Airport review: Ministro Pistarini – Ezeiza (EZE)

O aeroporto de Ezeiza em Buenos Aires recebe a maioria dos voos internacionais da cidade, e é bem possível que o seu voo chegue na capital argentina ali. Tanto a Gol como a Latam operam voos diários para Ezeiza, e aqui irei apresentar alguns pontos relevantes e importantes que você tem que saber sobre o primeiro lugar que você entrará em contato em Buenos Aires!

Terminal de Ezeiza

Terminal de Ezeiza

Companhias aéreas que voam para o Brasil:
Ezeiza é um dos aeroportos internacionais que possuem maior número de voos diretos para o Brasil. Não fiz nenhuma pesquisa estatística mais profunda, mas não estranharia se este fosse o aeroporto estrangeiro com o maior número de voos de e para o Brasil.Atualmente, 9 companhias aéreas atuam em voos diretos para o nosso país.

Obviamente, algumas delas já vem automaticamente na cabeça, por serem empresas argentinas e brasileiras, como as Aerolíneas Argentinas, e as nossas Gol e Latam Brasil. Outras empresas argentinas como a Austral e a Latam Argentina (que é irmã da Latam daqui) também operam voos para o Brasil.

A Latam do Paraguai termina a lista de empresas latinoamericanas que operam voos de Ezeiza para o Brasil, e também vale ressaltar as três empresas do Oriente Médio que utilizam os nossos aeroportos como escalas para seus destinos finais. A Emirates opera o trecho Buenos Aires – Dubai com escala no Rio de Janeiro (Galeão) e a Turkish Airlines e a Qatar Airways operam seus respectivos trechos Istambul (Atatürk) – Buenos Aires e Doha – Buenos Aires através de uma escala em São Paulo (Guarulhos).

Só lembrando que pelo fato de serem escalas, os passageiros das três companhias que citei acima tem a opção de irem tanto para o Oriente Médio, assim como para Buenos Aires! De vez em quando eles fazem promoções, é só ficar de olho.

Quais cidades brasileiras tem voos para Ezeiza?
Felizmente EZE possui conexões com várias cidades brasileiras. São Paulo (Guarulhos) possui o maior número de voos e empresas que operam até lá, seguido do Rio de Janeiro (Galeão).

Outras cidades como Brasília, Florianópolis, Salvador, Natal, Fortaleza e Recife também possuem voos diretos para Ezeiza, fazendo com que muitos brasileiros tenham uma maneira mais fácil de visitar nossos irmãos austrais.

Ontem mesmo uma notícia foi divulgada nos meios de comunicação daqui dizendo que a Anac liberou um voo semanal entre Manaus e Buenos Aires (!!) (Updated: temos um voo semanal – ida aos sábados e volta aos domingos) para começar a partir do mês que vem já. Espero que os procedimentos sejam rápidos e que em breve a nossa cidade possa conquistar mais um trecho internacional, para facilitar a vida dos nossos viajantes!

Como se locomover até o Centro?
No aeroporto se localizam alguns guichês de vans e outros tipos de transfer, assim como os táxis usuais. Dependendo do número de passageiros e destinos, você pode escolher como ir até o centro da cidade. Vale ressaltar que não existe metrô ou outro tipo de trem, então o viajante já deverá buscar informações prévias sobre o melhor tipo de transporte que lhe convém.

Vale lembrar que Ezeiza não se localiza em Buenos Aires. Ela é como se fosse uma cidade um pouco afastada da capital argentina, e para chegar lá é preciso saber organizar seu tempo. Eu só utilizei esse aeroporto na volta para o Brasil, e o meu voo saía de madrugada. Saí do meu hotel na Recoleta às 3h da madrugada e o trajeto até o aeroporto levou 40 minutos, sem nenhum trânsito. Durante o dia, podem existir congestionamentos, então o ideal é sair preparado com muito tempo de antecedência!

Para complementar, o transporte que escolhi foi o táxi (indicado pelo hotel) e ele custa 480 pesos, o que é um preço único para saída de qualquer ponto de Buenos Aires até Ezeiza.

Bandeira da Argentina em Lego

Bandeira da Argentina em Lego

Como é a imigração?
Como falei nos parágrafos acima, eu só passei pela imigração de Ezeiza na saída de Buenos Aires. Como previsto, foi tudo tranquilo, sem perguntas nem observações. Apenas um bom dia, colocar o passaporte no scanner e um carimbo de saída de brinde.

Mas para complementar, quando saí do Uruguai em direção à Argentina, a única questão que o agente da imigração me fez foi qual seria o meu destino depois de Buenos Aires, e prontamente respondi que o Brasil, pois iria voltar para casa.

Passaporte ou identidade?
Pensei em fazer um post especial e mais profundo sobre isso (e irei fazê-lo!), mas desde já adianto que mesmo com o Mercosul e o livre trânsito de pessoas, o passaporte é o documento mais indicado para você levar. Mesmo que sua identidade esteja em bom estado e com data de emissão de até 10 anos, leve o passaporte.

Free shop vale a pena?
É uma pena, mas dessa vez não comprei nada no Duty Free. Mesmo assim, caminhei pelo local e verifiquei produtos e preços, e te garanto que com certeza o Free Shop de Ezeiza é bem completo e tem alguns preços interessantes. O que eu compraria ali é óbvio: seriam os doces de leite argentinos maravilhosos!

Free shop na Argentina

Free shop na Argentina

Tem wifi?
Tem sim, e ilimitado! Como venho falado nesse tipo de post, hoje é muito difícil ver um aeroporto internacional de grande porte sem que tenha wifi grátis, mesmo com período de tempo.

Qual a disponibilidade de cadeiras?
Não faltam cadeiras em Ezeiza, só que elas parecem ser meio desconfortáveis para dormir.

E os banheiros?
Honestamente, achei que ali possuem poucos banheiros na área de embarque, e longe dos portões. O banheiro mais próximo que encontrei ficava próximo à área de imigração.

Tem lugar pra comer?
Tem sim, mas não com a grande variedade de outros aeroportos (especialmente os da Europa). Mas o importante é que não dá pra ficar sem fome em Ezeiza.

Para concluir, queria dizer que o meu voo saindo de Buenos Aires foi muito especial. Já falei aqui em outros posts que eu morro de medo de voar, apesar de saber de cor e salteado que os aviões são seguros, e blá blá blá (medo não se escolhe, se sente, haha). Dessa vez, enquanto estava no free shop eu vi a tripulação passando de relance e vi algo que me deixou muito feliz: um dos pilotos era uma mulher!

Sempre presto atenção e era a primeira vez que via uma mulher Comandante, o que me deixou muito tranquila. Se uma mulher era piloto de um voo, e internacional ainda, era por que ela era muito boa! Por um momento eu me perguntei se ela era uma aeromoça, mas ela estava com o quepe de piloto na cabeça e não a vi no avião durante o serviço de bordo. Quando estava no finger, prestes a entrar no avião, estiquei meu pescoço e vi no lado esquerdo da cabine (normalmente onde o piloto fica) uma mão feminina, fazendo umas anotações. Infelizmente, quem falou no rádio alguns minutos depois (aqui é o Comandante fulano, tenham um bom voo, blá blá blá) foi um homem. Para completar a desconfiança, no desembarque a cabine do piloto estava com as portas fechadas. Se eu a encontrasse lá, juro que a agradeceria pelo voo, e como a presença dela tinha sido inspiradora para mim. Enfim, no fundo, acredito que fomos conduzidos por uma mulher e tenho que acrescentar que o voo foi tranquilo – decolagem e pouso suave – e claro, acalmou uma medrosa.

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É preciso ter ciência – Crítica

Ontem enquanto estava navegando pelas redes sociais, eu encontrei uma matéria que me deixou “revoltada” em certos aspectos. Essa matéria apresentava brasileiros que estavam sendo barrados antes do embarque aqui no Brasil, e geralmente os destinos finais seriam na Europa.

Acontece que o motivo para impedir as pessoas (que não deviam nada a ninguém, que fique claro isso) era o fato do passaporte estar a menos de 3 meses do vencimento. Eu fiquei indignada com o fato de que pessoas, aparentemente bem letradas e informadas, não terem sequer tentado se informar sobre a sua própria viagem ao exterior.

Mas primeiramente, vou começar esse raciocínio com um fator essencial para quem sai da zona de conforto (leia-se, nossa casa), que é a pesquisa. Estamos nos deslocando a um lugar novo, estranho e onde enfrentaremos algum tipo de dificuldades. Mesmo que você se hospede em um hotel 5 estrelas em Paris, nem tudo pode sair perfeito.

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Supomos que você viaje para Londres em dezembro, próximo ao natal. No Brasil está quente, verão, e algumas pessoas podem pensar que lá poderia estar quente também. Um pouco de geografia já nos indica que as estações nos hemisférios norte e sul são invertidas, e que elas podem ser mais intensas ou não de acordo com a proximidade à linha do Equador. Isso já nos indica que Londres estará fria, e que provavelmente estará nevando, ou até mesmo com uma temperatura mais baixa. Viajar para lá com roupas de verão não parece ser uma boa ideia.

Ainda em Londres, sabia que nada funciona nos dias 25 e 26 de dezembro? Os metrôs param, muitas lojas e museus fecham e tem gente que nem sai de casa. Ainda pode haver um certo movimento no dia 26 por causa do Boxing Day (que é um feriado onde as pessoas dão presentes), mas mesmo assim um turista interessado em desempenhar certas atividades pode achar isso frustrante e pode até “descontar” na cidade, falando mal e nem a recomendando para outras pessoas.

Esses dois exemplos, por mais óbvios que pareçam para algumas pessoas, podem causar um grande ponto de interrogação em outras, e o exemplo do passaporte se encaixa perfeitamente nisso.

O passaporte brasileiro tem validade de 5 anos, e dependendo do país existe a necessidade de se obter o visto. Em alguns casos (como por exemplo, para a Índia) o visto se tira pelo correio, e em outros (como o famoso visto americano) é necessária uma burocracia maior, incluindo até a presença na embaixada/consulado. Geralmente o visto já coloca uma “data limite” de até quando você é permitido de entrar no país com esse documento.

Mas mesmo possuindo visto, a validade do passaporte é vista e altamente considerada pelos fiscais da imigração. Aqui darei o exemplo da União Europeia. As exigências mínimas para a admissão no bloco são: seguro-saúde que cubra despesas de até 30000 euros, passagem de volta e um passaporte com validade mínima de 3 meses.

Deixei as três exigências em negrito, e a questão do passaporte ainda com itálico para frisar que essas informações QUALQUER pessoa tem acesso, e que qualquer site mais especializado em viagens pode oferecer. Realmente só não sabe quem não quer…

Mesmo assim, vou destrinchar as três, primeiramente com a passagem de volta. Confesso que quando eu vejo alguma notícia que fale de brasileiros que foram deportados, a falta de passagem de volta é quase sempre presente. Repito que quando há uma ausência de passagem de volta, pode haver um interesse em permanecer morando no bloco sem o visto adequado. Isso é imigração ilegal e é crime. Preciso falar algo mais?

O seguro-saúde quase nunca é lembrado, mas ele é necessário para a entrada em qualquer país, assim como ele pode nos ajudar em qualquer emergência médica no exterior. Eu já sofri uma emergência e tive que ir até o hospital para me examinarem. Não gostaria de contar o que foi que aconteceu, pois é algo que me deixa muito desconfortável já que a situação foi grave. Mas enfim, o seguro é obrigatório, é vendido pela internet e em agências de turismo (mais recomendável) e nem custa tão caro assim.

Daí eu chego no passaporte. Como falei antes, o nosso passaporte tem validade de 5 anos e quando chegamos próximo aos 4 anos e meio depois da data de emissão, a sirene já apita pedindo uma renovação. A maioria dos países, mesmo aqueles que exigem visto, não deixam pessoas com apenas 6 meses restantes de validade no passaporte entrarem no país.

Você leu certo, 6 meses. E antes, a própria União Europeia também exigia os mesmos 6 meses restantes de validade para qualquer cidadão brasileiro (e de outras nacionalidades) como requisito para a entrada no bloco. Essa regra de 3 meses de validade é “nova”. Entrou em vigor no fim do ano passado.

Então quer dizer que a União Europeia flexibilizou e diminuiu a exigência para validade do passaporte?
Sim!!! E mesmo assim, as pessoas continuam fazendo alarde como se isso fosse a lei mais absurda do mundo.

Mas por que as pessoas estão achando essa lei que não permite que pessoas com menos de 3 meses de validade no passaporte um absurdo? Simplesmente por que elas desconheciam a exigência de 6 meses. E quando nós brasileiros somos “surpreendidos” com algumas palavras como “proibir”, “barrar”, “deportar”, e afins, já achamos um absurdo sem ao sequer saber o contexto em que ela se aplica.

O que muita gente não percebe é que leis de imigração em geral são feitas para proteger os cidadãos dos seus países. O Brasil também tem as suas, e ao contrário do que muita gente pensa, as leis são cumpridas com rigor na imigração por aqui. Mas isso não quer dizer que não temos imigrantes ilegais por aqui, mas aí já é outra história.

Concluindo, a informação é cada vez mais disponível e compartilhada nesse mundo em que vivemos hoje, o que deixa qualquer pessoa informada, desde que ela tenha acesso a internet e diversos meios de comunicação e também que ela tenha vontade de aprender e de tirar dúvidas. Também ressalvo que é importante procurar e pesquisar antes de fazer qualquer coisa que nos tire da nossa querida “zona de conforto”.

Os países que não exigem visto

Quando nós escolhemos um destino para viagem, uma das primeiras coisas que nos perguntamos é se existe a necessidade de visto para a entrada no país. Alguns casos são clássicos: Estados Unidos, Canadá, Austrália, Japão e outros exigem visto de entrada para brasileiros, dando uma dor de cabeça um pouquinho maior na hora do planejamento para viagem.

Mas o importante é que existem muitos países que não exigem visto para brasileiros. A exigência chega ser a presença do passaporte com uma validade de pelo menos 6 meses (para evitar maiores dores de cabeça). Não vamos esquecer também da passagem de volta e do seguro-saúde!

Enfim, segue a lista dos países que não exigem visto para brasileiros (divididos por categorias), e o tempo permitido para fazer turismo. Essa lista é baseada de acordo com dados do Itamaraty.

Membros plenos do Mercosul:
Argentina: dispensa de visto. É possível entrar no país com passaporte ou com a carteira de identidade em bom estado.
Paraguai: dispensa de visto. É possível entrar no país com passaporte ou com a carteira de identidade em bom estado.
Uruguai:  dispensa de visto por 90 dias. É possível entrar no país com passaporte ou com a carteira de identidade em bom estado.
Venezuela: dispensa de visto. É possível entrar no país com passaporte ou com a carteira de identidade em bom estado.

Países da América do Sul associados ou observadores do Mercosul:
Bolívia:  dispensa de visto por 90 dias. É possível entrar no país com passaporte ou com a carteira de identidade em bom estado.
Chile:  dispensa de visto por 90 dias. É possível entrar no país com passaporte ou com a carteira de identidade em bom estado.
Colômbia:  dispensa de visto. É possível entrar no país com passaporte ou com a carteira de identidade em bom estado.
Equador: dispensa de visto.
Peru: dispensa de visto. Requere vacina para febre amarela.

América Central, Caribe e Guianas:
Belize: dispensa de visto.
Costa Rica: dispensa de visto por 90 dias.
Dominica: dispensa de visto.
El Salvador: dispensa de visto por 90 dias.
Guatemala: dispensa de visto por 90 dias.
Guiana: dispensa de visto por 90 dias.
Haiti: dispensa de visto por 90 dias. Requere vacina para febre amarela.
Honduras: dispensa de visto por 90 dias.
México: dispensa de visto por 90 dias.
Nicarágua: dispensa de visto.
Panamá: dispensa de visto por 90 dias.
República Dominicana: dispensa de visto por 90 dias.
Suriname: dispensa de visto por 90 dias.
Trinidad e Tobago: dispensa de visto por 90 dias.

Países europeus que fazem parte da zona Schengen:
Alemanha: dispensa de visto por 90 dias.
Áustria: dispensa de visto por 90 dias.
Bélgica: dispensa de visto por 90 dias.
Croácia: dispensa de visto por 90 dias.
Dinamarca: dispensa de visto por 90 dias.
Eslováquia: dispensa de visto por 90 dias.
Eslovênia: dispensa de visto por 90 dias.
Espanha: dispensa de visto por 90 dias.
Estônia: dispensa de visto por 90 dias.
Finlândia: dispensa de visto por 90 dias.
França: dispensa de visto por 90 dias.
Grécia: dispensa de visto por 90 dias. Requer vacina para febre amarela.
Holanda: dispensa de visto por 90 dias.
Hungria: dispensa de visto por 90 dias.
Islândia: dispensa de visto por 90 dias.
Itália: dispensa de visto por 90 dias.
Letônia: dispensa de visto por 90 dias.
Liechtenstein: dispensa de visto por 90 dias.
Lituânia: dispensa de visto por 180 dias.
Luxemburgo: dispensa de visto por 90 dias.
Malta: dispensa de visto por 90 dias.
Noruega: dispensa de visto por 90 dias.
Polônia: dispensa de visto por 90 dias.
Portugal: dispensa de visto por 90 dias.
República Tcheca: dispensa de visto por 90 dias.
Suécia: dispensa de visto por 90 dias.

Países europeus que não fazem parte da zona Schengen:
Albânia: dispensa de visto por 90 dias.
Andorra: dispensa de visto por 90 dias.
Belarus: dispensa de visto por 90 dias.
Bulgária:  dispensa de visto por 90 dias.
Chipre:  dispensa de visto por 90 dias.
Irlanda: dispensa de visto por 90 dias.
Moldávia:  dispensa de visto por 90 dias.
Reino Unido: dispensa de visto por 90 dias.
Romênia: dispensa de visto por 90 dias.
Rússia: dispensa de visto por 90 dias.
Sérvia: dispensa de visto por 90 dias.
Suíça: dispensa de visto por 90 dias.
Turquia: dispensa de visto por 90 dias.
Ucrânia: dispensa de visto por 90 dias.

África:
África do Sul: dispensa de visto por 90 dias.
Angola: dispensa de visto por 90 dias. Requere vacina contra a febre amarela.
Argélia: dispensa de visto por 90 dias.
Benin: dispensa de visto por 90 dias.
Cabo Verde:  dispensa de visto por 90 dias.
Camarões:  dispensa de visto por 90 dias. Requere vacina contra febre amarela.
Congo: dispensa de visto por 90 dias.
Costa do Marfim: dispensa de visto por 90 dias.
Gabão: dispensa de visto.
Guiné Bissau: dispensa de visto por 90 dias.
Marrocos: dispensa de visto por 90 dias.
Moçambique: dispensa de visto por 90 dias. Requer vacina contra febre amarela.
Namíbia: dispensa de visto por 90 dias.
São Tomé e Príncipe: dispensa de visto por 90 dias.
Seychelles: dispensa de visto por 30 dias.
Senegal: dispensa de visto por 90 dias.
Tunísia: dispensa de visto por 90 dias.

Ásia:
Armênia:  dispensa de visto por 1 ano.
China:  dispensa de visto por 30 dias.
Coreia do Sul: dispensa de visto por 90 dias.
Filipinas: dispensa de visto por 59 dias.
Israel: dispensa de visto.
Malásia: dispensa de visto por 90 dias. Requer vacina contra febre amarela.
Palestina: dispensa de visto por 90 dias através de entrada via Israel. Visto necessário quando se entra via Jordânia.
Tailândia: dispensa de visto por 90 dias.
Timor Leste: dispensa de visto.

Oceania:
Fiji: dispensa de visto. Requere preenchimento de formulário no aeroporto.
Micronésia: dispensa de visto. Requere preenchimento de formulário no aeroporto.
Nova Zelândia: dispensa de visto por 90 dias.
Tuvalu: dispensa de visto.

Também seguem países que podem conceder vistos no aeroporto.
Azerbaijão: concedido no aeroporto.
Bangladesh:  concedido no aeroporto.
Burundi: vistos podem ser concedidos no aeroporto.
Camboja: vistos são concedidos no aeroporto mediante apresentação de formulário eletrônico.
Catar:  concedido no aeroporto.
Cazaquistão: vistos podem ser concedidos no aeroporto.
Cingapura: concedido no aeroporto.
Egito: concedido no aeroporto.
Etiópia: concedido no aeroporto.
Laos: concedido no aeroporto por até 90 dias.
Ilhas Maurício: concedido no aeroporto.
Nepal: concedido no aeroporto. Necessária a apresentação de duas fotos.
Omã:  concedido no aeroporto.
Serra Leoa:  concedido no aeroporto.
Tajiquistão:  concedido no aeroporto.
Turcomenistão:  concedido no aeroporto.