10 cidades históricas para você conhecer na Colômbia

Quando os brasileiros resolvem conhecer a Colômbia, normalmente ficam no eixo Bogotá – Cartagena – San Andrés. É compreensível, pois esses são os três locais mais falados no país, mas assim como o Brasil não se resume a somente Rio e São Paulo, a Colômbia também possui muitos outros lugares maravilhosos não tão frequentados por turistas.

Puxando um pouco a brasa para minha sardinha, hoje vou falar sobre 8 cidades coloniais que existem no departamento de Boyacá, onde ficam as origens da minha família. A região é linda, e é uma pena que poucas pessoas conheçam esse lugar.

Os textos vão ser bem reduzidos devido a quantidade de itens, mas o que está aqui é o suficiente para termos uma visão geral de cada cidade!

  1. Tunja (Pop: 191.000 hab)

Tunja é a capital de Boyacá, a cidade mais populosa do departamento, e ela é uma das cidades mais antigas do país, já que foi fundada em 1539. Com tanto tempo de história (pensando bem, essa cidade tem quase a idade do Brasil!), muitas construções da cidade ainda são antigas, especialmente as que se localizam na região central.

Existe uma parte da cidade chamada de Centro Histórico, cujo coração fica na Plaza de Bolívar. A partir de lá é muito gostoso caminhar pelas suas ruas de paralelepípedos, onde os prédios de dois pavimentos ainda te dão a sensação de volta ao tempo.

Tunja fica apenas a duas horas de Bogotá. Já fui de carro e ônibus para lá: a estrada é boa, e a rodoviária não fica muito longe dos principais pontos de interesse da cidade.

2. Villa de Leyva (Pop: 17.000 hab)

Assim como Tunja, Villa de Leyva é uma cidade muito antiga e que preserva muito seu passado colonial com características espanholas. Fundada em 1572, essa cidadezinha é um dos pontos turísticos mais reconhecidos no país por sua beleza histórica. Provavelmente de toda essa lista, esta é a cidade com mais turistas e curiosos a visitando.

Villa de Leyva possui todo seu centro pavimentado com paralelepípedos, e assim como o centro de Tunja, é muito gostosa para se caminhar, apreciando as casinhas coloniais em estilo espanhol. A diferença entre ela e outras cidades da região é que ela não cresceu muito, então seu “todo” é mais uniforme. Perto dali, se encontra o Centro de Investigaciones Paleontológicas, um dos principais centros de estudo sobre o assunto do país.

Uma outra característica sobre Villa de Leyva é que ela fica num vale, ou seja, temos que descer a montanha para chegar até lá, sendo que a grande parte das cidades boyacenses ficam no alto. Isso fez o meu ouvido estalar muito, e juro que doeu bastante *insira emoji rindo aqui*

3. Paipa (Pop: 31.000 hab)

Lanceros del Pantano de Vargas

Paipa é uma cidade que eu costumava frequentar bastante. Também pequenininha, ela possui um centro com uma linda catedral e prédios antigos ao redor, mas diferente de outras cidades da lista, ela possui uma mescla de passado e presente que combina bastante.

Paipa também é uma das cidades que conheci que conseguem criar uma simbiose de rural+urbano bem interessante. Prédios bonitos e modernos convivem lado a lado com casinhas antigas, com muitos detalhes de madeira tipicamente colombianos.

E falando de história, um dos lugares mais importantes da história da Colombia se localiza dentro do município de Paipa, mas ainda longe do centro da cidade. O Pântano de Vargas foi o local da batalha decisiva das tropas de Bolívar contra os espanhóis, e com isso, a independência da Gran Colombia veio às custas de muitos boyacenses.

Outra atração famosa de Paipa são seus banhos termais. Como a cidade se localiza em cima de uma espécie de “ponto quente”, as águas são bem quentes, o que ajuda a melhorar o turismo dali.

4. Chiquinquirá (Pop: 65.500 hab)

Chiquinquirá (sim, muitas cidades nessa região terminam com “rá”) é uma das cidades mais novas dessa lista, fundada apenas nos anos 1800. Ela é uma das maiores cidades de Boyacá, e muitas partes da cidade são bem modernas, mas seu centro ainda guarda muitas características coloniais antigas.

Provavelmente o maior interesse da cidade é a Basílica da Virgem de Chiquinquirá, que é uma bela igreja que lembra muito as catedrais de outras cidades pela América Latina, ainda que menor. Ela se localiza na Plaza de Bolívar (sim, também exstem muitas Plazas que levam o nome do Libertador na Colômbia), que também são rodeadas pelas famosas casinhas coloniais com detalhes em madeira.

O Palácio da Cultura também é um ponto de interesse bem importante de Chiquinquirá, e é considerado um monumento nacional.

5. Monguí (Pop: 4.900 hab)

Algumas listas de jornais da Colômbia e do Exterior sempre listam Monguí como um dos povoados mais bonitos do país. Fundada no século XVII, Monguí não cresceu muito, e toda sua cidade se mantém fiel ao que era há séculos atrás.

Eu não conheço a Espanha, mas pelas fotos me parece que Monguí me lembra muito a cidade de Ronda (que é um dos meus lugares de sonho para visitar), e a temperatura é bem agradável para quem gosta de frio. A temperatura média fica na casa dos 13 graus por boa parte do ano.

Uma curiosidade sobre Monguí é que ela também é conhecida como um pólo importante para a confecção de bolas de futebol, devido à qualidade do couro da região.

6. Ráquira (Pop: 13.500 hab)

Ráquira é uma das cidades que jamais vou esquecer na vida. Esse povoado é pequenininho, mas é muito conhecido pelas suas casas coloridas que vendem artesanatos. Muitos habitantes da cidade se tornaram artesãos, e com isso, o comércio desses produtos atrai consumidores de toda a região.

As principais ruas da cidade me lembram muito do Caminito em Buenos Aires: casinhas coloridas bem decoradas com cores vibrantes.

Compramos muitos desses artesanatos para decorar a nossa casa! O meu favorito de todos é essa tapeçaria (foto abaixo) que colocamos uma moldura.

7. El Cocuy (Pop: 5.200 hab)

El Cocuy é uma pequena cidade localizada bem ao norte de Boyacá, quase na fronteira com a Venezuela. Com isso, já imaginamos que essa cidadezinha fica bem mais longe de Tunja e outras cidades desta lista.

Assim como a maioria das cidades dessa lista, ela ainda preserva uma ou outra característica colonial espanhola, mas ela é visada por muitos mochileiros como um dos pontos de início para explorar a Sierra Nevada.

A partir de El Cocuy existem várias trilhas de exploração para o Parque Nacional Sierra Nevada, que é um dos destinos mais bonitos, mas também é um dos mais subestimados da Colômbia. Eu mesma queria muito conhecer a Sierra Nevada, mas ainda me faltam culhões de exploradora. Enquanto isso, fico com as cidades coloniais. :)

8. Sotaquirá (Pop: 7.500 hab)

Pracinha de Sotaquirá

Claro que Sotaquirá não poderia ficar de fora desta lista! A cidade natal do meu avô e de boa parte dos meus parentes é linda! A maioria de suas casas segue um padrão de telhados laranja, paredes divididas entre o branco e o verde, e para completar, lindos detalhes em madeira por todos os lugares!

Eu já fiz um post só sobre Sotaquirá, mas tem algum tempo. Desde então eu não voltei lá, então infelizmente não possuo informações mais novas. Ali existem vistas maravilhosas, e curiosamente o meu local favorito é o cemitério. A sua vista é fantástica, e me traz uma paz de espírito sensacional! Não tem como não amar a minha Boyacá!

Passagens compradas: Bogotá, meu amor

Olá viajantes, como estão?! É verdade que faz um tempo que não venho por aqui, mas tenho alguns motivos. Dólar alto, fim da faculdade, reforma no apartamento e outras “prioridades” que aparecem no caminho e que obviamente exigem dinheiro. Enfim, viajar não foi um fator principal esse ano, mas claro, quanto mais o tempo passa, mais saudosa eu fico das minhas aventuras por aí.

Enfim, eu tenho um dinheiro guardado e fiquei pensando por um tempo o destino final. Alguma joia, eletrônicos, e qualquer quinquilharia que me desse uma grande vontade de comprar. Pensei (obviamente) em viajar, mas sempre ficava desapontada com valores de hospedagem e outros gastos necessários, como seguro e afins, e aos poucos desistia dos planos mirabolantes de usar sabiamente essa grana.

Sabe aquela linha de raciocínio que diz que tudo que você planeja com antecedência não dá certo e que tudo que vem de inesperado dá mais que certo? Pois bem, hoje estava despretensiosamente no site da TAM, e vi trechos MAO-BOG e BOG-MAO por 12 mil pontos cada!

Para mim, que moro no Norte, sou acostumada com passagens caras indo pra qualquer canto, e recentemente cogitei comprar uma passagem MAO-BSB-MAO por 35 mil pontos, achei essa oportunidade incrível! Logo pedi permissão pra comprar essa passagem pra Colômbia e… pronto!

Mas por quê a Colômbia?!

Primeiro: Minha família é de lá e faz 5 anos que eu não os vejo.

Segundo: Hospedagem grátis, hihihi.

Terceiro: O clima é bem agradável, bem diferente do calor/chuva/fumaça que temos por aqui.

Quarto: A Colômbia possui pontos turísticos diferentes, e que possuem muita história

Quinto: O Peso Colombiano (COP) não se valorizou tanto frente ao real.

Sexto: Saudades enormes da comida de lá! <3 <3 <3

Poderia listar muitos outros motivos, pois a Colômbia é um país de contrastes e de muitas diferenças! Infelizmente o turista médio brasileiro ainda não descobriu os encantos da minha segunda casa, mas é provável que aos poucos a Colômbia se torne um lugar mais atrativo para os brasileiros, e creio que isso acontecerá na mesma medida em que o turismo no local, que aos poucos vai se desenvolvendo, cresça.

Ah, vale ressaltar que a princípio eu iria viajar sozinha, pois não queria depender de nada além do meu próprio dinheiro e de minha vontade. Mas aí eu comprei essa passagem e minha mãe e meus avós já querem ir junto também. Sem querer hoje eu dei um estopim pra uma coisa que todos estávamos esperando… :D :D

Seguem alguns posts sobre a Colômbia, e espero que algum dia vocês conheçam esse lindo país que leva o nome do primeiro europeu (oficialmente) a tocar em solo latinoamericano:

A “chévere” Colômbia

Colômbia: Questions and Answers

Algumas razões para visitar a Colômbia

A batalha do pântano

A feijoada de Boyacá

No topo do mundo

Neste lugar escolhido

Lá do topo da montanha

Vai um tinto aí?

E daqui a dez anos?

Bucolismo colombiano

 

A “chévere” Colômbia

Estou inspirada para escrever posts sobre a Colômbia esse fim de semana! :) Após um post de dúvidas, segue um post com alguns fatos interessantes sobre esse país lindo! Espero que gostem!

Arquitetura colonial espanhola

Arquitetura colonial espanhola


 

– O nome “Colômbia” é uma homenagem a Cristóvão Colombo, o “descobridor” da América. Se você achava alguma semelhança, pode confirmar!

– A maioria das cidades colombianas, especialmente as andinas e as costeñas, ainda conservam muito da arquitetura colonial. Mesmo Bogotá é uma cidade que ainda conserva muitos prédios baixos e de tijolinhos, deixando boa parte da cidade uniforme.

– Bogotá é uma cidade que mudou da água para o vinho nos últimos anos no que tange ao trânsito. Rodízios de placas acontecem há mais de 15 anos, leis de trânsito são respeitadas e infrações são muito caras, e o sistema de transporte público, o Transmilenio (com esse nome devido a sua inauguração, em 2000) é altamente eficiente.

– A Colômbia tem uma grande tradição no cultivo de flores. Há vários anos, existiam competições entre cidades para a premiação de qual seria a mais florida. Algumas dessas cidades, especialmente no interior, mantém a tradição e muitas casas fazem uma competição saudável com seus jardins.

Nhami!

Nhami!

– Falando de exportação, a Colômbia não é só poderosa com o café. O país é o maior exportador de esmeraldas do mundo. Só para ter uma noção, 95% de todas as esmeraldas do mundo vem da Colômbia.

– A Colômbia possui um laureado com o prêmio Nobel de Literatura de 1982, o “Gabo”, Gabriel Garcia Márquez. Só lembrando que o Brasil ainda não possui nenhum premiado.

– Porém nos jogos olímpicos, a Colômbia sai atrás do Brasil. Ao total, são 19 medalhas ganhas, sendo só duas de ouro. As duas ganhadoras foram Maria Isabel Urrutia em 2000 no levantamento de peso, e Mariana Pajón no ciclismo em 2012. Nos jogos de inverno, só um colombiano participou de todas as edições, em Vancouver, 2010.

– Mas as perspectivas para o ciclismo são boas para a Colômbia. O ganhador do Giro d’Italia desse ano é o meu conterrâneo boyacense Nairo Quintana. O segundo colocado da competição também é colombiano. :)

Monserrate!

Monserrate!

– Existe um estado (departamento) do Amazonas na Colômbia, e assim como o meu Amazonas, florestas compõem a maior parte do território. A capital é Leticia, cidade que faz fronteira com o Brasil.

– Assim como no Brasil, a família tem grande importância para os colombianos, e geralmente os filhos só saem de casa após o casamento.

– A Colômbia está na décima sétima posição no ranking de biodiversidade mundial, sendo considerada um país com “mega-diversidade”. Isso se dá com a variedade de ambientes no país.

– O território da Colômbia corresponde ao de Portugal, França e Espanha juntos!

Catedral de Sotaquirá

Catedral de Sotaquirá

– Falando em território, a Colômbia é um dos poucos países do mundo com acesso a dois oceanos, no caso, o Pacífico, e ao mar do Caribe, que dá acesso ao Oceano Atlântico.

– Assim como no Brasil, a Colômbia tem forte influência de várias culturas, como a espanhola, a caribenha, a africana, e do Oriente Médio. Imigrantes dessas regiões chegaram ao país no fim dos anos 1800.

– A bandeira, da maneira como é hoje, foi concebida em 1861, e consiste em três faixas: uma amarela, uma azul e uma vermelha. O amarelo representa as riquezas do país, o azul representa o mar que ronda as costas, e o vermelho, o sangue dos guerreiros perdidos em batalha.

Montanhas

Montanhas

– Não só na Colômbia, mas em vários países da América Latina, os nomes são compostos. Além disso, o primeiro sobrenome é o do pai e o segundo (último) é o da mãe. Mesmo o nome da mãe sendo o último, é o sobrenome do pai que passa a diante.

– Viajar de ônibus no interior da Colômbia é muito bom! Porém rodoviárias quase não existem. Os ônibus partem de determinadas ruas e você tem que escolher a companhia ali mesmo. Em algumas cidades menores, esse “ponto” de ônibus fica perto de um lanche, uma praça ou afins.

– Especialistas afirmam que existem 14000 espécies de borboletas no mundo. Cerca de 3000 dessas espécies são encontradas na Colômbia.

– O café e a segunda bebida mais consumida do país, perdendo só para a água.

– Colombianos comem fritura toda hora, e não estranhe em comer uma empanada no café da manhã.

 

Espero que tenham gostado! :)

 

Colômbia: Questions and answers

Olá queridos! Hoje eu vou ter o prazer de escrever um pouquinho mais sobre o meu segundo país, a minha linda Colômbia! Muitas pessoas me perguntam algumas coisas sobre o país, quando ir, onde visitar e outras pequenas dúvidas. Baseados em alguns posts de Questions and Answers que já lancei por aqui, seguem algumas dúvidas (com respostas) que já chegaram até mim. :)

E essa vista?! Bogotá vista do alto.

E essa vista?! Bogotá vista do alto.

Posts que Q&A da Rússia e Hungria:
Hungria: mais dúvidas e respostas
Hungria: dúvidas e respostas
FAQ da Rússia. Por que sim.
Tô indo pra Rússia! E agora?

Antes de qualquer pergunta e resposta, é importante notar que a Colômbia é um país com várias facetas: clima montanhoso, praias paradisíacas, florestas e arquitetura colonial. Ou seja, dependendo do seu tipo de viagem, arrume sua mala de acordo com os lugares que você pretende visitar. :)

Como chegar na Colômbia a partir do Brasil?

Existem alguns voos diretos para a Colômbia. A Avianca (principal companhia aérea do país) opera voos diários sem escalas a partir de São Paulo – Guarulhos e do Rio de Janeiro – Galeão.
A LAN Colômbia opera um voo diário para Guarulhos, que pode ser comprado no site da TAM.
Antes, a própria TAM tinha um voo para Bogotá, porém após a criação da LATAM, essa operação só passou a ser feita pela LAN.
Sobre a qualidade das empresas, vale ressaltar que a Avianca não tem uma boa reputação doméstica, apesar de ser bem melhor em voos internacionais. Já a LAN tem uma qualidade melhor, mas ainda não se compara de alguma companhia 5 estrelas, apesar de estarem melhorando muito.

Existe a possibilidade de fazer conexão com a Copa Airlines, com a Aerolíneas Argentinas e com a TACA, também.

Qual a moeda da Colômbia? Vale a pena levar real para trocar?

A moeda na Colômbia é o Peso Colombiano (COP), e a conversão é bem fácil: cerca de 1000 Pesos valem R$1. Para o câmbio, sempre levamos dólar, porém algumas casas de câmbio aceitam Real. Na dúvida, melhor não confiar todo seu dinheiro vivo em reais.

Para trocar dinheiro, vale a regra do aeroporto: geralmente lugares no centro tem uma cotação melhor do que as dos aeroportos, e é bom ficar de olho nos valores para aproveitar ao máximo seu dinheiro. Algumas casas de câmbio a princípio parecem ser meio amadoras, mas é só mesmo uma impressão.

Usaquén

Usaquén

A Colômbia é um país perigoso?

Acredito que esse é o maior mito sobre o país devido à imagem negativa que o narcotráfico trouxe nos meados dos anos 1980. Reitero aqui que a Colômbia é um país super seguro, e confesso que me sinto muito mais protegida, em termos de segurança pública, lá do que aqui. Ruas são bem policiadas, e para áreas turísticas é necessário ter a famosa “atenção”, necessária em qualquer lugar fora da nossa zona de conforto.

Uma campanha publicitária que o governo da Colômbia está fazendo para estimular o turismo se entitula “El unico riesgo es que te queiras quedar”, que em bom português significa “O único risco é que você queira ficar”.

Hotel del Salto em 2011. Tinha tanta gente e carros estacionados, que só eu pude descer com meu avô para tirar foto.

Hotel del Salto em 2011. Tinha tanta gente e carros estacionados, que só eu pude descer com meu avô para tirar foto.

Preciso de passaporte para viajar para a Colômbia?

Segundo alguns tratados internacionais, para brasileiro uma Carteira de Identidade em bom estado e com até 10 anos de emissão é o suficiente para entrar na Colômbia. Porém é sempre bom ter o passaporte em mãos, independente do destino. ;)

Quero praticar meu espanhol. A Colômbia é um bom destino?

Em relação ao idioma, sim! Gosto muito do sotaque colombiano, bem limpo e redondo. Em geral, eu acredito que os países do norte da América do Sul tem um espanhol menos “enrolado” do que dos países mais ao sul.

Montanhas

Montanhas

O café colombiano é mais gostoso que o brasileiro?

Essa pergunta é polêmica, mas tenho que assumir que eu particularmente prefiro o café colombiano ao brasileiro, hehe. Algumas características locais, de temperatura e solo fazem com que o gosto seja diferente, não sei como explicar.

Vale lembrar que o café é um dos produtos “vitrine” da Colômbia. A publicidade atrás da produção cafeeira é imensa, e muitos já lembram de cara do Juan Valdez ao falar de Café. Fiz um post sobre o famoso “tinto” aqui.

Rua do Fantasma

Rua do Fantasma

Quais são os principais lugares para se visitar na Colômbia?

Como falei antes, a Colômbia é um caldeirão de culturas e climas. Para os que gostam mais de praia e mar, recomendo conhecer Cartagena, San Andrés, Santa Marta e até certo ponto Barranquilla, pelo fato da cidade ter um foco maior em portos.

Para quem gosta de cidades, Bogotá, Medellin e Cali são boas pedidas. Bogotá se destaca pelo clima cosmopolita, com boa vida noturna. Medellin é conhecida internacionalmente como um centro cultural e artístico ascendente, cada vez mais se desassociando da imagem do narcotráfico.

O estado do Amazonas (na Colômbia) e sua capital em Letícia se destacam com o turismo de aventura e pesca esportiva. Mesmo assim, o turismo de aventura na Colômbia não é tão conhecido no Brasil, e relativamente pouco explorado por lá.

Para quem gosta de história, viajar pelo interior da Colômbia é sensacional! Além das tradicionalíssimas Candelária e Usaquén em Bogotá, algumas cidades no interior da Colômbia se destacam, como Tunja, Paipa e a linda Villa de Leyva. Cartagena também preserva grandes laços coloniais, como por exemplo o forte que protegia a colônia do ataque de piratas.

Ruela na Candelaria

Ruela na Candelaria

Espero que algumas pequenas dúvidas tenham sido solucionadas. :) Aos poucos, eu vou postando mais dúvidas em posts, mas na aba Colômbia tem muitos outros posts que espero que gostem. :)

 

Algumas razões para visitar a Colômbia

Esse país no norte da América do Sul é por si só um convite aberto para visitantes de todos os gostos e tradições! Talvez a Colômbia seja o destino perfeito para alguns dias de folga.

Melhor lugar: povoado de onde a minha família veio.

Melhor lugar: povoado de onde a minha família veio.

Quanta diversidade! A Colômbia é um país que possui praias, montanhas, florestas, fazendas e grandes cidades. Ela agrada a todo tipo de visitante!

Muitas promoções aéreas. Sempre saem diversas promoções para Bogotá, Cartagena, Barranquilla, Santa Marta e outros destinos. Um excelente custo-benefício para quem procura descobertas interessantes.

Fuja do óbvio! Muitos brasileiros ainda não conhecem a Colômbia e o que ela tem para oferecer. Que tal contar histórias e apresentar lugares pouco menos conhecidos para seus amigos?

Arquitetura colonial espanhola

Arquitetura colonial espanhola

Colombianos são incríveis! Colombianos são muito parecidos a brasileiros em muitos aspectos. Calorosos, gentis e muito amigáveis! E falo com a maior certeza do mundo de que meus amigos colombianos são pra vida toda!

Viajar dentro do país é fácil. Já que pelo tamanho do país (nem tão pequeno nem tão grande), viagens de avião são bem rápidas e é possível pegar a estrada e ir para o outro lado do país em apenas algumas horas.

O Peso Colombiano é uma moeda “barata”. Isso comparando com o Real, claro. Além da vantagem comparativa ser evidente, o custo de vida mesmo nas cidades maiores é baixo.

E essa vista?!

E essa vista?!

Aula de história viva. Um passeio pela Candelaria, pelas ruelas de Cartagena ou até uma viagem um pouco mais extensa para Villa de Leyva dá uma sensação de “volta ao tempo”.

A comida é uma delícia. Cordeiro na brasa, chorizo, almojábanas, tamal, papas criollas, sancocho, changua, arepa, buñuelos, guacamole, bocadillos, e uma picada (churrasco) colombiana num domingo! Hummm!

Lugares incríveis. Que tal observar Bogotá como uma cidade em miniatura no topo de Monserrate? Um tour pelo vale do Café e ainda por cima tomar um tinto? Navegar ao redor de San Andrés?

Nhami!

Nhami!

Melhor custo-benefício! Lugar não muito longe, sem necessidade de passaporte, passagem e moeda baratas e muitas outras razões fazem da Colômbia um excelente destino de viagem!

A “feijoada” de Boyacá

Meu avô é colombiano e ele vem de uma região não tão conhecida assim pelo público brasileiro, que é o departamento de Boyacá. Cresci ouvindo histórias dele sobre as montanhas, a cidadezinha onde ele nasceu, as fazendas e os animais dele e sempre fiquei com uma imagem bem bucólica na cabeça sobre Boyacá.

Chegando lá pela primeira vez em 2000, fomos até Sotaquirá, o pueblo onde ele nasceu, e iríamos almoçar Índios. Sim. Índios!!! Agora explica para uma criança que não iríamos comer os índios (indígenas), mas sim um prato chamado Índios (sem canibalismo, pfvr).

Não comi aquilo ali de jeito nenhum da primeira vez. A aparência não me era boa a princípio e aquele nome me fazia pensar que aquela carne do prato era de uma pessoa (mesmo não sendo, obviamente).

Alguns anos atrás (2012), voltamos à Colômbia e como sempre pegamos a estrada e fomos até Boyacá. Dessa vez eu decidi que eu iria sim comer os famosos Índios! Não teria escolha mesmo…

Na casa de uma prima foi um enorme banquete com muita música e animação! Ela providenciou todos os ingredientes, os cozinheiros, chamou alguns músicos que cantavam música boyacense e ela chamou toda a nossa família que ainda morava na região.

Chegou a hora e todos fomos servidos com Índios. O prato estava bem cheio, mas não tão assustador quanto da primeira vez. Antes eu me lembrava de uma sopa com um pedaço de carne no meio, mas eu cheguei a conclusão de que eu “pensei que tinha visto isso”. Os Índios são um prato cheio de vários ingredientes.

Comida sotaquireña: Índios

Comida sotaquireña: Índios

Ele tem essa carne de boi e porco meio que assada na brasa, uma couve especial encontrada só em Sotaquirá preenchida com uma espécie de massa, milho, batatas, e uns feijões grandes. Não sou muito fã de carne assada, mas até que consegui comer um pouco. A couve com a massa é bem gostosa, e me impressionei com o tamanho dos feijões!

Tinha muita comida ali e não consegui comer tudo. Fora isso o prato é pesado, e você acaba sentindo isso durante o resto do dia. O que achei da comida? Gostei! E comeria de novo uma segunda vez.

Para completar o post, o meu avô me contou a história do surgimento do “Índios”, e como esse prato ficou famoso (pelo menos no interior de Boyacá). Ele fala que quando os nossos antepassados que eram colonizadores vindos da Espanha, chegaram à Colômbia, eles se instalaram na região montanhosa de Boyacá. Porém lá viviam uma tribo indígena que resistiu bravamente à ocupação de suas terras.

Ele também colocou no meio a história do Sotaire, que era um líder indígena que lutou contra os espanhois para impedir a colonização da região. Porém ele foi preso, e reza a lenda de que numa eventual fuga, ele se refugiou numa montanha bem alta dali, mas acabou se jogando lá de cima para não ser capturado novamente.

Com o líder indígena morto, os outros índios acabaram virando empregados dos espanhois, sendo como domésticos, cavaleiros, agricultores e afins. Fiz a analogia da feijoada no título, pelo fato de que os “Índios” foram criados com a sobra de comida que esses empregados tinham. A couve é única na Colômbia, a carne é assada na brasa, de maneira bem rústica e assim sucessivamente.

Só que assim como a feijoada, os Índios se tornaram bem populares entre os espanhois, e este passou a ser um prato bem apreciado por todos os habitantes da região. Então, o prato foi batizado de “Índios” para homenagear seus criadores! Vale também lembrar que a cidadezinha que o meu avô nasceu, Sotaquirá, recebeu este nome em homenagem ao índio Sotaire.

Conversar com o avô dá nessas histórias, certo? Além do mais, vale compartilhar esse prato diverso e bem delicioso da região mais charmosa da Colômbia.

A batalha do pântano

Hoje eu vim falar de um lugar que eu não visito faz mais de 10 anos, e provavelmente nem lembraria dele se não fosse esse blog e a minha lista de possíveis pautas. O que é muito bom, pois o Pântano de Vargas é um lugar com uma história muito interessante que deveria ser ensinada nas escolas de toda a América Latina.

O que acontece é que houve uma batalha crucial para a consequente independência de alguns países do norte da América Latina. Essa batalha é conhecida como “Batalha do Pântano de Vargas” que causou a derrota espanhola. Essa desmoralização abriu espaço para que os espanhois fossem perdendo espaço, o que resultou na independência do futuro país chamado de Grã Colômbia.

A Grã Colômbia era gigante e acabou se dividindo. Seu território hoje compreende toda a Colômbia, Venezuela, Panamá, a maior parte do Equador, e pequenas partes da Costa Rica, Nicarágua, Guiana, Peru e até do Brasil (leia-se, a região da Cabeça do Cachorro).

De qualquer forma, ali no local da batalha, foi erguida uma estátua de 33 metros em 1969 para comemorar os 150 anos da vitória colombiana. Essa estátua também foi tombada como patrimônio histórico da Colômbia e se encontra estampada na nota de 1000 pesos. Essa estátua retrata o líder da revolta, o general Simón Bolívar (ele mesmo) junto com 14 lanceiros que venceram as forças da Espanha.

Todas as vezes que eu vou pra Colômbia, eu tenho que ir pra Boyacá (sim, minhas terras ancestrais), e de praxe passar por Tunja, Sota, e também em Paipa, que é onde se encontra esse momumento. Os “Lanceros del Pantano” não ficam dentro de Paipa em si, mas um pouquinho distante.

Lanceros del Pantano de Vargas

Lanceros del Pantano de Vargas

Ao lado do monumento, existe uma pequena vila com alguns cafés e me lembro até de uma igrejinha. Fora isso, ali não tem muita coisa além da linda vista das montanhas de Boyacá. Vale a pena contratar algum guia ali mesmo para contar a história da batalha, caso haja interesse (fontes na internet são escassas, mesmo em espanhol).

Em Paipa mesmo, existem os banhos termais e a pracinha da Igreja. A cidade é bem pequena mas muito acolhedora. Ao redor existem Tunja, Duitama e outras cidades com teor turístico bem forte como Villa de Leyva e Ráquira.

Enfim, visitei o pântano em 2003 (mais de 10 anos!!!!) e não lembro de mais detalhes, e as fotos que tenho são bem pessoais, por isso não preferi postar aqui. Mesmo assim, achei válido apresentar essa experiência de Colômbia, e especialmente de Boyacá, minha terrinha colombiana favorita.

No topo do mundo

Outro dia escrevi sobre a “saída da zona de conforto” relacionada com o choque cultural por aqui, e o post de hoje é meio que uma continuação dele. Só que vim falar de um fator físico, e não psicológico. Estou falando da altitude, e como ela pode afetar qualquer pessoa desprovida de alguma resistência física.

A América do Sul provavelmente é a região do mundo com a maior concentração de grandes cidades no topo de montanhas, e logo lembramos de capitais como Quito, Bogotá, La Paz, e claro, fora outras cidades que se encontram a mais de 2500 metros de altitude.

Quanto mais alto estamos, o ar se torna mais rarefeito (ou seja, existe uma menor pressão da atmosfera e a concentração de oxigênio é menor), o que pode dificultar a respiração de algumas pessoas. Com isso, menos oxigênio corre pelo corpo, causando alguns efeitos colaterais, como dores de cabeça, sono, tontura, má digestão, enjoo e afins. Esse “mal da montanha” ou até mesmo “soroche” (expressão utilizada principalmente no Peru) acontece principalmente com aqueles que estão acostumados com altitudes próximas ao nível do mar.

Mas como evitar esses sintomas chatos, Sand? 

Não adianta abraçar o mundo com braços e pernas, ou seja, não adianta querer subir a escadaria para Monserrate logo após a saída do aeroporto sem sentir nenhuma fadiga. Ir acostumando o corpo aos poucos pode ser o melhor remédio.

Hidratação sempre, e falo de água! Bebidas alcoolicas podem só piorar os sintomas e até causar uma ressaca ainda pior.

Condicionamento corporal ajuda bastante! Que tal fortalecer o corpo antes de viajar? Nada que alguns dias de academia, caminhada e natação não ajudem a preparar o corpo.

Coma aquilo que você está acostumado, mas dê preferência à comidas leves e de fácil digestão. Quanto maior a digestão, mas energia (consequentemente oxigênio) o corpo vai gastar.

Consulte um médico caso você tenha algum problema cardíaco ou pulmonar. Algumas pessoas (especialmente idosos) são proibidos de viajar para grandes altitudes.

Dormir bem, não só em qualquer altitude mas também em qualquer viagem. :)

Afinal de contas, toda dica é bem vinda sempre! Assim como você não pode entrar num avião partindo do Rio de Janeiro com destino a Londres no verão daqui usando short, sandália e uma blusinha leve, para desembarcar e pegar temperaturas abaixo de zero, você não pode fazer o que o seu corpo não pede quando passamos de uma altitude 0 para uma 3000.

Existem pessoas que não sentem nada desse mal da montanha? Com certeza! Eu sou uma que nunca tive dor de cabeça, sangramento nasal ou tonturas nas minhas ida para a Colômbia. Para dizer que não senti nada, a única dor que senti em toda a minha vida foi a descida de uma montanha chegando em Villa de Leyva, onde o meu ouvido foi estalando até o fim.

Enfim, com cuidados e com tempo (sim, ele é o melhor remédio, risos), os efeitos da altitude são minimizados. Mas se privar de viagens para países lindos com medo de consequências de saúde, isso não pode.

Neste lugar escolhido…

“…Segundo o cronista Fray Pedro de Aguado como o mais corroborado e esclarecido, que formava uma residência temporária do Zipa fez Don Gonzalo Ximenes de Quesada em 6 de agosto de 1538, a primeira fundação da cidade de Santafe de Bogotá, ato que ratifico solenemente em 27 de abril de 1539, no que hoje se encontra a Praça de Bolívar”.

Essa declaração se encontra em uma pequena casa em Bogotá que é considerada a construção mais antiga da cidade. E esta casinha se encontra no antigo e lindo bairro da Candelaria, no centro de Bogotá.

A Candelaria é de fato o bairro mais antigo de Bogotá. Ela possui casinhas de influência hispânica, pintadas de cores vibrantes e sempre mantendo suas características barrocas originais (foco para os telhadinhos alaranjados!). Essas lindas casinhas ficam em ruas estreitas, com ladrilhos no chão, e todas conseguem manter o ar puramente colombiano.

Ruela na Candelaria

Ruela na Candelaria

Um outro detalhe bem interessante é que cada rua da Candelaria possui um nome sugestivo, seja por alguém que morou por lá, seja pela atividade de alguma loja que existia ali, pela característica de alguma casa… nada muito formal! :)

Rua do Fantasma

Rua do Fantasma

Uma outra curiosidade interessante sobre o lugar é que até os anos 1970, não havia uma real diferença entre a Candelaria e o centro de Bogotá, e quando essa distinção finalmente foi feita, muita coisa se transformou por ali. A Candelaria finalmente retinha uma personalidade própria, retomando o posto de patrimônio histórico, e com isso, os hotéis, restaurantes e outras atrações turísticas foram ficando mais organizadas, aos poucos se desvencilhando dos momentos conturbados da Colômbia dos anos 80.

Um ponto alto dali é a presença da Praça Bolívar (oficialmente, o marco inicial de Bogotá), em homenagem ao libertador da Gran Colombia. Essa praça é muito bonita e cercada de monumentos históricos.

Praça Bolívar

Praça Bolívar

Como todo bairro antigo (especialmente na América Latina), existem muitas igrejas por ali, de todos os tamanhos e estilos. Além disso, a Candelaria é bem servida com ótimos museus (foco para o Museu do Ouro!).

Arquitetura colonial

Arquitetura colonial

Ali tem vários turistas, entusiastas da arte e curiosos sobre história! No dia em que fomos lá, uma grande rede de TV da Colômbia estava gravando um documentário sobre o bairro com um ator famoso de lá (esqueci o nome dele!). Uma mega produção! Para conferir, é só viajar para a Colômbia! ;)

 

Monserrate: Bogotá vista de cima

Hoje vim falar de um lugar que sempre sonhei em conhecer mas demorei bastante a visitar, que é a catedral de Monserrate, em Bogotá. Sabe quando as coisas chegam na hora certa? Talvez se tivesse ido pra lá antes, quando eu era pequena e não guardasse detalhes de muitos lugares provavelmente não escreveria esse post.

Mas enfim, no início do ano passado meus primos todos nos acompanharam para subir até Monserrate. Para quem não sabe, Bogotá é uma cidade que nasceu no coração dos Andes, e mesmo já estando no topo de uma montanha, ainda existem mais montanhas ao redor. Em uma dessas montanhas, construíram a catedral de Monserrate, com direito a uma vista incrível da cidade!

Fomos com os meus primos lá e nos dirigimos até a bilheteria, onde compraríamos os tickets para o funicular. A fila estava grande, mas corria rápido. Sempre fica a dica de comprar dois tickets, um para a ida e outro para a volta, caso pensas ir de funicular até lá.

Existe outra maneira de ir subindo, grátis. Essa maneira é em uma gigantesca e tradicional escada! Eu não subo ali de escada de jeito nenhum, sedentarismo bate! ;) Mas quem tem pique e quer uma experiência única, não deixe de subir!

Os funiculares são quase sempre lotados, e a viagem leva uns 5 minutos. Chegando lá em cima, já é possível de se fazer tudo! Eu recomendo:

  • Visitar a catedral: quando entramos, já estava no final da missa do meio-dia. Além de ter assistido a cerimônia, andar pela parte de trás da igreja é super válido. Lá é muito bonito, e os colombianos sentem muito orgulho dessa catedral no topo de tudo.

    Monserrate!

    Monserrate!

  • Visitar a feirinha: Existe uma feirinha ali ao lado com produtos super exóticos! Muitos artesanatos da região, blusas sobre a Colômbia, comidas e bebidas típicas, chá de coca (sério!!!!) e todo tipo de souvenir.
  • Comer uma “picada”: Nessa feirinha também existem umas barraquinhas especializadas na picada, que é o churrasco colombiano. Batatas criollas, chorizo, milho, carne de cordeiro e outras iguarias feitas na brasa! Muito bom!

    Nhami!

    Nhami!

  • E claro, apreciar a paisagem e tirar muitas fotos! A vista dali é sensacional! Parece que estamos olhando a qualquer cidade da janela de um avião decolando/pousando!
    E essa vista?!

    E essa vista?!

     

 

Ir para Monserrate é incrível! Esse dia, de certeza foi um dos melhores que já passei em terras colombianas.