Onde se hospedar em Manaus?

Olá, internet! Hoje teremos mais um post da categoria Amazonas, e vou falar sobre um assunto que interessa muita gente que é a hospedagem! Quando se trata de sair de casa, o local que escolhemos para passar o dia (ou melhor, a noite) é de suma importância e pode nos revelar um pouco da característica do viajante.

Pois bem, aqui em Manaus posso dar minha contribuição como moradora, e por conhecer bem os bairros daqui (pelo menos eu acho haha), vou dividir esse post em duas categorias: trabalho e turismo.

Primeiramente, vamos falar de trabalho! Aqui em Manaus temos o Pólo Industrial, localizado majoritariamente no bairro do Distrito Industrial (nome muito criativo, não?). Isso quer dizer que aqui na cidade existem uma série de fábricas de vários setores, notadamente duas rodas, linha branca, bebidas, petróleo e gás, entre outras.

Por causa disso, o fluxo de pessoas de outros estados e países (especialmente os diretores e outros funcionários das fábricas) é muito alto, e normalmente essas pessoas costumam se hospedar no próprio bairro do Distrito Industrial, que possui uma série de hoteis de qualidade e que possuem a bandeiras internacionais, como Holiday Inn, Ibis, Comfort e Novotel.

Outros viajantes mais business que não focam em empresas do Distrito costumam ficar em bairros mais centrais (não confunda central com o bairro do Centro). Esses hoteis mais centralizados se encontram entre os bairros do Parque 10, Nossa Senhora das Graças e do Adrianópolis, que são locais de renda mais alta, e portanto, de melhor estrutura. Por exemplo, durante a Copa e as Olimpíadas, os times de futebol se hospedaram em Adrianópolis.

Além do pessoal business, essas regiões também atraem turistas, (já fazendo aqui a transição entre trabalho e turismo) mas é bom ficar claro de que essa área fica longe dos principais pontos turísticos da cidade, sendo obrigatória a locomoção por carro, táxi, uber, ou por algum tipo de shuttle. Apesar da distância, alguns hoteis da área como o Quality, o Mercury, o Ceasar Business e o Millenium ficam bem próximo a shoppings, e o acesso a bons restaurantes (por exemplo) fica bem mais fácil. Também nessa região ficam hoteis como o Blue Tree, Express Vieiralves, Hotel Adrianópolis e o Ibis budget.

Outro lugar bem procurado por turistas é a Ponta Negra, que muitos aqui consideram o local mais nobre da cidade. O local fica bem próximo ao rio, tendo um complexo tipo um beira-rio com vários quiosques e lojas, e também sempre com vários eventos, especialmente na região do anfiteatro. Ali existem dois hoteis, o tradicionalíssimo Tropical e o Wyndham Garden, normalmente o queridinho das celebridades e políticos.

O Tropical é de longe o hotel mais tradicional da cidade, mas já viveu dias melhores. Mesmo assim, continua sempre deslumbrante! Quando eu era criança, costumava passar os domingos no hotel, onde almoçava, ía ao zoológico e até de vez em quando dava um pulinho na piscina, que possuía aquelas ondas artificiais que achava beeem divertidas! Quando fiquei mais velha, ia jogar tênis de vez em quando lá.

Agora vamos falar do Centro da cidade, que é o local bem procurado por turistas, especialmente os mais aventureiros! Ali que se localizam os principais pontos turísticos da cidade (aka entorno do Teatro Amazonas), e apesar do nome do bairro ser Centro, ele se localiza bem na orla da cidade. Ele leva esse nome por ser o local onde a cidade nasceu, portanto, de onde tudo surgiu.

Ali se encontra uma grande variedade de hoteis e hostels. Confesso que não conheço a grande maioria e não sei sua qualidade, mas aparentemente a maioria deles não possui uma qualidade tão boa quanto em outras regiões da cidade. Mesmo assim, alguns dali parecem se destacar como o Boutique Hotel Casa Teatro e o Taj Mahal, que tem um restaurante giratório no topo. Existem também hostels de qualidade na região, e para tirar dúvidas (dos hostels e de outros hoteis do Centro), consulte as opiniões do Trip Advisor.

Uma dica para quem vai se hospedar no centro: muito cuidado. Infelizmente ali é uma das regiões mais perigosas da cidade, especialmente à noite.

Enfim, se você chegou aqui, muito obrigada! Espero que esse post tenha sido útil e aproveite sua estada aqui na cidade! :)

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10 coisas que você precisa saber sobre Las Vegas

“What happens here stays here” é o que eles dizem. Enfim, Las Vegas é uma cidade que é o paraíso do entretenimento em todos os níveis, e o que não faltam são oportunidades de diversão para pessoas de qualquer idade. Mas fugindo um pouco do conceito de “o que fazer em Las Vegas em … dias”, vou te dizer aqui 10 coisas que você precisa saber sobre essa cidade maravilhosa!

  1. Todo hotel/cassino possui um tema diferente 

    Las Vegas é uma cidade cuja grande parte de sua renda vem do turismo, então ali existem uma série de hoteis e cassinos para suprir a demanda, mas qual seu diferencial perante à concorrência que é forte?
    Uma coisa simples e óbvia que as grandes redes de hoteis fazem é a renovação e modernização, o que as ajuda a se manterem no topo. Mas outro atrativo que parece bem mais determinante são os temas! Se hospedar num hotel de tema romano, ou medieval, ou egípcio, que tal? Os hoteis realmente entram no clima do lugar ou cultura que eles representam, então a melhor coisa a se fazer é literalmente “se jogar”. Seja andando de gôndola em “Veneza” ou comendo numa pâtisserie em “Paris”.

    Fachada do cassino "New York, New York"

    Fachada do cassino New York, New York

  2. A entrada nos cassinos é gratuita 

    Mesmo se você não se hospedar em determinado hotel, você é muito mais que bem vindo nos cassinos que eles possuem! Obviamente eles querem que você jogue e gaste seu rico dinheirinho nas mesas de pôker e nas máquinas de apostas dos cassinos.
    Mesmo que você não saiba jogar ou nem goste de gastar dinheiro em jogos de azar (eu, nos dois casos), conhecer os cassinos é uma boa experiência turística, mas é sempre bom ficar de olho: os cassinos são muito espertos e hoje eles possuem uma tecnologia que dificulta muito que as máquinas deem resultados positivos aos apostadores.
    Para entrar em qualquer cassino, é só ir entrando, e nada mais!

    Tem cassino até no aeroporto de Las Vegas!

    Tem cassino até no aeroporto de Las Vegas!

  3. Alguns hoteis não permitem a entrada de crianças 

    Em algumas cidades dos Estados Unidos, certos estabelecimentos proíbem a entrada de crianças: o que é polêmico para muitos, especialmente aqui no Brasil onde essa ideia já começou a chegar. Nesta viagem para a Califórnia e Nevada em especial percebi muitos lugares que tinham essa política.
    Enfim, Las Vegas possui alguns hoteis que nem permitem a estadia de famílias com crianças, e se você se enquadrar nestes casos, recomendo que verifique a política do hotel que você tem em mente.
    Que fique claro que eu estou falando sobre hospedagem e o simples trânsito dentro do hotel, já que só dá para apostar e jogar com 18 anos de idade.

    Fachada do Wynn (que é um que não aceita crianças)

    Fachada do Wynn e do Encore (que descobri que não aceitam crianças)

  4. Las Vegas é um excelente lugar para se fazer compras 

    Observei e comparei Las Vegas com outras cidades dos Estados Unidos que possuem uma tradição maior em compras, como New York, Orlando e Miami. Minha opinião é: Las Vegas é uma ótima opção para quem está interessado em gastar dinheiro com compras!
    Por ser uma cidade turística, é natural achar que shoppings e centros de compras se atraem por Las Vegas. Os maiores cassinos possuem várias lojas no seu interior, e também existem shoppings e outlets no entorno da cidade. Descontos são comuns em muitas lojas, inclusive comprei várias coisas no estilo “compre um produto e ganhe 50% de desconto no segundo”.
    Dentro dos cassinos, os melhores centros de compras se encontram no Venetian/Palazzo, no Bellagio, no Ceasar’s Palace e no Planet Hollywood. Na strip, adorei o shopping Fashion Show, próximo ao Wynn, e talvez os outlets mais famosos sejam os Outlets Premium, em North e South Las Vegas.
    Algumas das lojas desses centros de compras (só pra dar um gostinho) são Prada, Gucci, Louis Vuitton, Michael Kors, Dolce and Gabbana, Ralph Lauren, Jimmy Choo… é pra enlouquecer de vez!

    Shopping Fashion Show (com essa estrutura em cima)

    Shopping Fashion Show (com essa estrutura em cima)

  5. Tudo é motivo para gastar dinheiro 

    Em Las Vegas parece que o dinheiro voa das mãos, tipo nos desenhos animados. É possível de gastar dinheiro com o que literalmente você quiser (fica aqui o esclarecimento), mas qualquer coisinha é motivo de ver seus dólares indo pelo ralo.
    Já citei os cassinos e as compras, mas fora isso existem uma série de shows e atrações que você não pode perder (tipo o Cirque du Soleil, que vou falar mais abaixo). Fora isso, você TEM que entrar na loja do M&M’s! Quatro andares com absolutamente tudo que você imaginar que é derivado de M&M’s, fora aquela parede maravilhosa que vem todos os M&M’s separados por cor. Bem ao lado fica também a loja da Coca-Cola e juro que quase paguei 50 dólares só para tirar uma foto com aquele urso branco que aparece nos comerciais de natal, haha.

    Muita variedade de chocolates na loja do M&M's <3

    Muita variedade de chocolates na loja do M&M’s <3

  6. Se você nunca assistiu a uma apresentação do Cirque du Soleil, faça isso em LV 

    Las Vegas possui 8 apresentações permanentes do Cirque du Soleil, e todos os dias da semana vão existir shows onde você poderá ir! Como eu moro no Norte, nunca veio nenhuma performance do Cirque pra cá, e nunca pensei em me programar para ir em alguma outra cidade do Brasil, então juntei o útil ao agradável e fiz questão de assistir uma apresentação durante as minhas férias.
    Acabei assistindo ao espetáculo “O” e contei a minha experiência nesse post aqui. Simplesmente incrível, vale cada centavo! E vale muito a pena sentar próximo ao palco: você vê todos os detalhes e formas, coisa que acredito que nos últimos lugares, com os ingressos mais baratos, você acaba não tendo essa impressão.

    Dentro do Bellagio, que é o hotel que acontece a apresentação do "O"

    Dentro do Bellagio, que é o hotel que acontece a apresentação do “O”

  7. Entrega de panfletos sobre “serviços” nas ruas 

    Uma coisa que eu achava curiosa e que também me perturbava um pouco é que em locais determinados da strip, uns homens ficam entregando panfletos para a multidão. Muitos desses panfletos eventualmente terminam no chão sujando tudo (o que é obviamente um problema), mas o conteúdo deles era o que chamava a atenção.
    Todos eles ofereciam serviços de “escort”, que é uma maneira bonitinha de dizer prostituição. Curiosamente essas pessoas só entregavam os panfletos para homens, e lá nos panfletos tinha telefone, endereço e outras coisas que indicavam onde encontrar esses serviços.

    High Roller ao fundo

    High Roller ao fundo

  8. A Strip está cheia 24h por dia 

    Diferentemente da grande maioria das cidades do mundo, Las Vegas possui multidões de pessoas em todas as horas do dia! Claro, com shows, nightclubs, bares e outras atrações, a cidade não para nunca!
    As calçadas e ruas estão sempre movimentadas, e se você encontrar algum lugar com menos gente, é bom ficar alerta, pois possivelmente aquele lugar não deve ser seguro.

    Show das fontes, que acontece todas as noites

    Show das fontes, que acontece todas as noites

  9. Mantenha-se 100% hidratado 

    Tá, comecei esse tópico com uma piada, mas a dica de beber muita água durante sua estadia em Las Vegas é muito séria. Se você olhar ao redor, a cidade fica no meio do nada, bem no meio do deserto de Mojave, então já imaginamos que a umidade é bem baixa.
    Confesso que minha pele do rosto e meu cabelo amaram a secura, mas meus tornozelos não, haha. Então além de beber muita água, não se esqueça de passar um hidratante e também o bom e velho protetor solar.

    Fachada do Venetian/Palazzo

    Fachada do Venetian/Palazzo

  10. A Strip é muito engarrafada 

    Basicamente quase tudo que você pode imaginar em Las Vegas se encontra na Strip, e por incrível que pareça, essa larga avenida de 4 vias por sentido fica congestionada quase todo o tempo!
    É muita gente entrando e saindo dos estacionamentos e parando nas calçadas o tempo todo, o que irrita um pouco. Às vezes compensa ir caminhando de um ponto a outro, mas não se engane pois a strip pode parecer curta, só que não é! Com a questão da umidade baixa, é fácil ficar com sede durante caminhadas longas, então é sempre bom ir tomando algo no caminho.

    Fachada do Paris

    Fachada do Paris

Então, espero que vocês tenham gostado! Aproveite a ida à sin city e não se esqueça da primeira frase do post: o que acontece em Las Vegas fica em Las Vegas.

Passagens compradas: Orlando

Como eu já contei neste post, eu sempre sonhei em conhecer os parques da Disney desde pequenininha, mas infelizmente essa viagem demorou muito para acontecer. O passado já foi e hoje eu consigo aproveitar mais do que nunca as oportunidades de sair da minha cidade, um grande triunfo para quem acreditava que os grandes monumentos do mundo eram inalcançáveis!

Eu gosto de viajar para destinos diferente (vide Sibéria por exemplo), mas se divertir em lugares mais conhecidos é igualmente ótimo! Por isso, estou indo de novo a Orlando daqui a uns dois meses! \o/

Bem, eu vou tentar compartilhar alguns dos meus conhecimentos e dicas aqui pra vocês, assim como uma espécie de planejamento de viagem. Espero que ajude. =)

MK, seu lindo!

MK, seu lindo!

Primeiro passo: Compra de passagens

Então, geralmente as passagens para os Estados Unidos não são tão caras aonde eu moro, e sempre existem promoções, especialmente pra Miami e Orlando. Das outras vezes que eu fui aos Estados Unidos, cheguei por Miami e teria sempre que ir pra estrada para chegar em Orlando. Pela Florida Turnpike, uma rodovia que cruza o estado, a viagem dura de 3 a 4 horas em quase numa linha reta, e com vários lugares onde é possível fazer paradas estratégicas.

Dessa vez, vamos chegar diretamente em Orlando pela Copa Airlines, fazendo conexão no Panamá. Saio daqui às 3:20 da manhã e meio dia já terei chegado no destino final. Comprei as passagens num preço promocional, e mal espero a data da viagem.

Hotel Hyatt, que fica dentro do aeroporto de Orlando.

Hotel Hyatt, que fica dentro do aeroporto de Orlando.

Segundo passo: Definição dos parques e eventos a cada dia

Vamos viajar numa quinta, e voltamos na quinta seguinte. Para aproveitar o máximo possível dos parques e das atrações, observamos o calendário de eventos (não consegui fazer o upload do arquivo aqui :/ ), e definimos a nossa programação:

  • Quinta: Chegada e Downtown Disney
  • Sexta: Epcot
  • Sábado: Magic Kingdom
  • Domingo: Compras
  • Segunda: Hollywood Studios
  • Terça: Universal Studios
  • Quarta: Islands of Adventure
  • Quinta: Retorno para casa

O motivo por trás de ter selecionado esses dias para estas atrações é simples e se chama Magic hours. Essas horas mágicas são exclusivas para hóspedes dos hoteis da Disney, e elas dão a permissão de ficar mais tempo nos parques.

Te peguei, Huguinho! (Ou Zezinho. Ou Luisinho...)

Te peguei, Huguinho! (Ou Zezinho. Ou Luisinho…)

Como assim?

Em certos dias, o parque ou abre mais cedo, ou fecha mais tarde para os hóspedes dos hoteis e resorts da Disney! Às vezes, o parque fica aberto até duas horas depois do fechamento exclusivamente para os hóspedes Disney.

Acabamos preferindo aproveitar as Magic Hours noturnas. Alguns dizem que não pode valer tanta pena assim devido ao fato de ser um pensamento meio “coletivo” entre os hóspedes, e o parque pode continuar cheio. Porém eu acredito que mesmo que a manhã seja mais tranquila, é preciso haver muita disposição para estar lá no portão dos parques uma hora mais cedo que o normal, e como eu me conheço, corro o risco de me cansar muito mais e acabar não aproveitando os parques da maneira que eu pretendo. Mesmo com esse “risco” de lotação, ainda tenho pelo menos mais uma hora garantida à noite de qualquer jeito.

Multidão indo assistir o Fantasmic!

Multidão indo assistir o Fantasmic!

Terceiro passo: Reserva de restaurantes

Esse é um passo opcional para quem pretende viajar à Orlando. Já passamos certo “aperto” na hora de comer, devido ao fato dos restaurantes serem bem cheios no almoço e jantar, tendo que optar pelo fast food.

Dessa vez decidimos comer um pouco melhor, e desde já, fizemos as nossas reservas! Para isso, é necessário fazer uma conta no My Disney Experience, que é um portal que pode gerenciar todas as suas reservas, como ingressos, parques, hoteis, restaurantes e fast pass, por exemplo.

Após a criação da conta, especifique quem são os viajantes que vão com você, e de lá ele já cria uma estimativa do número de pessoas por reserva.

Dentro do portal, você pode filtrar os restaurantes por localização, seja um parque, Downtown Disney, resorts e assim por diante. Ao selecionar qualquer um deles, você poderá observar fotos, menu e faixa de preço. Para comentários de pessoas que foram a esses restaurantes, fica a dica de jogar o nome destes no Trip Advisor, onde as pessoas dão dicas e palpites dos lugares que foram.

No lado direito da tela, existe uma espécie de calendário, onde é possível consultar em que dia e em que hora existe a possibilidade de se fazer a reserva. Ao escolher qual é o melhor dia e horário, ele vai pedir a confirmação de quantas pessoas pela reserva, e vai pedir um número de cartão de crédito como garantia.

Se você quiser, já é possível de gravar esse número de cartão no site para que as outras reservas – como ingressos e hoteis – sejam faturadas ali.

Só para dar um exemplo, reservamos três restaurantes: o T-rex em Downtown Disney (com tema de dinossauros), o The Plaza no Magic Kingdom (de aparência que lembra o sul dos Estados Unidos) e o Chefs de France no Epcot (com gastronomia francesa).

Downtown Disney

Downtown Disney

Quarto passo: Compra de ingressos do Universal Studios

Então, os parques da Universal em Orlando também são muito visados por brasileiros que vão à Flórida. Em Orlando, eu só fui uma vez no Universal Studios, e tem alguns anos. Acabei não visitando o Islands of Adventure por que eu estava com um problema no pé, mas dessa vez não passa a minha ida lá! :)

Na vez que eu fui ao Universal Studios em Orlando, achei tudo muito tranquilo, sem filas e ótimo de passear. Deu pra aproveitar bastante os brinquedos, e tirei muuuitas fotos! Esse ano, eu fui ao Universal Studios em Los Angeles e posso dizer que os dois parques são bem semelhantes e muitas atrações são as mesmas, como o simulador dos Simpsons, o show 4D do Shrek e a montanha russa da Múmia por exemplo. Mas em Los Angeles, tem o Studio Tour, que foi demais, e prometi pra mim mesma que eu iria escrever um post aqui sobre ele <3.

Mas enfim, como pretendo passar um dia em cada parque, vou comprar o Single Park admission, que custa 68 dólares por dia, e dá o direito de aproveitar um parque mais o City Walk. Para aqueles que tem interesse de comprar o ingresso que permita ir e voltar de um parque pra outro, o ingresso custa 88 dólares por dia (isso considerando que você vá para lá e passe dois dias nos parques).

Pelo preço e objetivo de aproveitar bem os dois parques sem precsiar ir e voltar, reafirmo que vou comprar o Single Park admission. Até o fim desse mês, eu compro esses ingressos.

@Jaws

@Jaws

Quinto passo: Reserva de hoteis da Disney

Vamos reservar nossos hoteis logo em janeiro! Uma coisa de cada vez, né? :)

Como já disse acima, ficar em hoteis da Disney te dá ótimas vantagens, além de sempre contar com um excelente serviço da entrada até a partida. Além do mais, achei uma gracinha o fato de ter me hospedado num hotel Disney, hahaha.

Outra vantagem de se ficar em hoteis da Disney são os transportes para os parques e outros complexos. Serviços de ônibus exclusivos da Disney são oferecidos continuamente e te leva dos hoteis para os parques, Downtown Disney, e outros complexos Disney. Alguns deles oferecem transporte de barco para determinados parques, por exemplo.

Só para ter uma ideia, quando eu fiquei no Grand Floridian, além do serviço de ônibus, existe conexão de barco, e um monotrilho passa na porta do hotel. Para ir ao Magic Kingdom, era necessário descer na primeira parada do monotrilho, e pra voltar, na primeira parada do barco (Mas atenção! Existem diversos cais no MK, e observe de qual cais o barco vai pro seu hotel!).

Ah, fica a dica das Magic Bands, que são as famosas pulserinhas da Disney! Ao fazer o check in no hotel, elas servem como suas chaves do quarto, ingressos do parque, entrada de fast pass, e se você quiser comprar algo nos parques e não tiver o cartão ou dinheiro em mãos, é só ativar a pulseirinha que ela já fatura no seu cartão de crédito cadastrado no My Disney Experience!

Então, dessa vez, não vamos ficar no Grand Floridian e vamos “testar” algum novo. Uma vez a minha mãe ficou num que o tema era da Ariel e se apaixonou. Acho que vamos ficar por lá :)

A entrada do Grand Floridian

A entrada do Grand Floridian

Sexto passo: Compra de ingressos Disney e Fast Pass

Esse passo é bem tranquilo, e também feito no lindo My Disney Experience. Você tem a opção de comprar a quantidade de ingressos que quiser, e fica a dica que a cada mais ingressos, o preço relativo de cada um vai diminuindo!

Depois com os ingressos já em mãos (ou no site, risos), é possível de fazer as reservas do Fast Pass. Esse passe, também conhecido como “fura fila” é essencial nas atrações mais disputadas de cada parque, e cada pessoa tem direito a três fast passes por dia em três diferentes atrações.

O critério de cada fast pass depende de cada pessoa. Se você quer algo mais emocionante, fazer o fast pass na Torre do Terror, na montanha russa do Aerosmith ou ir pra Splash Mountain é essencial (já que as três são bem disputadas). Se você quer algo mais clássico, talvez o fast pass para o Piratas do Caribe, o Toy Story ou a montanha russa dos sete anões seja mais apropriado. Maas se você quiser encher seu livro de autógrafos dos personagens, pegue o fast pass que tenha encontro com os personagens!

Fica a dica que algumas atrações não fazem valer a pena o fast pass. A jornada do ursinho Pooh, apesar de fofinha tem uma fila bem demorada, e muitos concordam que não vale a pena a espera (nem o fast pass). Outras, como o It’s a small world, as xícaras malucas e até mesmo a mansão mal assombrada (que tem um tempo de fila razoavelmente considerável), não consigo ver necessidade de usar fast pass.

Ah, vale a pena lembrar que as parades e o Wishes não tem fast pass. O “fast pass” é justamente chegar cedo e pegar um lugar bem na frente pra assistir tudo. :)

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Sétimo passo: Aluguel de carro

Ter um carro é essencial para quem vai para Orlando! Se você não vai ficar em um hotel Disney, mais essencial ainda. Tudo é distante, incluindo outlets, outras atrações como o Sea World, o Kennedy Space Center e o Busch Gardens (que fica em Tampa), e não é bom, e nem muito viável o uso de táxi.

Estacionamentos são gratuitos, leis de trânsito são respeitadas, e as estradas são ótimas. Não tem o que temer, mas fica a dica de que é necessário saber dirigir carro automático, e de dicas como abastecer! :) (Vou contar minha experiência abastecendo carro por lá por aqui assim que chegar!)

Sobre carros e preços, fique de olho na quantidade de pessoas que vão com você! Dessa vez, só comigo e com a minha mãe, vamos alugar um Sedan, possivelmente um Corolla. Quando vamos em maior número, alugamos carros tipo SUV. Na nossa viagem pela costa da Califórnia, ficamos com uma SUV que dava até 8 pessoas e foi ótimo! :)

Fica a dica de levar um GPS daqui. Seja seu ou emprestado, às vezes não é bom confiar no GPS que eles alugam na operadora. Experiência própria.

On the road...

On the road…

Oitavo passo: Comprar ingressos para o Cirque du Soleil

Em Orlando, existe um show permanente do Cirque du Soleil chamado “La Nouba”. Eu apenas pude assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil em Vegas, e me apaixonei! Mas como temos outras prioridades (como os parques, hihihi), e temos já o jantar no T-rex no dia que pretendemos ir assistir à La Nouba, e por isso ainda não temos certeza se vamos lá.

Os ingressos são vendidos no site do Cirque du Soleil via ticketmaster. É possível de imprimir o próprio ingresso em casa e apresentar na hora. Ah, e as apresentações ocorrem em Downtown Disney, numa enorme tenda branca instalada ali.

Cirque du Soleil, em Downtown Disney

Cirque du Soleil, em Downtown Disney

Nono passo: Seguro viagem e preparativos finais

Seguro viagem é obrigarório para qualquer viagem ao exterior! É possível comprar em qualquer agência de viagens ou mesmo pela internet.

Confesso que não tenho preferências por seguro saúde, mas prefiro não usar o ofertado pelo cartão de crédito, nem o que é vendido na CVC. Sempre tenho dificuldades ao ativar o primeiro, e no segundo, eles se negaram a me ajudar numa situação de emergência no exterior devido à falta do cadastro do hospital que tinham me levado (que era o único na cidade).

Mas enfim, com passaporte, visto, passagens, seguros, ingressos, todos os tipos de reserva possíveis, e claro, muito dinheiro e cartão liberado, aproveite sua viagem a Orlando! Contando os dias aqui para fazer a minha. :)

Mickey e Minnie

Mickey e Minnie

Disney’s Grand Floridian Resort and Spa: SIM!!

Aqui no meu blog eu gosto sempre de destacar as experiências e impressões que tive em algumas das minhas viagens, e raramente eu falo dos hoteis em que eu fiquei. Hoje eu vou abrir uma exceção, e destacar um hotel incrível que eu tive o prazer de ficar, cuja hospedagem por si só já foi uma incrível experiência. O Grand Floridian é incrível, e se puderem, passem algumas noites por lá!

A entrada do Grand Floridian

A entrada do Grand Floridian

A Disney possui uma ampla rede de hoteis, especialmente em Orlando. De uma maneira geral, a Disney oferece um excelente serviço de hotelaria, mesmo nos lugares mais populares, como o Art of Animation, o Animal Kingdom Lodge, o Old Key West e afins.

De todos os hoteis da rede da Disney em Orlando, três se destacam sobre todos: o Disney’s Contemporary Resort (com um tema inspirado no modernismo), o Disney’s Polynesian Resort (como o nome já diz, inspirado na Polinésia) e o Disney’s Grand Floridian Resort and Spa (de estilo Vitoriano).

Em uma viagem anterior, eu já havia visitado o Polynesian, onde eu havia tomado café com o Mickey. Sinceramente eu havia me apaixonado pelo hotel! Super bem decorado e atendido, o Polynesian já demonstrava uma pomposidade incrível – e eu queria muito ter a oportunidade de ficar lá alguma vez.

Quando surgiu uma nova oportunidade de irmos à Disney, demoramos a decidir o hotel. Até que num momento de empolgação, o marido da minha tia reservou o Grand Floridian para todos – 4 adultos e 2 crianças.

Chocolatinho que recebíamos todas as vezes que a camareira ia ao quarto.

Chocolatinho que recebíamos todas as vezes que a camareira ia ao quarto.

Não era o Polynesian, mas depois que eu vi o hotel e li suas recomendações, aguardei ansiosamente pelo dia em que chegaríamos a Orlando! E quando chegamos, certamente todas as expectativas haviam sido realizadas.

Primeiramente, fomos recebidos na portaria do hotel com entusiasmo: “Estávamos aguardando por vocês!”. Se estavam ou não, qualquer recepção calorosa já alegra qualquer hóspede.

Ao parar na frente do hotel, fomos recepcionados por um senhor do valet. Ele nos deu boas vindas, apresentou o hotel, deu algumas instruções e nos seguiu a uma próxima pessoa – tudo de uma maneira bem alegre e cordial!

Passeando pelo hotel.

Passeando pelo hotel.

Essa próxima senhora fez tipo uma “triagem” e nos levou ao check in, onde fomos muito bem atendidos e recebemos várias informações do hotel, dos parques e de tudo mais da Disney que tínhamos dúvidas. Também recebemos nossas pulseiras: elas seriam nossas chaves do quarto, entradas do parque e também eram nossos fast passes.

Após o check in, um outro rapaz nos levou num carrinho de golfe para os nossos quartos, já que o Grand Floridian possui vários prédios, com 4 ou 5 andares cada um. A parte legal foi que esse rapaz se “comoveu” com a gente, já que ele achou o quarto pequeno demais para 6 pessoas. Ele ligou para a recepção e conseguimos um quarto maior! Outro ponto positivo.

Falando mais da infraestrutura do hotel, ele possui duas piscinas incríveis, 6 restaurantes, uma loja da Disney, um spa chamado Senses, uma programação diária de lazer para crianças, fica na beira de um lago e tem conexão direta com os parques através do ferryboat, de ônibus e também de monotrilho! Tem um dos restaurantes que funciona 24h. Uma vez, pedimos uma pizza de madrugada. 10 dólares e muito gostosa!

Uma das piscinas do Grand Floridian

Uma das piscinas do Grand Floridian

Por exemplo, fomos ao Magic Kingdom de monotrilho – é a primeira parada depois do hotel. Só subir ao segundo andar, esperar na plataforma e aguardar a chegada! Com nossas pulseiras, acessamos tudo de maneira fácil e rápida. Na volta já não é tão interessante voltar de monotrilho, devido à volta que ele vai dar até chegar no hotel. A melhor jogada é voltar de ferryboat, já que o Grand Floridian é a primeira parada. Mas é preciso conferir na plataforma as estações onde o barco vai parando!

Outra coisa que queria destacar do Grand Floridian foi o jantar e café da manhã que tivemos com os personagens! Nós reservamos tudo pelo site da Disney, onde temos cadastro, e só aguardamos o dia. Numa noite jantamos com a Cinderela, o Príncipe Encantado (que falava português), a Madastra e as irmãs malvadas (e hilárias) da Cinderela. Na manhã seguinte tomamos café com o Ursinho Pooh, o Tigrão, a Mary Poppins, a Alice no país das Maravilhas e o Chapeleiro Maluco.

No menu do jantar haviam saladas, acompanhamentos, salmão, sushi, lasanha, porco, carnes, sopa e muito mais! Os doces também estavam maravilhosos! Já no café da manhã, havia o famoso waffle com o formato da cabeça do Mickey, crepes (feitos com os seus ingredientes), vários pães, sucos, ovos, queijos e afins. Tudo delicioso, e no nosso hotel!

Alguns dos doces

Alguns dos doces

Simplesmente amei o Grand Floridian. Alguns pequenos detalhes fizeram toda a diferença: o atendimento feito sempre com grandes sorrisos, a arquitetura do lugar, a banda de jazz que toca toda noite ali, a paisagem da beira do lago, o wifi gratuito em todas as áreas do hotel… Só vou ficar por lá quando for a Orlando!

Dentro do hotel.

Dentro do hotel.

 

Los Angeles: Impressões

Antes de viajar a Los Angeles, eu tinha uma imagem já pré definida da cidade. Muita gente bonita, compras, mansões, carros (muitos carros) e aquele clima de celebridades, festas e afins.

Confesso que foi isso mesmo que vi na Cidade dos Anjos! Em certos termos confirmei minhas expectativas e afirmo: Los Angeles merece ser visitada pelo menos uma vez na vida, especialmente se você gosta de cinema, música e artes em geral.

Porém (como toda viagem, obviamente) sofri algumas decepções e certos arrependimentos (se essa é a palavra mais adequada) com a maior cidade da Califórnia.

At Sunset Boulevard

At Sunset Boulevard

1. Sunset Strip e Hollywood Blvd: decepção.
Sabe, eu sempre achei que iria ficar impressionada com essas duas avenidas. Sempre vi várias festas, pessoas interessantes e parecia que tudo em LA circulava em torno dali. Eu não passei por lá à noite e não vi pessoalmente como as coisas seriam ali. Mas de dia, essas duas avenidas pareciam normais e sem emoções: obras, mendigos, algumas lojas meio esquisitas e nada de interessante.
Me decepcionei também com o fato de que todo mundo fala bem delas, especialmente da Sunset Strip. Vai ver que eu não tive sorte mesmo.

2. Carros, muitos carros.
Prepare-se para passar muito tempo no trânsito em Los Angeles! Apesar das freeways e carpools, sempre tem muitos carros ali! Obras também são comuns nas ruas, já que eles estão em constante processo de renovação e crescimento, então já planeje suas saídas de carro considerando um possível delay por causa do trânsito.

Traffic Jam

Traffic Jam

3. Rodeo Drive: Preciso ser rica.
Passeando pela Rodeo Drive, a impressão que dá é que todo mundo ali já nasceu rico. Só carros de luxo, lojas de marca e exclusivas, pessoas formadoras de tendências e turistas dispostos a gastar alguns milhares de dólares ali. Claro que existem lojas mais “humildes” e acessíveis, mas em geral, a Rodeo Drive é aquela avenida que exala riqueza e prosperidade.
Me arrisco até a falar que a Rodeo Dr é mais interessante que a Quinta Avenida.

4. Beverly Hills: Preciso ser ryyyyyyyyyycaaaaaaaaaa!!
Me senti mal em Beverly Hills. Realmente percebi que eu tenho que arrumar alguma maneira de ser bem sucedida e enriquecer asap. Mansões espetaculares, vizinhança bem agradável, organização, carrões e gente bem interessante. Wait for me!!

5. Calçada da fama: nem acredito que não visitei.
Me julgue: não fui visitar a calçada da fama. Enquanto estávamos lá não vimos necessidade de procurar nomes de celebridades no chão, mas o arrependimento de turista bateu após a volta pro Brasil. Menos mal, já é um motivo para voltar no futuro a Los Angeles.

Entrada de Downtown Disney, em Anaheim.

Entrada de Downtown Disney, em Anaheim.

6. Nota mental: Não ficar (só) em Anaheim.
O nosso hotel era em Anaheim: cidade arrumadinha e bem estruturada. Ao lado da Disneylândia, muitos turistas a escolhem para ficar hospedados em hoteis confortáveis sem pecar pelo preço. No entanto, Anaheim fica bem ao sul da Região Metropolitana de Los Angeles: longe de Santa Monica, Venice Beach, e até mesmo de Hollywood e Downtown Los Angeles.
Numa próxima vez, considerando também questões de trânsito e deslocamento, não pretendo ficar localizada em um só hotel. Los Angeles é gigantesca (levamos duas horas de Ventura até Anaheim) e a melhor jogada é casar os hoteis com as visitas.
Se queres visitar Malibu, é bom ficar num hotel lá ou em Santa Barbara. No dia seguinte, se pretendes ir até Santa Monica, fique num hotel por lá. Se queres ir pra Disneylândia já no fim da viagem fique em Anaheim ou em Orange. Querendo ou não, o tempo e o trânsito comprometem muito a duração da nossa viagem.