Parques da Disney na Flórida ou na Califórnia?

Olá, internet! Muitas pessoas já me perguntaram se haviam muitas diferenças entre os parques da Disney da Califórnia e da Flórida. Nesse post, vou explicar para vocês o que eu achei de cada parque, e quais valem mais a pena visitar.

Contexto

MK, seu lindo!

Vários locais do mundo possuem parques da Disney, como por exemplo Paris, Tóquio, Hong Kong e mais recentemente, Xangai.  Nos Estados Unidos existem dois parques, sendo um em cada costa: um parque se localiza em Anaheim, na Califórnia, e o mais famoso, que fica em Orlando.

O parque de Anaheim é o mais antigo de todos, e é conhecido como Disneyland (Disneylândia, aportuguesando). Inaugurado em 1955, ele foi uma aposta de Walt Disney em criar um parque moderno cujas estrelas seriam os personagens que já haviam aparecido nos filmes e curtas do estúdio.

Como todos sabemos, o parque foi um sucesso, o que estimulou Disney a fazer uma aposta muito mais ambiciosa: construir um parque para atender as necessidades da costa leste dos Estados Unidos, visando preencher o mercado consumidor de New York, DC, Boston e outras cidades.

Ele acabou escolhendo a parte central da Flórida como O local a ser construído, já que esta parte não era tão habitada quanto outros lugares da costa leste. Alguns anos se passaram e surgiu o Walt Disney World, como conhecemos hoje.

Características da Califórnia

Como falei antes, a Disneyland fica bem no meio da cidade de Anaheim, na Califórnia. Por causa dessas características, o acesso ao parque é muito mais fácil e rápido. A maioria dos hoteis (o meu, inclusive) oferecem uma espécie de transporte para o parque, que só é necessário o agendamento. Em alguns casos, as pessoas vão até andando, sem necessidade de transporte.

Achei o estacionamento do parque muito pequenininho! Tivemos que dar várias voltas até encontrar uma pessoa que estivesse saindo, daí colocamos o carro nesse lugar.

Outra característica da Disneyland é a localização de Downtown Disney. Ali, o DD é coladinho ao parque, tipo como se fosse uma entrada. Vale a pena dizer que na Califórnia, o Downtown Disney ainda possui esse nome, sendo que na Flórida isso mudou há pouco tempo. Agora o antigo Downtown Disney se chama Disney Springs.

Características da Flórida

Apesar de serem localizados em Orlando, os parques são meio isolados da cidade e de outros estabelecimentos. Isso foi feito de propósito por Walt Disney, pois ele queria dar essa sensação de distância e de espaço. Por causa disso, os parques de Orlando não parecem ser tão compactos quanto os da Califórnia.

Existem quatro parques temáticos na Flórida (fora os aquáticos), e estes são o Magic Kingdom, Animal Kingdom, Disney Hollywood Studios e o Epcot, cada um com seu espaço, seu estacionamento e sua independência. Diferentemente de Anaheim, a estrutura é bem mais espaçosa. O Disney Springs (o antigo Downtown Disney) também é diferente do da Califórnia, pois ao invés de se localizar na entrada do parque, ele fica bem longe deles.

Os hoteis que pertencem à Disney oferecem uma série de serviços de transporte (seja barco, ônibus ou monotrilho), mas outros não possuem essa comodidade. Vale ressaltar também que ter carro É MUITO NECESSÁRIO em Orlando por causa da distância.

Semelhanças entre os dois parques

Ariel

A principal semelhança entre a Disneyland (Califórnia) e o Walt Disney World (Flórida) são as atrações e as estruturas. Obviamente existem algumas coisas que existem na Califórnia, mas não na Flórida, ou vice-versa.

Por exemplo, seções dos parques como a Main Street USA, Tomorrowland, Fantasyland, Frontierland e o Adventureland existem em ambos os parques. Claro que elas não são iguais 100%, mas o clima, estilo e decoração são semelhantes.

Algumas atrações existem em ambos os Magic Kingdoms (MK) como o Piratas do Caribe, a Mansão Mal Assombrada, o Jungle Cruise, a Space Mountain e a Big Thunder, fora muitas outras. No MK da Califórnia, existe o Fantasmic, atração que na Flórida já é apresentada no Hollywood Studios.

Só dei alguns exemplos, pois existem muuitas atrações que fazem parte de ambos os parques, porém em contextos diferentes.

Qual dos dois devo visitar?

Você vai gostar da Disneylândia caso o seu foco de viagem não seja somente nos parques. Se você tiver interesse em conhecer outros lugares pela região que possuam museus e belas paisagens, a Califórnia pode ser seu destino ideal!

Mas caso seu foco seja mais nos parques e em compras, Orlando parece ser a melhor opção! A variedade de shoppings e outlets é bem maior, e os parques, querendo ou não, são mais completos. Mas em compensação, a Flórida não é tão bonita (em termos de paisagens) quanto a Califórnia.

Espero que esse post tenha ajudado. Até logo! :)

Almoço no Epcot: prós e contras

Olá gente! Hoje vou contar para vocês um pouco sobre o Epcot, um dos quatro parques da Disney em Orlando. Como falei em outro post, o parque é super polêmico mas me surpreendi positivamente com a visita!

Acompanhe também: Park Review: Epcot

Sempre quis conhecer o Epcot pelo seu caráter mundial e cultural, e após visitá-lo tive certeza que fiz a escolha certa! As duas partes do parque – Future World e World Showcase -, são bem diferentes entre si, adorei as duas, mas em especial a World Showcase ganhou um espaço especial no meu coração!

Isso pelo fato que, assim como eu escrevi no post anterior, essa parte do parque é composta de exposições permanentes de 11 países (Canadá, Reino Unido, França, Marrocos, Japão, Estados Unidos, Itália, Alemanha, China, Noruega e México), e cada um desses países possui várias características que remetem à sua cultura, como réplicas de prédios e monumentos, souvenirs originais e claro, comidas.

A diversidade gastronômica do Epcot é tão legal que o parque é conhecido em Orlando como um dos melhores lugares para comer por ali! E não é para tanto, pois existe muita coisa interessante por lá! Enrolei, enrolei e enrolei, e agora vou falar como foi minha experiência almoçando num restaurante do parque mais mundial de Orlando!

Comida francesa... uma das melhores coisas do hexágono, haha.

Comida francesa… uma das melhores coisas do hexágono, haha.

Escolha e reserve o restaurante

Cada país do Epcot possui alguns restaurantes maiores, e alguns menores. Assim como você pode comer uma massa italiana fantástica num restaurante super completo, você também pode comer um fish and chips num carrinho de comidas na seção do Reino Unido.

Caso você queira comer num restaurante mais completo, o ideal é fazer reserva! Eles só atendem quem previamente se cadastrou no site oficial da Disney, e acredite, muuuita gente faz isso!

Antes de reservar o restaurante, precisamos escolher um! Na hora da escolha, vários me chamaram a atenção, especialmente o Nine Dragons (chinês), San Angel Inn (mexicano), Tutto Italia (italiano), Chefs de France (francês) e o Teppan Edo (japonês).

Em frente ao Chefs de France (tinha uma apresentação de malabarismo ali)

Em frente ao Chefs de France (tinha uma apresentação de malabarismo ali)

Depois de escolher os restaurantes “selecionáveis”, fui pesquisar recomendações na internet, estrutura e obviamente o cardápio. Pensei, pensei e pensei e escolhi ir de comida francesa! O Chefs de France tinha ótimas recomendações pela internet e a comida não era tão exótica assim já que confesso que tinha medo de comer muito e passar mal por causa de algum tempero diferente, haha.

Após escolher o restaurante, faça login na sua conta do My Disney Experience. O site é todo em inglês e é por lá que você gerencia todas suas reservas nos parques da Disney: ingressos, fast passes, estadia nos hoteis e claro, os restaurantes.

Escolhendo o restaurante favorito, escolha a data e horário pretendidos. Não se preocupe que você não paga nada nesse instante, só na hora da conta propriamente dita.

O dia chegou!

Com nossas reservas feitas para o horário do almoço, nos dirigimos à parte da França no Epcot e logo nos dirigimos à entrada do Chefs de France. Me identifiquei com a hostess e falei o horário da minha reserva, e cerca de uns 5 minutinhos depois, a atendente nos chamou para a nossa mesa.

Como são lugares reservados, eles que escolhem os lugares onde as pessoas sentam, e ficamos na lateral do restaurante, de vista para a rua – local bem iluminado. O staff do restaurante era todo francês, e até me aventurei de praticar algumas palavrinhas lá, haha.

Bem, uma coisa que decidimos seria comer uma entrada, prato principal e sobremesa, bem do estilo francês! Foi uma escolha nossa, já nos prevenindo de um eventual preço alto. Para entrada, escolhi uma salade aux lardons et croutons, o meu prato principal foi simples, um hambúrguer com um molho de ervas e batata frita (aparentemente não está mais no menu), e de sobremesa um maravilhoso crème brûlée.

Salada

Entrada

Até hoje não sei o que me deu na cabeça comer um hambúrguer num restaurante francês. Vai ver que eu estava com vontade de comer uma coisa bem calórica…

Prato principal

Prato principal

Os três pratos estavam deliciosos! Infelizmente não consegui comer o hambúrguer inteiro por motivos de: era muuuito grande! A carne veio no ponto que pedi, as batatas fritas vieram crocantes por fora e macias por dentro (o jeitinho que eu gosto), e o jeito que a casquinha do crème brûlée quebrava foi sensacional! (Sim, eu bato a colher na crosta do crème brûlée bem devagar para senti-la quebrando).

Sobremesa

Sobremesa

Como falei antes, o atendimento foi sensacional! A moça que nos atendeu foi muito atenciosa, a comida não demorou e o principal, o sabor, estava impecável! A conta veio meio salgadinha para duas pessoas, mas foi um valor muito bem gasto (na verdade, já estávamos nos preparando para isso)!

Prós e contras

Agora se você tem interesse de almoçar em alguns dos restaurantes de Table Service que exigem reservas do Epcot, baseado na minha experiência, listei alguns prós e contras:

Prós

  • Experiência inesquecível num restaurante temático;
  • Comida muito bem servida, vale a pena o preço;
  • Sente a experiência de estar num lugar que não é Orlando;
  • Oportunidade de comer alguma comida típica que, dependendo do lugar, não pode ser tão comum de se encontrar na sua cidade;
  • Saber o horário exato que você vai comer, e que não terá que esperar muito para sentar.

Contras

  • Você também pode comer uma comida típica de algum quiosque mais barato;
  • O dinheiro que você gasta num restaurante você pode gastar em outras besteirinhas pelo parque;
  • Perda de tempo precioso, no meu caso;
  • Comi tanto que quase passei mal ao andar tanto pelo parque.
Entrada da parte francesa

Entrada da parte francesa do Epcot (uma pequena Torre Eiffel ao fundo)

E então, valeu a pena ter almoçado no Chefs de France?

A resposta é sim! Valeu muito a pena e foi uma experiência incrível! Só não sei se voltaria a reservar um outro restaurante dessa maneira numa futura ida ao Epcot. Talvez eu até reserve, mas provavelmente deixarei de lado essa coisa de comer entrada, prato principal e sobremesa.

O restaurante foi ótimo, mas ao chegar lá e ver com meus próprios olhos, bateu um pequeno arrependimento de não ter escolhido o restaurante mexicano. O cheiro que emanava de lá era tão bom que fiquei desejando comida mexicana pelo resto da viagem.

Esse post tinha a intenção de ser curto, mas ficou gigantesco como sempre, haha! Espero que tenham gostado! Aproveite o Epcot e sua gastronomia durante a viagem! :)

 

Park review: Epcot

Aberto em 1982, o Epcot é o segundo parque da Disney mais antigo de Orlando, e alguns se referem ao parque como a “Feira mundial permanente”. Ele foi sonhado pelo Walt Disney para ser uma espécie de “cidade futurista” assim quando foram lançados os planos para a abertura de parques da Disney em Orlando, lá pelos anos 1960.

Com a morte de Disney, o Epcot acabou saindo dos planos de uma cidade futurista, mas conservou a ideia de inovação tecnológica, e na minha opinião, algumas das melhores atrações de todos os parques da Disney se encontram lá!

Uma opinião pessoal: eu sempre quis ir ao Epcot, mas nunca me deram muita atenção. Devido aos meus priminhos pequenos, sempre o foco era o MK e o Hollywood Studios, já que sempre acharam que o Epcot seria chato. Pelo contrário, e não sei dizer se foi também um pouco de birra, mas eu adorei o Epcot e sem dúvida realizei um pequeno sonho ao ir pra lá!

Antes de dar o meu review pessoal, sempre as mesmas dicas de sempre:

– Já chegue ao parque com os fast passes e outras reservas devidamente marcadas (via My Disney Experience);

– E também prepare-se pra andar e ficar em pé em outras filas. Tá que algumas filas não demoram tanto, e dá pra esperar;

– Se possível, leve uma garrafinha para encher nos bebedouros (geralmente próximos aos banheiros), e alguns snacks para ir enganando o estômago no caminho;

– Celular e câmera carregados também, viu!

Então, o Epcot é dividido em duas grandes seções, o Future World e o World Showcase. O primeiro é onde as atrações ditas futuristas se encontram, e o World Showcase é uma seção onde estão representados 11 países, com réplicas de atrações, comidas locais, músicas típicas e afins.

Future World

Essa região do Epcot é a parte “Disney” do parque, com atrações, lojas de souvenirs variados, fotos com os personagens e muito mais. Os brinquedos são bem diferentes dos do MK por exemplo, já que eles são mais destinados a adolescentes e adultos. Leia-se: tem muito mais emoção!

Não se esqueça também de tirar a famosa foto clichê com a famosa “bola de golfe”, a Spaceship Earth, uma das estruturas mais icônicas e fotografadas do mundo.

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Atrações: 

– Spaceship Earth: Esta estrutura gigante tem uma das atrações mais significativas do parque. Nela, você embarcará numa viagem pela história da humanidade, mostrando fatos interessantes e decisivos para a chegada aonde nós estamos hoje, e também tem interação com o público. Caso você não fale inglês, não se preocupe, já que existe áudio em português.

– Mission Space: Este é um simulador bem divertido onde você é levado para uma missão pra Marte. Nele, você ganha algum comando (piloto, engenheiro, etc), onde você tem que levar a nave em segurança para a chegada em Marte. Existe uma versão light e uma mais intensa, onde até dá pra “sentir” a falta de gravidade. Muito bom!

– Test Track: Esse é um simulador de teste para carros de corrida, onde é possível sentir diversas situações como freagens bruscas, buracos na pista, pista escorregadia, e etc. Geralmente as filas são grandes e o fast pass meio concorrido, então fica a dica de agendá-lo logo!

– Living with the Land: Dá pra relaxar um pouco nesse passeio depois de um dia andando. Esse é um passeio de barco que te leva para a estufa do Epcot, onde estudos sobre as plantas estão sendo feitos.

– The Circle of Life: Filminho sobre conservação apresentado pelo Timão e o Pumba. É bem curtinho.

– The Seas With Nemo and Friends: Este é um showzinho interativo que conta a história do filme. É uma gracinha, haha.

– Turtle Talk: Atração interativa em inglês onde a tartaruga do Procurando Nemo interage com o público, fazendo umas piadinhas.

– Soarin’: Deixei essa por último, pois eu achei esta a melhor atração de Orlando!! Este é um simulador de asa delta que passa sobre as paisagens da Califórnia! A impressão que dá é que você você está mesmo sobrevoando estas lindas paisagens! Meu medo de altura subiu na hora, e a vontade que dá é de voltar pra fila (que não é pouca, claro).

 

World Showcase

Esta é a feirinha mundial que apresenta paisagens, roupas, comidas típicas, músicas e tudo que te faça pensar que você está de fato nestes países! Dá pra comprar muitas lembrancinhas locais, experimentar comidas e bebidas, e claro, tirar fotos!

Detalhe que cada seção de cada país tem funcionários só daquele país! Muito interessante.

 

– Canadá: Vou começar por aqui, mas eu achei o Canadá o país mais fraquinho de todos dali. Desde às paisagens retratadas, coisas pra vender… nem tinha tanta gente também. Mas confesso que gostei deles terem mostrado um pouco mais da cultura nativa canadense do que estamos acostumados a ouvir por aí.

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Descobri que essa foi a única foto que tirei do Canadá

 

 

 

– Reino Unido: Times de futebol, a família real, cavaleiros da idade média, os Beatles… me impressionei bastante com o Reino Unido! Certamente é uma das seções onde as pessoas estão mais empolgadas para interagir. Tem o fish and chips também, que só não comi pois havia minha reserva no restaurante uns 10 minutos depois.

Pra mim, esta seção foi meio um tapa na cara com ao mesmo tempo uma vontade enorme de tomar vergonha e ir logo pra lá. Digo isso, pois ainda não fui ao UK, e sonho com esta viagem desde quando eu era adolescente. Nunca ter ido lá é uma daquelas ironias da vida, sabe?

Foto clichê

Foto clichê

 

– França: Bateu uma saudades daquelas da França, haha. Como tudo na Disney em geral, essa seção é extremamente bem feita, com a Tour Eiffel (claro, né), patisseries, e muitos outros lugares para comer ali. A minha reserva para o almoço foi no Chefs de France e foi muito bom!

Aproveitei para comprar macarons depois, e claro, aproveitar a paisagem. Ah, tem uns equilibristas vestidos de chefs para alegrar o público também.

Comida francesa... uma das melhores coisas do hexágono, haha.

Comida francesa… uma das melhores coisas do hexágono, haha.

 

– Marrocos: Tomei a seção do Marrocos como a minha favorita do Epcot! Dá pra se sentir nas ruas de Marrakesh por ali (detalhe, nunca fui a Marrakesh). Não tinha como não se apaixonar pelas cores e pelos incensos das ruelinhas dali! E é claro, também só me lembrava de “O Clone” por ali (hahaha).

Uma coisa bem legal e que me mordi por não ter feito ali foi uma tatuagem de henna. Eu acho a coisa mais linda e quem sabe eu não faça da próxima vez, hein?

Eu queria todas as roupas dali.

Eu queria todas as roupas dali.

 

– Japão: A riqueza de detalhes do Japão é incrível! Os templos ali te fazem acreditar que aquele é um pedacinho genuíno japonês. Ouvi também ótimos comentários sobre os restaurantes, que inclusive figuram entre os melhores de Orlando!

Mas o melhor da seção japonesa na minha opinião foi a lojinha de souvenirs! Um monte de pikachus, e artigos de diversos animes, kimonos, e artigos da pop culture japonesa todos ali, e originais! Meus olhos ficaram gigantescos e queria levar a loja toda. De lá, eu só trouxe um Charmander dessa vez.

Se eu não dissesse que é no Epcot, acho que passaria tranquilamente pelo Japão.

Se eu não dissesse que é no Epcot, acho que passaria tranquilamente pelo Japão.

 

– The American Adventure: Seção curtinha com um anfiteatro e algumas coisas que remetem aos Estados Unidos. Confesso que não me interessei muito e passei batido. Hahaha.

 

– Itália: Junte Veneza, Roma e Florença, e esta é a seção italiana do Epcot. As estátuas são similares, mas de longe a Itália não é a minha favorita dali. Falam muito bem dos restaurantes italianos ali, pelo menos.

Ah, na lojinha da Itália, alguns artigos tipicamente italianos estão à venda, como perfumes, bolsas e outras coisas de alta moda. Também eles vendem os cristais de Murano e as máscaras do carnaval de Veneza!

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Entrada da seção italiana.

 

– Alemanha: Achei essa seção fofíssima, mas não tive muito tempo de explorá-la. Desde trenzinhos em miniatura, cristais das mais diversas formas e tamanhos (inclusive do Mickey, claro), canecas de cerveja, e claro, muita cerveja alemã!

Também achei a Alemanha uma das seções mais lotadas em que eu estive! Muito boa, porém eu não encontrei nenhum bratwurst à venda (ok, eu não procurei direito).

Árvore de natal de cerveja, haha.

Árvore de natal de cerveja, haha.

 

– China: Assim como o Japão, achei a parte da China muito bem acabada e feita, porém achei que faltou um quê a mais. Bem na entrada da seção, alguns acrobatas chineses fazem umas manobras bem difíceis, e sempre arrancando as palmas do público!

Confesso que me encantei com os chapeuzinhos chineses! Muita gente ali os estava usando!

Réplicas de templos chineses.

Réplicas de templos chineses.

 

– Noruega: Eu também ainda não fui à Noruega, e confesso que não sei muitas coisas sobre a cultura do país (nunca fui atrás, na verdade). Para mim, o símbolo mais icônico do país é aquela igreja de madeira, construída há centenas de anos atrás , que claro, estava representada no Epcot.

Muito “marrom”, eu passei meio batida pela Noruega (também pelo fato da hora do meu fast pass numa atração estar quase no fim), mas a achei muito interessante e bem feita, claro.

Eu, a igreja e um viking.

Eu, a igreja e um viking.

 

– México: Esse foi o primeiro país que “visitei”, mas o último a postar aqui por uma questão de ordem. Junto com o Marrocos e a Alemanha, coloco os mexicanos no meu top 3 do Epcot. Adorei a pirâmide (e o que tem dentro), os souvenirs, e o cheiro da comida estava maravilhoso!

Tinha prometido a mim mesma que eu iria comer comida mexicana por lá, já que toda vez que eu vou aos EUA, eu nunca consigo nada parecido. Dessa vez cheguei perto e também não deu. Pelo jeito, vou ter que arrumar companhia para ir ao México para comer algo autêntico mesmo, haha.

Astecas e Maias em Orlando.

Astecas e Maias em Orlando.

Arrependimentos:

– Ter feito reserva de restaurante: Eu simplesmente amei o Chefs de France, achei a comida muito boa, e o atendimento foi impecável. Porém, eu senti que perdi um tempo preciosíssimo que poderia ter gastado com outras atrações do parque, seja no Future World, como no World Showcase. Além do mais, a conta para duas pessoas não foi barata, que eu poderia ter gastado com outras besteirinhas no Japão, ou até mesmo algum souvenir lindo do Marrocos.

– Levar mais dinheiro: Eu achei que levei pouco dinheiro ao Epcot. Numa ida futura eu quero levar uns 200 dólares só para gastar com bobagem ali. E antes que me perguntem, eu tenho uma preferência por comprar pequenas coisas (como canecas, canetas, e diversas outras lembrancinhas) do que por exemplo, eletrônicos nos EUA.

– =(  Não vi o Illuminations!!!: Por mim, eu aguentava até à noite sem problemas. Dessa vez, a minha mãe estava cansada já lá pelas 6 da tarde e não ficamos para assistir o espetáculo. Uma enorme pena e o meu maior arrependimento, sem dúvida.

 

Então, como eu acho (hehe) que deu pra perceber, eu amei o Epcot e ele é o meu parque favorito de Orlando. Sem dúvida irei nele nas próximas idas à Flórida. Acho que também deu pra perceber que eu amei o World Showcase. Quem me conhece sabe que eu adoro saber coisas sobre novas culturas, e esse é certamente o lugar para isso.

Mas realmente, para crianças menores, o MK é bem mais indicado, devido à magia e todo o clima bem Disney dali. Além do mais, muitas atrações (como o Soarin’ e o Test Track) tem uma altura mínima para entrar, e particularmente eu evitava o baby swap. Muito trabalho.