Parques da Disney na Flórida ou na Califórnia?

Olá, internet! Muitas pessoas já me perguntaram se haviam muitas diferenças entre os parques da Disney da Califórnia e da Flórida. Nesse post, vou explicar para vocês o que eu achei de cada parque, e quais valem mais a pena visitar.

Contexto

MK, seu lindo!

Vários locais do mundo possuem parques da Disney, como por exemplo Paris, Tóquio, Hong Kong e mais recentemente, Xangai.  Nos Estados Unidos existem dois parques, sendo um em cada costa: um parque se localiza em Anaheim, na Califórnia, e o mais famoso, que fica em Orlando.

O parque de Anaheim é o mais antigo de todos, e é conhecido como Disneyland (Disneylândia, aportuguesando). Inaugurado em 1955, ele foi uma aposta de Walt Disney em criar um parque moderno cujas estrelas seriam os personagens que já haviam aparecido nos filmes e curtas do estúdio.

Como todos sabemos, o parque foi um sucesso, o que estimulou Disney a fazer uma aposta muito mais ambiciosa: construir um parque para atender as necessidades da costa leste dos Estados Unidos, visando preencher o mercado consumidor de New York, DC, Boston e outras cidades.

Ele acabou escolhendo a parte central da Flórida como O local a ser construído, já que esta parte não era tão habitada quanto outros lugares da costa leste. Alguns anos se passaram e surgiu o Walt Disney World, como conhecemos hoje.

Características da Califórnia

Como falei antes, a Disneyland fica bem no meio da cidade de Anaheim, na Califórnia. Por causa dessas características, o acesso ao parque é muito mais fácil e rápido. A maioria dos hoteis (o meu, inclusive) oferecem uma espécie de transporte para o parque, que só é necessário o agendamento. Em alguns casos, as pessoas vão até andando, sem necessidade de transporte.

Achei o estacionamento do parque muito pequenininho! Tivemos que dar várias voltas até encontrar uma pessoa que estivesse saindo, daí colocamos o carro nesse lugar.

Outra característica da Disneyland é a localização de Downtown Disney. Ali, o DD é coladinho ao parque, tipo como se fosse uma entrada. Vale a pena dizer que na Califórnia, o Downtown Disney ainda possui esse nome, sendo que na Flórida isso mudou há pouco tempo. Agora o antigo Downtown Disney se chama Disney Springs.

Características da Flórida

Apesar de serem localizados em Orlando, os parques são meio isolados da cidade e de outros estabelecimentos. Isso foi feito de propósito por Walt Disney, pois ele queria dar essa sensação de distância e de espaço. Por causa disso, os parques de Orlando não parecem ser tão compactos quanto os da Califórnia.

Existem quatro parques temáticos na Flórida (fora os aquáticos), e estes são o Magic Kingdom, Animal Kingdom, Disney Hollywood Studios e o Epcot, cada um com seu espaço, seu estacionamento e sua independência. Diferentemente de Anaheim, a estrutura é bem mais espaçosa. O Disney Springs (o antigo Downtown Disney) também é diferente do da Califórnia, pois ao invés de se localizar na entrada do parque, ele fica bem longe deles.

Os hoteis que pertencem à Disney oferecem uma série de serviços de transporte (seja barco, ônibus ou monotrilho), mas outros não possuem essa comodidade. Vale ressaltar também que ter carro É MUITO NECESSÁRIO em Orlando por causa da distância.

Semelhanças entre os dois parques

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A principal semelhança entre a Disneyland (Califórnia) e o Walt Disney World (Flórida) são as atrações e as estruturas. Obviamente existem algumas coisas que existem na Califórnia, mas não na Flórida, ou vice-versa.

Por exemplo, seções dos parques como a Main Street USA, Tomorrowland, Fantasyland, Frontierland e o Adventureland existem em ambos os parques. Claro que elas não são iguais 100%, mas o clima, estilo e decoração são semelhantes.

Algumas atrações existem em ambos os Magic Kingdoms (MK) como o Piratas do Caribe, a Mansão Mal Assombrada, o Jungle Cruise, a Space Mountain e a Big Thunder, fora muitas outras. No MK da Califórnia, existe o Fantasmic, atração que na Flórida já é apresentada no Hollywood Studios.

Só dei alguns exemplos, pois existem muuitas atrações que fazem parte de ambos os parques, porém em contextos diferentes.

Qual dos dois devo visitar?

Você vai gostar da Disneylândia caso o seu foco de viagem não seja somente nos parques. Se você tiver interesse em conhecer outros lugares pela região que possuam museus e belas paisagens, a Califórnia pode ser seu destino ideal!

Mas caso seu foco seja mais nos parques e em compras, Orlando parece ser a melhor opção! A variedade de shoppings e outlets é bem maior, e os parques, querendo ou não, são mais completos. Mas em compensação, a Flórida não é tão bonita (em termos de paisagens) quanto a Califórnia.

Espero que esse post tenha ajudado. Até logo! :)

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O Museu de História Natural em New York

Olá pessoal, como estão?! Hoje vou contar para vocês como foi a minha experiência ao visitar o Museu de História Natural em New York. Quem gosta de biologia e de grandes exposições vai adorar essa visita, no que é provavelmente, o museu mais conhecido de NYC.

Antes de continuar, gostaria de dizer que em geral tive uma péssima impressão de New York, e exprimi meus sentimentos nesse post aqui. Meio que por causa disso, não me empolguei em postar nada sobre NY, mas ao rever algumas fotos antigas me empolguei com o Museu de História Natural.

Fazendo um mea culpa, eu confesso que esse museu e a área que ela se localiza foram os meus lugares favoritos de New York! O Museu fica em frente ao Central Park e essa é uma área muito legal para caminhadas. A vizinhança é muito boa, e ali se encontram alguns dos apartamentos mais valorizados da cidade.

Mas enfim, o museu!

Street View da frente do AMNH

Street View da frente do AMNH

(Gente, para simplificar, vou usar a sigla AMNH, que é acrônimo para American Museum of Natural History)

O AMNH é um dos museus mais antigos de New York, e ele é atrativo tanto para adultos quanto crianças. Como seu nome já diz, o seu foco é em história natural, ou seja, em biologia e no estudo da evolução das espécies.

Na época que eu fui, você tinha algumas opções de visitas: a que escolhemos foi a visita geral (General Admission) + a oportunidade de assistir um filme sobre os dinossauros no IMAX. O marido da minha tia achou essa oportunidade do filme bem interessante, então fomos lá. O preço foi de 22 dólares por adulto.

Falando em dinossauros, o AMNH possui uma vasta coleção de esqueletos de dinossauros, o que certamente é o ponto alto da exposição!  Fontes dizem que essa coleção é a maior do tipo no mundo e ela se localiza no quarto andar. Não tem como não se encantar com a grandeza e opulência desses animais! E não se engane, pois os fósseis são reais!

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Fóssil que fica bem na entrada do museu

Logo no primeiro andar do prédio se encontra uma das seções mais interessantes que achei, que foram os animais preservados via taxidermia no seu ambiente natural. Como assim? Os animais foram devidamente preservados por essa técnica, e para completar o ambiente, ao redor deles são reproduzidos os ambientes naturais deles, e realmente parece que você está olhando diretamente para um animal vivo na natureza.

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No terceiro andar se encontra uma exposição sobre as populações nativas ao redor do mundo: desde os primeiros habitantes da África até as populações ameríndias antes da chegada dos europeus. Objetos dos lugares e outros tipos de representações deixam a visita bem ilustrativa.

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Sobre o filme que assistimos: interessante, porém esperava mais. Na minha humilde opinião, poderíamos ter ido para a seção que falava sobre o universo (tema que adoro), porém como sempre, fui minoria.

Lá no museu tiramos uma foto com os profissionais, e me lembro que custou 10 dólares (na época). Recebemos 3 fotos, e uma delas veio num pequeno porta retratos com o símbolo do AMNH, coisinha mais fofa e que está na minha estante de viagens! :) Nossa pose foi tentando fugir do dinossauro, haha.

Existe uma parte que acabei não registrando com fotos que falava sobre a vida marinha. Muito legal e interessante todas as representações sobre o fundo do mar! Sem falar da baleia gigante em tamanho real que se encontra em exposição.

Vale a pena a visita?

Vale a pena sim, e como falei acima, o AMNH é uma atração interessante para adultos e crianças. A Gabi na época adorou a interação com os animais, e tenho certeza que hoje em dia ela aproveitaria a visita de uma maneira mais educativa, aprendendo sobre a vida animal em si.

Bi toda empolgada com o tigre

Bi toda empolgada com o tigre

Fique atento às exposições temporárias (a nossa foi um filme, né……) que são super interessantes e não ficam lá para sempre. Aproveite boas horas dentro do museu e guarde muito espaço na sua câmera, pois você não vai se arrepender!

 

 

No topo da Willis Tower e o Skydeck

Chicago guarda muitas surpresas e atrações. A cidade dos ventos tem várias coisas pra se fazer, incluindo alguns dos melhores passeios nos Estados Unidos. Certamente um dos aspectos que deixam a cidade de Chicago única é a sua skyline, especialmente marcadas por prédios dentro do Loop, e um desses edifícios é a famosa Willis Tower.

(Spoiler: não tenho fotos de paisagens da minha visita à Willis Tower. As fotos a seguir são do Street View. Desculpe. :( )

A Willis Tower foi por algum tempo o prédio mais alto do hemisfério ocidental (ou seja, das Américas) e antigamente ela era conhecida como Sears Tower. Com uma mudança na administração, o nome mudou mas a altura continua a mesma! Dá um frio na barriga e uma sensação de grandeza.

O prédio em si, ainda age de maneira comercial, mas não com a administração da Sears, que foi forçada a sair de lá depois de uma grave crise e uma quase falência. Uma das empresas instaladas por lá hoje é a United Airlines, ocupando cerca de 20 andares por ali.

Mas enfim, o que interessa mesmo aos visitantes é o Skydeck, que é um deck de observação localizado no centésimo terceiro andar do prédio, a 412 metros do chão! Para chegar lá, é preciso chegar pela entrada própria do Skydeck (no térreo), comprar os ingressos e subir pelo elevador.

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Para aqueles que não gostam de andar de elevador (como eu, risos), é mais de um minuto de subida até o deck propriamente dito. Nesse um minuto de subida, algumas informações úteis vão sendo apresentadas por um vídeo. Lá também tem uma timeline que indica o momento que a altura da Willis Tower ultrapassa outros edifícios pelo mundo.

Chegando ao skydeck, um andar inteirinho cheio de informações está a disposição. Mas o importante mesmo é ver a vista! Dá pra observar a cidade inteira, muito do Lago Michigan e alguns até dizem que até pedaços do Michigan e do Wyoming. É impressionante observar todas as atrações da cidade de uma nova perspectiva, e por um certo ponto, perceber o quanto somos pequenos. Além do mais, o quanto podemos construir.

Eu não tive nenhum problema com fila nem nada. Fui no fim de tarde de um domingo para lá e haviam poucas pessoas no skydeck. Era Maio, uma época que não é tão de alta temporada quanto Julho por exemplo. Não deixe pra fazer como a gente, e se puder, compre os ingressos antes! :)

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De maneira geral, a visita ao skydeck da Willis Tower deve estar no topo de prioridades para uma visita a Chicago! Obviamente a vista não é tão alta quanto do Burj Khalifa, o Taipei 101 ou das Torres Petronas, que são prédios mais altos que a Willis Tower.

A Willis Tower foi o prédio mais alto do mundo até a construção das Torres Petronas em Kuala Lumpur nos anos 90, mas mesmo assim continuou a mais alta nos Estados Unidos. Mas no momento, o One World Trade Center (a.k.a. Freedom Tower) tomou o posto original.

Além da vista, você pode também ficar de pé em cima de um piso de vidro chamado The Ledge, estando bem acima do chão! Fotógrafos ficam ali para tirar fotos, e confesso que senti um grande medo de altura ali, haha.

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Em geral, a visita é interessante e ideal para um final do dia, quem sabe um pôr-do-sol? Andando a pé a partir da Willis Tower, boa parte do centro financeiro de Chigago se encontra numa distância tranquila. Aproveite a visita!

Almoçando com os dinossauros no T-Rex Orlando

Olá pessoal! Hoje eu vou falar de um dos restaurantes mais conhecidos e disputados de Orlando, o T-Rex! Como você já pode imaginar pelo nome, esse restaurante possui um tema de dinossauros e todo o ambiente gira em torno disso. Ele fica localizado em Disney Springs (antigo Downtown Disney), e acho que vale a pena fazer uma refeição por lá!

Acompanhe também: Almoço no Epcot: Prós e Contras

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Cardápio e estilo de comida

O T-Rex é classificado como American Cuisine, ou seja, culinária dos Estados Unidos. Só que a impressão que eu tenho é que ele abrange uma grande quantidade de coisas, muito além do hambúrguer e do molho barbecue.

Para entradas existem uma série de opções como nachos, saladas, quesadillas, bruschettas, iscas e sopas. Os pratos principais variam de uma série de hambúrgueres, filés como o famoso New York Strip, peixes como salmão, frutos do mar, fish n’ chips e algumas massas.

De sobremesas, já ouvi falar muito bem do Chocolate Extinction que é um bolo com sorvete, caramelo e outras coisinhas, mas reza a lenda que ele dá para 4 pessoas. Como só uma pessoa estava me acompanhando e era nosso segundo almoço do dia (!!) não iríamos aguentar tamanha explosão de chocolate. (Mas já está na minha lista!)

O link para o acesso ao menu do T-Rex e todos os preços disponíveis se encontra aqui.

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Fazendo as reservas

Como eu falei um pouco ali em cima, o restaurante é um dos mais concorridos de Orlando, e eu acredito que você não queira ficar em pé na fila por muito tempo. Como é melhor não depender do walk-in para arrumar um espaço para sentar, fazer a reserva é imprescindível.

Ainda não criei um post específico sobre isso, mas sempre cito o portal do My Disney Experience para gerenciar suas reservas em Orlando. O site é todo em inglês, mas é essencial para quem pretende manter todas as suas coisas relativas a Orlando organizadas.

Primeiramente você cria um login, e lá dentro você cria perfis de cada pessoa que vai viajar junto com você. Criados os perfis, você pode reservar uma série de coisas pelo site: hospedagem, ingressos dos parques, fast pass e os restaurantes. A única coisa que não consegui reservar foi o Cirque du Soleil, que é feito diretamente no próprio site do circo.

Acompanhe também: La Nouba, a experiência

Na hora de fazer a reserva do T-Rex, você entra na página do restaurante no site da Disney, seleciona a data e horário reservado. Você não paga nada nesse momento, apenas garante sua reserva. É bom fazer esse procedimento com uma certa antecedência, já que é provável que os horários mais disputados se esgotem logo.

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

O ambiente

O que chama mais a atenção no T-Rex é o ambiente e a decoração! A entrada do restaurante parece a abertura de uma caverna e é essa a sensação que você tem quando você adentra o lugar – que você está explorando as profundezas da terra.

Entrada do T-Rex

Entrada do T-Rex

Muitíssimo bem decorado, você almoça com vários dinossauros ao seu redor – e eles se movem e fazem barulho! Realmente parece que eles estão vivos e a cada alguns minutos todos eles fazem um showzinho com luzes, movimento e grunhidos!

O Rafa, meu priminho que devia ter dois anos na época quando ele foi, ficou morrendo de medo dos dinossauros, mas só soube falar deles quando voltou pra casa, haha.

Eu fiquei sentada numa parte do restaurante que lembra uma floresta, com árvores e mais alguns dinossauros nos rodeando. Outras partes do restaurante também são bem interessantes – tem o aquário, com destaque para o polvo gigante e uma parte que na minha opinião é inspirada na era do gelo com iluminação azul e um esqueleto gigante.

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Vale a pena fazer uma refeição lá?

Vale sim! O T-Rex oferece refeições muito bem servidas, o gosto estava ótimo, atendimento foi padrão Disney (ou seja, alto) e o ambiente é incrível, o mais realista possível! A comida não é barata para os padrões de muitos viajantes, mas é aceitável falando de Disney.

O bom de comer no T-Rex é a possibilidade de partir para outras atrações ali no Disney Springs, como as diversas lojas de souvenirs (World of Disney, te amo!), o Cirque du Soleil, e muitas lojas onde você poderá gastar seus dólares. Aproveite e descubra esse restaurante super divertido!

Entrada do restaurante

Entrada do restaurante (aquário ao fundo)

A rua mais sinuosa do mundo – Lombard Street

Olá pessoal! Ainda tenho muitas coisas para falar sobre São Francisco, dentre elas uma das atrações mais conhecidas da cidade: a Lombard Street. Localizada no bairro de Russian Hill, essa é uma das principais ruas de San Fran, mas um pequeno trecho dela ganhou fama mundial.

Essa rua é super sinuosa, com 8 curvas muito fechadas! Parece desenho animado e vou já explicar como isso aconteceu!

(Spoiler do post: as fotos que tiramos da Lombard Street foram todas em família, por isso, as fotos que postarei aqui vou tirar da internet).

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Fonte: Wikimedia Commons

A rua

Quando pensamos em San Francisco já imaginamos uma série de coisas, especialmente a quantidade de ladeiras presentes na cidade – herança que vem principalmente dos filmes no meu caso. Muitas ruas do bairro de Russian Hill são assim – e inclusive me perguntava como existiam pessoas que conseguiam estacionar em ruas tão íngremes!

Dentro do carro, passeando pelo bairro, cheguei a ver um senhorzinho idoso carregando duas sacolas (aparentemente pesadas) subindo uma dessas ladeiras sem aparente cansaço.

E uma parte da Lombard Street se localizava numa dessas ladeiras, fato que incomodava os moradores dali. Eram os anos 1920, e as pessoas queriam comprar carros, mas aquele trecho era impróprio para automóveis. Meio que por causa disso também, o valor das propriedades ali era mais baixo que em outros lugares.

A inclinação da rua beira os 27 graus, que é muito íngreme! Um engenheiro chamado Clyde Healy propôs um design diferente para a rua: ela teria curvas ao invés de uma ladeira reta. Em 1922 a rua ficou pronta: a cidade de São Francisco pagou a obra e os moradores teriam a responsabilidade de cuidar dela depois.

Lombard Street in San Francisco 1933:

Fonte: Pinterest

Dito e feito! Além da curvatura que chama a atenção, as casas e seus jardins ajudam a tornar a Lombard Street hiper fotogênica! Essa ideia valorizou imensamente as casas da região, e foi muito decisiva ao tornar a Lombard Street um dos pontos mais conhecidos de São Francisco!

Como cheguei até lá e tempo de duração

No meu caso, eu fui de carro e todo o trajeto foi muito tranquilo – só colocar o endereço no GPS que ele já calculou a rota para passar pela rua. Descer a rua mais sinuosa do mundo foi muito divertido!

Depois estacionamos nosso carro depois da esquina com a Hyde Street e ficamos um tempo lá tirando fotos nossas.

Como já devem imaginar, o passeio não é tão demorado. Eu diria que no máximo, descendo a rua e tirando fotos, a visita dura uma meia hora, com folga. Por não exigir muito tempo, é super válido encaixar com outros passeios em São Francisco, de preferência em lugares próximos como o Fisherman’s Wharf.

Fonte: Google Street View

Fonte: Google Street View

Airport review: Orlando Int’l Airport (MCO)

Olá todo mundo! Tem mais de um mês que não escrevo algum post Airport Review, o que significa que tenho que conhecer mais destinos o mais rápido possível para poder produzir material para vocês, haha.

Enfim, hoje vou trazer um resumo/análise do Aeroporto de Orlando, ponto de entrada de muitos brasileiros nos Estados Unidos. Já fiz essa parada obrigatória em MCO algumas vezes, e seguindo o padrão de postagens da categoria Airport Review, vou compartilhar o mais importante para vocês.

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Conexão direta com o Brasil

Atualmente, 3 companhias aéreas operam voos diretos para Orlando, saindo de três destinos diferentes. A Azul possui voos saindo de Campinas e Recife, já a LATAM e a Delta tem voos diretos saindo de São Paulo-Guarulhos.

Pelo o que vem sendo noticiado na mídia, é provável que a Azul passe a ter operações para Orlando em mais aeroportos pelo Brasil, mas isso é algo que só o tempo dirá.

Voos domésticos X Voos internacionais

Eu já tive a experiência de fazer tanto voos domésticos quanto internacionais através do aeroporto de Orlando. Os trechos domésticos foram em direção a Chicago O’Hare e voltando de Las Vegas, já os internacionais foram através da Cidade do Panamá, que para mim, é a maneira mais fácil de chegar a Orlando.

Para mim, não existe muita diferença entre os dois terminais: você desembarca, passa pela imigração (se voo internacional), pega o monotrilho, e chega ao átrio principal do aeroporto, que às vezes lembra um shopping.

Imigração

Já cheguei a fazer um post sobre imigração nos Estados Unidos, mas apaguei por achar que não ficou da maneira que queria. Ainda vou encontrar uma maneira clara de explicar todos os nuances da imigração nos Estados Unidos e outros lugares, mas já adianto que acho a imigração de Orlando muito tranquila, muito melhor que de outros lugares, tipo Miami.

Os oficiais estão acostumados a receber turistas brasileiros em Orlando, e outra coisa que ajuda é que a grande maioria deles fala espanhol, idioma bem mais parecido com o nosso português do que o inglês.

Mas assim, de forma bem genérica, os oficiais da imigração seguem alguns passos:

  • pedem o passaporte;
  • perguntam a data da última ida aos Estados Unidos (caso não seja a primeira visita)
  • começa aí uma série de perguntas: qual o motivo da ida aos Estados Unidos, qual o tempo de duração da viagem, qual o hotel que vai ficar, e uma vez em Miami chegaram até a perguntar minha profissão e minhas atribuições no trabalho;
  • pedem para posar para uma foto tirada ali na hora;
  • pedem as digitais;
  • carimbam o passaporte;
  • e pronto, só aproveitar a viagem!

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Alimentação

Escrevi um pouco acima que o Aeroporto de Orlando parece um shopping, então já imagine que existe uma grande quantidade de restaurantes, lanches e afins. No átrio central do aeroporto existe uma praça de alimentação bem grande, com coisas que vão de cafés a fast food.

Wifi, tomadas e cadeiras

O Wifi em Orlando é grátis e ilimitado! Fico feliz em perceber que hoje em dia a maioria dos grandes aeroportos já disponibilizam gratuitamente algo tão simples como um sinal de wifi.

Tomadas e cadeiras também não são um grande problema em Orlando. Na área do embarque existe lugar para todos.

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Transporte para o centro

Normalmente eu escrevo esse tópico em posts do Airport Review, mas Orlando é um pouquinho diferente. Não tem jeito, é necessário alugar carro ali, e se possível, faça a reserva com antecedência, ainda aqui no Brasil.

Mas é muito fácil alugar e dirigir em Orlando: com a reserva em mãos, se dirija ao balcão da locadora (as placas indicam o lugar, mas elas ficam próximas ao check in), e o atendente vai confirmar sua reserva, você assina alguns papeis e logo já temos o número do nosso carro na mão!

Como assim? A pessoa te dá um certo número, tipo 271. Logo em frente às locadoras se encontra um grande edifício garagem, cheio de carros. Lá, você vai para o andar da sua locadora, e procura a vaga 271. Existem placas que não deixam dúvida de nada e lá dentro se encontra a chave do carro, e é só ir embora.

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E o free shop, vale a pena?

No caso de Orlando, eu não daria atenção somente para o free shop. Existem várias lojinhas pelo saguão do aeroporto, incluindo lojas oficiais da Disney e da Universal, os dois principais parques da cidade.

Fora isso, existem lojas de souvenirs e outras coisas especiais para viajantes como malas e afins. Também existem lojas de roupas e outros acessórios.

Enfim, espero que tenham gostado do post! De maneira geral, o aeroporto de Orlando é muito auto explicativo e simples de circular. Um ótimo local para começar uma viagem que tem tudo para ser bem divertida! :)

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Almoço no Epcot: prós e contras

Olá gente! Hoje vou contar para vocês um pouco sobre o Epcot, um dos quatro parques da Disney em Orlando. Como falei em outro post, o parque é super polêmico mas me surpreendi positivamente com a visita!

Acompanhe também: Park Review: Epcot

Sempre quis conhecer o Epcot pelo seu caráter mundial e cultural, e após visitá-lo tive certeza que fiz a escolha certa! As duas partes do parque – Future World e World Showcase -, são bem diferentes entre si, adorei as duas, mas em especial a World Showcase ganhou um espaço especial no meu coração!

Isso pelo fato que, assim como eu escrevi no post anterior, essa parte do parque é composta de exposições permanentes de 11 países (Canadá, Reino Unido, França, Marrocos, Japão, Estados Unidos, Itália, Alemanha, China, Noruega e México), e cada um desses países possui várias características que remetem à sua cultura, como réplicas de prédios e monumentos, souvenirs originais e claro, comidas.

A diversidade gastronômica do Epcot é tão legal que o parque é conhecido em Orlando como um dos melhores lugares para comer por ali! E não é para tanto, pois existe muita coisa interessante por lá! Enrolei, enrolei e enrolei, e agora vou falar como foi minha experiência almoçando num restaurante do parque mais mundial de Orlando!

Comida francesa... uma das melhores coisas do hexágono, haha.

Comida francesa… uma das melhores coisas do hexágono, haha.

Escolha e reserve o restaurante

Cada país do Epcot possui alguns restaurantes maiores, e alguns menores. Assim como você pode comer uma massa italiana fantástica num restaurante super completo, você também pode comer um fish and chips num carrinho de comidas na seção do Reino Unido.

Caso você queira comer num restaurante mais completo, o ideal é fazer reserva! Eles só atendem quem previamente se cadastrou no site oficial da Disney, e acredite, muuuita gente faz isso!

Antes de reservar o restaurante, precisamos escolher um! Na hora da escolha, vários me chamaram a atenção, especialmente o Nine Dragons (chinês), San Angel Inn (mexicano), Tutto Italia (italiano), Chefs de France (francês) e o Teppan Edo (japonês).

Em frente ao Chefs de France (tinha uma apresentação de malabarismo ali)

Em frente ao Chefs de France (tinha uma apresentação de malabarismo ali)

Depois de escolher os restaurantes “selecionáveis”, fui pesquisar recomendações na internet, estrutura e obviamente o cardápio. Pensei, pensei e pensei e escolhi ir de comida francesa! O Chefs de France tinha ótimas recomendações pela internet e a comida não era tão exótica assim já que confesso que tinha medo de comer muito e passar mal por causa de algum tempero diferente, haha.

Após escolher o restaurante, faça login na sua conta do My Disney Experience. O site é todo em inglês e é por lá que você gerencia todas suas reservas nos parques da Disney: ingressos, fast passes, estadia nos hoteis e claro, os restaurantes.

Escolhendo o restaurante favorito, escolha a data e horário pretendidos. Não se preocupe que você não paga nada nesse instante, só na hora da conta propriamente dita.

O dia chegou!

Com nossas reservas feitas para o horário do almoço, nos dirigimos à parte da França no Epcot e logo nos dirigimos à entrada do Chefs de France. Me identifiquei com a hostess e falei o horário da minha reserva, e cerca de uns 5 minutinhos depois, a atendente nos chamou para a nossa mesa.

Como são lugares reservados, eles que escolhem os lugares onde as pessoas sentam, e ficamos na lateral do restaurante, de vista para a rua – local bem iluminado. O staff do restaurante era todo francês, e até me aventurei de praticar algumas palavrinhas lá, haha.

Bem, uma coisa que decidimos seria comer uma entrada, prato principal e sobremesa, bem do estilo francês! Foi uma escolha nossa, já nos prevenindo de um eventual preço alto. Para entrada, escolhi uma salade aux lardons et croutons, o meu prato principal foi simples, um hambúrguer com um molho de ervas e batata frita (aparentemente não está mais no menu), e de sobremesa um maravilhoso crème brûlée.

Salada

Entrada

Até hoje não sei o que me deu na cabeça comer um hambúrguer num restaurante francês. Vai ver que eu estava com vontade de comer uma coisa bem calórica…

Prato principal

Prato principal

Os três pratos estavam deliciosos! Infelizmente não consegui comer o hambúrguer inteiro por motivos de: era muuuito grande! A carne veio no ponto que pedi, as batatas fritas vieram crocantes por fora e macias por dentro (o jeitinho que eu gosto), e o jeito que a casquinha do crème brûlée quebrava foi sensacional! (Sim, eu bato a colher na crosta do crème brûlée bem devagar para senti-la quebrando).

Sobremesa

Sobremesa

Como falei antes, o atendimento foi sensacional! A moça que nos atendeu foi muito atenciosa, a comida não demorou e o principal, o sabor, estava impecável! A conta veio meio salgadinha para duas pessoas, mas foi um valor muito bem gasto (na verdade, já estávamos nos preparando para isso)!

Prós e contras

Agora se você tem interesse de almoçar em alguns dos restaurantes de Table Service que exigem reservas do Epcot, baseado na minha experiência, listei alguns prós e contras:

Prós

  • Experiência inesquecível num restaurante temático;
  • Comida muito bem servida, vale a pena o preço;
  • Sente a experiência de estar num lugar que não é Orlando;
  • Oportunidade de comer alguma comida típica que, dependendo do lugar, não pode ser tão comum de se encontrar na sua cidade;
  • Saber o horário exato que você vai comer, e que não terá que esperar muito para sentar.

Contras

  • Você também pode comer uma comida típica de algum quiosque mais barato;
  • O dinheiro que você gasta num restaurante você pode gastar em outras besteirinhas pelo parque;
  • Perda de tempo precioso, no meu caso;
  • Comi tanto que quase passei mal ao andar tanto pelo parque.
Entrada da parte francesa

Entrada da parte francesa do Epcot (uma pequena Torre Eiffel ao fundo)

E então, valeu a pena ter almoçado no Chefs de France?

A resposta é sim! Valeu muito a pena e foi uma experiência incrível! Só não sei se voltaria a reservar um outro restaurante dessa maneira numa futura ida ao Epcot. Talvez eu até reserve, mas provavelmente deixarei de lado essa coisa de comer entrada, prato principal e sobremesa.

O restaurante foi ótimo, mas ao chegar lá e ver com meus próprios olhos, bateu um pequeno arrependimento de não ter escolhido o restaurante mexicano. O cheiro que emanava de lá era tão bom que fiquei desejando comida mexicana pelo resto da viagem.

Esse post tinha a intenção de ser curto, mas ficou gigantesco como sempre, haha! Espero que tenham gostado! Aproveite o Epcot e sua gastronomia durante a viagem! :)

 

Uma tarde no Pier 39

Olá a todos! Quando fomos a São Francisco, listamos uma série de lugares que pretendíamos conhecer, e muitos deles bem diferentes entre si tipo a Union Square, Chinatown, Lombard Street, Alcatraz, Golden Gate, Japanese Tea Garden, Haight Ashbury, entre outros.

Um dos lugares pretendidos era o Pier 39, local turístico na orla de São Francisco que possui uma série de lojas e restaurantes, e vou já contar como foi essa tarde por lá.

 

Placa indicativa no Pier 39

Placa indicativa no Pier 39

Então, a programação para aquele dia envolvia visitar Alcatraz, depois almoçar em algum lugar no Pier 39, e em seguida iríamos conhecer o resto da atração. Pois bem, primeiramente seguimos nosso roteiro e visitamos Alcatraz, e acabamos passando um bom tempo na ilha. O ponto de partida até esta prisão sai do Pier 33, uns 5 minutinhos de caminhada a partir do Pier 39.

Acompanhe também: Visita em Alcatraz

Mapa do Pier 39

Mapa do Pier 39

Como nosso ingresso para Alcatraz era para as 12:30 e considerando que passamos pelo menos umas duas horas visitando a prisão mais conhecida do mundo, imagine que já fomos almoçar bem tarde. Ao voltar para o continente a prioridade era encontrar um restaurante, e como estávamos em São Francisco, queríamos frutos do mar.

Enfim, escolhemos o Wipeout Bar & Grill, mais ou menos próximo do início da entrada do Pier 39. Tinha muita gente comendo ali, e geralmente partimos do pressuposto de que “se tá cheio, é bom”, e acabamos acertando! Pedi um combinado de salmão, peixe espada e camarão grelhados, e achei delicioso! Foi a minha primeira vez comendo peixe espada e achei sensacional!

Esse prato tava MUITO bom!

Esse prato tava MUITO bom!

Depois do almoço, caminhamos por toda a extensão do Pier 39, e adorei muita coisa que vi pelo caminho! Vou listar aqui alguns destaques:

O carrossel que fica no Pier 39 é lindo! Ele tem dois andares, é bem decorado, e as crianças adoraram passear lá! Ele foi pintado na Itália e possui vários desenhos, dentre eles, atrações turísticas de San Fran como a Golden Gate e a Lombard Street.

Carrossel do Pier 39

Carrossel do Pier 39

Vocês lembram do filme “Quero ser grande” que o Tom Hanks fica dançando em cima de um piso/teclado musical gigante? Essa foi a inspiração para a Musical Stairs: cada degrau emite um som de teclado quando pisado! É bem divertido (até para os adultos) subirem e descerem essas escadas!

Musical stairs

Musical stairs

A Marina do Pier 39 possui mais de 300 docks para pessoas que tem interesses em deixar seus barcos lá mediante aluguel. Isso não atrai tanto os turistas, mas rende várias fotos boas.

Marina

Marina

O Hard Rock Café de São Francisco fica localizado bem na entrada do Pier 39. Para quem quer fugir de frutos do mar e comer um tradicional sanduíche, ali é a melhor escolha. Mas se não for pra comer, pelo menos vá para o gift shop da loja!

O Pier 39 possui várias lojas de lembrancinhas de São Francisco. Comprei muitas coisinhas legais lá, com o intuito de colocar na minha prateleira de coisinhas de viagem. O meu favorito é o mini bondinho.

O bondinho de São Francisco ao lado da Mafalda, do mate e de Hagia Sofia

O bondinho de São Francisco ao lado da Mafalda, do mate e de Hagia Sofia

Uma loja que adorei foi a Candy Baron, que como o nome já diz, vende doces. Ali tem todo tipo de doce possível e imaginável, e minha vontade era de sair provando de tudo um pouco!

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Doces!

Tinham tantas outras lojas que entrei e não tirei foto! Fora isso, vale a pena ressaltar o Aquarium of the Bay: o plano era visitá-lo, mas desistimos em cima da hora pelo fato de que já iríamos visitar o Monterey Bay Aquarium (então pra quê visitar dois aquários pra ver a mesma coisa?). Mas como falei em outro post, acabamos não visitando o Monterey Bay Aquarium também, haha. Moral da história: visite o Aquarium of the Bay! Os relatos que vejo em outros sites parecem ser muito positivos.

Acompanhe também: Algumas horas em Monterey

Pier

Pier

Então é isso! Passamos horas muito agradáveis visitando Alcatraz e o Pier 39, e é uma visita muito recomendada. Uma dica é levar bastante dinheiro! Os motivos são principalmente dois: ali é uma zona turística, então especialmente os restaurantes vão ser um pouco mais caros que outros lugares, mas nada tão absurdo; e claro, existem tantas besteirinhas pelo caminho que dá vontade de comprar tudo!

A foto icônica: Golden Gate

Cada cidade possui seu ícone, sua representação, sua imagem símbolo. No caso de São Francisco, quem fica com o papel de ícone é a Golden Gate, ponte suspensa que liga a cidade ao norte da Califórnia. Nesse post vou falar sobre como foi minha visita até lá, assim como curiosidades sobre a bela ponte.

Vista

Vista

São Francisco é uma cidade que dispensa comentários! De todas as cidades dos Estados Unidos que conheci, com certeza San Fran é a minha favorita por uma série de motivos, e aqui se encontram alguns:

  • a localização privilegiada entre a Baía e o Oceano Pacífico;
  • a mistura entre os estilos: natural X alta tecnologia;
  • abundância de parques e áreas verdes;
  • conexão com o mar, seja na culinária, arquitetura e outros.

Mesmo com concorrência forte, a Golden Gate se sobressai dentre todas as outras atrações da cidade. “É só uma ponte”, podem dizer, mas sua estrutura colossal ao mesmo tempo impressiona e encanta.

Acompanhe também: Até São Francisco

Como e onde tirar fotos?

São Francisco se encontra numa pequena península, então é possível de observar a Golden Gate de quase todas as partes da orla. Como possuímos pouco tempo na cidade (e realmente há muito o que fazer), decidimos escolher um só lugar para tirar nossas fotos. Para tanto, nos recomendaram um vista point logo após a travessia da ponte.

O que é um vista point? É um ponto onde você consegue ter vistas incríveis de determinado lugar. É tipo um mirante.

É impressionante ver São Francisco e Oakland tão pequenininhas assim

É impressionante ver São Francisco e Oakland tão pequenininhas assim

Então fomos lá e atravessamos a Golden Gate. É emocionante passar lá pela primeira vez, por se tratar de uma ponte tão famosa! Não sabia o que observar primeiro: se era a estrutura da ponte, a cor laranja universal ou a linda Baía de São Francisco.

Atravessando a GG

Atravessando a GG

Esse vista point não é longe do fim da travessia da Golden Gate. É uma das primeiras saídas do lado direito, estacionamos o carro e começamos a tirar fotos.

O dia estava nublado. Por isso a Golden Gate estava encoberta, vista da cidade

O dia estava nublado. Por isso a Golden Gate estava encoberta, vista da cidade

Nós atravessamos a Golden Gate de carro, mas é totalmente possível de caminhar por toda sua distância (1 milha, ou 1,6 km) a pé. Numa foto um pouco mais acima é possível de perceber isso.

Esse vista point que fomos é bem tranquilo: possui algumas pessoas, mas nada que deixe o ambiente lotado ou desagradável. Lembro aqui que é um ângulo de vista: existem outros lugares recomendados para tirar fotos com a Golden Gate. Um lugar que me falaram bem foi Crissy Field, no Presidio.

Golden Gate vista do mirante

Golden Gate vista do mirante

Curiosidades sobre a ponte Golden Gate

– A ponte recebeu esse nome deivido ao estreito que separa a Baía de São Francisco com o Oceano Pacífico: o Estreito de Golden Gate.

– Inicialmente, muitos criaram oposição pela construção da ponte. Alguns afirmavam que a estrutura tiraria a beleza natural do estreito, enquanto outros que tinham envolvimento com empresas de ferry boats que transportavam carros para o outro lado temiam pela segurança de seu negócio.

– A construção da ponte começou em 1933 e a inauguração foi em 1937. Só que a primeira vez que alguém propôs a ideia de ter uma ponte ali foi em 1872.

– A Golden Gate foi pioneira em segurança do trabalho. Numa época que muitas mortes ocorriam em acidentes de construção, medidas importantes como instalação de redes e uso de roupas de proteção foram utilizadas. Mortes ainda ocorreram, mas em número reduzido.

– Um terremoto aconteceu durante as construções, em 1935.

– Falando em terremotos, ela foi projetada para aguentar tremores de até magnitude 8.0. Ela também aguenta rajadas de vento de mais de 100 km/h.

– A cor da ponte é Laranja Internacional. Existem algumas teorias sobre a escolha dessa determinada cor, e a que eu mais apoio é a que esse tom de laranja combinaria mais com o ambiente.

– A ponte só fechou poucas vezes em toda a sua história. Três vezes foram por causa dos ventos fortes que batem na região.

– Cerca de 1500 suicídios já aconteceram na Golden Gate, fazendo com que esta ocupe uma infame primeira posição nessa categoria.

Espero que tenham gostado! Em breve, postarei mais coisas sobre San Fran! :)

Golden Gate vista do mirante

Golden Gate vista do mirante

 

Algumas horas em Monterey

Olá, pessoal! Algum tempo atrás eu escrevi o post “A costa da Califórnia“, dando detalhes da road trip que fizemos na Highway 1, estrada cênica nas margens do Pacífico. Esse foi um dos dias em que eu mais vi paisagens incríveis em toda a minha vida, simplesmente inesquecível!

Pois bem, é impossível fazer todo o trajeto da Hwy 1 em um dia, então fazer ao menos uma parada é primordial. Aproximadamente no centro da Califórnia, se encontra a cidade de Monterey, que foi a primeira capital do estado e ainda conserva seu ar tradicional hispânico, lembrando que toda a costa oeste dos Estados Unidos e o Texas fizeram parte do império espanhol, e posteriormente, do México.

Então fica a dica: se você pretende fazer essa viagem de carro específica, faça uma parada em Monterey.

Bandeiras dos Estados Unidos e da Califórnia em Monterey

Bandeiras dos Estados Unidos e da Califórnia em Monterey

Se você não quiser dormir lá, existe a opção de ir até Carmel-by-the-sea, que é uma cidadezinha linda, parecida com Campos do Jordão. A hospedagem, no entanto, costuma ser mais cara que em Monterey.

Mas o que tem pra fazer em Monterey?
A cidade de Monterey é bem pequena, ela possui cerca de 30 mil habitantes. Mas existem dois pontos turísticos que merecem sua atenção: a Cannery Row e o Old Fisherman’s Wharf.

Baía de Monterey

Baía de Monterey

Primeiramente a Cannery Row, o que ela possui de especial?

A Cannery Row é uma rua turística localizada no centro histórico de Monterey. Localizada na beira da Monterey Bay, esta rua possui várias lojas, museus e restaurantes, fazendo com que ela esteja sempre bem movimentada.

Estátua na Cannery Row

Estátua na Cannery Row

Provavelmente o principal hotspot da Cannery Row é o Monterey Bay Aquarium, que é um dos centros de pesquisa sobre animais aquáticos mais importantes dos Estados Unidos, que como o nome diz, possui um aquário, e também um museu. Como expliquei no post sobre a road trip em geral, chegamos depois das 16h na Cannery Row, quase na hora de fechamento do museu. Até entraríamos, mas o ingresso era muito caro para apenas aproveitar 15 minutos lá dentro.

Fachada do Monterey Bay Aquarium (detalhe para o polvo inflável em cima do telhado)

Fachada do Monterey Bay Aquarium (detalhe para o polvo inflável em cima do telhado)

Ali atrás do aquário existe um vista point lindo para tirar fotos da Baía e de parte da orla de Monterey. O dia estava lindo, e rendeu boas fotos com as crianças.

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Na verdade, vista points não faltam na Cannery Row. Na parte da orla onde se encontram as lojas e restaurantes, é muito fácil de encontrar espaço para tirar lindas fotos, e também (acho que mais importante), apreciar a paisagem.

Não comemos em nenhum restaurante dali naquele dia, mas o que não faltam são opções. Ali possui um Bubba Gump, restaurante que serve frutos do mar bem gostosos, e com tema do Forrest Gump. Muitos outros restaurantes dali também são especializados em frutos do mar, e alguns oferecem uma amostra grátis de Clam Chowder, uma sopa de mariscos muito gostosa.

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As lojinhas da Cannery Row são variadas: roupas, óculos de sol, brinquedos, e muitas, muitas lojas de souvenirs.

Ah, e a Cannery Row não é longa. Andamos um pouco mais, e a rua já termina. Ambiente super agradável, organizado e bonito. Existe lugar para estacionar também: na rua é mais difícil, pois é sempre cheia, mas existem estacionamentos pagos bem pertinho.

Cannery Row

Cannery Row

Depois da Cannery Row, fomos ao segundo ponto de interesse de Monterey, o Old Fisherman’s Wharf. O que tem de bom lá?

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Ali funcionava como um mercado de peixes até os anos 1960, e com o passar do tempo, o local virou um ponto turístico, e o que tinha ali anteriormente foi dando lugar a restaurantes e outras lojas que chamam a atenção dos turistas.

Hoje, o Old Fisherman’s Wharf abriga uma grande quantidade de restaurantes (a grande maioria de frutos do mar, para variar), lojas de lembrancinhas e uma ou outra loja especializada em peixes.

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O local também é bem rústico, com aparência de píer. Mas assim como o Pier 39 de San Francisco, o Old Fisherman’s Wharf é bem colorido e chamativo! Vale a pena conhecer.

Gostaria também de atentar para não confundir com o Fisherman’s Wharf de San Francisco! Lá, o Fisherman’s Wharf é um bairro (que por sinal, é onde se encontra o Pier 39).

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Algumas lojas já fechadas

Só para lembrar, como já falei para vocês, chegamos já meio tarde na Cannery Row. Passamos um bom tempo lá, o que significa que já chegamos tarde no Old Fisherman’s Wharf. Por causa disso, o local estava bem vazio, e nem se comparava com a Cannery Row que estava mais cheia. Muitas lojas já haviam fechado, o que pode explicar isso. Alguns restaurantes ainda estavam abertos, mas não paramos em nenhum.

Conclusão

Um dia é mais que o suficiente em Monterey. Existem outros pontos de interesse por perto que valem muito a pena conhecer, como Carmel-by-the-sea. Se possível, chegue no início da tarde para conhecer o Monterey Bay Aquarium, que foi a única coisa que não fizemos dentre nossas intenções na cidade. E se for comer lá, escolha frutos do mar. De entrada, peça um clam chowder.