Parques da Disney na Flórida ou na Califórnia?

Olá, internet! Muitas pessoas já me perguntaram se haviam muitas diferenças entre os parques da Disney da Califórnia e da Flórida. Nesse post, vou explicar para vocês o que eu achei de cada parque, e quais valem mais a pena visitar.

Contexto

MK, seu lindo!

Vários locais do mundo possuem parques da Disney, como por exemplo Paris, Tóquio, Hong Kong e mais recentemente, Xangai.  Nos Estados Unidos existem dois parques, sendo um em cada costa: um parque se localiza em Anaheim, na Califórnia, e o mais famoso, que fica em Orlando.

O parque de Anaheim é o mais antigo de todos, e é conhecido como Disneyland (Disneylândia, aportuguesando). Inaugurado em 1955, ele foi uma aposta de Walt Disney em criar um parque moderno cujas estrelas seriam os personagens que já haviam aparecido nos filmes e curtas do estúdio.

Como todos sabemos, o parque foi um sucesso, o que estimulou Disney a fazer uma aposta muito mais ambiciosa: construir um parque para atender as necessidades da costa leste dos Estados Unidos, visando preencher o mercado consumidor de New York, DC, Boston e outras cidades.

Ele acabou escolhendo a parte central da Flórida como O local a ser construído, já que esta parte não era tão habitada quanto outros lugares da costa leste. Alguns anos se passaram e surgiu o Walt Disney World, como conhecemos hoje.

Características da Califórnia

Como falei antes, a Disneyland fica bem no meio da cidade de Anaheim, na Califórnia. Por causa dessas características, o acesso ao parque é muito mais fácil e rápido. A maioria dos hoteis (o meu, inclusive) oferecem uma espécie de transporte para o parque, que só é necessário o agendamento. Em alguns casos, as pessoas vão até andando, sem necessidade de transporte.

Achei o estacionamento do parque muito pequenininho! Tivemos que dar várias voltas até encontrar uma pessoa que estivesse saindo, daí colocamos o carro nesse lugar.

Outra característica da Disneyland é a localização de Downtown Disney. Ali, o DD é coladinho ao parque, tipo como se fosse uma entrada. Vale a pena dizer que na Califórnia, o Downtown Disney ainda possui esse nome, sendo que na Flórida isso mudou há pouco tempo. Agora o antigo Downtown Disney se chama Disney Springs.

Características da Flórida

Apesar de serem localizados em Orlando, os parques são meio isolados da cidade e de outros estabelecimentos. Isso foi feito de propósito por Walt Disney, pois ele queria dar essa sensação de distância e de espaço. Por causa disso, os parques de Orlando não parecem ser tão compactos quanto os da Califórnia.

Existem quatro parques temáticos na Flórida (fora os aquáticos), e estes são o Magic Kingdom, Animal Kingdom, Disney Hollywood Studios e o Epcot, cada um com seu espaço, seu estacionamento e sua independência. Diferentemente de Anaheim, a estrutura é bem mais espaçosa. O Disney Springs (o antigo Downtown Disney) também é diferente do da Califórnia, pois ao invés de se localizar na entrada do parque, ele fica bem longe deles.

Os hoteis que pertencem à Disney oferecem uma série de serviços de transporte (seja barco, ônibus ou monotrilho), mas outros não possuem essa comodidade. Vale ressaltar também que ter carro É MUITO NECESSÁRIO em Orlando por causa da distância.

Semelhanças entre os dois parques

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A principal semelhança entre a Disneyland (Califórnia) e o Walt Disney World (Flórida) são as atrações e as estruturas. Obviamente existem algumas coisas que existem na Califórnia, mas não na Flórida, ou vice-versa.

Por exemplo, seções dos parques como a Main Street USA, Tomorrowland, Fantasyland, Frontierland e o Adventureland existem em ambos os parques. Claro que elas não são iguais 100%, mas o clima, estilo e decoração são semelhantes.

Algumas atrações existem em ambos os Magic Kingdoms (MK) como o Piratas do Caribe, a Mansão Mal Assombrada, o Jungle Cruise, a Space Mountain e a Big Thunder, fora muitas outras. No MK da Califórnia, existe o Fantasmic, atração que na Flórida já é apresentada no Hollywood Studios.

Só dei alguns exemplos, pois existem muuitas atrações que fazem parte de ambos os parques, porém em contextos diferentes.

Qual dos dois devo visitar?

Você vai gostar da Disneylândia caso o seu foco de viagem não seja somente nos parques. Se você tiver interesse em conhecer outros lugares pela região que possuam museus e belas paisagens, a Califórnia pode ser seu destino ideal!

Mas caso seu foco seja mais nos parques e em compras, Orlando parece ser a melhor opção! A variedade de shoppings e outlets é bem maior, e os parques, querendo ou não, são mais completos. Mas em compensação, a Flórida não é tão bonita (em termos de paisagens) quanto a Califórnia.

Espero que esse post tenha ajudado. Até logo! :)

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8 cidades históricas para você conhecer na Colômbia

Quando os brasileiros resolvem conhecer a Colômbia, normalmente ficam no eixo Bogotá – Cartagena – San Andrés. É compreensível, pois esses são os três locais mais falados no país, mas assim como o Brasil não se resume a somente Rio e São Paulo, a Colômbia também possui muitos outros lugares maravilhosos não tão frequentados por turistas.

Puxando um pouco a brasa para minha sardinha, hoje vou falar sobre 8 cidades coloniais que existem no departamento de Boyacá, onde ficam as origens da minha família. A região é linda, e é uma pena que poucas pessoas conheçam esse lugar.

Os textos vão ser bem reduzidos devido a quantidade de itens, mas o que está aqui é o suficiente para termos uma visão geral de cada cidade!

  1. Tunja (Pop: 191.000 hab)

Tunja é a capital de Boyacá, a cidade mais populosa do departamento, e ela é uma das cidades mais antigas do país, já que foi fundada em 1539. Com tanto tempo de história (pensando bem, essa cidade tem quase a idade do Brasil!), muitas construções da cidade ainda são antigas, especialmente as que se localizam na região central.

Existe uma parte da cidade chamada de Centro Histórico, cujo coração fica na Plaza de Bolívar. A partir de lá é muito gostoso caminhar pelas suas ruas de paralelepípedos, onde os prédios de dois pavimentos ainda te dão a sensação de volta ao tempo.

Tunja fica apenas a duas horas de Bogotá. Já fui de carro e ônibus para lá: a estrada é boa, e é duplicada desde Bogotá. A rodoviária também não fica muito longe dos principais pontos de interesse da cidade, mas isso vai mudar em breve, já que um novo terminal está sendo construído em outro local, mas aparentemente ele será ligado ao centro.

2. Villa de Leyva (Pop: 17.000 hab)

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Assim como Tunja, Villa de Leyva é uma cidade muito antiga e que preserva muito seu passado colonial com características espanholas. Fundada em 1573, essa cidadezinha é um dos pontos turísticos mais reconhecidos no país por sua beleza histórica. Provavelmente de toda essa lista, esta é a cidade com mais turistas e curiosos a visitando.

Villa de Leyva possui todo seu centro pavimentado com paralelepípedos (umas pedras grandes na verdade), e assim como o centro de Tunja, é muito gostosa para se caminhar, apreciando as casinhas coloniais em estilo espanhol. A diferença entre ela e outras cidades da região é que ela não cresceu muito, então seu “todo” é mais uniforme. Nessa última viagem comentaram comigo sobre uma lei que obriga todas as construções a seguirem os mesmos padrões de edificação, ou seja, elas precisam ser parecidas às construções originais.

Uma outra característica sobre Villa de Leyva é que ela fica num vale, ou seja, temos que descer a montanha para chegar até lá, sendo que a grande parte das cidades boyacenses ficam no alto. A estrada para chegar lá é bem sinuosa, e exige cuidado, mesmo ela estando em excelentes condições.

3. Paipa (Pop: 31.000 hab)

Lanceros del Pantano de Vargas

Paipa é uma cidade que eu costumava frequentar bastante. Conhecida como a capital turística de Boyacá, ela é pequenininha, possui um centro com uma linda catedral e prédios antigos ao redor, mas diferente de outras cidades da lista, ela possui uma mescla de passado e presente que combina bastante.

Paipa também é uma das cidades que conheci que conseguem criar uma simbiose de rural+urbano bem interessante. Prédios bonitos e modernos convivem lado a lado com casinhas antigas, com muitos detalhes de madeira tipicamente colombianos.

E falando de história, um dos lugares mais importantes da história da Colombia se localiza dentro do município de Paipa, mas ainda longe do centro da cidade. O Pântano de Vargas foi o local da batalha decisiva das tropas de Bolívar contra os espanhóis, e com isso, a independência da Gran Colombia veio às custas de muitos boyacenses.

Outra atração famosa de Paipa são seus banhos termais. Como a cidade se localiza em cima de uma espécie de “ponto quente”, as águas são bem quentes, o que ajuda a melhorar o turismo dali. Alguns resorts muito bons se encontram em Paipa, e eles se concentram ao redor do Lago Sochagota.

4. Chiquinquirá (Pop: 65.500 hab)

Chiquinquirá (sim, muitas cidades nessa região terminam com “rá”) é uma das cidades mais novas dessa lista, fundada apenas nos anos 1800. Ela é uma das maiores cidades de Boyacá, e muitas partes da cidade são bem modernas, mas seu centro ainda guarda muitas características coloniais antigas.

Provavelmente o maior interesse da cidade é a Basílica da Virgem de Chiquinquirá, que é uma bela igreja que lembra muito as catedrais de outras cidades pela América Latina, ainda que menor. Ela se localiza na Plaza de Bolívar (sim, também exstem muitas Plazas que levam o nome do Libertador na Colômbia), que também são rodeadas pelas famosas casinhas coloniais com detalhes em madeira.

O Palácio da Cultura também é um ponto de interesse bem importante de Chiquinquirá, e é considerado um monumento nacional.

5. Monguí (Pop: 4.900 hab)

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Plaza Mayor de Monguí, e a Catedral

Algumas listas de jornais da Colômbia e do Exterior sempre listam Monguí como um dos povoados mais bonitos do país. Fundada no século XVII, Monguí não cresceu muito, e toda sua cidade se mantém fiel ao que era há séculos atrás.

Eu consegui conhecer Monguí nessa última viagem, e ela me lembra muito a cidade de Ronda (que é um dos meus lugares de sonho para visitar). A temperatura é bem agradável para quem gosta de frio também, muito por causa de sua localização muito no alto da montanha. A temperatura média fica na casa dos 13 graus por boa parte do ano.

Um dos lugares mais fofos de Monguí é sua ponte de pedra que parece que saiu de um romance! Dá para tirar lindas fotos ali.

Uma curiosidade sobre Monguí é que ela também é conhecida como um pólo importante para a confecção de bolas de futebol, devido à qualidade do couro da região.

6. Ráquira (Pop: 13.500 hab)

Ráquira é uma das cidades que jamais vou esquecer na vida. Esse povoado é pequenininho, mas é muito conhecido pelas suas casas coloridas que vendem artesanatos. Muitos habitantes da cidade se tornaram artesãos, e com isso, o comércio desses produtos atrai consumidores de toda a região.

As principais ruas da cidade me lembram muito do Caminito em Buenos Aires: casinhas coloridas bem decoradas com cores vibrantes. Ah, e vale lembrar que Ráquira fica bem pertinho de Villa de Leyva, e é bem possível de conhecê-las numa mesma perna.

Compramos muitos desses artesanatos para decorar a nossa casa! O meu favorito de todos é essa tapeçaria (foto abaixo) que colocamos uma moldura.

7. El Cocuy (Pop: 5.200 hab)

El Cocuy é uma pequena cidade localizada bem ao norte de Boyacá, quase na fronteira com a Venezuela. Com isso, já imaginamos que essa cidadezinha fica bem mais longe de Tunja e outras cidades desta lista.

Assim como a maioria das cidades dessa lista, ela ainda preserva uma ou outra característica colonial espanhola, mas ela é visada por muitos mochileiros como um dos pontos de início para explorar a Sierra Nevada. Por causa disso, já imaginamos que o local é bem friozinho, e os meus primos sempre falavam do frio dali.

A partir de El Cocuy existem várias trilhas de exploração para o Parque Nacional Sierra Nevada, que é um dos destinos mais bonitos, mas também é um dos mais subestimados da Colômbia. Eu mesma queria muito conhecer a Sierra Nevada, mas ainda me faltam culhões de exploradora. Enquanto isso, fico com as cidades coloniais. :)

8. Sotaquirá (Pop: 7.500 hab)

Pracinha de Sotaquirá

Claro que Sotaquirá não poderia ficar de fora desta lista! A cidade natal do meu avô e de boa parte dos meus parentes é linda! A maioria de suas casas segue um padrão de telhados laranja, paredes divididas entre o branco e o verde, e para completar, lindos detalhes em madeira por todos os lugares!

Eu já fiz um post só sobre Sotaquirá, mas tem algum tempo. Desde então eu não voltei lá, então infelizmente não possuo informações mais novas. Ali existem vistas maravilhosas, e curiosamente o meu local favorito é o cemitério. A sua vista é fantástica, e me traz uma paz de espírito sensacional! Não tem como não amar a minha Boyacá!

Airport review: Orlando Int’l Airport (MCO)

Olá todo mundo! Tem mais de um mês que não escrevo algum post Airport Review, o que significa que tenho que conhecer mais destinos o mais rápido possível para poder produzir material para vocês, haha.

Enfim, hoje vou trazer um resumo/análise do Aeroporto de Orlando, ponto de entrada de muitos brasileiros nos Estados Unidos. Já fiz essa parada obrigatória em MCO algumas vezes, e seguindo o padrão de postagens da categoria Airport Review, vou compartilhar o mais importante para vocês.

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Conexão direta com o Brasil

Atualmente, 3 companhias aéreas operam voos diretos para Orlando, saindo de três destinos diferentes. A Azul possui voos saindo de Campinas e Recife, já a LATAM e a Delta tem voos diretos saindo de São Paulo-Guarulhos.

Pelo o que vem sendo noticiado na mídia, é provável que a Azul passe a ter operações para Orlando em mais aeroportos pelo Brasil, mas isso é algo que só o tempo dirá.

Voos domésticos X Voos internacionais

Eu já tive a experiência de fazer tanto voos domésticos quanto internacionais através do aeroporto de Orlando. Os trechos domésticos foram em direção a Chicago O’Hare e voltando de Las Vegas, já os internacionais foram através da Cidade do Panamá, que para mim, é a maneira mais fácil de chegar a Orlando.

Para mim, não existe muita diferença entre os dois terminais: você desembarca, passa pela imigração (se voo internacional), pega o monotrilho, e chega ao átrio principal do aeroporto, que às vezes lembra um shopping.

Imigração

Já cheguei a fazer um post sobre imigração nos Estados Unidos, mas apaguei por achar que não ficou da maneira que queria. Ainda vou encontrar uma maneira clara de explicar todos os nuances da imigração nos Estados Unidos e outros lugares, mas já adianto que acho a imigração de Orlando muito tranquila, muito melhor que de outros lugares, tipo Miami.

Os oficiais estão acostumados a receber turistas brasileiros em Orlando, e outra coisa que ajuda é que a grande maioria deles fala espanhol, idioma bem mais parecido com o nosso português do que o inglês.

Mas assim, de forma bem genérica, os oficiais da imigração seguem alguns passos:

  • pedem o passaporte;
  • perguntam a data da última ida aos Estados Unidos (caso não seja a primeira visita)
  • começa aí uma série de perguntas: qual o motivo da ida aos Estados Unidos, qual o tempo de duração da viagem, qual o hotel que vai ficar, e uma vez em Miami chegaram até a perguntar minha profissão e minhas atribuições no trabalho;
  • pedem para posar para uma foto tirada ali na hora;
  • pedem as digitais;
  • carimbam o passaporte;
  • e pronto, só aproveitar a viagem!

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Alimentação

Escrevi um pouco acima que o Aeroporto de Orlando parece um shopping, então já imagine que existe uma grande quantidade de restaurantes, lanches e afins. No átrio central do aeroporto existe uma praça de alimentação bem grande, com coisas que vão de cafés a fast food.

Wifi, tomadas e cadeiras

O Wifi em Orlando é grátis e ilimitado! Fico feliz em perceber que hoje em dia a maioria dos grandes aeroportos já disponibilizam gratuitamente algo tão simples como um sinal de wifi.

Tomadas e cadeiras também não são um grande problema em Orlando. Na área do embarque existe lugar para todos.

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Transporte para o centro

Normalmente eu escrevo esse tópico em posts do Airport Review, mas Orlando é um pouquinho diferente. Não tem jeito, é necessário alugar carro ali, e se possível, faça a reserva com antecedência, ainda aqui no Brasil.

Mas é muito fácil alugar e dirigir em Orlando: com a reserva em mãos, se dirija ao balcão da locadora (as placas indicam o lugar, mas elas ficam próximas ao check in), e o atendente vai confirmar sua reserva, você assina alguns papeis e logo já temos o número do nosso carro na mão!

Como assim? A pessoa te dá um certo número, tipo 271. Logo em frente às locadoras se encontra um grande edifício garagem, cheio de carros. Lá, você vai para o andar da sua locadora, e procura a vaga 271. Existem placas que não deixam dúvida de nada e lá dentro se encontra a chave do carro, e é só ir embora.

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E o free shop, vale a pena?

No caso de Orlando, eu não daria atenção somente para o free shop. Existem várias lojinhas pelo saguão do aeroporto, incluindo lojas oficiais da Disney e da Universal, os dois principais parques da cidade.

Fora isso, existem lojas de souvenirs e outras coisas especiais para viajantes como malas e afins. Também existem lojas de roupas e outros acessórios.

Enfim, espero que tenham gostado do post! De maneira geral, o aeroporto de Orlando é muito auto explicativo e simples de circular. Um ótimo local para começar uma viagem que tem tudo para ser bem divertida! :)

Acompanhe também:

Airport Review: Ministro Pistarini – Ezeiza (EZE)
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Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)

 

Por fim, a Citadella

A Citadella é provavelmente o lugar onde dá para se ver a maior parte de Budapeste. Particularmente acho que a vista mais bonita da cidade fica no Bastião dos Pescadores, mas a Citadella é igualmente impressionante e é ponto indispensável para conhecer em Budapeste.

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Budapeste vista da Citadella

Tanto o Bastião dos Pescadores quanto a Citadella possuem significados especiais para mim, e são símbolos dessa epopeia húngara que vivi. O Bastião foi um dos lugares que conheci no meu primeiro dia em Budapeste; já a Citadella foi o último lugar que conheci na capital húngara.

Logo nos primeiros posts do blog, escrevi um relato curto sobre esse dia. Aquele dia foi tão fantástico e maravilhoso que eu não queria que terminasse nunca! Só ficam as boas memórias e o agradecimento.

Acompanhe também: O dia em que o tempo parou

Origens

A Citadella é uma antiga fortificação húngara localizada no topo da colina Gellért (Gellért Hill) construída em 1848, no ápice da revolução húngara.O nome Citadella já dá a entender que o local tem características de uma fortaleza.

Ela fica no lado de Buda (Buda é montanhosa, enquanto Peste é uma planície), e o fato dela estar no topo de um morro, indica que sua localização foi completamente estratégica em termos militares durante as revoltas contra os Habsburgos e a ocupação soviética.

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Em memória de todos aqueles que sacrificaram suas vidas pela liberdade e independência da Hungria

O que fazer na Citadella?

Hoje em dia o local não tem mais a maioria das características militares que outrora possuiu. Algumas muralhas foram derrubadas, mas a maior parte da estrutura original permanece.

Um mirante foi construído na ponta da Citadella, e é possível passar bastante tempo só admirando o Danúbio, a cidade e tentando descobrir suas ruas principais. Próximo ao mirante também se encontra a Estátua da Liberdade: construída para homenagear os húngaros mortos durante os períodos de opressão.

Na Citadella também se encontra o museu do Exército: uma série de bunkers decorados de uma maneira que te fazem voltar no tempo, durante a época das guerras.

Além do mirante e do museu, ainda é possível explorar a colina Gellért a pé, já que existem uma série de trilhas que a rodeiam do sopé até o topo. Mas obviamente, é necessário disposição, já que ali é uma subida.

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Despedida de Budapeste

Como citei no início do texto, esse foi o último lugar que conheci em Budapeste. Era um sábado e o meu voo para o Brasil seria na segunda de manhã. Naquele dia, o Zsolt me ligou e perguntou se eu queria dar uma volta com ele em algum lugar, mas não podia demorar já que ele possuía um compromisso à tarde.

Nessa altura eu já havia entregado as chaves do meu apartamento e estava hospedada num hotel mais ao centro da cidade. Depois de um certo horário, o Zsolt apareceu e perguntou se eu já havia conhecido a Citadella. Eu disse que não e ele me levou lá.

Nós conversamos muito durante o trajeto, e até hoje agradeço pela pessoa incrível e super prestativa que o Zsolt acabou se tornando durante toda essa viagem. Caminhamos pela maior parte do trajeto, tiramos muitas fotos e voltamos pro hotel.

Eu estava tão pra baixo naquele dia, já que a melancolia estava batendo: a maioria dos meus amigos próximos já havia ido embora. Na noite anterior tinha acontecido minha festa de despedida, com muitos rostos novos que iriam continuar a experiência que iniciei. Na sexta à noite me despedi da maioria deles, já que eu não os veria mais.

Receber a ligação do Zsolt me alegrou muito! Foi ótimo conhecer um lugar novo, e ainda em ótima companhia. Ainda nos veríamos, já que ele insistiu em me levar pro aeroporto na segunda feira.

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Mirante

Vale a pena conhecer a Citadella?

Então, voltando ao intuito mais informativo do post, acho que vale a pena conhecer a Citadella quando já se conheceu a maior parte das atrações de Budapeste. Como a Citadella fica bem longe do centro, ir até lá exige um pouco de tempo livre, pois acredito que a intenção da maioria das pessoas que visitam lá não é de chegar, bater umas fotos e ir embora: conhecer o bunker, comer em algum restaurante típico e andar pelas trilhas pode ser uma opção interessante para quem tem tempo e disposição.

A distância também foi um dos motivos pelo qual eu levei tanto tempo para conhecer o local! O único transporte público que chega até lá é ônibus, e como não conhecia Buda tão bem, sempre deixava para depois. Tive sorte pois o Zsolt me levou de carro até lá!

Mas enfim, o local é lindo, mas eu passaria a visita caso não tivesse muito tempo livre.

 

Visitas guiadas no Teatro Solís

O Teatro Solís é um dos principais pontos de interesse de Montevidéu, e não tem como não notar sua forte presença no centro da capital uruguaia. Como sou apaixonada por teatros e qualquer construção que envolva arte e cultura, a visita ali é indispensável.

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Fachada

O que é?

O Teatro Solís é a mais famosa casa de espetáculos de Montevidéu. Suas origens remontam a meados do século XIX, quando arquitetos na cidade começaram a esboçar um projeto que criaria um teatro com condições de tornar a capital do Uruguai num importante centro da ópera.

Sua abertura oficial neste exato lugar ocorreu no ano de 1856, e o teatro permaneceu aberto até 1998, quando se iniciou uma grande renovação. Em 2004, o teatro foi reaberto ao público, onde permanece aberto à visitações e a espetáculos desde então.

Acompanhe também: Minha opinião sobre o Bus Turístico de Montevidéu

Onde fica e como visitar?

O Teatro Solís se localiza bem perto da Plaza Independencia, próximo à Cidade Velha, no cruzamento entre as avenidas Buenos Aires e Bartolomé Mitre. É totalmente possível de encaixar a visita guiada no dia que der para fazer os passeios no centro de Montevidéu.

Dependendo do dia da semana, os horários de visitação podem variar. O site do teatro apresenta todos os horários disponíveis para a visita guiada, e o tour em português custa só $60, bem baratinho!

O dia que conheci o Teatro Solís foi uma terça feira, e só tinha um horário de visitação disponível (16h). Mesmo assim, não precisa ter pressa em comprar os ingressos, já que a bilheteria só abre 30 minutos antes das visitas.

Acompanhe também: Almoçando no Mercado del Puerto

Como é a visita e o que vemos?

Como eu falei um pouco acima, a visita guiada pode ser feita em português, e o nosso guia foi um uruguaio que falava um bom português, ainda com sotaque, mas sem problemas para compreender os fatos.

Ele contou a história do Teatro, fundação, origem dos materiais, estilo de arquitetura, curiosidades, origem do nome Solís, por que aquelas coisas funcionavam daquele determinado jeito, e por aí vai.

O grupo devia ter pelo menos uns 20 brasileiros (eu acredito que tinha mais gente no tour em português do que o de espanhol!), mas não foi difícil de acompanhar ou de escutar o guia.

A visita guiada começa no lado de fora, passa por uma espécie de hall onde as pessoas costumavam fazer o social antes das apresentações e termina no camarote, onde podemos tirar fotos e apreciar a beleza do local.

Durante esse tempo, o guia fica contando fatos interessantes sobre o teatro, construção e outros afins.

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Vale a pena visitar?

Então, eu acho que vale a pena visitar o Teatro Solís sim. O ingresso tem valor barato, é próximo ao centro histórico de Montevidéu e da Plaza Independencia, e querendo ou não, o Teatro Solís é um dos símbolos uruguaios mais importantes.

A visita não é longa: leva aproximadamente 45 minutos do início ao fim. Dessa maneira, uma visita ali não compromete outras coisas para fazer durante o dia.

Apesar de não ser tão vibrante em cores e ouro quanto o Teatro Colón ou a Ópera de Viena (duas das casas de espetáculo mais conhecidas do mundo), o Teatro Solís tem seu charme, fazendo com que ali seja um local agradabilíssimo.

 

7 fotos e 7 histórias

Uma das características mais marcantes do ser humano em tempos mais atuais é a de eternizar momentos através de fotos. A história recente é cheia de vários casos em que fotos retratam sentimentos diversos, especialmente em momentos mais marcantes.

O viajante e o turista comuns também gostam de retratar esses momentos com câmeras. Uma forma de lembrar para sempre (ou pelo menos por um bom tempo) aquele lugar incrível, aquela comida maravilhosa, aquele artista de rua talentoso e também os famosos “aha-moments”, que são aqueles momentos de descoberta instantâneos, que muitas vezes te fazem cair o queixo.

Aqui separei 7 fotos minhas e suas histórias. O post será longo, e terei o maior prazer de escrever, assim como espero que vocês tenham o mesmo sentimento lendo.

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Foto 1: Satisfação na subida
Onde: Bastião dos pescadores, Budapeste, Hungria.
Quando: 14 de abril de 2013.

Aqui no Camilla Pelo Mundo eu destaquei bastante a minha experiência na Hungria, que de fato foi incrível e inesquecível. Porém eu nunca postei essa foto, apesar de ter falado um pouco sobre a história dela nesse post.

Era o meu primeiro dia em Budahome, um domingo ensolarado. Combinei de encontrar com a minha roomate em Margaret Island, onde ela estaria num piquenique com outros intercambistas. Eu teria que ir comprar meu chip de celular e o meu passe de ônibus e não poderia ir com ela, mas eu prometi que eu iria até lá depois.

Essa Margaret Island é aquela ilhazinha ali ao fundo cheia de árvores, no meio do Danúbio. Escrevi sobre ela aqui. Então, depois de caminhar bastante e morrendo de medo de me perder, acabei a encontrando numa rodinha de pessoas, todas rindo e felizes, contando suas histórias de seus países, tirando fotos, e claro, comendo.

Em 30 minutos parecia que eu já os conhecia há vários dias e estávamos em sintonia. Juro que me senti muito bem, e feliz. Até então, com um dia de estadia, a minha viagem para BP tinha valido a pena.

Então alguém, no fim da tarde, sugeriu que fossemos ao Castelo de Buda, já que algumas pessoas ainda não tinham ido até lá. Acabamos pegando o tram até o “sopé” do Castelo e subimos tudo a pé. O meu condicionamento físico era (e é) péssimo, e como eu ainda não estava ainda adaptada com o clima nem nada, aquela subida foi horrível. Aquele castelo tinha que ser bom!

Era domingo e o Castle Hill não estava tão cheio assim. Meio que por causa disso, chegamos e conseguimos conhecer muito dali. Então paramos no Fisherman’s Bastion, que é uma espécie de vista point da cidade, e a minha reação ao olhar tudo aquilo sob o pôr-do-sol foi incrível! Eu jamais havia me emocionado tanto com uma paisagem!

Meses antes eu jamais imaginava que eu poderia estar ali! Depois de sofrer um acidente feio no pé e ter deixado o trabalho para viver essa aventura, subir aquilo tudo e se deparar naquele lugar lindo cheio de gente ao redor, mas no fundo sozinha já foi uma vitória! Queria eu poder compartilhar aquela imagem e a sensação com a minha família, especialmente.

O máximo que eu pude foi tirar uma foto, que ajuda a expressar no mínimo a compreender como foi esse momento. A cara cansada e os óculos parecem ocultar, mas nunca estive tão feliz em ~apenas~ observar paisagens.

 

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Foto 2: Primeira vez.
Onde: Praça Vermelha, Moscou, Rússia
Quando: 7 de janeiro de 2012.

Ah, a minha aventura na Rússia <3. Sempre sonhei em conhecer esse país, mas não sabia como. Felizmente eu conheci o intercâmbio pela AIESEC onde a mãe Rússia é um dos principais suppliers, sempre recebendo gente. Quando fiz intercâmbio pela primeira vez, no fundo sabia que ali que era o lugar, o meu destino!

Pela AIESEC mesmo, acabei conhecendo um menino do escritório de Moscou, que queria dar “match” em outro intercambista (quando eu ainda nem pensava em viajar) e acabei mantendo contato com ele. Assim que decidi o meu destino no interior da Rússia, o contatei pedindo ajuda, já que eu chegaria em Moscou de noite e num feriado. Super solícito, ele disse que ia me buscar no aeroporto e me ajudaria a comprar a passagem de trem para Saratov.

Dito e feito e ele foi me buscar! Uma pessoa incrível e me ajudou em todos os momentos. Correu pra pegar o Aeroexpress comigo, me ajudou a comprar passagens e trocar dinheiro, e ainda me levou no Mc Donald’s pra comer, haha. E ainda por cima, foi o meu guia de turismo na Praça Vermelha.

Então, eu sou do Norte e mesmo tendo viajado para o exterior antes, eu nunca havia visto neve. Nunca! Naquele dia, as temperaturas na capital russa beiravam os 2, 3 graus positivos, mas nada de neve, apesar da umidade. Naquele momento eu percebi uma coisa que já me deixou muito chateada: a minha câmera não tirava fotos boas à noite por causa do frio. Prontamente o meu amigo me ajudou e tirou a câmera dele da mochila e começou a tirar minhas fotos, haha.

Nesse meio tempo, eu acabei vendo um montinho na neve. Me emocionei tanto e perguntei se aquilo era neve mesmo! Ele disse que sim (claro, né), por que havia nevado alguns dias antes e haviam colocado toda a neve da praça naquele cantinho. A caboclinha orgulhosa da Amazônia foi lá e se jogou no monte de neve, toda feliz! Sentei, me deitei, e o meu amigo rindo de mim tirando fotos.

O detalhe é que no fundo da foto, vemos o GUM, que é o shopping mais caro de Moscou e um dos mais requintados do mundo. Os oligarcas bilionários vivem fazendo compras lá. Se algum ricaço ou qualquer outra pessoa achou estranho essa pessoa aqui feliz no monte de neve, tanto faz, tanto fez. O importante foi que eu literalmente “me joguei” nessa aventura.

 

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Foto 3: Vista para a eternidade
Onde: Cemitério, Sotaquirá, Colômbia.
Quando: Algum dia de janeiro de 2003.

Apresento-vos o Vale de Sotaquirá, terra do meu avô. A Colômbia ainda é uma incógnita para muitos brasileiros, e mesmo assim, muitos vão saber um pouquinho mais sobre Bogotá e Cartagena. Essa região é a Andina no departamento de Boyacá e cresci com histórias sobre fazendas, vales lindos, montanhas e tudo mais, tudo vindo das memórias do meu avô.

Não era a minha primeira visita a Sota, mas foi a primeira com uma câmera digital. A qualidade da foto não está boa, por causa da tecnologia da época, mas fiz questão de pegar a câmera emprestada da minha prima para tirar essa foto.

Nesse cemitério estão enterrados o meu bisavô e alguns parentes. Olhando um pouco mais fundo, é possível perceber que esse cemitério fica numa colina, e é preciso uma boa pernada para subir. O choque vem na hora da descida, quando você se depara para o vale e as montanhas no fundo.

Aquela vista foi tão marcante pra mim, que desde então eu penso em como aquelas pessoas que estão enterradas ali são privilegiadas. Literalmente elas estão “descansando em paz”.

Passei 9 anos sem viajar para a Colômbia e quando voltei, não só recriei essa foto, mas também tirei várias outras, e o clima de paz ainda persiste! Sotaquirá é uma cidade bem pequena, na verdade um povoado, que passou muito tempo esquecido no seu clima bucólico. Hoje muitas coisas já chegaram por lá, como internet no meio das fazendas e até um hotel, coisa inexistente em 2003. Mesmo assim, algumas coisas nunca mudam, e o vale continua do mesmo jeito, deixando a vista do cemitério tão bonita quanto foi em épocas passadas. Não me importaria de ser enterrada ali.

 

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Foto 4: Gabi e as pombinhas
Onde: Piazza San Marco, Veneza, Itália.
Quando: 19 de agosto de 2010.

A foto não está muito bem “tirada” (créditos para a excelente fotógrafa, na época), mas marca uma viagem muito especial que eu fiz pra Europa com a minha família. A Bi era pequenininha ainda e ficou empolgada com as pombinhas da Piazza San Marco, que já se acostumaram com os turistas e ficam rodeando a todos.

Ela mal sabia falar e durante a viagem aprendeu a falar “pombinha”. Diferente de outras crianças, ela se empolgou com os passarinhos (mesmo sendo pombas, pq né) e se divertiu correndo atrás delas. Esse dia também tem outra foto marcante dela, “brigando” comigo, com uma carinha brava e um dedinho, meio que se estivesse apontando, mas não vem ao caso agora.

Esse dia também foi marcante pelo fato de Veneza ter se tornado uma surpresa pra mim. Eu não queria ir para lá de jeito nenhum e aquele dia quente aparentemente estaria confirmando minhas expectativas, mas não. Aquele mundaréu de turistas não tinha conseguido esconder a beleza que tinha feito dessa cidade o grande destino que é.

Momentos depois, fomos passear no Grand Canal, e no passeio de gôndolas estava incluso uma apresentação com um cantor e um sanfoneiro. Aquele foi o cartão de visitas: ~você está na Itália~. Lembram do a-ha moment? Esse com certeza foi um.

 

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Foto 5: Observando Monterey
Onde: Monterey, Califórnia, Estados Unidos.
Quando: 3 de maio de 2014.

A Costa da Califórnia é linda demais! Monterey, Carmel by-the-sea e o Big Sur oferecem vistas sensacionais! Após um dia na estrada com lindas vistas, paramos numa cidadezinha chamada Monterey, que ainda conserva muito da história colonial da Califórnia, lembrando que esta cidade foi a primeira capital do estado.

Um dos principais lugares da cidade é a Cannery Row, que é uma rua que preserva muitos aspectos da arquitetura colonial, além de possuir várias lojas e restaurantes bons. Ali também dá pra ver a majestosa vista de Monterey Bay, com direito a uma pequena praia, mirantes e afins. Ninguém estava nadando ou surfando ali, mas tinha muita gente brincando na areia, um fim de tarde qualquer.

Nessa hora, uma banda estava tocando uma espécie de música peruana, bem agradável. Tinha também um ventinho bom, crianças correndo e pessoas tirando fotos. Me apaixonei pela vista e comecei a tirar fotos. Fotos da bandeira da Califórnia, da rua em movimento, das pessoas na praia, e eu encontro essa por acaso.

Fico imaginando o que esse rapaz estaria pensando. Seja o quer que fosse, esse lugar seria o ideal para escapar da vida e pensar um pouco. Pensar é bom. Nos leva a refletir sobre aspectos da vida que estão dando errado, o que podemos fazer para acertar, e também nos ajuda a estabelecer planos e metas.

Se eu estivesse no lugar desse homem, eu sairia satisfeita dali qualquer fosse o meu pensamento. Talvez o Oceano Pacífico pudesse me dar a resposta.

 

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Foto 6: Uma forma de libertação
Onde: Lennon Wall, Praga, República Tcheca.
Quando: 4 de maio de 2013.

Fui pra Praga com a minha roomate e ela queria muito ir ver essa Lennon Wall. Honestamente eu pensava que essa parede era só um muro todo pichado por uns jovens comuns, e não sabia o por quê dela querer visitar esse muro e não gastar nosso tempo vendo outros lugares interessantíssimos de Praga.

Alguns momentos depois a ficha caiu. Outro a-ha moment me deu um insight importante, já que eu me considero tão sabida em história assim. Nos anos 80, essa parede comum começou a ser pintada por pessoas comuns com frases de músicas dos Beatles e citações de John Lennon.

Com o passar dos anos, esses dizeres começaram a “evoluir” para críticas ao regime comunista da Tchecoslováquia. O muro chegou a ser pintado algumas vezes, mas logo depois, novas frases sobre amor e paz já estavam escritas, junto com flores.

Esse muro passou a realizar um ideal muito mais profundo, mas que qualquer pessoa pode associar. A tão “proibida” liberdade de expressão do regime comunista foi desafiada com frases de amor numa parede. Aquelas pessoas que só queriam paz estavam conseguindo meios de se expressar de uma maneira muito simples, mas na época, polêmica: escrevendo.

Não é a toa que muitos jovens tiram fotos na Lennon Wall. Geralmente somos nós os que estão associados à vontade de mudança, e da difusão do amor e da paz no mundo, por mais utópicos que esses sentimentos sejam. E por mais simples que uma atitude como escrever possa parecer simples, esses jovens estavam desafiando algo muito mais complexo. De uma maneira ou outra, eles conseguiram o que queriam.

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Foto 7: Vá até onde der
Onde: Museu Albertina, Viena, Áustria.
Quando: 28 de dezembro de 2012.

Então, eu estou de muletas na foto, e o motivo é simples. Eu sofri um acidente na Alemanha e não gostaria de contar os detalhes aqui, e acabei ficando o resto da viagem de muletas e com o meu pé todo machucado. O mais plausível seria voltar pra casa e deixar essa viagem para lá.

Mas não, eu quis seguir com essa viagem até o fim! Era algo muito planejado e desejado por mim e a minha mãe, e eu ia conseguir andar o máximo que pudesse. Desistir não estava nos planos.

Essa bota rosa era bem fofinha e acabou não prejudicando o meu pé, mas ela não era impermeável, o que me deu muito frio no inverno chuvoso de Viena (como dá para se ver na foto). Acabei pensando: “Esse frio vai servir como uma compressa de gelo nos meus pés”, e fui, com frio e com dor.

Acabei andando o centro de Viena num dia, e fui pra Schönbrunn no outro. Subi desde o palácio até a Gloriette sem reclamar, e chegar ao alto, foi uma vitória por si só. Voltei pra Munique e continuei andando, e assim segui até chegar em casa. E assim ganhei novas histórias para contar, algumas até aqui no site.

Essa foto mostra o quanto eu me “deixei levar”. Estava ali e iria aproveitar de qualquer maneira, entendeu? ;) Absolutamente nada podia me derrubar, e desistir, em qualquer instância, não está nos meus planos.

 

 

Viajar ao redor da Hungria

A Hungria está localizada bem no coração da Europa Central, e só com um breve conhecimento em geografia já é possível dizer que a localização privilegiada desse pequeno país é um grande atrativo para turistas, especialmente aqueles que viajam de país para país. Por isso, a Hungria ganha vários pontos na lista de viajantes pela Europa.

Só pra ter uma ideia, a Hungria faz fronteira com 7 países: a Áustria, a Eslovênia, a Croácia, a Sérvia, a Romênia, a Ucrânia e a Eslováquia, e a conexão com o resto da Europa fica bem fácil de qualquer maneira.

Mapa da Hungria e países fronteiriços

Mapa da Hungria e países fronteiriços

Primeiro, devemos levar em consideração que a Hungria não tem saída para o mar, o que deixa sua acessibilidade via barcos bem difícil. Uma saída plausível seria a de navegar pelo Danúbio a partir da Romênia, mas a navegação turística é amplamente prejudicada pela Sérvia, que ainda exige visto para muitas nacionalidades (para brasileiros, a necessidade de visto permaneceu até meados de 2013).

Com isso, devemos considerar as saídas por ar (aeroportos) e por terra (ônibus e trem), e de qualquer maneira, Budapeste será o hub principal do país. Quase todas as rotas partindo de cidades do interior passam, ou fazem conexão na capital, mesmo para as cidades maiores como Pécs, Miskolc, Debrecen, Szeged e assim sucessivamente.

Sobre aeroportos: A Hungria possui 9 aeroportos civis, sendo 5 internacionais e 4 domésticos. Porém, apenas o aeroporto de Budapeste de fato recebe uma certa quantidade de passageiros. Os outros aeroportos basicamente só funcionam com poucos voos charters e aviões de pequeno porte, e muitas vezes com frequência irregular pela falta de demanda.

Caso você não vá morar em Budapeste, a solução mais plausível é pegar um voo até a capital húngara, e se deslocar por terra até o destino final, pela abundância de trens e ônibus. Por exemplo, caso você esteja em Londres e precisa ir até Debrecen, existe a possibilidade de pegar um voo pela WizzAir (companhia low cost húngara) e ir direto. Mas aparentemente, outro trecho semelhante não existirá para nenhuma outra cidade húngara.

Para um review completo sobre o aeroporto de Budapeste, clique aqui.

Para procurar passagens aéreas: A companhia aérea húngara mais importante atualmente é a WizzAir, que é uma low cost com até um certo ponto de qualidade, já que a tradicionalíssima Malev faliu recentemente, deixando um vácuo imenso na aviação do país. Fora isso, várias companhias aéreas atuam na Hungria, mas as que atuam em grandes hubs de aviação podem oferecer mais opções e menores preços. Recomendo chegar na Hungria por Frankfurt, Londres, Istambul, Lisboa ou Paris.

Primeiramente, eu faria uma busca de passagens aéreas por qualquer site especializados em buscas gerais. Depois de verificar os preços, compre direto pelo site da companhia aérea com as melhores condições. Passagens compradas em sites de busca geralmente dão problema quando existem coisas como cancelamento de voo, mudança de rota repentinamente, bloqueio feito por cartão de crédito e afins.

Sobre ônibus: Viajar de ônibus pela Hungria ou para o exterior é super fácil e principalmente, barato. No entanto, o país ainda padece de uma infraestrutura adequada para viagens de ônibus, com algumas paradas sendo feitas na rua sem algum tipo de indicação ou afim.

Por exemplo, a estação de Nepliget faz seus trechos internacionais na rua, e não existe nenhum guichê de venda de passagens para quem precisa de apoio com algum problema (tipo quando o meu ônibus pra Viena saiu alguns minutos antes do previsto, e eu estava a 10 metros de chegar nele). Por falar em venda de passagens, algumas companhias de ônibus não vendem passagens online, e somente em agências de turismo especializadas.

Mesmo com os pesares, viajar de ônibus é muito bom! Para destinos envolvendo a Hungria, recomendo a Orange Ways, a Eurolines e a Student Agency Bus (que é uma empresa da República Tcheca).

Sobre trem: As linhas férreas húngaras são bem densas, e é possível viajar pelo país com uma facilidade incrível, em um curto período de tempo. Mesmo assim, muitos trens tem que fazer uma conexão ou escala em Budapeste, o que não é um problema muito grande.

A companhia férrea húngara é a MAV, que oferece trens de todo tipo: dos mais antigos aos mais novos, dependendo do destino (risos). Em geral, as viagens são bem tranquilas, e as estações de Budapeste oferecem uma estrutura razoável para o turista estrangeiro. Digo razoável pelo fato de que elas estão passando por um processo de modernização, e muitas coisas ainda são antigas.

As estações também oferecem uma timetable em papel que você pode levar no bolso. Ela indica os horários de partida, paradas, e possíveis conexões. Além de cidades nos países fronteiriços, por trem é super fácil de chegar em Praga, em Munique, Berlim, Veneza, Cracóvia, Varsóvia e outros lugares.

Empolgou pra viajar? Chegando lá, essas informações se encaixarão com muito mais facilidade. Viajar ao redor da Hungria é uma moleza!

Algumas dicas para quem vai viajar de trem

O trem é um dos meios de transporte mais utilizados pelos viajantes, seja pelo preço, pela comodidade, pela estrutura, pelo fato de algumas cidades não possuírem aeroporto, e no meu caso, pelas paisagens e aventuras que uma jornada nos trilhos nos leva!

No entanto, é necessário ficar de olho e ter muita atenção! Assim como qualquer pessoa que nunca viajou de avião gostaria de dicas para não se “perder”, o mesmo se aplica para quem ainda vai começar a andar de trem. Afinal de contas, eu aprendo errando e para evitar qualquer situação para outras pessoas, é super prudente postar dicas por aqui, certo? On y va?!

  1. Pesquise os possíveis trechos num site de passagens de trem.
    É essencial planejar qualquer viagem de trem com os olhos colados na tela do computador. Vai que você quer ir viajar pra Praga de manhã, e só tem trem saindo à tarde? Ou que não existem trechos diretos para o seu destino? Até mesmo a cidade nem constar nas linhas de destino e conexões desejadas. No entanto não faço as compras nesse caso pela internet, pelo simples fato de segurança e até certo ponto, praticidade (é necessário retirar as passagens no ticket booth da estação de trem de qualquer maneira).
  2. Compre a passagem com antecedência.
    Seja na internet ou na estação, é interessante comprar a passagem com no máximo um dia antes da viagem. Vai que no dia pretendido da viagem as filas estejam muito longas, o cartão não passa, você acorda tarde, o trânsito (ou o transporte público te prega uma peça, vide metrô 3 de BP) te impeçam de chegar a tempo de inclusive entrar no trem.

    Minha passagem de trem para Saratov. (tudo em cirílico!)

    Minha passagem de trem para Saratov. (tudo em cirílico!)

  3. Além da passagem, compre o seat reservation.
    O Seat Reservation custa uns 2 ou 3 euros, e é só mesmo para garantir seu lugar certo, mediante sua passagem. Para aqueles que não querem gastar seus 2 ou 3 euros só para ter seu lugar “certo”, a passagem em si já garante seu lugar. No entanto, poupa uns 20 minutos de descanso para encontrar um lugar sem nenhuma marcação. Dependendo dos trens, essa marcação nem existe, mas é bom se informar na hora da compra.
  4. Leve um lanche para comer durante a viagem.
    Na Hungria eu sempre parava num restaurante turco e levava um Gyros pra comer no trem. Fora isso, eu sempre andava com refrigerante, biscoitos, pães e tudo. Na minha bela viagem de 18 horas (foi pouco, viu?) num trem na Rússia, eu levei um supermercado quase inteiro! E te digo que valeu a pena.

    Companheiros de cabine!

    Companheiros de cabine!

  5. Night trains são uma boa pedida.
    Especialmente quando você tem algum compromisso pela manhã e não quer perder horas preciosas em algumas cidades. A dormida pode ser um pouco desconfortável mas nada que tire a energia para o dia seguinte. Só de se estar num lugar novo, o fôlego volta!
  6. Tenha as passagens sempre à mão.
    Entre países na Europa, de vez em quando um fiscal entra no trem ao atravessar a fronteira, para carimbar a passagem como uma “entrada”, tipo como num passaporte ao passar pela imigração. Esse carimbo é uma garantia de que a passagem foi de fato comprada, e também fiscalizada. Em trens que circulam somente no mesmo país a fiscalização também ocorre. No entanto, eles costumam dar só uma rubrica.

    Plataforma de trem em Bratislava

    Plataforma de trem em Bratislava

  7. Beba bastante água.
    Pois afinal de contas, essa é uma viagem como qualquer coisa. Saúde em primeiro lugar!
  8. Fique atento às direções.
    Ao comprar uma passagem, é bom saber primeiramente a estação de saída e a de chegada. Após isso, é bom saber para onde você vai, e quais são as direções a serem tomadas. Saber onde descer no metrô/ônibus, onde fica o hostel/hotel, achar alguma casa de câmbio pelo caminho, talvez… Já é bom ter uma noção de todas essas direções antes de partir para já ter um destino certo.

    Danúbio fazendo as honras!

    Danúbio fazendo as honras!

  9. Baixe aplicativos sobre o destino.
    Um aplicativo guia sobre a cidade é bem interessante! Eles tem mapas, direções, pontos turísticos, roteiros a pé e muito mais. Caso você não saiba pra onde ir, pode dar uma olhadinha no seu celular.
  10. Aproveite bastante as paisagens!
    Essa é a melhor dica! Você nunca sabe o que terá no caminho da linha férrea!

    Cidadezinha fofa!

    Cidadezinha fofa!

Passagens compradas: Califórnia, Nevada e Flórida

Então, já estou aqui contando os dias para que abril (e férias da faculdade, plmdds) chegue logo! Próximo ao fim de abril estarei indo aos Estados Unidos pela segunda vez, e posso dizer que ao chegar nesse roteiro foi um tanto complicado.

Tive a oportunidade de ir mais vezes aos Estados Unidos, mas em todas as outras vezes preferi ir pra Europa (risos) e prometi à minha família que da próxima vez eu iria pra lá sem falta. Dito e feito. Saiu uma promoção pela TAM e compramos o trecho MAO-MIA-MAO por pouco mais de R$1000. Achei bom, mas nunca me perdoarei por não ter comprado nada naquela linda promo da American Airlines: ida e volta pra Miami só por R$ 370.

Mas enfim, o motivo dessa nova viagem seria um congresso em Chicago que o marido da minha tia iria. De lá, iríamos para outros lugares. De certeza iríamos também pra Orlando no final (eu preciso ver a Parade do Magic Kingdom!!) e daí veio aquela lâmpada na minha cabeça: por que não conhecer alguma cidade no Canadá? Chicago é ali do lado, então juntaríamos o útil ao agradável, e após, voltaríamos para a Flórida.

Só que o problema do agradável é o visto. Me empolguei, comprei guia, pesquisei tudo sobre o visto canadense, vi tudo que se tinha pra fazer em Toronto (a cidade escolhida), planejei um dia em Niagara Falls, mas no fim chegamos a uma conclusão de que não valia a pena pelo visto no momento. Em uma próxima oportunidade, planejamos conhecer mais cidades no Canadá.

Mas se não pudéssemos ir pra Toronto nem pra nenhum lugar no Canadá por causa do visto (preguiça burocracia), pra onde iríamos? New York e Miami estavam fora de cogitação, e escolhemos Washington como o lugar pra ir. Mas depois de pesquisar sobre a cidade, não deixamos Washington como o destino entre Chicago e Orlando, e sim entre Miami e Chicago. Ou seja, para nós estava tudo bem se passássemos só um dia em meio em DC.

Começamos a procurar por esse destino que substituiria Toronto e um dia sugeri Cancun e todo mundo gostou (sim, sou louca pra conhecer o México!). Pesquisamos também muito! Vimos hotéis, qual a melhor região pra ficar, programação para crianças, qualidade das praias, quais as vantagens e desvantagens de all inclusive e bem mais.

Só que um dia, a minha mãe e tia começaram a reclamar que não queriam ir pro México (as duas já moraram na Cidade do México e elas não tem essa mesma curiosidade sobre o país que eu tenho, por já terem vivido lá) e nem ir pra praia. Também começaram a reclamar dos preços de Cancun e sugeriram New York. Dei meu alto lá e se fosse por causa de preços de hoteis, Manhattan estava fora de cogitação.

Daí teve o UFC 168 e começaram a sugerir Las Vegas, e poderíamos até assistir alguma luta num sábado qualquer. Só que precisaríamos meio que “cruzar” o país, e ainda ter que voltar pra Flórida depois. Então chegamos a uma conclusão: Chicago (MEU AMOR), que até então era a cidade mais certa no roteiro, deveria sair.

O congresso que serviu de desculpa para aquela viagem já tinha miado, e como quem não quer nada, bateu um glimpse de Califórnia e decidimos então fazer o trecho San Francisco – Los Angeles – Las Vegas de carro, com algumas paradas no caminho, e depois partir de LAS até MCO, e então pegar a estrada de volta a Miami. Até então, San Diego entrava na lista, mas já ficaria muito corrido e a tiramos do planejamento.

Um dia depois, estávamos comprando as passagens e todos ficam felizes com o escolhido! Tinha o parque para as crianças, San Francisco pra minha mãe, Las Vegas para a minha tia e o marido dela, e uma viagem de carro pela Highway 1 com lindas paisagens pra mim.

Foco para as passagens! O trecho MIA-SFO dura mais de 6 horas, sendo que MAO-MIA dura apenas 5. Detalhe que atravessaremos alguns fusos horários nesse trajeto. A volta com LAS-MCO é um pouco mais curta, de apenas 4 horas será feita de madrugada, ou seja, não perderemos o dia com a viagem, mas também não teremos muitas horas de sono. Vida de viajante é assim mesmo!

Ufa! Em Maio, assim que voltar, farei meio que um balanço total da viagem com todas as dicas dessa viagem de carro e dos parques. Já querendo que tudo chegue logo, e que eu possa tirar muitas fotos e comprar muitas besteiras na Disney, por que não?

Adeus ano velho!

Chegamos em dezembro e 2013 está (finalmente) chegando ao fim. Já vemos decoração natalina em todos os lugares, o ar começa a ficar mais leve, e estamos com a agenda cheia de celebrações e confraternizações.

Como tradição, muitos planejam diversas atividades para o fim do ano, e viajar pode estar dentro nos planos de muitos. Para isso, vim hoje dar algumas dicas de como melhor se aproveitar a virada do ano em um lugar novo!

Época de natal em Milão

Época de natal em Milão

Reservar tudo com antecedência pode ajudar ao economizar dinheiro. As passagens de fim de ano geralmente são bem mais caras ao serem compradas agora por novembro e dezembro, pelo simples motivo da oferta e da procura. Caso já exista um plano de viajar no fim do ano, fique sempre de olho nas promoções, mesmo que elas ocorram em julho, agosto, ou até antes.

Além das passagens, pesquisar bem os hotéis é sempre essencial. Saber logo qual é o melhor lugar pra ficar, considerando o orçamento, expectativas pessoais e um pequeno planejamento de o que fazer durante a viagem e também durante a passagem do ano pode deixar pequenos detalhes, como o acesso, mais tranquilos.

Escolha bem a cidade onde você irá passar a virada do ano, lembrando que o transporte público pode parar depois de uma certa hora no dia 31 de dezembro (e nem chega a funcionar em alguns dias dependendo da cidade) e é sempre bom saber como voltar pro hotel depois da festa.

O Natal é bem mais popular que a virada do ano em certos países. Por isso, nem todos os lugares terão uma festa organizada na hora da virada, mas sempre terão pessoas reunidas em um lugar importante dispostas a festejar, soltar fogos de artifício, tomar uns drinks… diversão não falta!

Falando em natal, fique atento nos christmas markets, especialmente em países da Europa. Esses mercadinhos são muito fofos e vendem de tudo: desde artesanatos até comidas típicas.

Verifique se o hotel/resort que você estárá fará uma festa particular, que geralmente são bem luxuosas, e dependendo da cidade, podem valer bem mais a pena do que ficar no frio, ou em um lugar perigoso.

Saber e praticar os costumes do país é bom! Virou o ano na Colômbia e logo me deram um prato com 12 uvas. Eu teria que comer as 12 uvas e fazer um pedido para cada uva, equivalente a cada mês do ano. Se adaptar também é bom. :)

De olho na temperatura do destino, afinal de contas ninguém quer passar calor ou frio com as roupas erradas, certo? Também arrumar as malas antes é obrigatório pra qualquer viagem que se faça, assim como levar toda a documentação necessária e reservas na mão.

Afinal de contas, todos queremos “lavar a alma” na virada do ano, certo? Que tal fazendo tudo certinho desde o início?