserva.

Dentro do portal, você pode filtrar os restaurantes por localização, seja um parque, Downtown Disney, resorts e assim por diante. Ao selecionar qualquer um deles, você poderá observar fotos, menu e faixa de preço. Para comentários de pessoas que foram a esses restaurantes, fica a dica de jogar o nome destes no Trip Advisor, onde as pessoas dão dicas e palpites dos lugares que foram.

No lado direito da tela, existe uma espécie de calendário, onde é possível consultar em que dia e em que hora existe a possibilidade de se fazer a reserva. Ao escolher qual é o melhor dia e horário, ele vai pedir a confirmação de quantas pessoas pela reserva, e vai pedir um número de cartão de crédito como garantia.

Se você quiser, já é possível de gravar esse número de cartão no site para que as outras reservas – como ingressos e hoteis – sejam faturadas ali.

Só para dar um exemplo, reservamos três restaurantes: o T-rex em Downtown Disney (com tema de dinossauros), o The Plaza no Magic Kingdom (de aparência que lembra o sul dos Estados Unidos) e o Chefs de France no Epcot (com gastronomia francesa).

Downtown Disney

Downtown Disney

Quarto passo: Compra de ingressos do Universal Studios

Então, os parques da Universal em Orlando também são muito visados por brasileiros que vão à Flórida. Em Orlando, eu só fui uma vez no Universal Studios, e tem alguns anos. Acabei não visitando o Islands of Adventure por que eu estava com um problema no pé, mas dessa vez não passa a minha ida lá! :)

Na vez que eu fui ao Universal Studios em Orlando, achei tudo muito tranquilo, sem filas e ótimo de passear. Deu pra aproveitar bastante os brinquedos, e tirei muuuitas fotos! Esse ano, eu fui ao Universal Studios em Los Angeles e posso dizer que os dois parques são bem semelhantes e muitas atrações são as mesmas, como o simulador dos Simpsons, o show 4D do Shrek e a montanha russa da Múmia por exemplo. Mas em Los Angeles, tem o Studio Tour, que foi demais, e prometi pra mim mesma que eu iria escrever um post aqui sobre ele <3.

Mas enfim, como pretendo passar um dia em cada parque, vou comprar o Single Park admission, que custa 68 dólares por dia, e dá o direito de aproveitar um parque mais o City Walk. Para aqueles que tem interesse de comprar o ingresso que permita ir e voltar de um parque pra outro, o ingresso custa 88 dólares por dia (isso considerando que você vá para lá e passe dois dias nos parques).

Pelo preço e objetivo de aproveitar bem os dois parques sem precsiar ir e voltar, reafirmo que vou comprar o Single Park admission. Até o fim desse mês, eu compro esses ingressos.

@Jaws

@Jaws

Quinto passo: Reserva de hoteis da Disney

Vamos reservar nossos hoteis logo em janeiro! Uma coisa de cada vez, né? :)

Como já disse acima, ficar em hoteis da Disney te dá ótimas vantagens, além de sempre contar com um excelente serviço da entrada até a partida. Além do mais, achei uma gracinha o fato de ter me hospedado num hotel Disney, hahaha.

Outra vantagem de se ficar em hoteis da Disney são os transportes para os parques e outros complexos. Serviços de ônibus exclusivos da Disney são oferecidos continuamente e te leva dos hoteis para os parques, Downtown Disney, e outros complexos Disney. Alguns deles oferecem transporte de barco para determinados parques, por exemplo.

Só para ter uma ideia, quando eu fiquei no Grand Floridian, além do serviço de ônibus, existe conexão de barco, e um monotrilho passa na porta do hotel. Para ir ao Magic Kingdom, era necessário descer na primeira parada do monotrilho, e pra voltar, na primeira parada do barco (Mas atenção! Existem diversos cais no MK, e observe de qual cais o barco vai pro seu hotel!).

Ah, fica a dica das Magic Bands, que são as famosas pulserinhas da Disney! Ao fazer o check in no hotel, elas servem como suas chaves do quarto, ingressos do parque, entrada de fast pass, e se você quiser comprar algo nos parques e não tiver o cartão ou dinheiro em mãos, é só ativar a pulseirinha que ela já fatura no seu cartão de crédito cadastrado no My Disney Experience!

Então, dessa vez, não vamos ficar no Grand Floridian e vamos “testar” algum novo. Uma vez a minha mãe ficou num que o tema era da Ariel e se apaixonou. Acho que vamos ficar por lá :)

A entrada do Grand Floridian

A entrada do Grand Floridian

Sexto passo: Compra de ingressos Disney e Fast Pass

Esse passo é bem tranquilo, e também feito no lindo My Disney Experience. Você tem a opção de comprar a quantidade de ingressos que quiser, e fica a dica que a cada mais ingressos, o preço relativo de cada um vai diminuindo!

Depois com os ingressos já em mãos (ou no site, risos), é possível de fazer as reservas do Fast Pass. Esse passe, também conhecido como “fura fila” é essencial nas atrações mais disputadas de cada parque, e cada pessoa tem direito a três fast passes por dia em três diferentes atrações.

O critério de cada fast pass depende de cada pessoa. Se você quer algo mais emocionante, fazer o fast pass na Torre do Terror, na montanha russa do Aerosmith ou ir pra Splash Mountain é essencial (já que as três são bem disputadas). Se você quer algo mais clássico, talvez o fast pass para o Piratas do Caribe, o Toy Story ou a montanha russa dos sete anões seja mais apropriado. Maas se você quiser encher seu livro de autógrafos dos personagens, pegue o fast pass que tenha encontro com os personagens!

Fica a dica que algumas atrações não fazem valer a pena o fast pass. A jornada do ursinho Pooh, apesar de fofinha tem uma fila bem demorada, e muitos concordam que não vale a pena a espera (nem o fast pass). Outras, como o It’s a small world, as xícaras malucas e até mesmo a mansão mal assombrada (que tem um tempo de fila razoavelmente considerável), não consigo ver necessidade de usar fast pass.

Ah, vale a pena lembrar que as parades e o Wishes não tem fast pass. O “fast pass” é justamente chegar cedo e pegar um lugar bem na frente pra assistir tudo. :)

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Sétimo passo: Aluguel de carro

Ter um carro é essencial para quem vai para Orlando! Se você não vai ficar em um hotel Disney, mais essencial ainda. Tudo é distante, incluindo outlets, outras atrações como o Sea World, o Kennedy Space Center e o Busch Gardens (que fica em Tampa), e não é bom, e nem muito viável o uso de táxi.

Estacionamentos são gratuitos, leis de trânsito são respeitadas, e as estradas são ótimas. Não tem o que temer, mas fica a dica de que é necessário saber dirigir carro automático, e de dicas como abastecer! :) (Vou contar minha experiência abastecendo carro por lá por aqui assim que chegar!)

Sobre carros e preços, fique de olho na quantidade de pessoas que vão com você! Dessa vez, só comigo e com a minha mãe, vamos alugar um Sedan, possivelmente um Corolla. Quando vamos em maior número, alugamos carros tipo SUV. Na nossa viagem pela costa da Califórnia, ficamos com uma SUV que dava até 8 pessoas e foi ótimo! :)

Fica a dica de levar um GPS daqui. Seja seu ou emprestado, às vezes não é bom confiar no GPS que eles alugam na operadora. Experiência própria.

On the road...

On the road…

Oitavo passo: Comprar ingressos para o Cirque du Soleil

Em Orlando, existe um show permanente do Cirque du Soleil chamado “La Nouba”. Eu apenas pude assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil em Vegas, e me apaixonei! Mas como temos outras prioridades (como os parques, hihihi), e temos já o jantar no T-rex no dia que pretendemos ir assistir à La Nouba, e por isso ainda não temos certeza se vamos lá.

Os ingressos são vendidos no site do Cirque du Soleil via ticketmaster. É possível de imprimir o próprio ingresso em casa e apresentar na hora. Ah, e as apresentações ocorrem em Downtown Disney, numa enorme tenda branca instalada ali.

Cirque du Soleil, em Downtown Disney

Cirque du Soleil, em Downtown Disney

Nono passo: Seguro viagem e preparativos finais

Seguro viagem é obrigarório para qualquer viagem ao exterior! É possível comprar em qualquer agência de viagens ou mesmo pela internet.

Confesso que não tenho preferências por seguro saúde, mas prefiro não usar o ofertado pelo cartão de crédito, nem o que é vendido na CVC. Sempre tenho dificuldades ao ativar o primeiro, e no segundo, eles se negaram a me ajudar numa situação de emergência no exterior devido à falta do cadastro do hospital que tinham me levado (que era o único na cidade).

Mas enfim, com passaporte, visto, passagens, seguros, ingressos, todos os tipos de reserva possíveis, e claro, muito dinheiro e cartão liberado, aproveite sua viagem a Orlando! Contando os dias aqui para fazer a minha. :)

Mickey e Minnie

Mickey e Minnie

Passagens compradas: Califórnia, Nevada e Flórida

Então, já estou aqui contando os dias para que abril (e férias da faculdade, plmdds) chegue logo! Próximo ao fim de abril estarei indo aos Estados Unidos pela segunda vez, e posso dizer que ao chegar nesse roteiro foi um tanto complicado.

Tive a oportunidade de ir mais vezes aos Estados Unidos, mas em todas as outras vezes preferi ir pra Europa (risos) e prometi à minha família que da próxima vez eu iria pra lá sem falta. Dito e feito. Saiu uma promoção pela TAM e compramos o trecho MAO-MIA-MAO por pouco mais de R$1000. Achei bom, mas nunca me perdoarei por não ter comprado nada naquela linda promo da American Airlines: ida e volta pra Miami só por R$ 370.

Mas enfim, o motivo dessa nova viagem seria um congresso em Chicago que o marido da minha tia iria. De lá, iríamos para outros lugares. De certeza iríamos também pra Orlando no final (eu preciso ver a Parade do Magic Kingdom!!) e daí veio aquela lâmpada na minha cabeça: por que não conhecer alguma cidade no Canadá? Chicago é ali do lado, então juntaríamos o útil ao agradável, e após, voltaríamos para a Flórida.

Só que o problema do agradável é o visto. Me empolguei, comprei guia, pesquisei tudo sobre o visto canadense, vi tudo que se tinha pra fazer em Toronto (a cidade escolhida), planejei um dia em Niagara Falls, mas no fim chegamos a uma conclusão de que não valia a pena pelo visto no momento. Em uma próxima oportunidade, planejamos conhecer mais cidades no Canadá.

Mas se não pudéssemos ir pra Toronto nem pra nenhum lugar no Canadá por causa do visto (preguiça burocracia), pra onde iríamos? New York e Miami estavam fora de cogitação, e escolhemos Washington como o lugar pra ir. Mas depois de pesquisar sobre a cidade, não deixamos Washington como o destino entre Chicago e Orlando, e sim entre Miami e Chicago. Ou seja, para nós estava tudo bem se passássemos só um dia em meio em DC.

Começamos a procurar por esse destino que substituiria Toronto e um dia sugeri Cancun e todo mundo gostou (sim, sou louca pra conhecer o México!). Pesquisamos também muito! Vimos hotéis, qual a melhor região pra ficar, programação para crianças, qualidade das praias, quais as vantagens e desvantagens de all inclusive e bem mais.

Só que um dia, a minha mãe e tia começaram a reclamar que não queriam ir pro México (as duas já moraram na Cidade do México e elas não tem essa mesma curiosidade sobre o país que eu tenho, por já terem vivido lá) e nem ir pra praia. Também começaram a reclamar dos preços de Cancun e sugeriram New York. Dei meu alto lá e se fosse por causa de preços de hoteis, Manhattan estava fora de cogitação.

Daí teve o UFC 168 e começaram a sugerir Las Vegas, e poderíamos até assistir alguma luta num sábado qualquer. Só que precisaríamos meio que “cruzar” o país, e ainda ter que voltar pra Flórida depois. Então chegamos a uma conclusão: Chicago (MEU AMOR), que até então era a cidade mais certa no roteiro, deveria sair.

O congresso que serviu de desculpa para aquela viagem já tinha miado, e como quem não quer nada, bateu um glimpse de Califórnia e decidimos então fazer o trecho San Francisco – Los Angeles – Las Vegas de carro, com algumas paradas no caminho, e depois partir de LAS até MCO, e então pegar a estrada de volta a Miami. Até então, San Diego entrava na lista, mas já ficaria muito corrido e a tiramos do planejamento.

Um dia depois, estávamos comprando as passagens e todos ficam felizes com o escolhido! Tinha o parque para as crianças, San Francisco pra minha mãe, Las Vegas para a minha tia e o marido dela, e uma viagem de carro pela Highway 1 com lindas paisagens pra mim.

Foco para as passagens! O trecho MIA-SFO dura mais de 6 horas, sendo que MAO-MIA dura apenas 5. Detalhe que atravessaremos alguns fusos horários nesse trajeto. A volta com LAS-MCO é um pouco mais curta, de apenas 4 horas será feita de madrugada, ou seja, não perderemos o dia com a viagem, mas também não teremos muitas horas de sono. Vida de viajante é assim mesmo!

Ufa! Em Maio, assim que voltar, farei meio que um balanço total da viagem com todas as dicas dessa viagem de carro e dos parques. Já querendo que tudo chegue logo, e que eu possa tirar muitas fotos e comprar muitas besteiras na Disney, por que não?