A Casa dos Contos de Ouro Preto

Como boa cidade histórica, Ouro Preto possui uma série de lugares interessantes pra visitar: alguns são maravilhas a céu aberto, e outros são museus um pouco mais convencionais. Um dos lugares que mais chamam a atenção é a Casa dos Contos, e vou explicar o motivo nesse post!

P1150321

Maquete da Casa dos Contos

Um pouco sobre onde fica e o que é a Casa dos Contos

Localizado na rua São José e cercado por vários comércios e restaurantes (ou seja, sempre tem muita gente ao redor), a Casa dos Contos é um museu focado em história numismática e algumas outras coisas. A casa onde o museu se encontra tem tudo a ver com o motivo deste.

Originalmente ela foi uma residência pertencente a João Rodrigues de Macedo, e dentre várias coisas, chegou até a abrigar os inconfidentes por algum tempo. Por causa de dívidas do dono, esta edificação virou propriedade do estado no final dos anos 1700s, e algumas instituições tiveram sede ali. A mais notória era a fundição do ouro, onde uma parte do ouro de Minas Gerais era padronizada através de barras de ouro.

O edifício foi construído no estilo barroco, e acabou sofrendo uma restauração completa em tempos recentes, com o objetivo de transformá-lo em museu! Atualmente, o prédio e o museu são mantidos pelo Ministério da Fazenda e a entrada é franca.

P1150320

Varanda interna da Casa dos Contos

Numismática, finanças e economia

A visita começa pela parte de cima da casa, onde subimos uma escadaria e já nos deparamos com um balcão.

Como falei brevemente acima, a Casa dos Contos possui uma grande coleção numismática (exposição de moedas e notas de dinheiro antigas e atuais), e contempla períodos da história brasileira como colônia, império e república. É interessantíssimo ver a “evolução do dinheiro” de acordo com a necessidade da época, e fora isso as salas de exposição possuem vídeos explicativos e paineis com textos explicativos para os curiosos.

Além das notas e moedas, alguns utensílios relacionados estão presentes, como prensa para cunhar as moedas e alguns tipos de impressoras estão em exposição.

Como pessoa da área de economia e finanças, achei essa parte da visita sensacional! Aprendi fatos interessantes, relembrei algumas coisas da época da faculdade, e para mim, é importante ver com meus próprios olhos algumas coisas que só imaginávamos que existiam.

P1150328

Algumas notas em exposição

Escravidão

Após visitar a parte superior da casa, vamos para a segunda parte da visita que contempla o térreo e o subsolo. Essa parte da visita não pode ser fotografada, que contempla o porão da casa e a senzala. O timing da casa já indica que parte de sua história abrangeu o período da escravidão, e a primeira parte da visita acaba que nos faz esquecer disso.

A senzala é uma espécie de jardim dos fundos bem pequeno, e não assusta tanto. Já a cozinha e o porão são chocantes ao perceber as condições insalubres que aquelas pessoas viviam: pouca ventilação, pouca luz, fora todo o desconforto do local. Não encontrei informações de quantas pessoas moravam ali, mas aposto que eram muitas.

Uma seção possui alguns objetos em exposição; alguns eram utilizados pelos escravos no seu dia a dia, como utensílios de cozinha e alguns outros tipos de ornamento, e outros focavam mais em métodos de tortura utilizados contra essas pessoas. Justamente por sinal de respeito é pedido que as pessoas não tirem fotos, e aparentemente todos que estavam lá não fizeram isso.

Vale a pena visitar?

Eu sou a louca dos museus: onde tem um, faço questão de visitar! Adoro saber curiosidades sobre muitos assuntos, e o método de exposição de muitos museus me é interessante.

Os assuntos abordados na Casa dos Contos foram interessantes pra mim: o aspecto financeiro apresentado na parte superior, e um choque de realidade que a nossa história traz na segunda parte da visita.

Acho que vale a pena visitar sim pelo fato de que é nossa história (devemos conhecer o que se passa), a entrada é gratuita e o passeio não leva muito tempo. Ao redor do museu existem outras coisas para se ver, além de muitos restaurantes. Fora que o edifício em si (arquitetonicamente falando) é uma outra obra de arte a ser apreciada.

P1150322

Moedas – valores e anos

Anúncios

Museu do Ouro: finalmente

Depois de algumas idas a Bogotá, finalmente fui conhecer o Museu do Ouro, um dos principais pontos de interesse da capital colombiana! Acredito que este seja o museu mais importante do seu tipo no mundo, e não é para menos. São milhares de peças, quatro andares de exposições, e todos apresentam muitas informações interessantes.

20180328_100654

Algumas informações

O Museu do Ouro se localiza no centro de Bogotá, na região da Candelária. Ele não fica exatamente no coração do centro histórico, mas nada que uma caminhada rápida não resolva tudo.

O museu abre todos os dias, exceto nas segundas. A entrada custa 3000 pesos; se for com audioguia o valor sobe para 8000, mas aos domingos a visita é gratuita. (Nota importante, na Colômbia, 1 real vale aproximadamente 1000 pesos).

Há visitas guiadas em certos horários (eles avisam na hora), e elas são gratuitas.

20180328_100707

O que o museu apresenta?

O nome já ajuda a entender: o foco do museu são peças de ouro, em sua maioria. Essas peças foram encontradas em várias regiões da Colômbia, e elas foram trabalhadas por povos pré-colombianos com diversas finalidades, especialmente em ornamentos.

É impressionante ver a riqueza de detalhes nestas peças! O museu também mostra os materiais e artefatos utilizados na confecção destes ornamentos, e posso dizer que em geral, eles são muito rudimentares! Para mim, é um mistério saber como eles conseguiam fazer peças tão lindas com pouca tecnologia disponível.

Dentre os objetos em display, existem brincos, colares, coroas, vasos, e outras coisas! Também existem múmias e pecinhas minúsculas, porém lindas.

Conforme exploramos as dependências do museu, vemos como ele é organizado! O trabalho de iluminação também valoriza bastante as peças.

 

20180328_101407

20180328_104422

Algumas recomendações

O museu é maravilhoso e muito informativo. Certamente é um lugar imperdível para visitar em Bogotá. Ali dentro existe um café e uma loja que vendem artefatos, inclusive de ouro (claro que não com os preços mais acessíveis), mas é interessante ver.

A região onde o museu do ouro fica não é das mais seguras da cidade, por causa do alto fluxo de pessoas. É recomendável que não se ande mostrando objetos como câmeras e celulares, e é bom deixar as bolsas bem coladinhas ao corpo e os olhos precisam estar sempre atentos. Recomendações que a gente sempre tenta seguir em qualquer lugar, não é mesmo? :)

20180328_10380720180328_103429

Eu sempre quis ir ao Museu do Ouro, mas obrigações familiares nunca me permitiam fazer isso. Dessa vez, cheguei já falando que eu tinha que passear pelo centro de qualquer maneira, tanto que no primeiro dia já fui bater perna no centro, haha. E minha intuição tinha certeza, pois o centro de Bogotá (incluindo o Museu do Ouro, claro) é fantástico! Muito bom

 

20180328_10310820180328_102748

 

 

 

 

Como visitar os pontos de interesse em Moscou de metrô?

Olá, pessoal! Baseado nesse post aqui sobre Paris e este outro sobre Budapeste, vou falar para vocês qual é a melhor estação de metrô para visitar alguns lugares interessantes na capital russa. Também já contei um pouco sobre a história do metrô mais bonito do mundo na minha opinião (link abaixo), e desde já adianto que se locomover neste transporte público em Moscou é muito fácil, prazeroso, e até interessante, já que ele parece uma obra de arte.

Você pode gostar também: Você pode me encontrar dentro do metrô

1.Região da Praça Vermelha

Estação interessante: Teatralnaya (Театральная) – Linha 2 (verde)

O lugar mais icônico de Moscou (e talvez de toda a Rússia) se localiza bem no centro da capital. A partir de lá, a cidade cresceu e se desenvolveu, e por causa disso, muitos lugares importantes da cidade se localizam em seu entorno, como a Catedral de São Basílio, o Kremlin, o GUM, o Teatro Bolshoi e muitas outras coisas.

Uma série de estações de metrô se localizam ao redor da Praça Vermelha, mas na minha opinião, a Teatralnaya é a que se encontra em melhor posição. De lá, é possível explorar essa região e arredores. Mas se você quiser conhecer partes específicas dos arredores, como por exemplo só o Kremlin, existem estações mais específicas.

St Basil’s

2. Kremlin e museu do Exército

Estação interessante: Okhotny Ryad (Охотный Ряд) – Linhas 1 e 2 (vermelha e verde)

A Okhotny Ryad é uma estação que fica bem mais próxima à entrada do Kremlin, e confesso que era a que eu usava mais. A saída do metrô fica bem mais próxima do guichê que vende os ingressos para conhecer o que existe por dentro da muralha vermelha, assim como o museu do Exército, que gostei muito.

Também existe um shopping com esse mesmo nome com ótimas lojas e restaurantes. Os preços não são tão altos como no GUM, e dá para fazer boas compras ali. Outra estação da linha vermelha perto dali é a Biblioteka Imeni Lenina (Библиотека имени Ленина), que pelo nome já dá para perceber quem ela homenageia. Enfim, é também possível descer ali, mas a “pernada” é um pouco maior.

Caminhos do parque de Alexandre, atrás do Kremlin

3. Rua Arbat

Estação interessante: Smolenskaya (Смоленская) – Linha 3 (azul escuro)

A rua Arbat é uma das mais conhecidas de Moscou devido à grande quantidade de lojas, bares e restaurantes. Ela é bem extensa e gostosa de caminhar, e inclusive já fiz um post sobre ela aqui.

Existem duas estações de metrô da mesma linha que são interessantes para se chegar à rua Arbat: a Arbatskaya (Арбатская) e a Smolenskaya, que citei acima. Eu prefiro a Smolenskaya pelo fato de que faz mais sentido chegar por ela. A estação fica bem num dos inícios da rua e se você seguir direto, vai parar adivinha onde? Na praça vermelha, onde todas as ruas convergem em Moscou, haha.

Acho mais confuso chegar pela Arbatskaya, pelo menos eu sempre me confundia! Ela não fica exatamente na rua Arbat nem na Novy Arbat, enquanto você já sai direto na rua de interesse se você escolher chegar na estação Smolenskaya.

Rua Arbat

4. Teatro Bolshoi

Estações interessantes: Lubyanka (Лубянка) – Linhas 1 e 7 (vermelha e roxa) ou Teatralnaya (Театральная) – Linha 2 (verde)

O Teatro Bolshoi fica bem perto de você já sabe onde (Praça Vermelha, óbvio, hehe), mas existem outras opções de chegada além da estação Teatralnaya (que leva esse nome por causa do Teatro Bolshoi).

A estação Lubyanka fica em igual distância da Teatralnaya, e ali também existe a oportunidade de ver o antigo prédio da sede da KGB, a polícia secreta soviética, que também se chama Lubyanka.

Placa indicativa próxima ao Teatro Bolshoi

5. Estádio Luzhniki

Estação interessante: Sportivnaya (Спортивная) – Linha 1 (vermelha)

Quando eu visitei Moscou, meu smartphone era tão ruim que ainda não tinha acesso a mapas. Então quando nosso ônibus nos deixou em frente ao estádio Luzhniki, tivemos que procurar a pé e carregando malas (inclusive uma quebrada) por vários lugares até encontrar uma estação.

Acabamos descendo no Park Kultury, cuja caminhada até lá foi beeeeeem grande, cansativa e desnecessária, já que existe uma estação bem na frente (!!!!!!!) do estádio e não vimos. Fazer o quê, vida que segue.

Lembrando aqui que o estádio Luzhniki será o palco mais importante da copa do mundo do ano que vem! Então não caia no mesmo erro que eu e chegue e saia pela Sportivnaya, hehe.

6. Parque Gorky

Estação interessante: Park Kultury (Парк культуры) – Linha 5 (marrom)

O último ponto de interesse dessa lista é o Parque Gorky, e para chegar lá, recomendo chegar pela estação que utilizei para sair do estádio, ou seja, a Park Kultury. Confesso que a caminhada para chegar no Parque Gorky é meio comprida, mas não existe outra estação tão próxima quanto esta.

Saindo de lá, ainda é necessário atravessar uma ponte que cruza o rio Moscou, o que pode garantir lindas fotos. Para os que preferirem chegar do outro lado, pode descer também na estação Oktyabrskaya (Октябрьская).

 

Enfim, esses foram alguns lugares que selecionei para quem tem interesse em conhecer uma parte de Moscou por metrô. A cidade é muito grande e existem muitas outras estações: algumas linhas nem citei por serem mais residenciais ou não terem muito apelo para o turismo. Mas lembre-se que na dúvida, sempre tenha um mapa em mãos! ;)

 

O Museu de História Natural em New York

Olá pessoal, como estão?! Hoje vou contar para vocês como foi a minha experiência ao visitar o Museu de História Natural em New York. Quem gosta de biologia e de grandes exposições vai adorar essa visita, no que é provavelmente, o museu mais conhecido de NYC.

Antes de continuar, gostaria de dizer que em geral tive uma péssima impressão de New York, e exprimi meus sentimentos nesse post aqui. Meio que por causa disso, não me empolguei em postar nada sobre NY, mas ao rever algumas fotos antigas me empolguei com o Museu de História Natural.

Fazendo um mea culpa, eu confesso que esse museu e a área que ela se localiza foram os meus lugares favoritos de New York! O Museu fica em frente ao Central Park e essa é uma área muito legal para caminhadas. A vizinhança é muito boa, e ali se encontram alguns dos apartamentos mais valorizados da cidade.

Mas enfim, o museu!

Street View da frente do AMNH

Street View da frente do AMNH

(Gente, para simplificar, vou usar a sigla AMNH, que é acrônimo para American Museum of Natural History)

O AMNH é um dos museus mais antigos de New York, e ele é atrativo tanto para adultos quanto crianças. Como seu nome já diz, o seu foco é em história natural, ou seja, em biologia e no estudo da evolução das espécies.

Na época que eu fui, você tinha algumas opções de visitas: a que escolhemos foi a visita geral (General Admission) + a oportunidade de assistir um filme sobre os dinossauros no IMAX. O marido da minha tia achou essa oportunidade do filme bem interessante, então fomos lá. O preço foi de 22 dólares por adulto.

Falando em dinossauros, o AMNH possui uma vasta coleção de esqueletos de dinossauros, o que certamente é o ponto alto da exposição!  Fontes dizem que essa coleção é a maior do tipo no mundo e ela se localiza no quarto andar. Não tem como não se encantar com a grandeza e opulência desses animais! E não se engane, pois os fósseis são reais!

img_1112

img_1119

img_1074

Fóssil que fica bem na entrada do museu

Logo no primeiro andar do prédio se encontra uma das seções mais interessantes que achei, que foram os animais preservados via taxidermia no seu ambiente natural. Como assim? Os animais foram devidamente preservados por essa técnica, e para completar o ambiente, ao redor deles são reproduzidos os ambientes naturais deles, e realmente parece que você está olhando diretamente para um animal vivo na natureza.

img_1127

img_1088

img_1080

No terceiro andar se encontra uma exposição sobre as populações nativas ao redor do mundo: desde os primeiros habitantes da África até as populações ameríndias antes da chegada dos europeus. Objetos dos lugares e outros tipos de representações deixam a visita bem ilustrativa.

img_1086

img_1096

img_1091

Sobre o filme que assistimos: interessante, porém esperava mais. Na minha humilde opinião, poderíamos ter ido para a seção que falava sobre o universo (tema que adoro), porém como sempre, fui minoria.

Lá no museu tiramos uma foto com os profissionais, e me lembro que custou 10 dólares (na época). Recebemos 3 fotos, e uma delas veio num pequeno porta retratos com o símbolo do AMNH, coisinha mais fofa e que está na minha estante de viagens! :) Nossa pose foi tentando fugir do dinossauro, haha.

Existe uma parte que acabei não registrando com fotos que falava sobre a vida marinha. Muito legal e interessante todas as representações sobre o fundo do mar! Sem falar da baleia gigante em tamanho real que se encontra em exposição.

Vale a pena a visita?

Vale a pena sim, e como falei acima, o AMNH é uma atração interessante para adultos e crianças. A Gabi na época adorou a interação com os animais, e tenho certeza que hoje em dia ela aproveitaria a visita de uma maneira mais educativa, aprendendo sobre a vida animal em si.

Bi toda empolgada com o tigre

Bi toda empolgada com o tigre

Fique atento às exposições temporárias (a nossa foi um filme, né……) que são super interessantes e não ficam lá para sempre. Aproveite boas horas dentro do museu e guarde muito espaço na sua câmera, pois você não vai se arrepender!

 

 

Almoçando com os dinossauros no T-Rex Orlando

Olá pessoal! Hoje eu vou falar de um dos restaurantes mais conhecidos e disputados de Orlando, o T-Rex! Como você já pode imaginar pelo nome, esse restaurante possui um tema de dinossauros e todo o ambiente gira em torno disso. Ele fica localizado em Disney Springs (antigo Downtown Disney), e acho que vale a pena fazer uma refeição por lá!

Acompanhe também: Almoço no Epcot: Prós e Contras

20150312_191301

Cardápio e estilo de comida

O T-Rex é classificado como American Cuisine, ou seja, culinária dos Estados Unidos. Só que a impressão que eu tenho é que ele abrange uma grande quantidade de coisas, muito além do hambúrguer e do molho barbecue.

Para entradas existem uma série de opções como nachos, saladas, quesadillas, bruschettas, iscas e sopas. Os pratos principais variam de uma série de hambúrgueres, filés como o famoso New York Strip, peixes como salmão, frutos do mar, fish n’ chips e algumas massas.

De sobremesas, já ouvi falar muito bem do Chocolate Extinction que é um bolo com sorvete, caramelo e outras coisinhas, mas reza a lenda que ele dá para 4 pessoas. Como só uma pessoa estava me acompanhando e era nosso segundo almoço do dia (!!) não iríamos aguentar tamanha explosão de chocolate. (Mas já está na minha lista!)

O link para o acesso ao menu do T-Rex e todos os preços disponíveis se encontra aqui.

20150312_191332

20150312_191357

Fazendo as reservas

Como eu falei um pouco ali em cima, o restaurante é um dos mais concorridos de Orlando, e eu acredito que você não queira ficar em pé na fila por muito tempo. Como é melhor não depender do walk-in para arrumar um espaço para sentar, fazer a reserva é imprescindível.

Ainda não criei um post específico sobre isso, mas sempre cito o portal do My Disney Experience para gerenciar suas reservas em Orlando. O site é todo em inglês, mas é essencial para quem pretende manter todas as suas coisas relativas a Orlando organizadas.

Primeiramente você cria um login, e lá dentro você cria perfis de cada pessoa que vai viajar junto com você. Criados os perfis, você pode reservar uma série de coisas pelo site: hospedagem, ingressos dos parques, fast pass e os restaurantes. A única coisa que não consegui reservar foi o Cirque du Soleil, que é feito diretamente no próprio site do circo.

Acompanhe também: La Nouba, a experiência

Na hora de fazer a reserva do T-Rex, você entra na página do restaurante no site da Disney, seleciona a data e horário reservado. Você não paga nada nesse momento, apenas garante sua reserva. É bom fazer esse procedimento com uma certa antecedência, já que é provável que os horários mais disputados se esgotem logo.

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

O ambiente

O que chama mais a atenção no T-Rex é o ambiente e a decoração! A entrada do restaurante parece a abertura de uma caverna e é essa a sensação que você tem quando você adentra o lugar – que você está explorando as profundezas da terra.

Entrada do T-Rex

Entrada do T-Rex

Muitíssimo bem decorado, você almoça com vários dinossauros ao seu redor – e eles se movem e fazem barulho! Realmente parece que eles estão vivos e a cada alguns minutos todos eles fazem um showzinho com luzes, movimento e grunhidos!

O Rafa, meu priminho que devia ter dois anos na época quando ele foi, ficou morrendo de medo dos dinossauros, mas só soube falar deles quando voltou pra casa, haha.

Eu fiquei sentada numa parte do restaurante que lembra uma floresta, com árvores e mais alguns dinossauros nos rodeando. Outras partes do restaurante também são bem interessantes – tem o aquário, com destaque para o polvo gigante e uma parte que na minha opinião é inspirada na era do gelo com iluminação azul e um esqueleto gigante.

img-20150313-wa0011

Vale a pena fazer uma refeição lá?

Vale sim! O T-Rex oferece refeições muito bem servidas, o gosto estava ótimo, atendimento foi padrão Disney (ou seja, alto) e o ambiente é incrível, o mais realista possível! A comida não é barata para os padrões de muitos viajantes, mas é aceitável falando de Disney.

O bom de comer no T-Rex é a possibilidade de partir para outras atrações ali no Disney Springs, como as diversas lojas de souvenirs (World of Disney, te amo!), o Cirque du Soleil, e muitas lojas onde você poderá gastar seus dólares. Aproveite e descubra esse restaurante super divertido!

Entrada do restaurante

Entrada do restaurante (aquário ao fundo)

Por fim, a Citadella

A Citadella é provavelmente o lugar onde dá para se ver a maior parte de Budapeste. Particularmente acho que a vista mais bonita da cidade fica no Bastião dos Pescadores, mas a Citadella é igualmente impressionante e é ponto indispensável para conhecer em Budapeste.

2013-05-25_15-08-06_694

Budapeste vista da Citadella

Tanto o Bastião dos Pescadores quanto a Citadella possuem significados especiais para mim, e são símbolos dessa epopeia húngara que vivi. O Bastião foi um dos lugares que conheci no meu primeiro dia em Budapeste; já a Citadella foi o último lugar que conheci na capital húngara.

Logo nos primeiros posts do blog, escrevi um relato curto sobre esse dia. Aquele dia foi tão fantástico e maravilhoso que eu não queria que terminasse nunca! Só ficam as boas memórias e o agradecimento.

Acompanhe também: O dia em que o tempo parou

Origens

A Citadella é uma antiga fortificação húngara localizada no topo da colina Gellért (Gellért Hill) construída em 1848, no ápice da revolução húngara.O nome Citadella já dá a entender que o local tem características de uma fortaleza.

Ela fica no lado de Buda (Buda é montanhosa, enquanto Peste é uma planície), e o fato dela estar no topo de um morro, indica que sua localização foi completamente estratégica em termos militares durante as revoltas contra os Habsburgos e a ocupação soviética.

citadella

Em memória de todos aqueles que sacrificaram suas vidas pela liberdade e independência da Hungria

O que fazer na Citadella?

Hoje em dia o local não tem mais a maioria das características militares que outrora possuiu. Algumas muralhas foram derrubadas, mas a maior parte da estrutura original permanece.

Um mirante foi construído na ponta da Citadella, e é possível passar bastante tempo só admirando o Danúbio, a cidade e tentando descobrir suas ruas principais. Próximo ao mirante também se encontra a Estátua da Liberdade: construída para homenagear os húngaros mortos durante os períodos de opressão.

Na Citadella também se encontra o museu do Exército: uma série de bunkers decorados de uma maneira que te fazem voltar no tempo, durante a época das guerras.

Além do mirante e do museu, ainda é possível explorar a colina Gellért a pé, já que existem uma série de trilhas que a rodeiam do sopé até o topo. Mas obviamente, é necessário disposição, já que ali é uma subida.

citad

Despedida de Budapeste

Como citei no início do texto, esse foi o último lugar que conheci em Budapeste. Era um sábado e o meu voo para o Brasil seria na segunda de manhã. Naquele dia, o Zsolt me ligou e perguntou se eu queria dar uma volta com ele em algum lugar, mas não podia demorar já que ele possuía um compromisso à tarde.

Nessa altura eu já havia entregado as chaves do meu apartamento e estava hospedada num hotel mais ao centro da cidade. Depois de um certo horário, o Zsolt apareceu e perguntou se eu já havia conhecido a Citadella. Eu disse que não e ele me levou lá.

Nós conversamos muito durante o trajeto, e até hoje agradeço pela pessoa incrível e super prestativa que o Zsolt acabou se tornando durante toda essa viagem. Caminhamos pela maior parte do trajeto, tiramos muitas fotos e voltamos pro hotel.

Eu estava tão pra baixo naquele dia, já que a melancolia estava batendo: a maioria dos meus amigos próximos já havia ido embora. Na noite anterior tinha acontecido minha festa de despedida, com muitos rostos novos que iriam continuar a experiência que iniciei. Na sexta à noite me despedi da maioria deles, já que eu não os veria mais.

Receber a ligação do Zsolt me alegrou muito! Foi ótimo conhecer um lugar novo, e ainda em ótima companhia. Ainda nos veríamos, já que ele insistiu em me levar pro aeroporto na segunda feira.

2013-05-25_15-06-56_851

Mirante

Vale a pena conhecer a Citadella?

Então, voltando ao intuito mais informativo do post, acho que vale a pena conhecer a Citadella quando já se conheceu a maior parte das atrações de Budapeste. Como a Citadella fica bem longe do centro, ir até lá exige um pouco de tempo livre, pois acredito que a intenção da maioria das pessoas que visitam lá não é de chegar, bater umas fotos e ir embora: conhecer o bunker, comer em algum restaurante típico e andar pelas trilhas pode ser uma opção interessante para quem tem tempo e disposição.

A distância também foi um dos motivos pelo qual eu levei tanto tempo para conhecer o local! O único transporte público que chega até lá é ônibus, e como não conhecia Buda tão bem, sempre deixava para depois. Tive sorte pois o Zsolt me levou de carro até lá!

Mas enfim, o local é lindo, mas eu passaria a visita caso não tivesse muito tempo livre.

 

Vida na Irlanda: Phoenix Park em Dublin

Escrito por Larissa Pinheiro

Olá, gente! É preciso dizer antes de mais nada que é um prazer iniciar essa coluna aqui no blog da minha amiga Camilla Sandoval. Muito obrigada por me ceder esse espaço. Vamos às introduções: meu nome é Larissa, tenho 25 anos e atualmente moro na Irlanda, numa pequena cidade chamada Strokestown localizada no condado de Roscommon. Sou natural da cidade de Manaus no Estado do Amazonas, onde morei maior parte da minha vida. E pra falar de Irlanda não tem maneira melhor de começar essa categoria falando sobre um dos meus lugares favoritos daqui que é o Phoenix Park.

O Phoenix Park é considerado o maior parque da Europa. Ele possui 700 hectares (7 milhões de metros quadrados). Se você achava que o Central Park em Nova Iorque era grande, o Phoenix Park é muito maior!

img_8518

Um pouco sobre

O Parque foi inaugurado no ano de 1662 pelo mais ilustre vice rei da Irlanda, James Butler, duque de Ormond, em nome do rei Charles II. Sua área já foi muito maior no passado, hoje em dia ele se estende até quase Kilmainham, lado sul do Rio Liffey.

Natureza

Muita gente conhece o lugar pelos cervos (veados) que lá habitam. Sim, existem muitos morando lá e muitas pessoas vão para conhecê-los, alimentá-los (eles amam cenouras, vá preparado!) e, claro, tirar muitas selfies com os amiguinhos. O parque possui uma natureza incrível e 30% de sua área é coberta por árvores.

img_8264

Atrações

Afinal, o que tem pra fazer no tal Phoenix Park? Vamos lá a lista de lugares para conhecer dentro do parque.

  • Dublin Zoo
  • Pope’s cross
  • A casa do Presidente da Irlanda
  • Wellington Monument (maior obelisco da Europa)
  • Magazine Fort
  • People’s garden
  • Farmleigh
  • Ashtown Castle

screenshot_2016-12-07-16-33-52

Como chegar?

O parque fica localizado em Dublin 8 próximo a estação de trem e LUAS (metrô de superfície da cidade) Heuston. Meu conselho, caso você queira aproveitar bem sua ida ao parque e conhecer todas ou a maioria das atrações, poupe suas perninhas e pegue o ônibus (25, 26, 37, 38, 39, 70 ou 46A) ou se preferir pegue o LUAS linha vermelha até a estação Heuston.

Vale muito a pena uma tarde no Phoenix Park em qualquer época do ano. Mas o verão, em especial, é ideal! Mesmo que você não veja todas as atrações é bom ir lá pra relaxar, tomar um sol, encontrar os amigos, ler um livro ou, caso você tenha bicicleta a sua ida ao parque se  torna muito mais interessante, lá tem uma ciclovia bem grande por todo o parque.

Obelisco

Obelisco

Bom, esse foi o meu texto falando sobre o Phoenix Park e também o meu convite para todo mundo que deseja vir à Irlanda e explorar esse lindo país. Eu posso escrever mais sobre a minha querida ilha esmeralda. É só pedir que eu volto.

Para mais informações sobre o parque, acesse o site oficial do Phoenix Park!

img_8512

fullsizerender

Staré Město, a cidade velha de Praga

Praga, sem dúvida alguma, é uma das cidades mais bonitas da Europa Central, e grande parte de sua beleza vem da Cidade Velha, ou Staré Město em tcheco. O local é chamado de Cidade Velha devido ao fato de que esta é a região mais antiga da capital Tcheca, datando do século XII.

A maior parte das atrações da cidade estão ou orbitam a Cidade Velha, fazendo com que a visita ali seja indispensável a qualquer viajante. Então, este é o post de hoje: o guia completo da Cidade Velha de Praga! :)

Praga-1

Praga-1

Onde se localiza e quais são suas características gerais?

Uma coisa que ajuda para um melhor entendimento de Praga é conhecer seu mapa. A capital da República Tcheca é dividida pelo rio Vltava em duas grandes partes. A Cidade Velha se encontra na parte leste, enquanto a Cidade Baixa e o Castelo de Praga se localizam a oeste.

Vou deixar a parte oeste da cidade em outro post, já que existem muitas coisas interessantes nessa região da cidade! Só a subida a pé para o Castelo de Praga já merece um post inteiro.

Falando agora de Staré Město, esta conserva muitas características de suas origens medievais. Este bairro é composto quase que inteiramente de ruelas pedestres, com pequenas casinhas coloridas alegrando o espaço com suas estátuas e pinturas.

Segundo o nosso guia do Walking Tour, Praga era uma cidade rodada por muralhas que hoje já não existem mais. Dentro dessas muralhas se localizava a Staré Město, considerada coração e área nobre da cidade.

Acompanhe também: Walking Tours em Praga

Mesmo com o passar do tempo e a transformação de várias partes da cidade, Staré Město continua com suas características medievais e pitorescas, sendo um lugar de encher os olhos e as câmeras de qualquer pessoa.

Antes de continuar a falar sobre Staré Město, preciso compartilhar que Praga é uma das cidades que mais vi turistas na rua! Não se espante com a quantidade de pessoas, especialmente em volta do relógio astronômico.

Algumas atrações de Staré Město

A Old Town Square é a praça principal da cidade, e em torno dela se encontram os principais museus, restaurantes e igrejas da cidade. Os prédios que a circulam são coloridos e alguns possuem pinturas na sua decoração.

No final de semana que estive lá, uma feirinha bem interessante se localizava nos arredores da praça. A grande maioria vendia comidinhas (comi um bratwürst lá), mas algumas barracas vendiam artesanato. Na minha opinião, essa feira combina muito com o local.

Old Town Square

Old Town Square

O relógio astronômico é provavelmente o principal símbolo de Praga. Sua estrutura, cores, e o significado de cada pequena estátua são amplamente estudados por historiadores e entusiastas. É impressionante a quantidade de pessoas que ficam em volta do relógio!

A cada hora durante o dia (acredito que só não funciona de madrugada), uma pequena apresentação com cucos, bonequinhos e música acontece. Em tempos antigos, isso era uma comemoração pelo fato de que mais uma hora do dia havia passado. Lembrando que em tempos medievais, as pessoas acreditavam que o fim do mundo podia vir a qualquer momento.

Eu já fiz um post bem detalhado sobre o relógio astronômico, onde procuro explicar um pouco da sua história e seus significados. O chamado “Orloj” de Praga certamente merece a atenção de quem passeia por Staré Město.

Acompanhe também: 10 coisas que você não sabia sobre o Orloj de Praga

Foto do Orloj tirada bem cedinho. Ainda não haviam muitos turistas na área.

Foto do Orloj tirada bem cedinho. Ainda não haviam muitos turistas na área.

A Torre da Pólvora (ou Torre do Pó) é uma estrutura localizada bem nos limites da Cidade Velha, e este é o único pedaço restante da antiga muralha que rodeava a capital tcheca.

Sua aparência semelhante a um portal não é em vão, já que a torre era uma estrutura que dava acesso às rotas comerciais do resto da Europa, já que Praga era um importantíssimo entreposto comercial.

Durante o reinado de Maria Teresa, a grande imperatriz da Áustria, essa torre teve a função de guardar pólvora, motivo pelo qual ela recebe este nome hoje em dia.

Sair por aí...

Sair por aí…

A ponte Carlos (Charles Bridge) é juntamente com o relógio astronômico, o principal símbolo de Praga. Essa ponte pedestre e medieval foi construída por Carlos, o rei tcheco mais conhecido, em meados do século XVI.

Originalmente a ponte que vemos hoje foi construída em substituição a outra que foi destruída por uma enchente. Também contei a história dela em outro post, onde tentei contar resumidamente tudo que envolve este belíssimo lugar!

Acompanhe também: A conexão de Praga

A ponte Carlos também serve como uma “fronteira” de Staré Město, mas ao mesmo tempo ela possui a função de ligar a Cidade Antiga com a Cidade Baixa, que como disse antes, fica do outro lado do rio. Hoje em dia existem outras pontes que fazem essa ligação, mas a Charles Bridge teve essa função originalmente.

Multidão na Charles Bridge

Multidão na Charles Bridge

Fora essas atrações importantes, é muito válido conhecer a pé as ruas de Staré Město. As ruas são muito bonitinhas, e existem muitas lojas que vendem uma série de artigos relacionados à República Tcheca. Fora isso, existe uma imensidade de museus (tipo o museu do chocolate, museu da cerveja, museus com temas medievais, entre outros) e lugares onde comidinhas típicas são vendidas.

Fachadas

Fachadas

Roupa típica tcheca

Roupa típica tcheca

Centro de Praga

Centro de Praga

Bem cedo e chovia muito

Bem cedo e chovia muito

Amei Praga e pretendo voltar. Só passei um fim de semana na cidade, e tinha tanta, mas tanta coisa pra fazer que com certeza acabei não conhecendo tudo que queria. Mesmo assim, procurei caminhar por todas as ruas que podia, e adorei o que vi. Com certeza, uma das cidades mais lindas da Europa!

 

 

A foto icônica: Golden Gate

Cada cidade possui seu ícone, sua representação, sua imagem símbolo. No caso de São Francisco, quem fica com o papel de ícone é a Golden Gate, ponte suspensa que liga a cidade ao norte da Califórnia. Nesse post vou falar sobre como foi minha visita até lá, assim como curiosidades sobre a bela ponte.

Vista

Vista

São Francisco é uma cidade que dispensa comentários! De todas as cidades dos Estados Unidos que conheci, com certeza San Fran é a minha favorita por uma série de motivos, e aqui se encontram alguns:

  • a localização privilegiada entre a Baía e o Oceano Pacífico;
  • a mistura entre os estilos: natural X alta tecnologia;
  • abundância de parques e áreas verdes;
  • conexão com o mar, seja na culinária, arquitetura e outros.

Mesmo com concorrência forte, a Golden Gate se sobressai dentre todas as outras atrações da cidade. “É só uma ponte”, podem dizer, mas sua estrutura colossal ao mesmo tempo impressiona e encanta.

Acompanhe também: Até São Francisco

Como e onde tirar fotos?

São Francisco se encontra numa pequena península, então é possível de observar a Golden Gate de quase todas as partes da orla. Como possuímos pouco tempo na cidade (e realmente há muito o que fazer), decidimos escolher um só lugar para tirar nossas fotos. Para tanto, nos recomendaram um vista point logo após a travessia da ponte.

O que é um vista point? É um ponto onde você consegue ter vistas incríveis de determinado lugar. É tipo um mirante.

É impressionante ver São Francisco e Oakland tão pequenininhas assim

É impressionante ver São Francisco e Oakland tão pequenininhas assim

Então fomos lá e atravessamos a Golden Gate. É emocionante passar lá pela primeira vez, por se tratar de uma ponte tão famosa! Não sabia o que observar primeiro: se era a estrutura da ponte, a cor laranja universal ou a linda Baía de São Francisco.

Atravessando a GG

Atravessando a GG

Esse vista point não é longe do fim da travessia da Golden Gate. É uma das primeiras saídas do lado direito, estacionamos o carro e começamos a tirar fotos.

O dia estava nublado. Por isso a Golden Gate estava encoberta, vista da cidade

O dia estava nublado. Por isso a Golden Gate estava encoberta, vista da cidade

Nós atravessamos a Golden Gate de carro, mas é totalmente possível de caminhar por toda sua distância (1 milha, ou 1,6 km) a pé. Numa foto um pouco mais acima é possível de perceber isso.

Esse vista point que fomos é bem tranquilo: possui algumas pessoas, mas nada que deixe o ambiente lotado ou desagradável. Lembro aqui que é um ângulo de vista: existem outros lugares recomendados para tirar fotos com a Golden Gate. Um lugar que me falaram bem foi Crissy Field, no Presidio.

Golden Gate vista do mirante

Golden Gate vista do mirante

Curiosidades sobre a ponte Golden Gate

– A ponte recebeu esse nome deivido ao estreito que separa a Baía de São Francisco com o Oceano Pacífico: o Estreito de Golden Gate.

– Inicialmente, muitos criaram oposição pela construção da ponte. Alguns afirmavam que a estrutura tiraria a beleza natural do estreito, enquanto outros que tinham envolvimento com empresas de ferry boats que transportavam carros para o outro lado temiam pela segurança de seu negócio.

– A construção da ponte começou em 1933 e a inauguração foi em 1937. Só que a primeira vez que alguém propôs a ideia de ter uma ponte ali foi em 1872.

– A Golden Gate foi pioneira em segurança do trabalho. Numa época que muitas mortes ocorriam em acidentes de construção, medidas importantes como instalação de redes e uso de roupas de proteção foram utilizadas. Mortes ainda ocorreram, mas em número reduzido.

– Um terremoto aconteceu durante as construções, em 1935.

– Falando em terremotos, ela foi projetada para aguentar tremores de até magnitude 8.0. Ela também aguenta rajadas de vento de mais de 100 km/h.

– A cor da ponte é Laranja Internacional. Existem algumas teorias sobre a escolha dessa determinada cor, e a que eu mais apoio é a que esse tom de laranja combinaria mais com o ambiente.

– A ponte só fechou poucas vezes em toda a sua história. Três vezes foram por causa dos ventos fortes que batem na região.

– Cerca de 1500 suicídios já aconteceram na Golden Gate, fazendo com que esta ocupe uma infame primeira posição nessa categoria.

Espero que tenham gostado! Em breve, postarei mais coisas sobre San Fran! :)

Golden Gate vista do mirante

Golden Gate vista do mirante

 

Passear ao ar livre em Milão

Hoje estava editando algumas coisas no blog quando eu percebi que estava cometendo uma heresia: tenho somente 3 posts sobre a Itália! Pois bem, vou tentar amenizar o prejuízo e buscarei fazer uma programação mais precisa sobre pautas importantes sobre a bota.

Enfim, hoje resolvi focar um pouco no último lugar na Itália que estive, a charmosíssima Milão, que é uma das cidades mais economicamente fortes do país. Apesar de não possuir tantos monumentos históricos como Roma e até outros locais da Toscana devido à destruição das guerras, Milão é uma cidade extremamente agradável para apreciar a culinária, sua arquitetura e também para fazer compras!

Milão também é uma cidade que ainda conserva alguns parques, fazendo com que estes sejam uma alternativa e claro, uma boa opção para quem gosta de caminhar e apreciar algum tempo livre de maneira mais tranquila.

Dependendo do clima, conhecer parques é algo que me interessa muito. Apreciar a natureza (infelizmente não da forma mais natural, mas já ajuda), tirar boas fotos, tomar um sorvete e sentir (um pouco de) ar puro foram escapatórias naturais para essa viagem que tinha um cunho gastronômico forte assim como de compras.

Enfim, decidi conhecer dois parques em Milão: o Giardini Pubblici Indro Montanelli e o Parco Sempione, que é onde se localiza o Castello Sforzesco. Fui para lá no final de dezembro e como se pode esperar, estava bem frio, e além disso, Milão estava bem nublada e sempre com neblina. Ponto importante: meu hotel era bem próximo ao Duomo, então fiz todos os percursos a pé.

Giardini Pubblici bem sereno

Giardini Pubblici bem sereno

O primeiro parque que visitei foi o Giardini Pubblici (vou chamar só assim) e estava, apesar do frio, todo verdinho. O caminho do hotel até lá levou uns 20 minutos a pé e foi bem tranquilo: poucas pessoas na rua, e apesar do frio, não ventava.

O Giardini Pubblici fica bem próximo à Porta Venezia, que é um portal que remonta a tempos medievais; fica a dica que já dá para visitar outro ponto turístico da cidade ali perto. A Porta Venezia também possui uma estação de metrô para àqueles que preferirem.

Porta Venezia

Street view básico da Porta Venezia

Uma coisa interessante sobre esse parque é que ele é mais frequentado por moradores da cidades que turistas, então dificilmente você verá outros turistas com suas câmeras, e sim, cidadãos comuns passeando com seus cachorros e seus filhos. No parque também se localizam um planetário e o Museu de História Natural, e infelizmente ambos estavam fechados quando eu fui, devido às festividades do fim do ano.

Uma das coisas que me lembro bem dali são os patinhos da lagoa. Eles não se assustam com os humanos e nem se intimidaram com o frio! Me lembro também de um parquinho com carrossel para as crianças, assim como barraquinhas de comida.

dscf0933

Área livre para cães <3

Vale ressaltar que achei o Giardini Pubblici muito bem cuidado e organizado! Certamente foi uma boa escolha passear por ali considerando também que consegui o meu objetivo, que era uma manhã tranquila e agradável observando a natureza no centro de Milão.

dscf0925

Em outro dia, fui até o Parco Sempione e o Castello Sforzesco, após uma manhã de boas compras na Via Orefici e na Via Dante (sim, sou humana também, haha). Também fui a pé até o Parco e de cara já achei que ali é uma região onde é necessário um pouco mais de atenção, comparada à Porta Venezia e ao Giardini Pubblici. Creio que seja pela quantidade de turistas e de pessoas em geral, o que pode atrair mais gente “indesejada”, digamos assim.

Enfim, como já era tarde e ainda não havíamos almoçado, decidimos apenas caminhar rapidamente pelo Parco, para conhecer, e tirar algumas fotos do exterior do Castello Sforzesco. Creio que foi a melhor escolha, pois eu achei aquele parque bem perigoso. Não sei se foi só falta de sorte, mas lembro ter visto mendigos e gente bêbada ali.

Vista parcial do Parco Sempione

Vista parcial do Parco Sempione

Na noite anterior havia nevado, então o parque estava coberto de neve! Tudo estava com uma aparência linda, mas infelizmente incoveniente para sentar em bancos, e até de tirar fotos com a pobre câmera que possuía na época.

Mas de qualquer maneira, gostei de ter conhecido o Parco Sempione e de ter aproveitado a visão das muralhas, do castelo e de alguns artistas que ficam por ali, como gente tocando violino e afins. Como estava apavorada de fome, decidi não visitar o castelo, o que já torna presença obrigatória na minha próxima ida a Milão. E assim que me programar, espero me lembrar de agendar minha visita à igreja onde “A última ceia” está pintada. :)

Cruzamento da Piazza Castello

Cruzamento da Piazza Castello