Museu do Ouro: finalmente

Depois de algumas idas a Bogotá, finalmente fui conhecer o Museu do Ouro, um dos principais pontos de interesse da capital colombiana! Acredito que este seja o museu mais importante do seu tipo no mundo, e não é para menos. São milhares de peças, quatro andares de exposições, e todos apresentam muitas informações interessantes.

20180328_100654

Algumas informações

O Museu do Ouro se localiza no centro de Bogotá, na região da Candelária. Ele não fica exatamente no coração do centro histórico, mas nada que uma caminhada rápida não resolva tudo.

O museu abre todos os dias, exceto nas segundas. A entrada custa 3000 pesos; se for com audioguia o valor sobe para 8000, mas aos domingos a visita é gratuita. (Nota importante, na Colômbia, 1 real vale aproximadamente 1000 pesos).

Há visitas guiadas em certos horários (eles avisam na hora), e elas são gratuitas.

20180328_100707

O que o museu apresenta?

O nome já ajuda a entender: o foco do museu são peças de ouro, em sua maioria. Essas peças foram encontradas em várias regiões da Colômbia, e elas foram trabalhadas por povos pré-colombianos com diversas finalidades, especialmente em ornamentos.

É impressionante ver a riqueza de detalhes nestas peças! O museu também mostra os materiais e artefatos utilizados na confecção destes ornamentos, e posso dizer que em geral, eles são muito rudimentares! Para mim, é um mistério saber como eles conseguiam fazer peças tão lindas com pouca tecnologia disponível.

Dentre os objetos em display, existem brincos, colares, coroas, vasos, e outras coisas! Também existem múmias e pecinhas minúsculas, porém lindas.

Conforme exploramos as dependências do museu, vemos como ele é organizado! O trabalho de iluminação também valoriza bastante as peças.

 

20180328_101407

20180328_104422

Algumas recomendações

O museu é maravilhoso e muito informativo. Certamente é um lugar imperdível para visitar em Bogotá. Ali dentro existe um café e uma loja que vendem artefatos, inclusive de ouro (claro que não com os preços mais acessíveis), mas é interessante ver.

A região onde o museu do ouro fica não é das mais seguras da cidade, por causa do alto fluxo de pessoas. É recomendável que não se ande mostrando objetos como câmeras e celulares, e é bom deixar as bolsas bem coladinhas ao corpo e os olhos precisam estar sempre atentos. Recomendações que a gente sempre tenta seguir em qualquer lugar, não é mesmo? :)

20180328_10380720180328_103429

Eu sempre quis ir ao Museu do Ouro, mas obrigações familiares nunca me permitiam fazer isso. Dessa vez, cheguei já falando que eu tinha que passear pelo centro de qualquer maneira, tanto que no primeiro dia já fui bater perna no centro, haha. E minha intuição tinha certeza, pois o centro de Bogotá (incluindo o Museu do Ouro, claro) é fantástico! Muito bom

 

20180328_10310820180328_102748

 

 

 

 

Anúncios

Museu Botero, finalmente!

Olá, internet! Apesar de já conhecer bem a capital da Colômbia, ainda existiam lugares que eu ainda não havia visitado. Um deles era o Museu Botero, e vou tentar explicar um pouco como foi.

Algumas informações

O Museu Botero está localizado bem no coração da Candelária, bairro central de Bogotá com muita influência colonial espanhola. No mesmo edifício se encontra o Palácio da Moeda e um museu de arte Contemporânea. A entrada para os três é gratuita e é possível (na verdade, recomendado) visitar os três numa manhã (ou tarde) inteira.

(comentário em off: o prédio onde se encontra o museu é lindo, uma obra à parte!)

Vale ressaltar que o Museu Botero abre todos os dias, menos às terças-feiras.

IMG-20180328-WA0095

Um pedacinho do edifício onde se encontra o museu Botero

Mas quem é Botero?

Fernando Botero é um artista plástico colombiano conhecido especialmente por retratar as pessoas mais gordinhas, seja através de pinturas, esculturas, e desenhos à mão livre. Algumas obras dele são bem conhecidas, como a pintura da Monalisa e a Mão gigante.

Botero doou algumas de suas obras ao Banco da República em meados dos anos 2000. Após isso, este banco eventualmente abriu e mantém o museu até hoje.

Interação

O museu é um dos locais mais visitados na Candelaria, e é bem interessante de interagir com as obras, seja através de fotos, ou até mesmo apreciando todos os detalhes das pinturas. É fácil ver o padrão estético que o artista segue e na minha opinião, cada obra é igual, mas ao mesmo tempo diferente, única!

Certamente, a visita ao museu é interessantíssima! Ali é um ótimo local para aprender e tirar fotos. Os arredores também são imperdíveis, e é recomendável pegar um mapa e conhecer tudo que a Candelária tem a oferecer!

20180328_12375020180328_12350620180328_123347

Como visitar os pontos de interesse em Moscou de metrô?

Olá, pessoal! Baseado nesse post aqui sobre Paris e este outro sobre Budapeste, vou falar para vocês qual é a melhor estação de metrô para visitar alguns lugares interessantes na capital russa. Também já contei um pouco sobre a história do metrô mais bonito do mundo na minha opinião (link abaixo), e desde já adianto que se locomover neste transporte público em Moscou é muito fácil, prazeroso, e até interessante, já que ele parece uma obra de arte.

Você pode gostar também: Você pode me encontrar dentro do metrô

1.Região da Praça Vermelha

Estação interessante: Teatralnaya (Театральная) – Linha 2 (verde)

O lugar mais icônico de Moscou (e talvez de toda a Rússia) se localiza bem no centro da capital. A partir de lá, a cidade cresceu e se desenvolveu, e por causa disso, muitos lugares importantes da cidade se localizam em seu entorno, como a Catedral de São Basílio, o Kremlin, o GUM, o Teatro Bolshoi e muitas outras coisas.

Uma série de estações de metrô se localizam ao redor da Praça Vermelha, mas na minha opinião, a Teatralnaya é a que se encontra em melhor posição. De lá, é possível explorar essa região e arredores. Mas se você quiser conhecer partes específicas dos arredores, como por exemplo só o Kremlin, existem estações mais específicas.

St Basil’s

2. Kremlin e museu do Exército

Estação interessante: Okhotny Ryad (Охотный Ряд) – Linhas 1 e 2 (vermelha e verde)

A Okhotny Ryad é uma estação que fica bem mais próxima à entrada do Kremlin, e confesso que era a que eu usava mais. A saída do metrô fica bem mais próxima do guichê que vende os ingressos para conhecer o que existe por dentro da muralha vermelha, assim como o museu do Exército, que gostei muito.

Também existe um shopping com esse mesmo nome com ótimas lojas e restaurantes. Os preços não são tão altos como no GUM, e dá para fazer boas compras ali. Outra estação da linha vermelha perto dali é a Biblioteka Imeni Lenina (Библиотека имени Ленина), que pelo nome já dá para perceber quem ela homenageia. Enfim, é também possível descer ali, mas a “pernada” é um pouco maior.

Caminhos do parque de Alexandre, atrás do Kremlin

3. Rua Arbat

Estação interessante: Smolenskaya (Смоленская) – Linha 3 (azul escuro)

A rua Arbat é uma das mais conhecidas de Moscou devido à grande quantidade de lojas, bares e restaurantes. Ela é bem extensa e gostosa de caminhar, e inclusive já fiz um post sobre ela aqui.

Existem duas estações de metrô da mesma linha que são interessantes para se chegar à rua Arbat: a Arbatskaya (Арбатская) e a Smolenskaya, que citei acima. Eu prefiro a Smolenskaya pelo fato de que faz mais sentido chegar por ela. A estação fica bem num dos inícios da rua e se você seguir direto, vai parar adivinha onde? Na praça vermelha, onde todas as ruas convergem em Moscou, haha.

Acho mais confuso chegar pela Arbatskaya, pelo menos eu sempre me confundia! Ela não fica exatamente na rua Arbat nem na Novy Arbat, enquanto você já sai direto na rua de interesse se você escolher chegar na estação Smolenskaya.

Rua Arbat

4. Teatro Bolshoi

Estações interessantes: Lubyanka (Лубянка) – Linhas 1 e 7 (vermelha e roxa) ou Teatralnaya (Театральная) – Linha 2 (verde)

O Teatro Bolshoi fica bem perto de você já sabe onde (Praça Vermelha, óbvio, hehe), mas existem outras opções de chegada além da estação Teatralnaya (que leva esse nome por causa do Teatro Bolshoi).

A estação Lubyanka fica em igual distância da Teatralnaya, e ali também existe a oportunidade de ver o antigo prédio da sede da KGB, a polícia secreta soviética, que também se chama Lubyanka.

Placa indicativa próxima ao Teatro Bolshoi

5. Estádio Luzhniki

Estação interessante: Sportivnaya (Спортивная) – Linha 1 (vermelha)

Quando eu visitei Moscou, meu smartphone era tão ruim que ainda não tinha acesso a mapas. Então quando nosso ônibus nos deixou em frente ao estádio Luzhniki, tivemos que procurar a pé e carregando malas (inclusive uma quebrada) por vários lugares até encontrar uma estação.

Acabamos descendo no Park Kultury, cuja caminhada até lá foi beeeeeem grande, cansativa e desnecessária, já que existe uma estação bem na frente (!!!!!!!) do estádio e não vimos. Fazer o quê, vida que segue.

Lembrando aqui que o estádio Luzhniki será o palco mais importante da copa do mundo do ano que vem! Então não caia no mesmo erro que eu e chegue e saia pela Sportivnaya, hehe.

6. Parque Gorky

Estação interessante: Park Kultury (Парк культуры) – Linha 5 (marrom)

O último ponto de interesse dessa lista é o Parque Gorky, e para chegar lá, recomendo chegar pela estação que utilizei para sair do estádio, ou seja, a Park Kultury. Confesso que a caminhada para chegar no Parque Gorky é meio comprida, mas não existe outra estação tão próxima quanto esta.

Saindo de lá, ainda é necessário atravessar uma ponte que cruza o rio Moscou, o que pode garantir lindas fotos. Para os que preferirem chegar do outro lado, pode descer também na estação Oktyabrskaya (Октябрьская).

 

Enfim, esses foram alguns lugares que selecionei para quem tem interesse em conhecer uma parte de Moscou por metrô. A cidade é muito grande e existem muitas outras estações: algumas linhas nem citei por serem mais residenciais ou não terem muito apelo para o turismo. Mas lembre-se que na dúvida, sempre tenha um mapa em mãos! ;)

 

Livraria El Ateneo, outro achado de Buenos Aires

Olá pessoal! Já ouviram falar na livraria El Ateneo? Ela é considerada uma das livrarias mais lindas do mundo, e está localizada bem no coração de Buenos Aires, no bairro da Recoleta. Em 2008 o jornal The Guardian a elegeu como a segunda livraria mais bonita do mundo, só atrás de uma outra loja na Holanda.

20160912_115615

Antes de continuar a falar especificamente do El Ateneo, fica registrado que Buenos Aires é uma cidade cheia de livrarias, reflexo cultural de seu povo altamente interessado em leitura. Para uma fanática por leitura como eu, visitar o El Ateneo foi uma ótima escolha.

Enfim, essa livraria tem um charme diferente por estar localizada num antigo teatro desativado. Por causa disso, o lugar ainda conserva características inerentes de teatros como o palco, camarotes, afrescos pintados no teto, a forma curvada, dentre outros.

20160912_115747

Esse teatro se chamava Grand Splendid, e ele foi construído em 1919 por um empresário de artes e mídias de Buenos Aires. Pintado e decorado por artistas italianos, o Grand Splendid tinha capacidade para mais de 1000 pessoas, e vários artistas se apresentaram lá, incluindo o lendário Carlos Gardel.

Afresco

Afresco

Muito tempo depois, já no ano 2000, a rede de livrarias El Ateneo (uma das maiores da Argentina) arrendou o edifício e converteu a parte do teatro em uma loja – assim nasceu a El Ateneo Grand Splendid como conhecemos hoje em dia.

A livraria é belíssima, e também é super completa! Ali existem alguns andares de livros de diversos tipos e estilos, e se você quiser, dá para ficar algum tempo descobrindo o lugar sem pressa. Vale ressaltar que a grande maioria dos livros são em espanhol, mas é possível encontrar um ou outro em português ou inglês.

20160912_120258

A localização é excelente, bem na Avenida Santa Fe, no bairro da Recoleta. Caso você esteja fazendo uma caminhada pela região, considere seriamente fazer um pit stop lá. No meu caso, comprei os ingressos para visitar o Teatro Colón e acabei indo a pé para o El Ateneo – uns 20 minutos de caminhada na ida e outros 20 na volta.

Dá para ir de metrô também (Linha D – descer na estação Callao), só que tem que andar 3 quadras e meia até chegar no destino.

el-ateneo

Dica: na Av. Santa Fe existe uma série de lojas e restaurantes, e caso esteja pensando em comprar algumas coisas, vale a pena explorar a região a pé. Considere almoçar por perto também.

Então é isso: fica a dica para os bibliófilos em plantão – visitar a livraria El Ateneo Grand Splendid é um ótimo passatempo em Buenos Aires.

Endereço: Av. Santa Fe 1860 – Buenos Aires.

 

Almoçando com os dinossauros no T-Rex Orlando

Olá pessoal! Hoje eu vou falar de um dos restaurantes mais conhecidos e disputados de Orlando, o T-Rex! Como você já pode imaginar pelo nome, esse restaurante possui um tema de dinossauros e todo o ambiente gira em torno disso. Ele fica localizado em Disney Springs (antigo Downtown Disney), e acho que vale a pena fazer uma refeição por lá!

Acompanhe também: Almoço no Epcot: Prós e Contras

20150312_191301

Cardápio e estilo de comida

O T-Rex é classificado como American Cuisine, ou seja, culinária dos Estados Unidos. Só que a impressão que eu tenho é que ele abrange uma grande quantidade de coisas, muito além do hambúrguer e do molho barbecue.

Para entradas existem uma série de opções como nachos, saladas, quesadillas, bruschettas, iscas e sopas. Os pratos principais variam de uma série de hambúrgueres, filés como o famoso New York Strip, peixes como salmão, frutos do mar, fish n’ chips e algumas massas.

De sobremesas, já ouvi falar muito bem do Chocolate Extinction que é um bolo com sorvete, caramelo e outras coisinhas, mas reza a lenda que ele dá para 4 pessoas. Como só uma pessoa estava me acompanhando e era nosso segundo almoço do dia (!!) não iríamos aguentar tamanha explosão de chocolate. (Mas já está na minha lista!)

O link para o acesso ao menu do T-Rex e todos os preços disponíveis se encontra aqui.

20150312_191332

20150312_191357

Fazendo as reservas

Como eu falei um pouco ali em cima, o restaurante é um dos mais concorridos de Orlando, e eu acredito que você não queira ficar em pé na fila por muito tempo. Como é melhor não depender do walk-in para arrumar um espaço para sentar, fazer a reserva é imprescindível.

Ainda não criei um post específico sobre isso, mas sempre cito o portal do My Disney Experience para gerenciar suas reservas em Orlando. O site é todo em inglês, mas é essencial para quem pretende manter todas as suas coisas relativas a Orlando organizadas.

Primeiramente você cria um login, e lá dentro você cria perfis de cada pessoa que vai viajar junto com você. Criados os perfis, você pode reservar uma série de coisas pelo site: hospedagem, ingressos dos parques, fast pass e os restaurantes. A única coisa que não consegui reservar foi o Cirque du Soleil, que é feito diretamente no próprio site do circo.

Acompanhe também: La Nouba, a experiência

Na hora de fazer a reserva do T-Rex, você entra na página do restaurante no site da Disney, seleciona a data e horário reservado. Você não paga nada nesse momento, apenas garante sua reserva. É bom fazer esse procedimento com uma certa antecedência, já que é provável que os horários mais disputados se esgotem logo.

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

Olha quem estava almoçando ao meu lado?

O ambiente

O que chama mais a atenção no T-Rex é o ambiente e a decoração! A entrada do restaurante parece a abertura de uma caverna e é essa a sensação que você tem quando você adentra o lugar – que você está explorando as profundezas da terra.

Entrada do T-Rex

Entrada do T-Rex

Muitíssimo bem decorado, você almoça com vários dinossauros ao seu redor – e eles se movem e fazem barulho! Realmente parece que eles estão vivos e a cada alguns minutos todos eles fazem um showzinho com luzes, movimento e grunhidos!

O Rafa, meu priminho que devia ter dois anos na época quando ele foi, ficou morrendo de medo dos dinossauros, mas só soube falar deles quando voltou pra casa, haha.

Eu fiquei sentada numa parte do restaurante que lembra uma floresta, com árvores e mais alguns dinossauros nos rodeando. Outras partes do restaurante também são bem interessantes – tem o aquário, com destaque para o polvo gigante e uma parte que na minha opinião é inspirada na era do gelo com iluminação azul e um esqueleto gigante.

img-20150313-wa0011

Vale a pena fazer uma refeição lá?

Vale sim! O T-Rex oferece refeições muito bem servidas, o gosto estava ótimo, atendimento foi padrão Disney (ou seja, alto) e o ambiente é incrível, o mais realista possível! A comida não é barata para os padrões de muitos viajantes, mas é aceitável falando de Disney.

O bom de comer no T-Rex é a possibilidade de partir para outras atrações ali no Disney Springs, como as diversas lojas de souvenirs (World of Disney, te amo!), o Cirque du Soleil, e muitas lojas onde você poderá gastar seus dólares. Aproveite e descubra esse restaurante super divertido!

Entrada do restaurante

Entrada do restaurante (aquário ao fundo)

Visitando a Bodega Bouza, no Uruguai

Olá pessoal, como estão?! Antes de tudo, gostaria de desejar um excelente 2017 a todos com bastante prosperidade e sucesso! Tirei essa última semana de férias por aqui, já que fim do ano é sempre muito movimentado. Então, para começar o “ano letivo” por aqui vou contar como foi a visita a Bodega Bouza, próximo a Montevidéu.

p1140216

O Uruguai é um ótimo lugar para a produção de vinhos, e não estranha que o enoturismo seja muito presente no nosso vizinho do sul. Enquanto estávamos planejando nossa trip para Montevidéu, achamos que seria uma boa ideia visitar alguma vinícola, e a mais recomendada era a Bodega Bouza.

Para visitar a Bodega Bouza, é necessário fazer uma reserva no site da vinícola. Você manda um email para lá com o dia e horário solicitado, e também se você tem interesse em almoçar ali (o site mostra todas essas informações de dias e horários disponíveis). No meu caso, mandei esse email aproximadamente duas semanas antes da viagem e no dia seguinte já recebi a confirmação – o pagamento é feito na hora da conta do restaurante.

Mapa

Mapa

Prédio principal

Prédio principal

p1140195

Com as reservas feitas, fomos para Montevidéu despreocupadas, e posso dizer que tudo correu bem! O transfer nos levou até lá – a vinícola tem produção pequena, mas se encontra numa bela propriedade, digna de belas fotos.

O primeiro passo foi o passeio pelas dependências da Bodega, onde o guia explicava como se dava a produção do vinho, passo a passo. Ali eles produzem alguns tipos de vinhos, mas a uva tannat, de origem francesa mas que se adaptou perfeitamente ao solo uruguaio, é provavelmente a mais conhecida dali.

p1140199

20160907_113503

p1140200

O guia explica desde como é feita a colheita e seleção das uvas até os tipos de barris específicos para cada situação. A colheita é feita entre fevereiro e março, e estávamos lá em setembro, bem friozinho e infelizmente com as plantas pequenininhas! Aprendi bastante lá, mesmo não sendo tão entusiasta de vinhos.

Visitamos também o local onde os barris ficam armazenados, assim como as garrafas já devidamente preenchidas com os tipos de vinhos produzidos ali. O cheiro é fantástico, e todos os processos são feitos com qualidade, não deixando desejar a nenhuma vinícola de outros grandes centros.

p1140202

p1140206

Depois da visita mais técnica, digamos, visitamos a coleção de carros clássicos que a família dona da Bodega possui. Localizada num galpão bem ao lado do restaurante, os carros e motos são encantadores!

p1140236

p1140244

p1140232

Para concluir nosso dia na Bodega Bouza, fomos almoçar no restaurante dali. Mas que comida maravilhosa! Tudo delicioso, atendimento impecável, e o ambiente muito requintado! Também é possível fazer a degustação de vinhos, para os que tem interesse!

p1140246

screenshot_2017-01-02-10-48-24-1

screenshot_2017-01-02-10-48-30-1

A visita valeu muito a pena, e é recomendável a todos que tem interesse em fazer um passeio diferente em Montevidéu. A Bodega Bouza não fica muito longe da capital uruguaia, somente como meia hora dirigindo na estrada. O passeio dura parte da manhã e da tarde, então se programe e aproveite tudo que o Uruguai proporcionar! :)

p1140190

O que fazer no Városliget, em Budapeste

O Parque da Cidade, ou Városliget em Húngaro, é um dos lugares favoritos dos húngaros e turistas para aproveitar e relaxar um pouco. O parque foi projetado em 1896 para comemorar os mil anos da nação húngara e possui uma área total de mais de 1 km2 com uma série de atrações no seu interior. Nesse post, vou mostrar para vocês o que tem para fazer lá, e se vale a pena visitar.

  1. Banhos termais

Acompanhe também: O principal banho termal de Budapeste

O Széchenyi Fürdő é o maior banho termal da Europa e o mais conhecido de Budapeste. A Hungria possui naturalmente uma série de reservas de águas termais e medicinais, e o costume de utilizar esses banhos como tratamento médico e diversão se difundiram após a ocupação de 700 anos pelos otomanos.

A entrada dos banhos termais lembra um palacete de estilo barroco, mas o que importa são suas piscinas com águas de diferentes temperaturas! Até durante o inverno tem gente que visita o lugar, um dos cartões postais de Budapeste.

Há uns dois anos, fiz um post sobre os banhos termais de Budapeste, e a minha saga não bem sucedida para visitar suas piscinas. Se quiser, acessa lá. :)

File:Budapest-Széchenyi.jpg

2. Castelo de Vajdahunyad

Esse castelo lindíssimo também foi construído nas celebrações do milênio, que comemorou os 1000 anos da Hungria em 1896. O modelo e a inspiração para a construção foi o castelo de Hunyad na Transilvânia, que até então fazia parte da Hungria. (Interesting fact: muitos húngaros ainda não aceitam o fato da Transilvânia ter sido dada à Romênia como compensação de guerra).

Assim que cheguei em Budapeste, meu amigo me levou de carro até Vajdahunyad, e me falou que lá eles brincavam que esse castelo era uma cópia do da Transilvânia, e que ele era símbolo da falta da criatividade dos húngaros. Bem, foi um húngaro que disse isso, só estou repassando…

Entrada do Castelo de Vajdahunyad

Entrada do Castelo de Vajdahunyad

3. Zoológico de Budapeste

Acompanhe também: Passeio ao Zoológico de Budapeste

Eu não sei se hoje em dia eu faria visitas a algum zoológico onde quer que fosse, mas confesso que adorei a visita quando eu morava lá. Achei a visita interessante e o zoológico, na medida do possível, tentava recriar um habitat semelhante ao original dos animais.

Os animais me fascinaram tanto! É incrível como seres tão diferentes de nós conseguem evoluir e se adaptar à sua realidade. Para crianças, aquele lugar é sensacional! E os ingressos não eram tão caros: se tens interesse em zoológicos, conheça; se não tens interesse (como eu hoje em dia), não se sinta culpado em passar.

Preguiça fazendo pose!

Preguiça fazendo pose

4. Praça dos Herois

A Praça dos Herois (Hősök tere em húngaro) é a praça mais icônica de Budapeste, e seu significado é único. Ela simboliza a liberdade do povo húngaro, especialmente durante as épocas de ocupação nazista e comunista. Por causa de seu peso, a maioria das manifestações políticas acontecem ali.

Falando de aparências, a praça é extremamente bela! Atrás da praça existem algumas colunas, cada uma delas representando figuras importantes da história da Hungria. O lugar é extremamente fotogênico, e vale muito a pena tirar fotos lá.

Praça dos Herois

Praça dos Herois

5. O lago

O parque da cidade possui um lago artificial bem no seu coração. Dependendo da época do ano, uma série de atividades podem ser feitas ao seu redor. Por exemplo, agora nessa época de fim de ano, o lago congela e ele vira um ice rink, por sinal, o maior da Europa Central! Durante o inverno, esse rink de patinação se torna um dos principais pontos turísticos de Budapeste, e as recomendações pela internet são muito boas.

Na época que morei em Budapeste era primavera, então, nada de patinação no gelo. Tem uma parte do lago que possui tipo uma pequena passarela (coisa de 30 cm) que corta o lago de lado a lado. Deu a louca na minha roomate e ela atravessou tudo aquilo a pé, mas a bichinha ficou morrendo de medo no meio do caminho e não tinha como voltar! Eu fiquei com medo de cair na água, então dei a volta no lago inteiro até chegar no outro lado, haha.

lago

Pedacinho do lago: o lugar onde minha amiga atravessou, haha.

6. Estátua do anônimo

O Parque da cidade possui uma série de estátuas, mas uma que se destaca bastante é a estátua do anônimo. Na realidade, ele foi baseado num monge húngaro do século XII, cujo nome se perdeu na história. Reza a lenda que se você pegar no capuz dele, você terá boa sorte com os estudos.

File:Anonymus.JPG

7. Museu de belas artes e Kunsthalle

Esses dois museus se encontram um em cada lado da Praça dos Herois, e são dois dos lugares mais interessantes para os entusiastas da arte na capital húngara. As coleções são fantásticas (inclui egípcia, antiga, moderna…) e merecem a visita dos turistas interessados por arte mundial.

O museu de belas artes é mais eclético enquanto o Kunsthalle foca mais em arte contemporânea. Ambos os museus foram abertos no início do século XX, e são ótimos lugares para uma visita despreocupada.

Museu

Museu

 

 

A rua mais sinuosa do mundo – Lombard Street

Olá pessoal! Ainda tenho muitas coisas para falar sobre São Francisco, dentre elas uma das atrações mais conhecidas da cidade: a Lombard Street. Localizada no bairro de Russian Hill, essa é uma das principais ruas de San Fran, mas um pequeno trecho dela ganhou fama mundial.

Essa rua é super sinuosa, com 8 curvas muito fechadas! Parece desenho animado e vou já explicar como isso aconteceu!

(Spoiler do post: as fotos que tiramos da Lombard Street foram todas em família, por isso, as fotos que postarei aqui vou tirar da internet).

Sanfran 61 bg 032605.jpg

Fonte: Wikimedia Commons

A rua

Quando pensamos em San Francisco já imaginamos uma série de coisas, especialmente a quantidade de ladeiras presentes na cidade – herança que vem principalmente dos filmes no meu caso. Muitas ruas do bairro de Russian Hill são assim – e inclusive me perguntava como existiam pessoas que conseguiam estacionar em ruas tão íngremes!

Dentro do carro, passeando pelo bairro, cheguei a ver um senhorzinho idoso carregando duas sacolas (aparentemente pesadas) subindo uma dessas ladeiras sem aparente cansaço.

E uma parte da Lombard Street se localizava numa dessas ladeiras, fato que incomodava os moradores dali. Eram os anos 1920, e as pessoas queriam comprar carros, mas aquele trecho era impróprio para automóveis. Meio que por causa disso também, o valor das propriedades ali era mais baixo que em outros lugares.

A inclinação da rua beira os 27 graus, que é muito íngreme! Um engenheiro chamado Clyde Healy propôs um design diferente para a rua: ela teria curvas ao invés de uma ladeira reta. Em 1922 a rua ficou pronta: a cidade de São Francisco pagou a obra e os moradores teriam a responsabilidade de cuidar dela depois.

Lombard Street in San Francisco 1933:

Fonte: Pinterest

Dito e feito! Além da curvatura que chama a atenção, as casas e seus jardins ajudam a tornar a Lombard Street hiper fotogênica! Essa ideia valorizou imensamente as casas da região, e foi muito decisiva ao tornar a Lombard Street um dos pontos mais conhecidos de São Francisco!

Como cheguei até lá e tempo de duração

No meu caso, eu fui de carro e todo o trajeto foi muito tranquilo – só colocar o endereço no GPS que ele já calculou a rota para passar pela rua. Descer a rua mais sinuosa do mundo foi muito divertido!

Depois estacionamos nosso carro depois da esquina com a Hyde Street e ficamos um tempo lá tirando fotos nossas.

Como já devem imaginar, o passeio não é tão demorado. Eu diria que no máximo, descendo a rua e tirando fotos, a visita dura uma meia hora, com folga. Por não exigir muito tempo, é super válido encaixar com outros passeios em São Francisco, de preferência em lugares próximos como o Fisherman’s Wharf.

Fonte: Google Street View

Fonte: Google Street View

O relato sobre a minha visita à Colonia del Sacramento

Olá pessoal! Quem me acompanha por aqui já sabe que eu estou fazendo relatos sobre os destinos da minha última viagem, onde conheci Montevidéu, Colonia del Sacramento e Buenos Aires. Não é segredo para ninguém que me encantei especificamente com o Uruguai, e realizei um pequeno sonho da minha vida ao conhecer a Colonia del Sacramento.

Para deixar o relato bem completo, dividi o post em algumas partes. Para concluir o raciocínio sobre Colonia del Sacramento, hoje vou contar pra vocês o relato da visita. Espero que gostem! :)

Acompanhe também: De Montevidéu a Colonia del Sacramento de ônibus

Detalhes das casas

Detalhes das casas

Então, saímos de Tres Cruces no ônibus das 9:30, e apesar do mapa indicar que a viagem entre Montevidéu e Colonia dura um pouco mais de 2h, a viagem chegou próximo de 3h devido as paradas que o ônibus faz no caminho. Até então tudo bem, pois tínhamos um pouco de folga, mas não queríamos abusar.

Chegamos em Colonia aproximadamente 12:30 e a nossa intenção era procurar um lugar para guardar as malas. Não existem muitos guarda-volumes disponíveis na região, e acabamos encontrando um bem em frente à rodoviária e a estação hidroviária, numa loja especializada em artigos para viagens. Pagamos 10 reais por duas malas e sem limite de tempo. Menos mal que eles aceitavam real, daí não gastaríamos mais nossos preciosos pesos só para guardar as malas!

Lá nessa loja onde deixamos as nossas malas, perguntei se eles tinham algum mapa de Colonia. O que eu tinha era o Google Maps: já tinha marcado com estrela os principais lugares da cidade, mas não queria ficar gastando a bateria do meu celular à toa. Gentilmente ele me deu um mapa e me explicou onde ficavam algumas das principais atrações da cidade. Agradeci e fui conhecer Colonia!

Farol da Colonia del Sacramento

Farol da Colonia del Sacramento

Acompanhe também: 8 fotos imperdíveis para tirar na Colonia del Sacramento

Saímos dali e fomos em direção à Av. General Flores, que é a principal da cidade. Pela maior parte de sua extensão, tinha muitas lojas, restaurantes, pessoas vestidas como gauchos tomando mate sentados nos bancos espalhados pela rua.

Tinham tantos restaurantes pelo caminho, e a maioria vendia adivinha o quê: carne! O cheirinho era bem gostoso, e ao mesmo tempo que a cidade aparenta ser (e é) turística, o clima era muito de cidade de interior.

Caminhamos, caminhamos e caminhamos, sempre em linha reta, até chegarmos na “fronteira” entre as partes nova e velha de Colonia. Confesso que não sabia nem pra onde olhar, já que estava muito feliz e emocionada de estar ali!

Fronteira

Fronteira

Saímos da Gen. Flores e entramos na rua Vasconcellos, em direção à Basílica del Santíssimo Sacramento. Igrejinha linda no centro de uma cidadezinha de aparência colonial é bem linda, já imaginem! Na frente da igreja tem uma pracinha e ficamos lá um pouco.

Depois nos dirigimos até o Farol: até hoje existem ruínas do que um dia foi um antigo convento português que foi demolido pelos espanhois. Dá para subir no topo do farol, mas devido ao nosso tempo reduzido, ficamos no chão.

Após o Farol, fomos em direção à orla de Colonia, onde tirei algumas fotos clichês com o rio como background, haha. Terminamos de andar pela orla, sempre apreciando a bela paisagem do río de la Plata e voltamos até o centro histórico de Colonia, que é bem pequeno.

Mapa da Colonia del Sacramento nos azulejos

Mapa da Colonia del Sacramento nos azulejos

Caminhamos pelas ruas que ainda não tínhamos entrado e achamos tudo lindo! Ruas de paralelepípedos, azulejos portugueses, e uma sensação de volta ao passado, tudo fantástico!

Para terminar o dia, nos sentamos no Pier de Colonia, sentindo o vento fresco no rosto e aproveitando a linda vista do río de la Plata. Alguns minutos depois, começamos a caminhada em direção ao guarda volumes e em seguida, ao terminal hidroviário, onde iríamos diretamente para Buenos Aires.

Acompanhe também: Atravessando o Río de la Plata

Esse trajeto durou aproximadamente duas horas, mas com certeza vale a pena pernoitar em Colonia. Fizemos assim com a intenção de ganhar um dia a mais em Buenos Aires, mas no final acabou não valendo a pena.

Deveria ter sido ótimo passar a tarde inteira aproveitando o centro histórico de Colonia, e ficamos com aquela sensação de que fizemos tudo correndo. Nem comer direito nós conseguimos!

A experiência faz o homem, então seria interessante aproveitar um dia inteiro em Colonia sem sombra de dúvida. A cidade é linda e encantadora, além fazer parte de um período importante na história do nosso Brasil. Já pensou se Colonia tivesse ficado definitivamente do lado português?

p1140326

 

Airport review: Orlando Int’l Airport (MCO)

Olá todo mundo! Tem mais de um mês que não escrevo algum post Airport Review, o que significa que tenho que conhecer mais destinos o mais rápido possível para poder produzir material para vocês, haha.

Enfim, hoje vou trazer um resumo/análise do Aeroporto de Orlando, ponto de entrada de muitos brasileiros nos Estados Unidos. Já fiz essa parada obrigatória em MCO algumas vezes, e seguindo o padrão de postagens da categoria Airport Review, vou compartilhar o mais importante para vocês.

20140512_064214

Conexão direta com o Brasil

Atualmente, 3 companhias aéreas operam voos diretos para Orlando, saindo de três destinos diferentes. A Azul possui voos saindo de Campinas e Recife, já a LATAM e a Delta tem voos diretos saindo de São Paulo-Guarulhos.

Pelo o que vem sendo noticiado na mídia, é provável que a Azul passe a ter operações para Orlando em mais aeroportos pelo Brasil, mas isso é algo que só o tempo dirá.

Voos domésticos X Voos internacionais

Eu já tive a experiência de fazer tanto voos domésticos quanto internacionais através do aeroporto de Orlando. Os trechos domésticos foram em direção a Chicago O’Hare e voltando de Las Vegas, já os internacionais foram através da Cidade do Panamá, que para mim, é a maneira mais fácil de chegar a Orlando.

Para mim, não existe muita diferença entre os dois terminais: você desembarca, passa pela imigração (se voo internacional), pega o monotrilho, e chega ao átrio principal do aeroporto, que às vezes lembra um shopping.

Imigração

Já cheguei a fazer um post sobre imigração nos Estados Unidos, mas apaguei por achar que não ficou da maneira que queria. Ainda vou encontrar uma maneira clara de explicar todos os nuances da imigração nos Estados Unidos e outros lugares, mas já adianto que acho a imigração de Orlando muito tranquila, muito melhor que de outros lugares, tipo Miami.

Os oficiais estão acostumados a receber turistas brasileiros em Orlando, e outra coisa que ajuda é que a grande maioria deles fala espanhol, idioma bem mais parecido com o nosso português do que o inglês.

Mas assim, de forma bem genérica, os oficiais da imigração seguem alguns passos:

  • pedem o passaporte;
  • perguntam a data da última ida aos Estados Unidos (caso não seja a primeira visita)
  • começa aí uma série de perguntas: qual o motivo da ida aos Estados Unidos, qual o tempo de duração da viagem, qual o hotel que vai ficar, e uma vez em Miami chegaram até a perguntar minha profissão e minhas atribuições no trabalho;
  • pedem para posar para uma foto tirada ali na hora;
  • pedem as digitais;
  • carimbam o passaporte;
  • e pronto, só aproveitar a viagem!

20140512_063436

Alimentação

Escrevi um pouco acima que o Aeroporto de Orlando parece um shopping, então já imagine que existe uma grande quantidade de restaurantes, lanches e afins. No átrio central do aeroporto existe uma praça de alimentação bem grande, com coisas que vão de cafés a fast food.

Wifi, tomadas e cadeiras

O Wifi em Orlando é grátis e ilimitado! Fico feliz em perceber que hoje em dia a maioria dos grandes aeroportos já disponibilizam gratuitamente algo tão simples como um sinal de wifi.

Tomadas e cadeiras também não são um grande problema em Orlando. Na área do embarque existe lugar para todos.

20150312_120217

Transporte para o centro

Normalmente eu escrevo esse tópico em posts do Airport Review, mas Orlando é um pouquinho diferente. Não tem jeito, é necessário alugar carro ali, e se possível, faça a reserva com antecedência, ainda aqui no Brasil.

Mas é muito fácil alugar e dirigir em Orlando: com a reserva em mãos, se dirija ao balcão da locadora (as placas indicam o lugar, mas elas ficam próximas ao check in), e o atendente vai confirmar sua reserva, você assina alguns papeis e logo já temos o número do nosso carro na mão!

Como assim? A pessoa te dá um certo número, tipo 271. Logo em frente às locadoras se encontra um grande edifício garagem, cheio de carros. Lá, você vai para o andar da sua locadora, e procura a vaga 271. Existem placas que não deixam dúvida de nada e lá dentro se encontra a chave do carro, e é só ir embora.

20150319_145915

E o free shop, vale a pena?

No caso de Orlando, eu não daria atenção somente para o free shop. Existem várias lojinhas pelo saguão do aeroporto, incluindo lojas oficiais da Disney e da Universal, os dois principais parques da cidade.

Fora isso, existem lojas de souvenirs e outras coisas especiais para viajantes como malas e afins. Também existem lojas de roupas e outros acessórios.

Enfim, espero que tenham gostado do post! De maneira geral, o aeroporto de Orlando é muito auto explicativo e simples de circular. Um ótimo local para começar uma viagem que tem tudo para ser bem divertida! :)

Acompanhe também:

Airport Review: Ministro Pistarini – Ezeiza (EZE)
Airport Review: Aeroporto di Milano – Malpensa (MXP)
Airport Review: Flughafen München (MUC)
Airport Review: Flughafen Frankfurt am Main (FRA)
Airport Review: Paris Charles de Gaulle – Roissy (CDG)
Airport Review: Miami Int’l Airport (MIA)
Airport Review: San Francisco Int’l Airport (SFO)
Airport Review: Aeropuerto Internacional de Tocumen (PTY)Airport Review: Chhtrapati Shivaji Int’l Airport (BOM)
Airport Review: Flughafen Wien (VIE)
Airport Review: Aeroport Sheremetyevo (SVO)
Airport Review: Budapest Liszt Ferenc – Ferihegy (BUD)

Airport Review: Istanbul Atatürk (IST)
Airport Review: Aeroporto da Portela (LIS)

Airport Review: Chicago O’Hare Int’l Airport (ORD)