Airport review: Aeropuerto Internacional El Dorado (BOG)

Vocês já ouviram falar da lenda de El Dorado? Muitos diziam que havia uma cidade misteriosa coberta de ouro em algum lugar da América do Sul, e por muitos anos exploradores vasculharam muitos lugares com o intuito de encontrar esse lugar lendário.

Até hoje, a cidade não foi encontrada, mas a lenda dizia que ela se localizava aqui na Amazônia ou no norte da América do Sul, e muitos acreditavam que essa cidade se localizava em algum lugar no que hoje é a Colômbia. A verdade é que muito ouro foi encontrado em terras colombianas, e algumas obras de povos antigos estão em exibição no Museu do Ouro (que recomendo a visita ao post neste link aqui).

Falei tudo isso para dizer que a lenda do El Dorado serviu de inspiração para nomear o aeroporto de Bogotá, que é o primeiro ponto de contato da maioria dos turistas que chegam à Colômbia. Como se pode ver pela quantidade de posts recentes, passei pelo aeroporto recentemente, e vou contar a experiência por aqui.

Quais são as conexões diretas para o Brasil?

Algumas cidades brasileiras possuem voos diretos até Bogotá, e as duas empresas que oferecem esses voos são a Latam, e a Avianca.

A Latam possui saída apenas por São Paulo – Guarulhos, e infelizmente não opera voos diários. Já a Avianca oferece mais voos durante a semana com saídas de São Paulo – Guarulhos, Rio de Janeiro – Galeão, e já vi voos saindo de Recife, Salvador e Fortaleza (pelo menos a empresa anuncia isso).

Outra rota muito utilizada pelos brasileiros é uma conexão via Panamá, pela Copa Airlines. O voo Panamá-Bogotá dura cerca de uma hora, então não é tão cansativo assim. Pelo menos para mim, que moro no Norte, é muito mais conveniente fazer uma conexão no Panamá do que em Guarulhos, por exemplo.

Como ir até o centro?

Por motivos quase óbvios, nunca utilizei transporte público para ir até o meu destino, saindo do aeroporto. Normalmente algum primo sempre vai me buscar, então nunca senti na pele como sair do aeroporto por conta própria, mas já percebi que não é tão simples pegar um ônibus para qualquer lugar.

Eu acho mais recomendável buscar um tipo de transporte particular, como táxi ou shuttle, que já te deixam no local onde você ficará hospedado. Táxis em geral não são muito caros em Bogotá, e para quem está indo pela primeira vez ao país, e também quem está cansado depois de uma longa viagem, acho mais fácil pegar um táxi do próprio aeroporto. Só tenha cuidado com a questão do troco.

Mas assim, é possível sair de ônibus, inclusive de Transmilenio. Para isso, é importante saber qual a estação mais próxima da sua casa, mas provavelmente você fará uma baldiação. E carregando malas, acho que não é tão interessante.

Free shop

Recentemente o aeroporto de El Dorado passou por uma mega reforma, e o free shop está maior que nunca. Ali existem os produtos que normalmente vemos em outros aeroportos do mundo, e outras lojas bem interessantes também. O que importa é que existe grande variedade de coisas, mas não achei os preços (do free shop) tão competitivos assim.

Imigração

Assim como qualquer zona migratória do mundo, o aeroporto de Bogotá é bem exigente com seus passageiros, então é importante ter todos os documentos relevantes em mãos. É sempre bom ter a passagem de volta em mãos, e a carteira de vacinação é imprescindível! É muito importante que a vacina contra febre amarela esteja registrada, senão você nem sai do Brasil! Também tenha em mãos o endereço e nome do seu hotel, ou da localização particular que você ficará.

Wifi

O aeroporto diz que dá acesso wifi grátis aos passageiros, mas achei a conexão muito ruim, pelo menos no meu celular. Graças que eu tenho plano de dados internacional no meu celular, então por isso não senti muita falta desse serviço. :)

Alimentação

O aeroporto de Bogotá possui um Juan Valdez, então você pode ter um belo gostinho de entrada, ou saída da Colômbia (sério, faça isso). Mas fora isso, na área de embarque existe uma pequena food court com algumas opções de restaurantes e lanches. A zona não é muito grande, mas parece confortar bem os passageiros. Me lembro que pedimos uma pizza, e estava bem gostosa (e o preço não estava tão alto assim).

Qual a disponibilidade de cadeiras e banheiros?

Não faltam cadeiras no desembarque, então isso não é um grande problema. Existem vários banheiros ao redor do terminal, mas talvez você pegue filas mais longas em locais que são próximos à imigração ou o free shop.

Sobre balanças

Na área de check in, existem balanças para malas que ficam à disposição de todos. Ao lado se encontra uma mesinha de apoio caso você precise mexer algo na mala, então já ajuda bastante. A balança foi uma mão na roda, pois através dela descobrimos que uma mala estava muito pesada, e outra nem estava tanto assim. Ou seja, quase pagamos um excesso que foi resolvido com uma mera redistribuição de coisas.

 

Você pode gostar também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport Review: Aeropuerto Internacional de Carrasco (MVD)

Anúncios

Airport Review: Aeropuerto Internacional de Carrasco (MVD)

O Aeroporto Internacional de Carrasco é o principal local de entrada e saída do Uruguai. Apesar de ser o aeroporto da capital do país, ele não é tão movimentado quanto outros da América Latina como Lima, Ezeiza ou Bogotá. Mesmo assim, esse aeroporto dá uma boa primeira impressão para os turistas que visitam Montevidéu, e isso inclui um grande percentual de brasileiros.

Aeroporto de Montevidéu

Voos de/para o Brasil:

Atualmente, as três maiores companhias aéreas do Brasil (obviamente Latam, Gol e Azul) possuem alguns voos diretos até Montevidéu, mas apenas 4 cidades do nosso país possuem voos diretos para a capital uruguaia.

A companhia com mais voos diretos é a Gol, que possui saídas de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. A Latam possui saídas de São Paulo e do Rio, enquanto a Azul opera voos diretos a partir de Porto Alegre.

Eu fui para Montevidéu de Latam, e saí do Rio de Janeiro. As olimpíadas haviam acabado há pouco e o aeroporto estava perfeito, mas esse é assunto para outro post. :)

Como sair do aeroporto em direção à Montevidéu?

Primeiramente, é necessário saber que o Aeroporto de Carrasco fica a 20 km do centro de Montevidéu, ou seja, não é tão pertinho assim. Sabendo disso, já imaginamos que o preço de um táxi sairia um pouco salgado, mas existem outras opções de vários preços.

Como já disse, temos os tradicionais táxis. Eles são bem tranquilos para se usar na cidade, e não são tão caros quanto em outras capitais. Confesso que quase só usei táxi durante os dias que passei em MVD, mas não o utilizei na saída do aeroporto. Vale ressaltar que o preço do táxi é tabelado e varia de acordo com o local onde você vai descer.

Uma opção mais barata são as vans compartilhadas, e esse foi o modo que escolhi para ir até o hotel. Se paga 350 pesos por pessoa, mas a desvantagem é ter que esperar por um certo número de pessoas para encher a van. No meu caso, saímos num grupo de 7 pessoas, todos brasileiros, e aguardamos cerca de 20 minutos para conseguir esse número.

Caso ainda exista alguma dúvida, o site do táxi pode ajudar a calcular o valor da corrida do aeroporto.

Outra opção popular é a Uber, mas não a utilizei por receio. Até então, nunca tinha utilizado o serviço e não queria fazê-lo em outro país de primeira vez.

Câmbio no aeroporto

Tradicionalmente já sabemos que as casas de câmbio em aeroportos costumam ter uma taxa não tão favorável aos turistas, mas eu troquei um valor muito pequeno apenas por emergência, já que era noite e não teríamos a oportunidade de ir naquele mesmo dia ao centro para poder trocar nosso dinheiro.

Caso a dúvida seja para pagar o táxi ou a van compartilhada, fique tranquilo, pois o guichê destes aceita cartão de crédito.

Outra opção de câmbio é usar a Western Union ou o Transferwise, dois tópicos de posts futuros por aqui. (Spoiler: nunca usei nenhum dos dois sistemas, mas tenho interesse).

Duty Free

Antes de chegar lá, li em vários sites e blogs que o Free Shop de Montevidéu é considerado um dos melhores da América Latina. O duty free parece ser bom (bons preços especialmente para os perfumes), mas ele é pequeno comparado a outros, como Ezeiza. Mas seu tamanho diminuto é ideal para o porte do aeroporto, que como citei antes, é pequeno.

O duty free fica logo antes da imigração, então se você quiser fazer compras, só tem essa chance. Falando nisso…

Imigração

O Uruguai é um país bem amigo do Brasil. Ambos fazem parte do Mercosul (inclusive a sede do Mercosul fica em Montevidéu!), e a tradição de amizade e cooperação data de muitos e muitos anos. Lembram da Colônia del Sacramento?

Então meio que por causa disso, a imigração é bem tranquila. Só me perguntaram a data prevista de saída do Uruguai e carimbaram meu passaporte.

Falando em passaporte, ele é opcional ao visitar o Uruguai. Você pode entrar no país com uma identidade de bom estado e com menos de 10 anos de emissão (err… a minha já tem um pouco mais de 10 anos). Mas lembre-se, levar passaporte é sempre melhor.

Wifi no aeroporto

Temos aqui mais um aeroporto com internet livre (*celebra*). Hoje em dia é difícil encontrar um aeroporto internacional sem algum tipo de conexão de dados, mesmo que por um período determinado de tempo. Parece que os aeroportos estão entendendo que esse é um detalhe que faz toda a diferença no conforto do passageiro, mesmo que seja em conexão.

Você pode gostar também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport review: Ministro Pistarini – (EZE)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)

Airport review: Orlando Int’l Airport (MCO)

Olá todo mundo! Tem mais de um mês que não escrevo algum post Airport Review, o que significa que tenho que conhecer mais destinos o mais rápido possível para poder produzir material para vocês, haha.

Enfim, hoje vou trazer um resumo/análise do Aeroporto de Orlando, ponto de entrada de muitos brasileiros nos Estados Unidos. Já fiz essa parada obrigatória em MCO algumas vezes, e seguindo o padrão de postagens da categoria Airport Review, vou compartilhar o mais importante para vocês.

20140512_064214

Conexão direta com o Brasil

Atualmente, 3 companhias aéreas operam voos diretos para Orlando, saindo de três destinos diferentes. A Azul possui voos saindo de Campinas e Recife, já a LATAM e a Delta tem voos diretos saindo de São Paulo-Guarulhos.

Pelo o que vem sendo noticiado na mídia, é provável que a Azul passe a ter operações para Orlando em mais aeroportos pelo Brasil, mas isso é algo que só o tempo dirá.

Voos domésticos X Voos internacionais

Eu já tive a experiência de fazer tanto voos domésticos quanto internacionais através do aeroporto de Orlando. Os trechos domésticos foram em direção a Chicago O’Hare e voltando de Las Vegas, já os internacionais foram através da Cidade do Panamá, que para mim, é a maneira mais fácil de chegar a Orlando.

Para mim, não existe muita diferença entre os dois terminais: você desembarca, passa pela imigração (se voo internacional), pega o monotrilho, e chega ao átrio principal do aeroporto, que às vezes lembra um shopping.

Imigração

Já cheguei a fazer um post sobre imigração nos Estados Unidos, mas apaguei por achar que não ficou da maneira que queria. Ainda vou encontrar uma maneira clara de explicar todos os nuances da imigração nos Estados Unidos e outros lugares, mas já adianto que acho a imigração de Orlando muito tranquila, muito melhor que de outros lugares, tipo Miami.

Os oficiais estão acostumados a receber turistas brasileiros em Orlando, e outra coisa que ajuda é que a grande maioria deles fala espanhol, idioma bem mais parecido com o nosso português do que o inglês.

Mas assim, de forma bem genérica, os oficiais da imigração seguem alguns passos:

  • pedem o passaporte;
  • perguntam a data da última ida aos Estados Unidos (caso não seja a primeira visita)
  • começa aí uma série de perguntas: qual o motivo da ida aos Estados Unidos, qual o tempo de duração da viagem, qual o hotel que vai ficar, e uma vez em Miami chegaram até a perguntar minha profissão e minhas atribuições no trabalho;
  • pedem para posar para uma foto tirada ali na hora;
  • pedem as digitais;
  • carimbam o passaporte;
  • e pronto, só aproveitar a viagem!

20140512_063436

Alimentação

Escrevi um pouco acima que o Aeroporto de Orlando parece um shopping, então já imagine que existe uma grande quantidade de restaurantes, lanches e afins. No átrio central do aeroporto existe uma praça de alimentação bem grande, com coisas que vão de cafés a fast food.

Wifi, tomadas e cadeiras

O Wifi em Orlando é grátis e ilimitado! Fico feliz em perceber que hoje em dia a maioria dos grandes aeroportos já disponibilizam gratuitamente algo tão simples como um sinal de wifi.

Tomadas e cadeiras também não são um grande problema em Orlando. Na área do embarque existe lugar para todos.

20150312_120217

Transporte para o centro

Normalmente eu escrevo esse tópico em posts do Airport Review, mas Orlando é um pouquinho diferente. Não tem jeito, é necessário alugar carro ali, e se possível, faça a reserva com antecedência, ainda aqui no Brasil.

Mas é muito fácil alugar e dirigir em Orlando: com a reserva em mãos, se dirija ao balcão da locadora (as placas indicam o lugar, mas elas ficam próximas ao check in), e o atendente vai confirmar sua reserva, você assina alguns papeis e logo já temos o número do nosso carro na mão!

Como assim? A pessoa te dá um certo número, tipo 271. Logo em frente às locadoras se encontra um grande edifício garagem, cheio de carros. Lá, você vai para o andar da sua locadora, e procura a vaga 271. Existem placas que não deixam dúvida de nada e lá dentro se encontra a chave do carro, e é só ir embora.

20150319_145915

E o free shop, vale a pena?

No caso de Orlando, eu não daria atenção somente para o free shop. Existem várias lojinhas pelo saguão do aeroporto, incluindo lojas oficiais da Disney e da Universal, os dois principais parques da cidade.

Fora isso, existem lojas de souvenirs e outras coisas especiais para viajantes como malas e afins. Também existem lojas de roupas e outros acessórios.

Enfim, espero que tenham gostado do post! De maneira geral, o aeroporto de Orlando é muito auto explicativo e simples de circular. Um ótimo local para começar uma viagem que tem tudo para ser bem divertida! :)

Acompanhe também:

Airport Review: Ministro Pistarini – Ezeiza (EZE)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)

 

Airport review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)

Paris tem três aeroportos principais, o Charles de Gaulle (Roissy), Orly e Beauvais. Desses três, o aeroporto de Orly é o mais antigo e continua recebendo uma série de voos de companhias importantes, porém mais de destinos europeus. Já o aeroporto de Beauvais opera poucas companhias low cost, e quase ninguém chega à Paris por lá. Com certeza, a grande maioria dos voos internacionais chega no CDG, e é sobre ele que eu vou falar agora.

P1020306

Quais são as conexões diretas com o Brasil?

Atualmente, somente a LATAM e a Air France operam voos diretos ao CDG. Diariamente, existem voos saindo de São Paulo-Guarulhos e Rio de Janeiro-Galeão de ambas as companhias. Há cerca de um ano, a Air France começou a operar um voo que sai três vezes por semana de Brasília, mas a tendência é que este vire um voo diário.

Uma outra rota muito utilizada por brasileiros que vão a Paris é por Lisboa, pela TAP. Porém os voos da TAP chegam somente em Orly.

Como é feito o transporte para o centro de Paris?

O CDG é relativamente longe de Paris, cerca de 25 km do centro. Para isso, existem três maneiras básicas para ir até a cidade: RER, ônibus e táxi.

Para pegar o RER (que é o trem metropolitano), compre o ticket ou pela internet, ou lá mesmo no aeroporto, em guichês. Ele custa mais ou menos 9 euros e tem três estações no aeroporto, uma em cada terminal. Antes de ir, tenha em mãos o nome da estação de metrô mais próxima do seu hotel, para assim você poder saber em qual estação de RER descer.

Para ônibus, existe o transporte da Air France (que pode ser utilizado por passageiros de qualquer companhia) e o Roissy Bus.

Saindo de CDG, o transporte da Air France tem três linhas: uma que para na Porte Maillot e em Champs Elysées, uma segunda que para na Gare de Lyon e outra na Gare Montparnasse, e outra linha que vai até o aeroporto de Orly.

Usando o Roissy Bus, o trajeto vai até a estação Opera, bem no coração de Paris.

Para pegar táxi, é bem simples. Pegue na saída do aeroporto sempre na companhia autorizada. Na saída do aeroporto umas pessoas ficam te abordando para pegar táxis “clandestinos”. Eu já fui e voltei de táxi de CDG e paguei 40 EUR na ida e 80 EUR (na verdade, 78!) na volta. Admito que o meu voo era de madrugada e não queria ir pegar o RER sozinha no escuro (ah, e eu havia dormido demais em aeroportos naquela viagem específica).

Como é a imigração no CDG?

Em todas as vezes que desci no CDG, nunca tive problemas com imigração. Em uma das vezes, a policial me deixou passar sem perguntar nada quando me ouviu falando francês. Mas de qualquer maneira, vá com a pastinha preparada, com a passagem de volta, seguro saúde, cartão de crédito, e claro, passaporte com validade de pelo menos 3 meses!

Tem wifi no aeroporto?

Hoje em dia é difícil que algum aeroporto de grande porte não tenha wifi. Em CDG o wifi é gratuito mas claro, eles cobram algumas taxas para uma conexão bem mais rápida.

Posso fazer no CDG o procedimento para o Détaxe?

Claro, e deve! Para isso, é só levar o formulário de Détaxe que você recebe na própria loja onde você fez suas compras para os guichês autorizados. Eles vão lhe dar as instruções, e em um outro guichê você já recebe o dinheiro. Mas lembre-se, faça o Détaxe antes de embarcar!

Existem lugares para comer no CDG?

Sim! Existem cafés, barzinhos, fast foods, todos bem diversos entre si. Dá até pra comprar macarons da Ladurée no embarque. :)

É possível dormir no aeroporto?

Sim, é possível. Porém é aquilo, coisa de viajante. :) Outra coisa que deve ser considerada é a falta de movimento nos aeroportos europeus durante a madrugada, já que a maioria dos voos começam a partir das 6 da manhã.

Tem como trocar dinheiro lá?

Sim, mas a dica é trocar o mínimo possível por causa da cotação desfavorável a viajantes nos aeroportos. Também me recordo que só tinha encontrado uma casa de câmbio no terminal 1, e não havia ninguém lá. Uns 20 minutos depois, uma moça apareceu.

Sobre compras e duty free:

Confesso aqui que já vi áreas de duty free melhores. Existe até alguma variedade, mas esperava mais de Paris, especialmente no embarque internacional da Air France, no terminal 2E. Porém, é possível de encontrar boas compras, especialmente os perfumes!

Preparando-se para atender bem o turista desde o princípio, o aeroporto de Paris-CDG é muito bem equipado e muito bem informativo. Para alguma dúvida pontual, existem vários guichês pelo aeroporto, onde os funcionários podem te ajudar com as mais diversas situações. Ah, não se esqueça de pegar um mapa da cidade nos guichês de informações!

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Airport review: Miami Int’l Airport (MIA)

O aeroporto de Miami, junto com o aeroporto JFK de New York são os principais hubs de entrada de brasileiros nos Estados Unidos. Devido à localização geográfica, cultura latina, praias e possibilidade de compra, muitos brasileiros acabam indo para lá nas férias. Só que Miami também é um hub aéreo muito importante para quem entra nos Estados Unidos para desembarcar em qualquer outro lugar no país, Caribe e até México.

Mapinha do aeroporto de Miami

Mapinha do aeroporto de Miami

Existe conexão direta com o Brasil?

Sim, e muitas! Miami é um hub aéreo da American Airlines, e existem voos diretos dessa companhia para Belo Horizonte, Curitiba, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, e em dezembro, começarão voos a partir de Campinas. Já a LATAM opera saídas de 7 cidades: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo. Sempre fui de LATAM e gostei muito dos serviços do voo: atendimento, serviço de bordo e entretenimento. Além do mais, adoro a duração da viagem: pouco mais de 4h30.

Transporte para aluguel de carro?

Em geral nos Estados Unidos, principalmente em Miami, é indispensável ter carro. No desembarque existem ônibus brancos chamados de “Rental Car Shuttle” que levam a um prédio onde se encontram as locadoras de carros. Lá é só contatar sua locadora com a reserva, e buscar seu carro.

O aeroporto oferece wifi?

Sim, oferece e a qualidade é relativamente boa. Além do mais, é grátis e pega em quase todo o terminal!

Qual a disponibilidade de tomadas e cadeiras?
Existe uma boa variedade de ambas, e sempre é possível parar, sentar e carregar algum aparelho.

Dormir no aeroporto é bom?
No aeroporto em si, mais ou menos. Não dá pra deitar e ter uma noite confortável, mas dentro do aeroporto existe um hotel para aqueles que vão ter que passar a noite no local. Não é um hotel tipo cápsula, e o quarto que ficamos era amplo, com TV a cabo e um banheiro grande também. A única ressalva é que o hotel não aceita reservas na hora.

Serviços de alimentação:
Existem fast foods e restaurantes por todo o aeroporto. Mas a dica principal é que a grande maioria deles fecha cedo, já que o aeroporto fecha depois das 22:00, sem pousos nem decolagens. Da última vez, chegamos lá pelas 20:30, guardamos as coisas no hotel, e quando descemos, só tinha o Burger King aberto.

Como é a imigração?

Uma das vezes que fui lá, eu passei cerca de 1h30 em pé na fila, pois esta não andava. E confesso de que todos os lugares que viajei, a imigração lá foi a mais chatinha. Não por ser intimidante, mas pelo fato de haverem várias perguntas a fazer (quanto tempo você vai ficar aqui, qual o hotel, se você estuda, onde você trabalha e qual o setor e assim sucessivamente) e também pelo fato de você ter que tirar uma foto na webcam e passar suas digitais para verificação. Procedimento comum nos Estados Unidos, para minimizar ao máximo ameaças de terrorismo e imigração ilegal. É bom estar com todos os documentos da viagem em mãos (passaporte com visto, passagem de volta, seguro saúde, reserva de carro e hotel, cartão de crédito, crachá do trabalho e afins).

Compras e free shop:

Pelo o que eu me lembre, o free shop de Miami no embarque/desembarque internacional não é tão bom (nem me lembro se tem, honestamente). Mas para embarque domésticos, o terminal que eu estava era cheio de lojas de vários tipos e setores com preços muito bons. Inclusive marcas que brasileiros adoram como Victoria’s Secret, Abercrombie and Fitch, Hollister, GAP and so on.

Como já disse, muitos brasileiros entram nos Estados Unidos via Miami. Não é difícil de se comunicar em português por lá, e o aeroporto por si, é bastante explicativo. Aproveite suas férias, que o aeroporto de Miami , para entradas e conexões, é muito bom.

Acompanhe também:

Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

É preciso ter ciência – Crítica

Ontem enquanto estava navegando pelas redes sociais, eu encontrei uma matéria que me deixou “revoltada” em certos aspectos. Essa matéria apresentava brasileiros que estavam sendo barrados antes do embarque aqui no Brasil, e geralmente os destinos finais seriam na Europa.

Acontece que o motivo para impedir as pessoas (que não deviam nada a ninguém, que fique claro isso) era o fato do passaporte estar a menos de 3 meses do vencimento. Eu fiquei indignada com o fato de que pessoas, aparentemente bem letradas e informadas, não terem sequer tentado se informar sobre a sua própria viagem ao exterior.

Mas primeiramente, vou começar esse raciocínio com um fator essencial para quem sai da zona de conforto (leia-se, nossa casa), que é a pesquisa. Estamos nos deslocando a um lugar novo, estranho e onde enfrentaremos algum tipo de dificuldades. Mesmo que você se hospede em um hotel 5 estrelas em Paris, nem tudo pode sair perfeito.

P1010867

Supomos que você viaje para Londres em dezembro, próximo ao natal. No Brasil está quente, verão, e algumas pessoas podem pensar que lá poderia estar quente também. Um pouco de geografia já nos indica que as estações nos hemisférios norte e sul são invertidas, e que elas podem ser mais intensas ou não de acordo com a proximidade à linha do Equador. Isso já nos indica que Londres estará fria, e que provavelmente estará nevando, ou até mesmo com uma temperatura mais baixa. Viajar para lá com roupas de verão não parece ser uma boa ideia.

Ainda em Londres, sabia que nada funciona nos dias 25 e 26 de dezembro? Os metrôs param, muitas lojas e museus fecham e tem gente que nem sai de casa. Ainda pode haver um certo movimento no dia 26 por causa do Boxing Day (que é um feriado onde as pessoas dão presentes), mas mesmo assim um turista interessado em desempenhar certas atividades pode achar isso frustrante e pode até “descontar” na cidade, falando mal e nem a recomendando para outras pessoas.

Esses dois exemplos, por mais óbvios que pareçam para algumas pessoas, podem causar um grande ponto de interrogação em outras, e o exemplo do passaporte se encaixa perfeitamente nisso.

O passaporte brasileiro tem validade de 5 anos, e dependendo do país existe a necessidade de se obter o visto. Em alguns casos (como por exemplo, para a Índia) o visto se tira pelo correio, e em outros (como o famoso visto americano) é necessária uma burocracia maior, incluindo até a presença na embaixada/consulado. Geralmente o visto já coloca uma “data limite” de até quando você é permitido de entrar no país com esse documento.

Mas mesmo possuindo visto, a validade do passaporte é vista e altamente considerada pelos fiscais da imigração. Aqui darei o exemplo da União Europeia. As exigências mínimas para a admissão no bloco são: seguro-saúde que cubra despesas de até 30000 euros, passagem de volta e um passaporte com validade mínima de 3 meses.

Deixei as três exigências em negrito, e a questão do passaporte ainda com itálico para frisar que essas informações QUALQUER pessoa tem acesso, e que qualquer site mais especializado em viagens pode oferecer. Realmente só não sabe quem não quer…

Mesmo assim, vou destrinchar as três, primeiramente com a passagem de volta. Confesso que quando eu vejo alguma notícia que fale de brasileiros que foram deportados, a falta de passagem de volta é quase sempre presente. Repito que quando há uma ausência de passagem de volta, pode haver um interesse em permanecer morando no bloco sem o visto adequado. Isso é imigração ilegal e é crime. Preciso falar algo mais?

O seguro-saúde quase nunca é lembrado, mas ele é necessário para a entrada em qualquer país, assim como ele pode nos ajudar em qualquer emergência médica no exterior. Eu já sofri uma emergência e tive que ir até o hospital para me examinarem. Não gostaria de contar o que foi que aconteceu, pois é algo que me deixa muito desconfortável já que a situação foi grave. Mas enfim, o seguro é obrigatório, é vendido pela internet e em agências de turismo (mais recomendável) e nem custa tão caro assim.

Daí eu chego no passaporte. Como falei antes, o nosso passaporte tem validade de 5 anos e quando chegamos próximo aos 4 anos e meio depois da data de emissão, a sirene já apita pedindo uma renovação. A maioria dos países, mesmo aqueles que exigem visto, não deixam pessoas com apenas 6 meses restantes de validade no passaporte entrarem no país.

Você leu certo, 6 meses. E antes, a própria União Europeia também exigia os mesmos 6 meses restantes de validade para qualquer cidadão brasileiro (e de outras nacionalidades) como requisito para a entrada no bloco. Essa regra de 3 meses de validade é “nova”. Entrou em vigor no fim do ano passado.

Então quer dizer que a União Europeia flexibilizou e diminuiu a exigência para validade do passaporte?
Sim!!! E mesmo assim, as pessoas continuam fazendo alarde como se isso fosse a lei mais absurda do mundo.

Mas por que as pessoas estão achando essa lei que não permite que pessoas com menos de 3 meses de validade no passaporte um absurdo? Simplesmente por que elas desconheciam a exigência de 6 meses. E quando nós brasileiros somos “surpreendidos” com algumas palavras como “proibir”, “barrar”, “deportar”, e afins, já achamos um absurdo sem ao sequer saber o contexto em que ela se aplica.

O que muita gente não percebe é que leis de imigração em geral são feitas para proteger os cidadãos dos seus países. O Brasil também tem as suas, e ao contrário do que muita gente pensa, as leis são cumpridas com rigor na imigração por aqui. Mas isso não quer dizer que não temos imigrantes ilegais por aqui, mas aí já é outra história.

Concluindo, a informação é cada vez mais disponível e compartilhada nesse mundo em que vivemos hoje, o que deixa qualquer pessoa informada, desde que ela tenha acesso a internet e diversos meios de comunicação e também que ela tenha vontade de aprender e de tirar dúvidas. Também ressalvo que é importante procurar e pesquisar antes de fazer qualquer coisa que nos tire da nossa querida “zona de conforto”.

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)

Ai, Chicago! Quantas lembranças boas eu tenho de você! Toda vez sem hesitar eu digo que Chicago é a melhor cidade para se visitar nos Estados Unidos, e que para mim tudo foi perfeito ali! Pouco a pouco eu vou escrevendo sobre as minhas experiências na Windy City, mas hoje eu reservo um espaço para o principal aeroporto da cidade, o O’Hare.

Uma das maiores curiosidades deste aeroporto é o fato que o O’Hare é o segundo aeroporto mais movimentado do mundo em termos de movimentos de aeronaves. Até 1998 ele foi o aeroporto mais movimentado do mundo em número de passageiros. Esses dados servem só pra ter uma magnitude do aeroporto e do movimento que ele recebe diariamente.

Existe conexão direta com o Brasil?

Sim! Existe um voo diário pela United Airlines saindo do aeroporto de São Paulo – Guarulhos. Esse voo é operado por um Boeing 777-200, e dura cerca de 10h30. Segundo o site da companhia, o voo sai de GRU às 21:10 e chega em ORD às 05:40.

Transporte para o centro?

Não utilizamos carro em Chicago, e contratamos o serviço de shuttle recomendado do próprio aeroporto. O serviço é feito em pequenas vans que param em diferentes hoteis. A ida foi tranquila, e na volta o shuttle apareceu no horário combinado. Como na época não fui eu quem reservou, não sei de cor os preços, mas em geral o serviço foi bom e a viagem levava cerca de meia hora do aeroporto até o Loop e vice-versa.

Serviços de alimentação:

A área de embarque é gigante, e também pelo movimento, vários restaurantes e lanchonetes se encontram no local, oferecendo variedade para diversos gostos de passageiros. Se não me engano, comi numa Subway (estava com pressa…) por lá.

O aeroporto oferece wi-fi?

Hoje sim, mas aparentemente não em 2011 quando eu fui até lá.

Tomadas?

Não é difícil de encontrar tomadas na área de embarque.

Existem cadeiras disponíveis para todos?

Mesmo com um grande movimento, o aeroporto O’Hare tem áreas de embarque específicas para cada voo, oferecendo bastante espaço e cadeiras disponíveis.

E qual a disponibilidade de banheiros?

Na área de embarque em O’Hare, existem vários toilettes, e todos bem limpinhos.

Sobre raios-x e segurança:

Como todo e qualquer aeroporto nos Estados Unidos, a segurança vem em primeiro lugar. Posso garantir que eles são bem rigorosos quanto a segurança – com toda a razão – e que tudo é verificado e analisado de acordo com o raio-x.

Sobre compras e Duty Free:

Não precisei comprar nada em Chicago e não passei pela zona de Duty Free por ter feito apenas voos domésticos. Porém a variedade de lojas (roupas, acessórios, eletrônicos, livros e afins) era bem variada e confiável.

Esse aeroporto é bastante convidativo! A área de embarque é repleta de bandeiras de muitos países, já dando aquela atmosfera convidativa. Em geral, o O’Hare é bem organizado e um bom aeroporto para embarcar ou fazer conexão.

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

 

Airport review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)

O aeroporto de Tocumen, localizado na Cidade do Panamá é cada vez mais utilizado por brasileiros que fazem conexão para diversos países na América Latina e especialmente para os Estados Unidos. De 2006 para cá, o aeroporto sofreu uma reforma e o número de passageiros subiu muito, fazendo também com que a capital do Panamá caísse no gosto de viajantes do Brasil.

Eu acabei de atualizar esse post devido à grande reforma que o aeroporto sofreu em 2012. Espero que aproveitem a estadia no Panamá!

P1020306

Conexão direta para o Brasil?

Sim. A Copa Airlines atualmente oferece 7 voos diários para o Brasil, para Belo Horizonte, Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, e existem planos de abertura de voos entre ainda em 2015 para Fortaleza e Curitiba. A companhia é boa e os voos são confortáveis, e particularmente não tenho nenhuma observação grave a ser feita.
Geralmente os passageiros que embarcam nesses voos fazem conexões para outros países, especialmente para os Estados Unidos. Para a Europa, Panamá só tem voos diretos para Madrid e Amsterdam.

Vou fazer conexão. Posso conhecer a Cidade do Panamá?

É possível sim. O aeroporto oferece um serviço de shuttle que vai ao centro da cidade, sendo possível de conhecer o básico da Cidade do Panamá por algumas horas. Mas é bom observar que é bom de ter um tempo largo na conexão antes do próximo voo.

Existe disponibilidade de restaurantes?

Sim! Para isso, se dirija até o Food Court localizado num andar acima. Uma boa quantidade de restaurantes e fast food se encontram lá. Da última vez, fui almoçar num restaurante ali que serviu a comida bem rápida e gostosa.

É bom de fazer compras no aeroporto?

Sim!! O duty free do Panamá é muito bom, e a variedade de produtos é muito grande. Perfumes, bebidas, cigarros, óculos de sol, eletrônicos em geral e outros possuem preços bons e certas coisas custam até menos que nos EUA, por exemplo. Também algumas lojas de marca se destacam, como Carolina Herrera, Burberry, Rolex e outras.

Existe wifi disponível?

Sim, e por tempo ilimitado! Para conseguir a conexão, é preciso fazer apenas um rápido cadastro colocando seu nome, seu email e nacionalidade. Andei bastante pelo aeroporto e o sinal sempre foi significativo.

Qual a disponibilidade de banheiros?

Na minha última ida ao Panamá, existiam poucos banheiros funcionando e as filas eram enormes. Após a reforma, o número de banheiros aumentou significativamente, e sempre são bem limpos.

E de cadeiras?

Existem cadeiras para todos no terminal, apesar da rotatividade de voos.

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)

Zona Schengen: dúvidas e respostas

Depois do meu post O básico da União Europeia, algumas pessoas me procuraram através da fanpage, do Facebook, do email e até pessoalmente para tirar dúvidas sobre a famosa (e até temida) Zona Schengen.

A tal da Zona Schengen é um conjunto de países na Europa que fizeram um acordo de livre circulação de pessoas e mercadorias. Isso significa que é permitida a circulação sem que outro país signatário desse acordo faça uma verificação, como “passar pela imigração” do país.

Então, já fica claro que você não precisa passar na imigração em cada país europeu que faz parte da Zona Schengen. A necessidade de passar pela imigração é apenas no primeiro aeroporto da Zona, podendo ser, por exemplo, em Lisboa, no Porto, em Paris, em Milão, em Frankfurt, em Munique, em Barcelona, em Madrid, em Roma, e em Amsterdam. Listei esses aeroportos pois são estes que tem voos diretos com o Brasil.

Algumas passagens aéreas e de trem

Algumas passagens aéreas e de trem

Lembrando que o Reino Unido e a Turquia não fazem parte da Zona Schengen, então Londres e Istambul não entram nessa lista.

Lembrando que a partir do momento da entrada no primeiro aeroporto da Zona Schengen, você tem direito de ficar até 90 dias entre países do acordo de Schengen. Caso você faça um bate-pronto para um país não signatário e volte, a contagem de dias na zona Schengen zera.

No caso da Europa, é mais fácil falar dos países que não fazem parte desse acordo. Eles são Reino Unido, Croácia, Bósnia, Sérvia, Albânia, Montenegro, Macedônia, Kosovo, Bulgária, Turquia, Chipre, Romênia, Moldávia, Ucrânia, Belarus e Rússia.

Como assim?!
Vamos por um exemplo: Você quer passar 4 meses (120 dias) viajando pelos respectivos países: Portugal, Espanha, França, Alemanha, Polônia, República Tcheca, Eslováquia, Áustria, Hungria, Croácia, Sérvia, Grécia, Turquia, Rússia, Finlândia, Suécia, Noruega, Reino Unido, e volta a Portugal para pegar o voo de volta para o Brasil.

Viagem longa, não? Mas vamos considerar aqui o tempo longo da viagem e a quantidade de países Schengen ou não.

A imigração será feita em Lisboa, e a contagem de 90 dias começa ali. Com o visto de entrada já feito, é possível transitar até a Hungria (de acordo com o nosso roteiro) com esse visto (isso quer dizer, sem passar pela imigração), já que todos os países do caminho são signatários do acordo de Schengen.

Lembrando que no caminho, apenas a Polônia, a República Tcheca e a Hungria não utilizam o Euro como moeda, sendo necessária a troca na casa de câmbio. Porém, como eles fazem parte da União Europeia, os estabelecimentos são obrigados a aceitar o Euro e equivalendo o valor local a uma taxa de conversão. Porém o troco será dado na moeda local.

Supomos que você saia da Hungria em direção a Croácia de trem. Fica a dica que a Croácia está a um passo de entrar para a União Europeia e de utilizar o Euro. No momento, ainda é necessária uma pequena imigração e novo carimbo no passaporte, zerando a contagem de dias na zona Schengen.

Mesmo que a Croácia tire a necessidade de imigração da Zona Schengen virando signatária, a Sérvia ainda não faz parte do acordo. Na verdade, não faz muito tempo, a Sérvia pedia visto de turismo de brasileiros, não sendo permitida a entrada no país somente com passaporte. De qualquer maneira, um novo carimbo será dado e a contagem de dias na zona Schengen continuará zerada.

Supomos que você pegue um voo de Belgrado até Atenas. A Grécia faz parte da União Europeia e da Zona Schengen, então vamos começar a contar mais 90 dias de visto da zona Schengen no seu passaporte.

Depois de alguns dias na Grécia, você pega um outro voo para Istambul e você passa na imigração por lá de novo. Você pega o visto de saída da Grécia e pega o de entrada na Turquia. A contagem de dias na zona Schengen zera de novo.

Após a Turquia, você pega um voo para Moscou. Mais outra imigração (dessa vez a russa), e mais outro carimbo no passaporte. Você aproveita alguns dias na capital e pega um trem em direção a São Petersburgo. Mais alguns dias por lá, e você pega um trem para a Finlândia.

Visto de saída da Rússia e um novo visto de entrada na Finlândia, sendo Schengen de novo. Como não existe esse controle de imigração dentro dos países Schengen, você poderá ir até a Noruega. Supomos que você pegue um voo de Oslo até Londres e um outro visto de saída (da Noruega) e um de entrada (do Reino Unido) serão dados.

Após uns dias em Londres, é preciso pegar um voo para Lisboa, onde você pegará um novo visto de saída e de entrada, até finalmente pegar um visto de saída final antes da volta para o Brasil.

Deu para entender a dinâmica nesse pequeno exemplo? (risos) Espero que tenha ficado bem explicadinho para quem ainda possuía dúvidas sobre o assunto!

Airport review: Aeroporto Humberto Delgado – Portela (LIS)

O aeroporto de Lisboa é o portão de entrada da maioria dos brasileiros que vão até à Europa, tanto pela proximidade de Portugal comparado a outros países europeus, assim como pelo grande número de voos que partem de diversas cidades brasileiras todos os dias.

Em alguns casos, voar para Lisboa (ou com conexão em) pode ser mais barato que ir para outras cidades com aeroportos centrais, vide Frankfurt, Londres e até mesmo Paris. Pelo menos, essa é a realidade daqui do norte, já que é difícil de se achar promoções ou até mesmo bons preços a partir das nossas cidades de destino.

Então, o Airport Review de hoje é especial para Lisboa! Que tal uma varredura geral?

Conexão direta com o Brasil? 

Sim, mas somente com a TAP (Acabei de descobrir que a TAM não tem voos diretos!). Mesmo assim, a TAP opera em diversas cidades pelo Brasil, sendo a companhia aérea internacional com a maior quantidade de voos diários saindo do Brasil. A TAP tem voos diretos a partir de São Paulo-Guarulhos, Rio de Janeiro-Galeão, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Natal, Brasília, Porto Alegre, Recife, e Manaus com escala em Belém.

Imigração: 

Acho que não foi mera impressão minha, mas é necessário andar um pouco até chegar na imigração na chegada. A fila é sempre comprida, mas anda rápido. Os oficiais da imigração são bem prestativos, e no meu caso só perguntaram a data do retorno ao Brasil. A volta foi bem tranquila e sem nenhuma fila.

Conexão do aeroporto para a cidade: 

A linha vermelha do metrô de Lisboa tem no aeroporto uma de suas paradas finais. A partir dela, é possível ir para qualquer ponto da cidade.

Wi-fi: 

O aeroporto oferece conexão de internet gratuita por 30 minutos a partir de um cadastro contendo o seu nome e email, principalmente. Após esses 30 minutos, é possível continuar conectado mediante o pagamento de taxas.

Tomadas: 

Existem várias tomadas pelo aeroporto, que é bem amplo.

Alimentação: 

Existem diversas opções de comidas e cafés ali. As minhas opções em particular foram um sanduíche natural na ida, e um doce (sim, sou humana) na volta. Mas existem outras opções, como fast food, pratos feitos e afins.

Entretenimento: 

Algumas livrarias e lojas de duty free com bolsas, roupas, bebidas, perfumes e alguns equipamentos eletrônicos se encontram na sala de embarque.

Câmbio: 

Geralmente as casas de câmbio em aeroportos são meio caras, e o consenso quase geral é que se troque o mínimo possível, o suficiente para se sair do aeroporto quando você não tem a moeda do país. Mas em caso de conexão aérea para algum outro país que não utilize o euro, as cotações não são tão ruins.

Assistência em solo: 

Existe um balcão para conexões com atendentes super prestativos em tirar quaisquer dúvidas de viajantes.

Em linhas gerais, o aeroporto da Portela me surpreendeu bastante, seja em organização e tamanho proporcional. Achei o aeroporto excelente para conexões, e só pelo fato da viagem não ser tão longa (digo, menos tempo presa dentro de um avião), já me deixa fã de Lisboa. Agora, vou procurar conhecer a capital de Portugal com pelo menos um stopover.

Acompanhe também:

Airport Review: Orlando Int’l Airport (MCO)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)
Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Aeropuerto El Dorado (BOG)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)
Airport Review: Ministro Pistarini  – Ezeiza (EZE)