Algumas comidinhas russas

Olá, internet! Hoje eu vim falar sobre um tópico importantíssimo e indispensável, especialmente para uma pessoa como eu. Me desafiei a postar um texto por dia sobre a Rússia durante essa semana (copa is coming), então quero tocar num assunto delicado chamado… comida!

Eu amo/sou comida, e um dos meus hobbies favoritos ao visitar lugares novos é justamente os pratos típicos dos lugares que eu vou. Na Rossiya não foi diferente e procurei provar de tudo um pouco, mas é complicado.

É complicado pois ao mesmo tempo em que somos bombardeados por sabores incríveis, as pessoas que eram próximas a mim quase não comiam comidas típicas. Cansei de comer sushi, lasanha, e outras comidas que são bem cosmopolitas. Isso foi ruim? Acho que nem tanto.

Dentre os pratos típicos que provei, foco especial para o pelmeni, que eu já escrevi sobre aqui. O Pelmeni é uma espécie de massa recheada com alguns tipos de carne, especialmente porco, mas já vi de outros sabores, como de cereja (ISSO MESMO). Ele se assemelha muito a um capeletti, mas o que diferenciava de alguma outra massa era de vez em quando ele era servido como uma sopa! Era bem gostoso, e foi de longe o prato típico que mais comi.

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Pelmeni de cereja. Não era bom. Sério.

Os blinis também são um prato típico bem conhecido, e inclusive já o vi muitas vezes aqui no Brasil. Eles são panquecas, mas feitas de um modo diferente, e elas ficam mais grossas. Mesmo com a espessura, a massa não é pesada, e eu comia vários bem rápido, haha. Você pode comer os blinis com uma diversidade de recheios, mas eu costumava comer junto com geleias.

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Blinis (eles são mais grossos do que parecem)

O borsht é provavelmente uma das comidas russas mais comentadas, e é simplesmente… uma sopa! Normalmente ela é de betteraba e tem uma cor meio rosada, mas já vi meus amigos chamando sopas de outros sabores de borsht também. Normalmente o borsht é meio cremoso e é acompanhado de sour cream. (Não tirei foto de nenhum borsht, aaaa)

Existem muitas outras comidinhas típicas da Rússia, e também posso destacar algumas mais, como o strogonoff (esse nome já diz que a origem é russa), o caviar (é interessante provar pelo menos uma vez), e tem um suco de frutas silvestres que só tomei lá e que infelizmente não descobri o nome (aaaaaaaa – era muito bom)

Mas claro que os russos não comem só comida russa, assim como os brasileiros não comem só feijoada. Como disse lá no início do texto, eu via tantos restaurantes de comida japonesa que de vez em quando eu me perguntava onde eu estava! As cidades são cheias de pizzarias e outras comidas italianas, assim como carne! Já como eu era uma espécie de estagiária, não podia ir sempre em restaurantes caros, né? De vez em sempre eu ia em diferentes fast foods, e confesso que não me decepcionava.

Mesmo em cidades pequenas (a que eu morei tinha mais ou menos 800 000 habitantes), a abundância de restaurantes e lanches era imensa. Era difícil comer nos mesmos lugares, haha.

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Moscou e segurança

Olá, internet! :)

Já que me desafiei a escrever um post por dia sobre a Rússia nesta semana, vou falar sobre outro assunto importante que de vez em quando trazem à mesa: segurança. Tem vezes que algumas pessoas questionam se a Rússia é realmente segura, ou se existe algum tipo de risco para visitantes estrangeiros.

Infelizmente eu não posso falar um contexto geral sobre TODO o país, então vou me focar mais em Moscou, que é onde boa parte dos turistas ficam, como agora nessa época de copa.

Moscou, nas minhas impressões, me pareceu uma cidade muito segura. A princípio ela pode parecer intimidadora e fechada, mas o importante é que as pessoas sentem uma grande sensação de segurança, em boa parte da cidade.

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Placa indicativa próxima ao Teatro Bolshoi

É comum ver dois tipos de policiais rondando as ruas: uns mais bonitos e longilíneos, com coats arrumados exibindo seus brasões, e outros maiores e bem fortões que utilizam uma roupa com uma estampa camuflada amarela. Os primeiros são aqueles que ficam fazendo uma guarda mais tranquila, e os segundos são ativados em situações que precisam um maior tipo de atenção, como eventos com muita gente. Eu não sei qual a diferença corporativa entre esses dois tipos de policiais (nem sei se eles são chamados exatamente assim, também), mas o importante é que você vê muitos deles nas ruas.

O povo russo em geral é bem tranquilo, e não sei se algum tipo ou característica da sociedade ajuda a inibir alguns tipos de violência. Mesmo em espaços com muita gente (como o metrô), você fica tranquilo com as pessoas ao seu redor.

Mas é claro que existem exceções. Uma vez ou outra alguém publica que foi vítima de um batedor de carteira, ou que sofreram algum golpe na rua. Um dos mais conhecidos é o tal do golpe do maço de dinheiro: uma pessoa te aborda perguntando se uma certa quantidade de dinheiro no chão é sua; daí você abre sua carteira (ou o lugar onde você guarda sua plata) pra ver se você acabou deixando algo cair, e é nesse momento que os comparsas dessa pessoa saem de algum lugar pra te assaltar.

Já aconteceram ataques terroristas recentes também. Antes da minha ida à Rússia, uma bomba explodiu no aeroporto de Domodedovo, e em outra ocasião, duas mulheres-bomba ativaram seus explosivos no metrô. Algum tempo depois, aconteceu uma situação lamentável em Volgogrado (pertinho de onde morei), e até escrevi brevemente sobre isso.

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Essas situações podem assustar, mas elas são raras. Muitas são ligadas a questões políticas, e quando a crise na Chechênia estava no seu auge, o nível de tensão era bem grande. Hoje essa questão parece estar mais tranquila comparada ao que já foi, mas honestamente, não sei muito bem opinar profundamente sobre esse assunto pois nunca mais li nem estudei sobre certos assuntos geopolíticos. :(

Mas enfim, mesmo sendo brasileira e latina, achei Moscou e a região do Volga bem seguras. Aqui no Brasil eu vivo paranoica com a questão da segurança, então não sei se meio que por isso eu já acho muitos lugares bem mais seguros. Aqui tenho medo de caminhar na rua mesmo que certa coisa fique perto da minha casa, pois na minha cabeça tenho a certeza de que serei assaltada ou pior. Às vezes eu evito sair para determinados lugares por que eu não gosto do estacionamento, seja ele ruim ou inexistente. Não gosto nem de andar sozinha na minha universidade à noite! Enfim, prefiro pecar pelo excesso. Pelo menos em Moscou eu andava sozinha em vários lugares, e mesmo sendo estrangeira nunca temi.

Russos são amigáveis sim!

Olá, internet! O tempo passa voando e falta muito pouco pra começar a copa da Rússia! Me lembro direitinho do dia que foi anunciado que este país iria sediar esse evento tão importante para nós brasileiros: eu estava conversando no skype com um amigo que morava em Moscou e trocamos algumas ideias sobre o assunto.

O que ele falou pra mim não é exatamente o tema deste post, mas vim falar sobre outra coisa aqui. Brasil e Rússia são dois países com muitas diferenças: distância geográfica enorme, origem cultural diferente, outro alfabeto, climas variados, e por aí vai.

Então, vou fazer alguns posts onde vou dar um ponto de vista como brasileira que viveu em terras russas pra tentar “desmistificar” algumas impressões que algumas pessoas podem ter dos nossos amigos russos. Hoje especificamente, vou falar sobre uma coisa que sempre me questionaram: as pessoas na Rússia são frias quanto parecem?

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Arbat ul. em Moscou

Talvez um dos maiores mitos sobre a Rússia seria a tal “frieza” das pessoas. Se você dá bom dia para qualquer pessoa que cruza seu caminho aqui no Brasil, saiba que as coisas não são tão assim na mãe Rússia. Na verdade, elas podem até parecer assim num certo momento pois muitos acreditam que não é necessário sorrir ou cumprimentar pessoas alheias na rua.

Mas isso é mais uma maneira de defesa que frieza. Como a sociedade viveu enclausurada por muito tempo, as pessoas preferem guardar pra si alguns tipos de comentários, inclusive um bom dia. Antigamente qualquer pessoa podia ser um dedo duro, e o menor dos comentários poderia te colocar em maus lençóis.

Mas obviamente se você já tem algum contato com alguma pessoa, a situação muda. Caso você vá comprar algo no mesmo mercadinho todo dia, se você vai pegar um ônibus com o mesmo cobrador, ou até se você vai com frequência comer em certo lugar, as pessoas já te reconhecem, e podem até se abrir mais.

E quando eles se abrem, você sente um carinho muito especial, principalmente das pessoas mais velhas! Eles são muito amáveis e sempre muito respeitosos (pelo menos os que eu tive contato).

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St Basil’s

Uma vez um senhorzinho puxou assunto comigo e com um amigo no ônibus e ele começou a contar da vida dele. Pelo pouco de russo que compreendemos, esse senhorzinho fez parte do Exército Vermelho e ele lutou no Afeganistão nos anos 80 (ele mostrou uma carteirinha antiga do exército com a foto dele jovem e tudo). Ele até tentou nos ensinar umas palavras em polonês no caminho, haha. Tínhamos nos visto alguma vez na vida? Nunca!

Uma senhorinha que trabalhava na escola que eu iria estagiar (algo como recepcionista, inspetora) foi uma fofa na primeira vez que nos vimos! Ela me abraçou, me deu boas vindas, e que ela estava muito feliz com a minha presença ali! Eu acabei trabalhando em outra escola, mas também com funcionários e estudantes muito acolhedores comigo e com os outros estrangeiros.

Solidariedade também é forte! Uma vez eu perdi minha luva dentro do ônibus, e todos que estavam lá se mobilizaram, me ajudaram e acabaram encontrando a luva debaixo de uma cadeira. Como ela foi parar lá, não sei! (A luva era cara, por isso me desesperei logo, haha)

Não canso de dizer que fui muito feliz no período que passei na Rússia, e sou grata por todas as experiências que vivi lá. Parte disso foi por causa do carinho recebido pelas pessoas que me acompanharam. Nessa semana ainda, escreverei mais pontos que acho que devemos saber sobre os russos!

 

Museu do Ouro: finalmente

Depois de algumas idas a Bogotá, finalmente fui conhecer o Museu do Ouro, um dos principais pontos de interesse da capital colombiana! Acredito que este seja o museu mais importante do seu tipo no mundo, e não é para menos. São milhares de peças, quatro andares de exposições, e todos apresentam muitas informações interessantes.

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Algumas informações

O Museu do Ouro se localiza no centro de Bogotá, na região da Candelária. Ele não fica exatamente no coração do centro histórico, mas nada que uma caminhada rápida não resolva tudo.

O museu abre todos os dias, exceto nas segundas. A entrada custa 3000 pesos; se for com audioguia o valor sobe para 8000, mas aos domingos a visita é gratuita. (Nota importante, na Colômbia, 1 real vale aproximadamente 1000 pesos).

Há visitas guiadas em certos horários (eles avisam na hora), e elas são gratuitas.

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O que o museu apresenta?

O nome já ajuda a entender: o foco do museu são peças de ouro, em sua maioria. Essas peças foram encontradas em várias regiões da Colômbia, e elas foram trabalhadas por povos pré-colombianos com diversas finalidades, especialmente em ornamentos.

É impressionante ver a riqueza de detalhes nestas peças! O museu também mostra os materiais e artefatos utilizados na confecção destes ornamentos, e posso dizer que em geral, eles são muito rudimentares! Para mim, é um mistério saber como eles conseguiam fazer peças tão lindas com pouca tecnologia disponível.

Dentre os objetos em display, existem brincos, colares, coroas, vasos, e outras coisas! Também existem múmias e pecinhas minúsculas, porém lindas.

Conforme exploramos as dependências do museu, vemos como ele é organizado! O trabalho de iluminação também valoriza bastante as peças.

 

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Algumas recomendações

O museu é maravilhoso e muito informativo. Certamente é um lugar imperdível para visitar em Bogotá. Ali dentro existe um café e uma loja que vendem artefatos, inclusive de ouro (claro que não com os preços mais acessíveis), mas é interessante ver.

A região onde o museu do ouro fica não é das mais seguras da cidade, por causa do alto fluxo de pessoas. É recomendável que não se ande mostrando objetos como câmeras e celulares, e é bom deixar as bolsas bem coladinhas ao corpo e os olhos precisam estar sempre atentos. Recomendações que a gente sempre tenta seguir em qualquer lugar, não é mesmo? :)

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Eu sempre quis ir ao Museu do Ouro, mas obrigações familiares nunca me permitiam fazer isso. Dessa vez, cheguei já falando que eu tinha que passear pelo centro de qualquer maneira, tanto que no primeiro dia já fui bater perna no centro, haha. E minha intuição tinha certeza, pois o centro de Bogotá (incluindo o Museu do Ouro, claro) é fantástico! Muito bom

 

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Museu Botero, finalmente!

Olá, internet! Apesar de já conhecer bem a capital da Colômbia, ainda existiam lugares que eu ainda não havia visitado. Um deles era o Museu Botero, e vou tentar explicar um pouco como foi.

Algumas informações

O Museu Botero está localizado bem no coração da Candelária, bairro central de Bogotá com muita influência colonial espanhola. No mesmo edifício se encontra o Palácio da Moeda e um museu de arte Contemporânea. A entrada para os três é gratuita e é possível (na verdade, recomendado) visitar os três numa manhã (ou tarde) inteira.

(comentário em off: o prédio onde se encontra o museu é lindo, uma obra à parte!)

Vale ressaltar que o Museu Botero abre todos os dias, menos às terças-feiras.

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Um pedacinho do edifício onde se encontra o museu Botero

Mas quem é Botero?

Fernando Botero é um artista plástico colombiano conhecido especialmente por retratar as pessoas mais gordinhas, seja através de pinturas, esculturas, e desenhos à mão livre. Algumas obras dele são bem conhecidas, como a pintura da Monalisa e a Mão gigante.

Botero doou algumas de suas obras ao Banco da República em meados dos anos 2000. Após isso, este banco eventualmente abriu e mantém o museu até hoje.

Interação

O museu é um dos locais mais visitados na Candelaria, e é bem interessante de interagir com as obras, seja através de fotos, ou até mesmo apreciando todos os detalhes das pinturas. É fácil ver o padrão estético que o artista segue e na minha opinião, cada obra é igual, mas ao mesmo tempo diferente, única!

Certamente, a visita ao museu é interessantíssima! Ali é um ótimo local para aprender e tirar fotos. Os arredores também são imperdíveis, e é recomendável pegar um mapa e conhecer tudo que a Candelária tem a oferecer!

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A importância de salvar fotos

O último post que escrevi foi no dia 5 de setembro de 2017. Quanto tempo! Primeiramente tenho que dizer que tem vezes que eu não consigo dar sequência às coisas. Às vezes posto muitas fotos e depois paro. Publico textos seguidos aqui e depois paro. Começo a academia e depois paro. Começo a cuidar da minha saúde e depois paro.

Depois. Sempre confio no depois. Depois eu termino. Mas tem vezes que depois eu não termino e depois paro. Foi isso que aconteceu com Minas Gerais.

Dos lugares no Brasil que eu mais queria conhecer, Minas Gerais encabeçava minha lista! Amo história, construções coloniais, e claro, um pouco de vida cosmopolita. Achei Belo Horizonte organizadíssima, com ótimos restaurantes, pessoas bonitas e educadas. O interior é lindo demais e eu tenho muitas pautas para postar aqui. Mas depois.

Eu absolutamente não tenho nada que reclamar da minha semana mineira. Reencontrei alguns amigos que fiz quando morava em Budapeste, visitei a faculdade onde meu avô estudou, e claro, conheci muitas coisas que vi nos livros de história.

Mas depois… cheguei na minha casa e demorei para salvar as fotos que tirei. Levei a minha câmera e o meu celular. Selfies e fotos onde eu aparecia de corpo inteiro nos lugares ficaram todas no celular. A câmera, como quase sempre, ficou com as fotos dos detalhes, dos prédios e de situações inusitadas, ou seja, não apareci em nenhuma fotografia.

Confiei na tecnologia e um belo dia desliguei meu celular para economizar bateria (o bichinho já não está nas melhores condições). Quando o liguei de novo, tudo havia desaparecido! Contatos, aplicativos e as FOTOS. Tudo que estava no cartão de memória misteriosamente sumiu! Só porque eu desliguei o celular!

Muitos momentos desapareceram, não só da viagem como outros! Para uma pessoa que gosta de conservar momentos e memórias como eu, perder isso foi como levar um tapa na cara, um soco no estômago! Isso me afetou tanto que eu perdi a empolgação de postar, tanto aqui, quanto no Instagram. Se eu já perco sequência de postagem normalmente, imagina com uma situação dessas!

O “prêmio de consolação” foi saber que as fotos da câmera ainda estavam lá, mas elas não provam que eu estive em Minas Gerais porque… eu não apareço nelas. Tirando umas 5 fotos que postei no meu Instagram pessoal e as histórias, não tenho mais nenhum registro do meu rosto em terrinhas mineiras.

Temos sempre que aprender algo com nossos erros, não? Eu recentemente voltei de uma viagem longa e maravilhosa para Bogotá! Eu iria visitar a terrinha há uns dois anos, e tive que cancelar a viagem abruptamente uma semana antes. Dessa vez correu tudo bem, e tenho muito conteúdo novo pra escrever, mas o mais importante foi que eu consegui salvar as fotos dessa viagem em lugares seguros, e mesmo que o meu telefone surte e apague tudo de novo, elas não se perderão!

Essa viagem me deu fôlego novo pra escrever, e quero muito poder compartilhar ao máximo tudo que vi e apreendi (fora as outras coisas que queria escrever sobre outros lugares e situações).

É isto. Obrigada por chegarem até aqui! :) <3

 

 

Onde se hospedar em Manaus?

Olá, internet! Hoje teremos mais um post da categoria Amazonas, e vou falar sobre um assunto que interessa muita gente que é a hospedagem! Quando se trata de sair de casa, o local que escolhemos para passar o dia (ou melhor, a noite) é de suma importância e pode nos revelar um pouco da característica do viajante.

Pois bem, aqui em Manaus posso dar minha contribuição como moradora, e por conhecer bem os bairros daqui (pelo menos eu acho haha), vou dividir esse post em duas categorias: trabalho e turismo.

Primeiramente, vamos falar de trabalho! Aqui em Manaus temos o Pólo Industrial, localizado majoritariamente no bairro do Distrito Industrial (nome muito criativo, não?). Isso quer dizer que aqui na cidade existem uma série de fábricas de vários setores, notadamente duas rodas, linha branca, bebidas, petróleo e gás, entre outras.

Por causa disso, o fluxo de pessoas de outros estados e países (especialmente os diretores e outros funcionários das fábricas) é muito alto, e normalmente essas pessoas costumam se hospedar no próprio bairro do Distrito Industrial, que possui uma série de hoteis de qualidade e que possuem a bandeiras internacionais, como Holiday Inn, Ibis, Comfort e Novotel.

Outros viajantes mais business que não focam em empresas do Distrito costumam ficar em bairros mais centrais (não confunda central com o bairro do Centro). Esses hoteis mais centralizados se encontram entre os bairros do Parque 10, Nossa Senhora das Graças e do Adrianópolis, que são locais de renda mais alta, e portanto, de melhor estrutura. Por exemplo, durante a Copa e as Olimpíadas, os times de futebol se hospedaram em Adrianópolis.

Além do pessoal business, essas regiões também atraem turistas, (já fazendo aqui a transição entre trabalho e turismo) mas é bom ficar claro de que essa área fica longe dos principais pontos turísticos da cidade, sendo obrigatória a locomoção por carro, táxi, uber, ou por algum tipo de shuttle. Apesar da distância, alguns hoteis da área como o Quality, o Mercury, o Ceasar Business e o Millenium ficam bem próximo a shoppings, e o acesso a bons restaurantes (por exemplo) fica bem mais fácil. Também nessa região ficam hoteis como o Blue Tree, Express Vieiralves, Hotel Adrianópolis e o Ibis budget.

Outro lugar bem procurado por turistas é a Ponta Negra, que muitos aqui consideram o local mais nobre da cidade. O local fica bem próximo ao rio, tendo um complexo tipo um beira-rio com vários quiosques e lojas, e também sempre com vários eventos, especialmente na região do anfiteatro. Ali existem dois hoteis, o tradicionalíssimo Tropical e o Wyndham Garden, normalmente o queridinho das celebridades e políticos.

O Tropical é de longe o hotel mais tradicional da cidade, mas já viveu dias melhores. Mesmo assim, continua sempre deslumbrante! Quando eu era criança, costumava passar os domingos no hotel, onde almoçava, ía ao zoológico e até de vez em quando dava um pulinho na piscina, que possuía aquelas ondas artificiais que achava beeem divertidas! Quando fiquei mais velha, ia jogar tênis de vez em quando lá.

Agora vamos falar do Centro da cidade, que é o local bem procurado por turistas, especialmente os mais aventureiros! Ali que se localizam os principais pontos turísticos da cidade (aka entorno do Teatro Amazonas), e apesar do nome do bairro ser Centro, ele se localiza bem na orla da cidade. Ele leva esse nome por ser o local onde a cidade nasceu, portanto, de onde tudo surgiu.

Ali se encontra uma grande variedade de hoteis e hostels. Confesso que não conheço a grande maioria e não sei sua qualidade, mas aparentemente a maioria deles não possui uma qualidade tão boa quanto em outras regiões da cidade. Mesmo assim, alguns dali parecem se destacar como o Boutique Hotel Casa Teatro e o Taj Mahal, que tem um restaurante giratório no topo. Existem também hostels de qualidade na região, e para tirar dúvidas (dos hostels e de outros hoteis do Centro), consulte as opiniões do Trip Advisor.

Uma dica para quem vai se hospedar no centro: muito cuidado. Infelizmente ali é uma das regiões mais perigosas da cidade, especialmente à noite.

Enfim, se você chegou aqui, muito obrigada! Espero que esse post tenha sido útil e aproveite sua estada aqui na cidade! :)

Como é estudar Arquitetura em universidade Federal?

Olá, internet! Então, voltando aos posts sobre Arquitetura, hoje vou falar um pouco sobre um tema que é corriqueiro em várias áreas do conhecimento: como é estudar numa faculdade pública? No meu caso, estudo em Federal, mas no passado já frequentei a Estadual, então meio que conheço ambos os mundos.

Adiantando um pouco, esse post terá um pouco mais de opinião que o normal (obviamente sempre sendo respeitosa).

Uma das minhas maquetes favoritas de Forma: a Adição em Malha

Então, lendo muitos depoimentos e artigos, vejo pessoas equivocadamente subestimando as faculdades federais (em favorecimento das particulares), especialmente mais ao sul do país. Os argumentos são sempre os mesmos: greves, grade desatualizada, infraestrutura, e afins. A impressão que eu tenho é que muitas vezes falta muito conhecimento de causa e esses mesmos argumentos utilizados pelos críticos às faculdades federais são facilmente batidos por quem realmente conhece o dia a dia de uma universidade assim.

Antes de falar das terríveis greves, posso dizer com certeza que estudar Arquitetura em faculdade federal é muito bom, e não trocaria meu país UFAM por nenhuma particular. Tecnicamente ainda sou caloura, mas vivo essa rotina de federal há muito tempo, e apesar de estar no início da minha caminhada, consigo ver que há um grande esforço por parte dos alunos e professores pela melhor execução possível das aulas.

O curso de Arquitetura na UFAM é novo (até hoje só duas turmas pegaram o canudo), então a grade é bem atual, o que não é um grande problema no nosso caso. Outro lado bom é que algumas matérias-chave não são exclusivas do nosso curso, e caso ocorra algum problema (tipo uma reprovação em Física, Topografia e afins), a mesma matéria com o mesmo código é disponibilizada em outro curso da faculdade, o que diminui as questões burocráticas.

O fato de você não pagar mensalidade é outra coisa que é muito boa, pois Arquitetura é um curso onde precisamos gastar muito com materiais (socorro). Assim, os alunos ficam despreocupados com financiamento, boletos, contas e outras coisas.

Apesar de termos problemas de estrutura que são clássicos das faculdades federais (não nego, mas são problemas que dão pra levar), por enquanto ainda não tivemos questões muito graves em relação à falta de materiais. O que me vem à cabeça imediatamente é que só existem dois teodolitos para uma turma de 50 alunos de topografia, mas com apenas uma aula prática por semana, e em equipes, a carga não fica tão ruim (pelo menos por enquanto).

Os ateliês do curso no momento estão passando por reforma. Ainda não sei exatamente qual é a extensão desta, mas acredito que os locais vão ficar muito bons. Antigamente (até mês passado) existiam pranchas adequadas para Arquitetura, e alguns laboratórios. Confesso que como a minha vivência neste curso ainda é pouca, não sei dizer se esses laboratórios estavam com falta de materiais (eu imagino que sim, com uma ou outra coisa), mas como citei no parágrafo acima, nossa turma não sofreu tanto com a falta de materiais.

Outra coisa que acho positiva sobre a UFAM é a carga horária. O curso é vespertino e noturno, e por causa disso, temos uma quantidade de disciplinas maior do que as particulares da minha cidade. Existem pessoas que já acreditam que isso é um lado negativo, já que uma faculdade tão puxada quanto a nossa pode comprometer a flexibilidade do aluno.

Mas na minha opinião, muita flexibilidade pode comprometer a formação acadêmica do aluno, já que os estudos, em cursos dessa maneira, costumam ser deixados de lado perante trabalho e outras obrigações da pessoa. Arquitetura, assim como as engenharias, é um curso que requere muita atenção, técnica e trabalho, portanto ele não deve ser feito de qualquer jeito.

Mas claro que existem problemas, mas nenhum deles é uma dor de cabeça tão grande a ponto de desmerecer a minha faculdade perante a outras. O que chama mais a atenção são obviamente as greves. Elas são frustrantes sim, mas não a ponto de me desestimular e trancar o curso. Conheço colegas que fizeram isso na faculdade de Economia, mas honestamente, a greve foi só uma desculpa para desistir de um curso que essas pessoas nem gostavam.

Sendo bem sincera, a greve só é ruim se você não sabe aproveitá-la. Claro, é frustrante ter que adiar sua formatura em dois, três meses por causa de desentendimentos de alguns setores da universidade, mas em todo problema existe uma oportunidade.

Antes que comecem a me criticar, passei por duas greves na minha vida acadêmica em Economia (três e quatro meses respectivamente). Na primeira greve, descansei, viajei e passei três meses me preocupando exclusivamente com trabalho e auto escola. Da segunda vez eu aproveitei o tempo para avançar a minha monografia.

Sim, peguei greve no último período da faculdade. Greve esquisita, onde quase todos os cursos continuaram as aulas, mas nós de Economia (aff) e cursos de humanas como letras e licenciaturas (pra variar) tivemos que parar. Fiz todas as minhas pesquisas, escrevi muito, fiz todos os gráficos, revisões de português, tudo nesse espaço de 4 meses. Na reta final (propriamente dita), estava bem despreocupada, enquanto outros colegas estavam com tudo atrasado.

Enfim, por enquanto volto a enfatizar o quanto eu estou gostando de estudar Arquitetura, e ainda mais na faculdade onde estudo. :) Em breve, volto com mais posts, e muito obrigada se você leu até aqui! :)

Como visitar os pontos de interesse em Moscou de metrô?

Olá, pessoal! Baseado nesse post aqui sobre Paris e este outro sobre Budapeste, vou falar para vocês qual é a melhor estação de metrô para visitar alguns lugares interessantes na capital russa. Também já contei um pouco sobre a história do metrô mais bonito do mundo na minha opinião (link abaixo), e desde já adianto que se locomover neste transporte público em Moscou é muito fácil, prazeroso, e até interessante, já que ele parece uma obra de arte.

Você pode gostar também: Você pode me encontrar dentro do metrô

1.Região da Praça Vermelha

Estação interessante: Teatralnaya (Театральная) – Linha 2 (verde)

O lugar mais icônico de Moscou (e talvez de toda a Rússia) se localiza bem no centro da capital. A partir de lá, a cidade cresceu e se desenvolveu, e por causa disso, muitos lugares importantes da cidade se localizam em seu entorno, como a Catedral de São Basílio, o Kremlin, o GUM, o Teatro Bolshoi e muitas outras coisas.

Uma série de estações de metrô se localizam ao redor da Praça Vermelha, mas na minha opinião, a Teatralnaya é a que se encontra em melhor posição. De lá, é possível explorar essa região e arredores. Mas se você quiser conhecer partes específicas dos arredores, como por exemplo só o Kremlin, existem estações mais específicas.

St Basil’s

2. Kremlin e museu do Exército

Estação interessante: Okhotny Ryad (Охотный Ряд) – Linhas 1 e 2 (vermelha e verde)

A Okhotny Ryad é uma estação que fica bem mais próxima à entrada do Kremlin, e confesso que era a que eu usava mais. A saída do metrô fica bem mais próxima do guichê que vende os ingressos para conhecer o que existe por dentro da muralha vermelha, assim como o museu do Exército, que gostei muito.

Também existe um shopping com esse mesmo nome com ótimas lojas e restaurantes. Os preços não são tão altos como no GUM, e dá para fazer boas compras ali. Outra estação da linha vermelha perto dali é a Biblioteka Imeni Lenina (Библиотека имени Ленина), que pelo nome já dá para perceber quem ela homenageia. Enfim, é também possível descer ali, mas a “pernada” é um pouco maior.

Caminhos do parque de Alexandre, atrás do Kremlin

3. Rua Arbat

Estação interessante: Smolenskaya (Смоленская) – Linha 3 (azul escuro)

A rua Arbat é uma das mais conhecidas de Moscou devido à grande quantidade de lojas, bares e restaurantes. Ela é bem extensa e gostosa de caminhar, e inclusive já fiz um post sobre ela aqui.

Existem duas estações de metrô da mesma linha que são interessantes para se chegar à rua Arbat: a Arbatskaya (Арбатская) e a Smolenskaya, que citei acima. Eu prefiro a Smolenskaya pelo fato de que faz mais sentido chegar por ela. A estação fica bem num dos inícios da rua e se você seguir direto, vai parar adivinha onde? Na praça vermelha, onde todas as ruas convergem em Moscou, haha.

Acho mais confuso chegar pela Arbatskaya, pelo menos eu sempre me confundia! Ela não fica exatamente na rua Arbat nem na Novy Arbat, enquanto você já sai direto na rua de interesse se você escolher chegar na estação Smolenskaya.

Rua Arbat

4. Teatro Bolshoi

Estações interessantes: Lubyanka (Лубянка) – Linhas 1 e 7 (vermelha e roxa) ou Teatralnaya (Театральная) – Linha 2 (verde)

O Teatro Bolshoi fica bem perto de você já sabe onde (Praça Vermelha, óbvio, hehe), mas existem outras opções de chegada além da estação Teatralnaya (que leva esse nome por causa do Teatro Bolshoi).

A estação Lubyanka fica em igual distância da Teatralnaya, e ali também existe a oportunidade de ver o antigo prédio da sede da KGB, a polícia secreta soviética, que também se chama Lubyanka.

Placa indicativa próxima ao Teatro Bolshoi

5. Estádio Luzhniki

Estação interessante: Sportivnaya (Спортивная) – Linha 1 (vermelha)

Quando eu visitei Moscou, meu smartphone era tão ruim que ainda não tinha acesso a mapas. Então quando nosso ônibus nos deixou em frente ao estádio Luzhniki, tivemos que procurar a pé e carregando malas (inclusive uma quebrada) por vários lugares até encontrar uma estação.

Acabamos descendo no Park Kultury, cuja caminhada até lá foi beeeeeem grande, cansativa e desnecessária, já que existe uma estação bem na frente (!!!!!!!) do estádio e não vimos. Fazer o quê, vida que segue.

Lembrando aqui que o estádio Luzhniki será o palco mais importante da copa do mundo do ano que vem! Então não caia no mesmo erro que eu e chegue e saia pela Sportivnaya, hehe.

6. Parque Gorky

Estação interessante: Park Kultury (Парк культуры) – Linha 5 (marrom)

O último ponto de interesse dessa lista é o Parque Gorky, e para chegar lá, recomendo chegar pela estação que utilizei para sair do estádio, ou seja, a Park Kultury. Confesso que a caminhada para chegar no Parque Gorky é meio comprida, mas não existe outra estação tão próxima quanto esta.

Saindo de lá, ainda é necessário atravessar uma ponte que cruza o rio Moscou, o que pode garantir lindas fotos. Para os que preferirem chegar do outro lado, pode descer também na estação Oktyabrskaya (Октябрьская).

 

Enfim, esses foram alguns lugares que selecionei para quem tem interesse em conhecer uma parte de Moscou por metrô. A cidade é muito grande e existem muitas outras estações: algumas linhas nem citei por serem mais residenciais ou não terem muito apelo para o turismo. Mas lembre-se que na dúvida, sempre tenha um mapa em mãos! ;)

 

Parques da Disney na Flórida ou na Califórnia?

Olá, internet! Muitas pessoas já me perguntaram se haviam muitas diferenças entre os parques da Disney da Califórnia e da Flórida. Nesse post, vou explicar para vocês o que eu achei de cada parque, e quais valem mais a pena visitar.

Contexto

MK, seu lindo!

Vários locais do mundo possuem parques da Disney, como por exemplo Paris, Tóquio, Hong Kong e mais recentemente, Xangai.  Nos Estados Unidos existem dois parques, sendo um em cada costa: um parque se localiza em Anaheim, na Califórnia, e o mais famoso, que fica em Orlando.

O parque de Anaheim é o mais antigo de todos, e ele é conhecido como Disneyland (Disneylândia, aportuguesando). Inaugurado em 1955, ele foi uma aposta de Walt Disney em criar um parque moderno cujas estrelas seriam os personagens que já haviam aparecido nos filmes e curtas do estúdio.

Como todos sabemos, o parque foi um sucesso, o que estimulou Disney a fazer uma aposta muito mais ambiciosa: construir um parque para atender as necessidades da costa leste dos Estados Unidos, visando preencher o mercado consumidor de New York, DC, Boston e outras cidades.

Ele acabou escolhendo a parte central da Flórida como O local a ser construído, já que esta parte não era tão habitada quanto outros lugares da costa leste. Alguns anos se passaram e surgiu o Walt Disney World, como conhecemos hoje.

Características da Califórnia

Como falei antes, a Disneyland fica bem no meio da cidade de Anaheim, na Califórnia. Por causa dessas características, o acesso ao parque é muito mais fácil e rápido. A maioria dos hoteis (o meu, inclusive) oferecem uma espécie de transporte para o parque, que só é necessário o agendamento. Em alguns casos, as pessoas vão até andando, sem necessidade de transporte.

Achei o estacionamento do parque muito pequenininho! Tivemos que dar várias voltas até encontrar uma pessoa que estivesse saindo, daí colocamos o carro nesse lugar.

Outra característica da Disneyland é a localização de Downtown Disney. Ali, o DD é coladinho ao parque, tipo como se fosse uma entrada. Vale a pena dizer que na Califórnia, o Downtown Disney ainda possui esse nome, sendo que na Flórida isso mudou há pouco tempo.

Características da Flórida

Apesar de serem localizados em Orlando, os parques são meio isolados da cidade e de outros estabelecimentos. Isso foi feito de propósito por Walt Disney, pois ele queria dar essa sensação de distância e de espaço. Por causa disso, os parques de Orlando não parecem ser tão compactos quanto os da Califórnia.

Existem quatro parques temáticos na Flórida (fora os aquáticos), e estes são o Magic Kingdom, Animal Kingdom, Disney Hollywood Studios e o Epcot, cada um com seu espaço, seu estacionamento e sua independência. Diferentemente de Anaheim, a estrutura é bem mais espaçosa. O Disney Springs (o antigo Downtown Disney) também é diferente do da Califórnia, pois ao invés de se localizar na entrada do parque, ele fica bem longe deles.

Os hoteis que pertencem à Disney oferecem uma série de serviços de transporte (seja barco, ônibus ou monotrilho), mas outros não possuem essa comodidade. Vale ressaltar também que ter carro É MUITO NECESSÁRIO em Orlando por causa da distância.

Semelhanças entre os dois parques

Ariel

A principal semelhança entre a Disneyland (Califórnia) e o Walt Disney World (Flórida) são as atrações e as estruturas. Obviamente existem algumas coisas que existem na Califórnia, mas não na Flórida, ou vice-versa.

Por exemplo, seções dos parques como a Main Street USA, Tomorrowland, Fantasyland, Frontierland e o Adventureland existem em ambos os parques. Claro que elas não são iguais 100%, mas o clima, estilo e decoração são semelhantes.

Algumas atrações existem em ambos os Magic Kingdoms (MK) como o Piratas do Caribe, a Mansão Mal Assombrada, o Jungle Cruise, a Space Mountain e a Big Thunder, fora muitas outras. No MK da Califórnia, existe o Fantasmic, atração que na Flórida já é apresentada no Hollywood Studios.

Só dei alguns exemplos, pois existem muuitas atrações que fazem parte de ambos os parques, porém em contextos diferentes.

Qual dos dois devo visitar?

Você vai gostar da Disneylândia caso o seu foco de viagem não seja somente nos parques. Se você tiver interesse em conhecer outros lugares pela região que possuam museus e belas paisagens, a Califórnia pode ser seu destino ideal!

Mas caso seu foco seja mais nos parques e em compras, Orlando parece ser a melhor opção! A variedade de shoppings e outlets é bem maior, e os parques, querendo ou não, são mais completos. Mas em compensação, a Flórida não é tão bonita (em termos de paisagens) quanto a Califórnia.

Espero que esse post tenha ajudado. Até logo! :)